A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Redes Sociais Uma forma de Empreendimento Social O desafio da cooperação e das relações estratégicas em benefício das pessoas e comunidades em estado de.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Redes Sociais Uma forma de Empreendimento Social O desafio da cooperação e das relações estratégicas em benefício das pessoas e comunidades em estado de."— Transcrição da apresentação:

1 Redes Sociais Uma forma de Empreendimento Social O desafio da cooperação e das relações estratégicas em benefício das pessoas e comunidades em estado de vulnerabilidade social

2 O empreendedor social atuando nas organizações sociais estimula o trabalho em rede social. As Redes atuam com as buscando melhoria para as pessoas e comunidades: > resultados > MUDANÇAS SOCIAIS. O empreendedor social atuando nas organizações sociais estimula o trabalho em rede social. As Redes atuam com as questões sociais buscando melhoria para as pessoas e comunidades: > resultados > MUDANÇAS SOCIAIS.

3 RENAG Rede de Entidades Assistenciais do Grande ABC Missão :Integrar e fortalecer as Organizações de Assistência Social da Região do Grande ABC, por meio de sua própria gestão e articulação com pessoas e diferentes setores da Sociedade Civil e do Estado, para que prestem serviços de qualidade à população, promovendo a Inclusão Social.

4 Região do ABC Paulista Integra a Região Metropolitana de São Paulo (39 cidades): Área Área – 8051 Km2 4% do território paulista; Demografia Demografia – cerca de 18 milhões de habitantes (1 em cada 10 brasileiros mora na Grande São Paulo – 1 dos três maiores aglomerados urbanos do mundo); Economia Economia – maior pólo de riqueza nacional: - centralização do comando do grande capital privado; - concentração de serviços especiais da área social. Social Social - maior concentração de pobreza com condições inadequadas de habitações - bolsões de miséria - infra-estrutura insuficiente para o atendimento das necessidades - todo tipo de problemas sociais - serviços de proteção social básica e especial de média e alta complexidade necessitando de reordenamento para ações em rede (SUAS)

5 ABC População Estimada 2004 (IBGE) IDH 2002 (EMPLASA) Entidades/ Organizações inscritas nos Conselhos Municipais de Assistência Social Diadema (M)40 Mauá (M)46 Ribeirão Pires (A)15 Rio Grande da Serra (M)45 Santo André (A)85 São Bernardo do Campo (A)98 São Caetano do Sul (A)61 Total A - alto M - médio 300 Tabela 1

6 Concentração de pobreza e indigência nos municípios (atlas do Desenvolvimento Humano 2002) Municípios brasileiros classificados pela população População Total População com renda per capita (indigência) * Média em cada município População com renda per capita (pobreza)* Média em cada município Grandes ( a hab) milhões (9.96%) (23.55%) ABC (por aproximação) Total indigência + pobreza = ___ ___ * Indigência – renda per capita inferior a ¼ do salário mínimo Pobreza – renda per capita inferior a ½ salário mínimo Tabela ilustrada na PNAS – 2004 (M.D.S)

7 DESAFIO Empreender ações para a mudança do quadro esboçado. De: > Ações isoladas de indivíduos; >Ações isoladas de organizações Para: > Ações de indivíduos, organizações, movimentos, instituições, articuladas; > Associativismo >Cooperativismo DESAFIO Empreender ações para a mudança do quadro esboçado. De: > Ações isoladas de indivíduos; >Ações isoladas de organizações Para: > Ações de indivíduos, organizações, movimentos, instituições, articuladas; > Associativismo >Cooperativismo

8 Empreendedores Sociais tem o papel de Agentes de Mudança no Setor Social Força Motriz A missão social é fundamental; O resultado social é a medida(sempre mantida); Buscam criar mudanças sistêmicas e melhorias sustentáveis e duradouras; Atacam as causas básicas dos problemas (mudanças fundamentais); Procuram por retornos sociais de longo prazo em seus investimentos; Buscam promover reais melhorias para os beneficiários e comunidades (Foco da pressão). Habilidades Intelectuais, Emocionais e Profissionais Persistentes; Dispostos a realizar ajustes para fazer sua visão funcionar; Vêem oportunidades onde outros vêem problemas Criativos É sempre aprendiz... Inventores (na forma como organizam seus trabalhos); Fazem mais com menos recurso financeiros Elevado senso de transparência; Atraem colaboradores e socializam os resultados e retornos para aqueles que apostam na missão; Avaliam seu progresso em termos de resultados sociais, financeiros e da gestão.

9 As ONGS do Terceiro Setor no Brasil: Tem percebido que o impacto social gerado pela sua atuação pode ser muito potencializado se suas ações forem articuladas em Rede com maior abrangência técnica ou geográfica. Sabem da importância da articulação em Rede e estão buscando alternativas para a estruturação e fomento de suas Redes. Sabem que as Redes rompem com as relações piramidais de poder, decisão e representação Na Rede o poder surge como potência para realizar coletivamente As Redes se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes Constroem sua identidade comunitária: sentimento de pertencer, laços de afinidade, pactos sociais e padrões para convivência e trabalho.

10 RENAG VISÃO DE FUTURO Ter representatividade e expressão a fim de influenciar Políticas Públicas e mobilizar os setores público e privado para o investimento social. Ter legitimidade e ser reconhecida como referência pela qualidade dos serviços sociais e como Rede de compromisso social. Ter produtos e serviços que confirmem a Missão e a identidade do movimento, valorizando sua existência. Ter resultados e realizações que mantenham o interesse dos integrantes iniciais e de novos.

11 Organização: Elos Grupos Gestor Grupos de Trabalho: - Secretária e Administração - Formação, Capacitação e Assessoria - Comunicação - Captação de Recursos Financeiros - Mobilização, Articulação e Representação Política - Banco de Dados Organização: Elos Grupos Gestor Grupos de Trabalho: - Secretária e Administração - Formação, Capacitação e Assessoria - Comunicação - Captação de Recursos Financeiros - Mobilização, Articulação e Representação Política - Banco de Dados

12 Entidade Sede - a cada 2 anos em rodízio Adesão à Rede - Cadastro e Termo de Compromisso Plano de Ação > Ações continuas de Base: - Fortalecimento da Rede - Banco de Dados - Articulação e Mobilização Política > Ações contínuas Meio: - Capacitação - Comunicação - Captação de Recursos

13 DESAFIOS Agir em rede é desafiante, questiona as nossas matrizes de aprendizagem. Aprender algo novo – mudar e provocar mudanças nas Organizações. No inicio pode não estar muito claro se as entidades/ pessoas desejam ser uma Rede Por outro lado, há um pressuposto de que: a união faz a força O trabalho terá mais qualidade Mobiliza-se mais recursos humanos, materiais e financeiros Há mais possibilidades e oportunidades de formação, captação de recursos e influência em políticas publicas Um imaginário convocante, sedutor, que inclui os sonhos. Isto é certo, mas... Haverá um longo caminho a percorrer

14 A idealização e organização da Rede, por um grupo de Entidades, não deve ser observado como obra pronta e acabada, mas como ponto de partida. A idealização e organização da Rede, por um grupo de Entidades, não deve ser observado como obra pronta e acabada, mas como ponto de partida. Mudança é condição de desenvolvimento. Um Homem honesto não pode manter coerência sistemática quando sua mente repele qualquer conceito como superado. Mahatma Gandhi


Carregar ppt "Redes Sociais Uma forma de Empreendimento Social O desafio da cooperação e das relações estratégicas em benefício das pessoas e comunidades em estado de."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google