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Regime de Metas para Inflação no Brasil: Construindo Credibilidade em Contexto de Volatilidade na Taxa de Câmbio André Minella Paulo S. de Freitas Ilan.

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1 Regime de Metas para Inflação no Brasil: Construindo Credibilidade em Contexto de Volatilidade na Taxa de Câmbio André Minella Paulo S. de Freitas Ilan Goldfajn Marcelo K. Muinhos Banco Central do Brasil Julho 2003 Versão reduzida e atualizada de Inflation Targeting in Brazil: Lessons and Challenges

2 1. Introdução Motivação O desafio do sistema de metas para a inflação (IT) no Brasil História de alta inflação Necessidade de construção de credibilidade Ambiente de choques significativos Como balancear flexibilidade e credibilidade?

3 O trabalho examina os desafios enfrentados pelo regime de metas para inflação no Brasil ( ) Panorama dos primeiros 3 anos e meio Construção de credibilidade Função reação do Banco Central (Bacen) Expectativas de inflação e o papel das metas Mudança na dinâmica da inflação Variação da taxa de câmbio e repasse cambial para os preços

4 Principais resultados das estimações Metas para inflação -> coordenador de expectativas Bacen -> reação forte diante das expectativas de inflação Grau de persistência da inflação -> redução Repasse da taxa de câmbio para IPCA: - para preços administrados é duas vezes maior do que para preços livres

5 2. Panorama de

6 Política macroeconômica Metas para inflação Taxa de câmbio flutuante Mudança no regime fiscal

7

8 Regime IT: bem-sucedido, extremamente importante para estabilização macroeconômica 1999 e 2000: meta cumprida 2001 e 2002: meta não cumprida – diversos choques atingiram a economia

9 2001 e 2002: choques 2001 Crise energética doméstica Terroristas ataques nos EUA em 11/Set. Crise argentina 2002 Aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais Crise de confiança: incerteza sobre a política econômica futura

10 Taxa de câmbio

11 Mudança nos preços relativos: preços administrados O grupo inclui gasolina, gás de cozinha, eletricidade, telefone, ônibus urbano 30% do IPCA Dinâmica é diferente de outros preços: - preços internacionais - maior repasse da taxa de câmbio - maior inércia: comportamento baseado no passado é mais acentuado

12 Preço relativo entre os grupos de administrados e de livres

13 Taxa de Juros - Selic

14 Contribuições para a inflação

15 Volatilidades Pré e pós adoção do regime de metas para inflação: volatilidade de inflação, PIB, e taxa de juros

16 3. Construção de credibilidade

17 3.1. Função reação do Banco Central Resultados: Taxa de juros responde significativamente às expectativas de inflação Política monetária Conduzida olhando para o comportamento futuro da inflação Consistente com o regime de metas para inflação

18 Utilizando expectativas de inflação do Banco Central

19 Utilizando expectativas de inflação dos agentes privados

20 Resultados da função reação Expectativas de inflação: Estimativas pontuais: Expectativas de inflação do Bacen: 2,7 – 5,7 Expectativas de inflação do agentes privados: 2,0 – 2,3 (mais precisas) Todas especificações: maior do que zero Maioria das especificações: maior do que um Alto grau de suavização da taxa de juros: 0,7 – 0,9

21 3.2. Expectativas de inflação e o papel das metas Expectativas sob controle exigem: Conduta da política monetária consistente com o regime de metas para inflação Clara comunicação com o público

22 Expectativas e metas para inflação (12 meses à frente) e inflação nos 12 meses anteriores

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24 Resultados – Expectativas de inflação dependem de: Metas para inflação (positivamente) - > Papel das metas Taxa de juros (positivamente) -> Reação da taxa de juros a choques inflacionários Inflação passada Significativa quando a amostra termina em Fev./2003 em vez de terminar em Jun./2002

25 Estimativas recursivas

26 Prevendo expectativas de inflação durante a crise de confiança?

27 Choques significativos: expectativas de inflação podem se afastar da meta mas devem reverter

28 3.3. Mudança na dinâmica da inflação Estimação de uma curva de Phillips simples Inflação depende de: Taxa de desemprego -> significante e sinal esperado Mudança na taxa de câmbio -> significante e sinal esperado Inflação passada Mudança na dinâmica da inflação Período de IT: decréscimo no grau de persistência da inflação

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30 Coeficientes variantes no tempo para o termo da inflação defasada

31 4. Variação da taxa de câmbio e repasse cambial 1999:07 – 2002:12 Média mensal de aumento: 1,8% p.m. Desvio padrão: 4,2

32 Estimativa recursiva: mudança no repasse cambial

33 Estimação de um vetor auto- regressivo (VAR) Produto industrial Preços administrados Preços livres EMBI+ Taxa de câmbio Taxa de juros

34 Funções Impulso-Resposta

35 Funções Impulso-Resposta (cont.)

36 Repasse cambial

37 Principais conclusões Regime de metas para inflação no Brasil Importante para a obtenção de baixos níveis de inflação mesmo no contexto de choques significativos

38 Principais conclusões (cont.) Regime enfrentou muitos desafios: 1.Construção de credibilidade - Bacen tem reagido de forma consistente com o regime de metas para inflação -> olhando para o futuro - Expectativas de inflação - Sob controle - Papel das metas - Redução no grau de persistência da inflação

39 2. Mudança nos preços relativos -> inflação 3. Mudanças na taxa de câmbio -> inflação - Repasse dos preços administrados é duas vezes maior do que para os preços de mercado 4. Crise de confiança no segundo semestre de 2002 Principais conclusões (cont.)


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