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PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS FASE II Miguel Edgar Morales Udaeta Treinamento – 3,4 e 5 de novembro de 2004 Araçatuba - SP Novos Instrumentos de.

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2 PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS FASE II Miguel Edgar Morales Udaeta Treinamento – 3,4 e 5 de novembro de 2004 Araçatuba - SP Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável

3 Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta O DE DESENVOLVIMENTO VIGENTE Exploração desenfreada dos recursos naturais Uso de tecnologias de larga escala Consumo desenfreado Modelo concentrador de produção de energia e baseado na oferta Ênfase no crescimento econômico

4 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta CONSEQUÊNCIAS DO MODELO DE DESENVOLVIMENTO VIGENTE Grandes desastres ecológicos Disparidades sociais e econômicas Guerras localizadas Violência urbana Marginalização de regiões e indivíduos

5 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 4 de 86 Meio Ambiente (EIA) Abrange a ecologia, a população, a preservação de espécies e do solo, a poluição da água e do ar, a saúde humana, e a energia É uma fonte que sustenta a humanidade (matérias e meios); Contem em si funções vitais (camada de ozônio); Absorve e recicla os detritos da atividade sócio-econômica.

6 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 5 de 86 Ação Antropogênica no Meio Ambiente Poluição do ar urbano Chuva ácida Mudanças climáticas Desflorestamento Desertificação Degradação marinha e costeira Alagamento Efeito estufa

7 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 6 de 86 Efeito Estufa

8 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta UM NOVO PARADIGMA Dimensões Políticas Econômicas-tecnológicas Sociais Ambientais DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Desenvolvimento que satisfaz as necessidades das gerações presentes sem afetar a capacidade das gerações futuras de também satisfazerem suas próprias necessidades

9 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 8 de 86

10 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 9 de 86 Planejamento O planejamento contem em si 4 abordagens bem identificadas Abordagem informativa: cenários, diagnósticos e projeções Abordagem exploratória: definição das alternativas de solução e dos objetivos finais Abordagem de solução: exame das opções estratégicas e táticas Abordagem ordenatória: planos, programas e projetos.

11 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 10 de 86 PL no Contexto da EE Características da própria indústria elétrica Relação do consumo da EE com índices de desenvolvimento sócio-econômico Expansão contínua junto a um esforço também continuado de previsão T&D de EE são efetuados somente através de linhas implantadas com anterioridade A EE não pode ser armazenada no espectro amplo da IE.

12 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 11 de 86 PL sob a ótica dos usos finais Estimativa do consumo em cada uso final Avaliação dos equipamentos de uso final Equipamentos alternativos de uso final Alternativas de geração de energia Previsão por serviço energético de uso final Necessidade de uma ferramenta que permita chegar a um conjunto de tecnologias e técnicas de oferta, consumo e conservação.

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14 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 13 de 86 Aspectos Gerais do PL no SE PL que visa orientar e otimizar esforços e recursos, mediante o estabelecimento e consecução de objetivos 3 estratos específicos: o Estratégico; o Tático; e o Operacional Horizontes de PL: Estabelecimento de Cenários (até 30 anos) - PL a Longo Prazo (de 6 a 8 anos) - PL a Médio Prazo; (de 3 a 5 anos) - PL a Curto Prazo.

15 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 14 de 86 Níveis dos reservatórios no período * RACIONAMENTO 2001

16 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 15 de 86 O DESBALANÇO - O Desequilíbrio entre Oferta e Demanda RACIONAMENTO 2001

17 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 16 de 86 O PPT - Plano Prioritário de Termelétricas 49 termelétricas, a entrar em operação até o final de 2003, incorporando cerca de 3200 MW ao sistema em 2001 e cerca de 3900 MW em No ano de 2003, seriam incorporados cerca de MW, considerando algumas outras possíveis UTEs, além das 49 ( total de 54 ). RACIONAMENTO 2001

18 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 17 de 86 Planejamento Energético A busca por aplicar um PE integrado, resultou a partir da primeira crise do petróleo Assim, aparecem as técnicas de abordagem por cenários, como um processo de tomada de decisão, onde as partes componentes deveriam se integrar organicamente.

19 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 18 de 86 Visão Esquemática de um Sistema Energético

20 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 19 de 86 Visão Elementar do PIR O PIR, mais do que uma metodologia ou simples busca de solução, é um processo que permite encontrar a realização continuada e monitorada do ótimo ao longo do tempo no curto e longo prazo. O uso da energia está vinculado a impactos no meio ambiente e ao desenvolvimento

21 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 20 de 86 Planejamento Integrado de Recursos O PIR é instrumento do DS. O processo do PIR implica: Criação de fontes de trabalho; preservação, proteção e conservação do meio ambiente; novas técnicas e tecnologias; e, a possibilidade do DS. Opções de baixo custo, adia gastos de capital, tarifas mais baixas, e satisfação do consumidor. Construções de menor custo, disponibilidade de renda, melhoria do ambiente de trabalho, e segurança e conforto Captura de um boa fatia do mercado.

22 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 21 de 86 Diagrama do Processo PIR

23 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 22 de 86 RECURSOS DE OFERTA Tecnologias novas (carvão -leito fluidizado) Renováveis, (fotovoltaicos e eólico) Contratos e usinas elétricas próprias Extensão do tempo de vida das geradoras, repotênciamento e troca de combustível Construção de novas usinas elétricas Compras de empresas, Autoprodutores, e PIE Melhoramentos em T&D

24 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 23 de 86 Avaliação de Alternativas de Oferta Muitas possibilidades de construir séries de opções A análise na fase da integração de Recursos é complexa Necessidade de um processo de peneiramento Fatores básicos a considerar: detalhes construtivos, operacionais e, interconexão da fonte ao sistema da empresa As opções devem-se comparar umas às outras Caráter não eliminatório desta etapa, pois opções caras hoje podem ser atrativas depois

25 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 24 de 86 Curvas de Peneiramento de Oferta / PIR de Roraima

26 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 25 de 86 RECURSOS DE DEMANDA (GLD) Eficiência, gestão da carga e troca de energéticos Programas de GLD vs. GLO são bases para desenvolver uma carteira de recursos Recursos de GLD são tidos como mais caros É ideal peneirar o GLD com 4/3 de custo/benefício Uma opção se torna atrativa quando o impacto positivo mostra que deve ser implementada

27 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 26 de 86 Curvas de carga na aplicação do GLD a -Translado da Carga para períodos fora de pico b -Recorte do Pico levando a capacidade plena c -Crescimento Estratégico da Carga aumento da carga d -Curva de Carga Flexível cargas redutíveis e interruptíveis. e -Conservação de Energia diminuição do consumo global

28 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 27 de 86 Peneiramento de Opções de GLD De inicio os recursos possíveis são muitos. O PIR implica em seleções gradativas das alternativas. Processo de integração de recursos complexo Primeiro deve-se peneirar os programas e tecnologias de GLD candidatos. Testar através de indicadores que avaliem o GLD, desde diferentes perspectivas.

29 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 28 de 86 Peneiramento de tecnologias e programas de GLD

30 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 29 de 86 custo da energia conservada vs. energia economizada

31 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 30 de 86 PREVISÃO DE ENERGIA E DEMANDA As previsões dos KW e KWh permitem a ocorrência do PL através de: >Determinar as necessidade de adquirir recursos; >Identificar as incertezas de tais necessidades; >Sistematizar os programas de GLD; >Indicar a eficiência e gerenciamento da carga; >Mostrar as variações com o crescimento da carga. Por isso se desenvolvem múltiplas previsões Inclusive é bom desenvolver planos para cada previsão.

32 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 31 de 86 Abordagens da Previsão Modelos econométricos: base estatística; agregados e conhecidos; tratamento de classe de consumo inteira. Modelos de uso final: detalhes de usos finais individuais; desagregados e de engenharia; permite entender os fatores que ocasionam as mudanças no uso da energia. Características: precisão ao avaliar o desenvolvimento econômico; escopo de relações do crescimento energético e econômico; detalhamento e confiabilidade de estar disponível a base de dados do sistema energético.

33 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 32 de 86 INTEGRAÇÃO DOS RECURSOS Alocar os recursos avaliados ordenadamente em tempo e geografia, com um mínimo esforço Redefinir e mudar dinamicamente a sua estruturação Valores sócio-econômicos, políticos, ambientais, culturais Identificar facilmente planos de recursos Integração em si dos recursos do GLO e o GLD. Deve-se trabalhar com aqueles recursos que sobreviveram ao processo de peneiramento inicial

34 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 33 de 86 INTEGRAÇÃO DE RECURSOS ORDENAÇÃO PLANO PREFERENCIAL CARTEIRAS DE RECURSOS OFERTA DIFERENTES PLANOS REF. TEMPORAL : DIFERENTES CENÁRIOS ACC DEMANDA CARTEIRAS DE RECURSOS FUNÇÕES OBJETIVO INTERESSADOS ENVOLVIDOS C. ECONÔMICO C. SOCIAL C. AMBIENTAL REF. TEMP / GEOGR C. ECONÔMICO C. SOCIAL C. AMBIENTAL REF. TEMP / GEOGR C. POLÍTICO

35 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 34 de 86 Processo da Integração de Recursos Critério na avaliação das carteiras de recursos Carteiras de recursos alternativas para objetivos distintos Integração analítica dos recursos Tratamento explícito da incerteza Garantir resultados internamente consistentes

36 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 35 de 86 Processo da Integração de Recursos Mostrar custos da energia e potência evitadas Considerar margens de reserva e de confiabilidade O tratamento imparcial dos custos ambientais Revisão de resultados para atender a consistência interna.

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38 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 37 de 86 Seleção de Carteiras de Recursos A seleção de Recursos e Carteiras de Recursos seguem a mesma abordagem. Critérios para seleção da CR: minimizar renda, custos de capital ou a tarifa média; garantir margens de reserva para crescimento alto; manter taxas financeiras; ou, reduzir os efeitos ambientais da produção de EE. No PIR deve-se especificar critérios da seleção dos recursos e escolha entre mixs de recursos alternativos.

39 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 38 de 86 Metodologias de Integração Instrumentos Computacionais de grande porte e existem muitas tipologias desenvolvidas (no GEPEA-USP está em desenvolvimento o SAGe) Tem-se duas abordagens para avaliar carteiras de recursos alternativos: Otimização matemática, seleciona o mix de opções de recursos que satisfaça a função objetivo estabelecida (ex. menor custo). Modelo de simulação (representação abstrata dos processos), para o qual o usuário deve prover o mix de recursos a ser testado.

40 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 39 de 86 Modelo Proposto do GEPEA Metodologia da Integração de Recursos Estabelecimento de um processo iterativo: premissa de que cada etapa do planejamento deve afetar a escolha das etapas subseqüentes - discretização Consideração das dimensões sociais, ambientais e políticas da disponibilização de energia - consideração a priori Incorporação e tratamento de subjetividades Utilização de metodologias já desenvolvidas ou em desenvolvimento

41 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 40 de 86 Processo Composto de 9 Etapas: 1 - Inventario Regional 2 - Carac.Demandas 3 - Participação En_In 4 - Elementos Análise 5 - ACC 6 - Plano preferencial 7 - Cenário 8 - Análise soc. econ. 9 - Iterações

42 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 41 de 86 Consistência Interna Comparação das hipóteses iniciais dos preços das tarifas futuras da energia introduzidos visando a previsão de carga, com os preços resultantes a partir do processo de integração. Preços diferentes implicam em novas previsões e novas carteiras de Recursos (novas iterações do processo de IR)

43 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 42 de 86 Margem de Reserva e Confiabilidade Cortes, desligamentos e abastecimento do mercado, definem a confiabilidade e margem de reserva no sistema (igual que no PL tradicional). Sendo que no PIR esses são fatores subjacentes a todas as alternativas Com vistas a satisfação do consumidor, deve-se ter poucos desligamentos e de curta duração. Isso geralmente significa uma margem de reserva de 15 a 20% (porém raramente consideradas)

44 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 43 de 86 Períodos de Planejamento Caráter do PL: alcance competitivo (1-5 anos); cognitivo (5-30 anos, cambio estrutural) e; sem limites, (mudanças fundamentais e comportamentais), onde não há como assumir regras nem mesmo um estado natural. Para exeqüibilidade do PIR, a análise dos mix de recursos deve assumir tempos que levem o estudo longe no futuro (30 anos pelo menos) e considerar os efeitos finais associados aos recursos de vida longa

45 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 44 de 86 Efeitos Sobre o Meio Ambiente Metodologicamente se trata dos custos nas dimensões economica, social, ambiental e política (ACC), focando através das emissões, efluentes, ou rejeitos resultantes da IE O PIR minimizará efeitos em termos do: uso da terra; danificação da colheita; danificação dos exteriores das edificações; deposição ácida; geração de rejeitos; modificações do fluxo da água; emissões de gás do efeito estufa; lixo radiativo armazenado e; consumo de recursos não renováveis.

46 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 45 de 86 Os Custos Completos

47 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 46 de 86 Inventário de custos expandido Horizonte de tempo expandido Indicadores financeiros de longo prazo Incorporação das externalidades Alocação de custos Características do ACC

48 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 47 de 86 Análise das Incertezas São fatores de incertezas: crescimento econômico; taxas de inflação; preços de combustível; regulação e; subsídios. Na análise considerar custos e desempenho de recursos de GLO e GLD; decisões de aquisição de recursos e, efeitos de incertezas e decisões, nos custos do consumidor e da concessionária.

49 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 48 de 86 Análise das Incertezas Características: dimensões da unidade; tempo de construção; custos de capital e; desempenho de operação. Incertezas adicionais: regulamentações e normas (RIMA, ISSO 14000); custos e desempenho dos sistemas de mitigação de impactos As suposições devem ser consistentes e exeqüíveis

50 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 49 de 86 Aspectos Sócio-Culturais e Políticos Contexto: problemática política (tomada de decisão) e sócio-cultural (necessidades e requisitos). Dimensões da DS a considerar: Dimensão econômica (ou técnico-econômica), Dimensão Ambiental, Dimensão Social e Dimensão Politica. O PIR fundamenta a decisão dos requisitos da sociedade, quanto à IE se refere.

51 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 50 de 86 REGULAÇÕES E REGULADORES Os envolvidos-interessados (En-In) são parte da problemática da regulamentação, balanceados entre seus interesses e da sociedade. Os principais grupos de En-In seriam: >consumidores de EE nas suas diferentes categorias; >acionistas, das empresas privadas, e de capital misto; >gerentes e/ou diretores das empresas; >competidores e potenciais competidores; >fornecedores de equipamentos, tecnologia e serviços; >empregados (trabalhadores das empresas de EE); >governo local e/ou do país; >representação de organismos que não consomem EE

52 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 51 de 86 Fundamentos do PIR Como Processo Estudos realizados, em realização e a se realizar. Todos os meios analíticos não são de índole desconhecida; Toda implementação plena (elaboração do plano preferencial e o processo de implantação) adquire rota própria

53 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 52 de 86 Relatório Prévio Roteiro e marco referencial do PIR. Explanação dos recursos humanos e materiais, do estado de coisas e, das forças que fariam o PIR. Apresenta desenho dos métodos de acumulo de informação (quanto, de onde e para que). A última parte permite conhecer os elementos técnicos que suportam as anteriores.

54 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 53 de 86 Plano de Ação (Curto Prazo) Compromisso para ações específicas Deve ser consistente com o plano de recursos a LP Seleção do local, avaliação ambiental, e projeto O PA deve ser específico e detalhado face ao CP Identificam-se tarefas específicas e suas atribuições organizacionais, estágios, e orçamentos

55 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 54 de 86 Relatórios do Andamento de Trabalhos Mostram o realizado na aquisição de recursos, coleta e análise de dados adicionais e, métodos analíticos melhorados. Indicam quando e porque os planos são ou devem ser mudados.

56 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 55 de 86 Participação Pública e da Sociedade Observar que os interesses dos En-In não são idênticos, as vezes são até conflitantes. Procurar o parecer e suporte desde diferentes grupos. Propor vários planos para que os diferentes grupos avaliem os efeitos do plano que tem a ver com eles.

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58 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 57 de 86 Elementos Finais (relatório) Publicar periodicamente relatórios dos planos de recursos Uma vez a cada dois ou três anos é apropriado emitir relatório O relatório de PIR deve ajudar a decidir qual, que quantia e, quando adquirir recursos. O relatório documenta decisões, ajuda órgãos representativos e ao público. Fornece dados, hipóteses, análises, resultados, e planos de recursos Facilita aos distintos grupos para checar as informações quando necessárias.

59 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 58 de 86 Planejamento Energético - SEB NOVO MODELO TRANSIÇÃO (cinco anos) MANTER CONTINUIDADE ENERGÉTICA REALIDADE ATUAL A partir de 2004, 50% dos contratos iniciais estarão encerrados. No novo Modelo, essa energia será administrada por um pool. O modelo contempla respeito a contratos, por isso a transição será concluída em 2009.

60 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 59 de 86 Princípios do novo modelo Øgarantir a segurança de abastecimento de energia elétrica; Øpromover a modicidade tarifária, por meio da contratação eficiente de energia para os consumidores regulados; Com foco no consumidor, o modelo aprovado para o SEB, tem como principais objetivos:

61 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 60 de 86 Princípios do novo modelo Øassegurar a estabilidade do marco regulatório, com vistas à atratividade dos investimentos na expansão do sistema; e Øpromover a inserção social no Setor Elétrico, em particular pelos programas de universalização de atendimento.

62 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 61 de 86 ARRANJO INSTITUCIONAL -MME: formula a política energética e setorial e exerce o poder de concessão; -ONS: opera o sistema integrado e centralizado. Contrata a transmissão; -ANEEL: controle, fiscalização e regulação SE de acordo com o MME e pelo marco regulatório; -ELETROBRAS: Financia a expansão, holding das federais, administra encargos setoriais e comercializa energia de Itaipu.

63 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 62 de 86 ARRANJO INSTITUCIONAL O novo modelo determina a necessidade da criação de novos agentes institucionais: EPE (Empresa de Pesquisa Energética), com a função de efetuar o planejamento energético; CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), sucederá ao MAE, com a função de administrar os contratos de compra de energia para atendimento aos consumidores regulados; CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), instituído no âmbito do MME, com a função de avaliar permanentemente a segurança de suprimento.

64 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 63 de 86 Elementos para Introduzir o PIR no SEB O SEB até hoje não encontra um modus operandi que satisfaça todos os atores da atividade socioeconômica, garantindo energia abundante, modicidade tarifária, retornos adequados para os investimentos, alocação satisfatória dos riscos inerentes a cada elo da cadeia, e ainda que respeitasse as regulamentações diretas e indiretas do setor. A cadeia produtiva do SEB composta por agentes (públicos e privados) de geração, transmissão, distribuição e comercialização, mais os fornecedores de bens e serviços, o regulador (Aneel), os agentes financiadores (BNDES, bancos privados), os investidores de capital, o Operador Nacional do Sistema (ONS), o Mercado Atacadista de Energia (MAE), as agências ambientais e, finalmente, os consumidores, não entrou em plena atividade coordenada, nem teve fluxo constante de investimentos.

65 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 64 de 86 BRASIL 316 bilhões m3 (reserva provada) Fonte: Petrobras – Rel. Anual Dez./2003 GÁS NATURAL – RECURSO DE OFERTA E DE DEMANDA NOVAS DESCOBERTAS 419 bi m 3 (78 bi JÁ COMPROVADOS E 341 EM AVALIAÇÃ0) POTENCIAL ESPERADO 657 bilhões m 3 CAPACIDADE DE OFERTA PROJETADA NO BRASIL ESTIMADA EM 100 Milhões m 3 /dia (inclui o gás boliviano) Venda de GN - 29 MM m 3 /dia Importação de GNB – 13 MM m 3 /dia Capacidade do GNB – 30 MM m 3 /dia VALORES MÉDIOS DE 2003

66 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 65 de 86 Importância do PE Aumento das Atividades e Produção e Transformação Aumento da demanda de energia Impactos diversos, além do uso em si. Importância do planejamento do abastecimento e do uso da energia Garantir uma atividade socioeconômica sustentável.

67 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 66 de 86 Projeto FAPESP Novos instrumentos para o PE regional visando o DS Parceria GEPEA-USP / COOPERHIDRO. 2 Etapas: Treinamento de Iniciação dos agentes parceiros; coleta de dados; visão macro. Identificação e avaliação dos recursos energéticos (GLO e GLD) disponíveis.

68 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 67 de 86 Projeto de Pesquisa FAPESP Objetivos Determinar o potencial energético, fundamentalmente o não aproveitado, na RA através da ACC; Avaliar a exeqüibilidade do uso energético local; Visualizar a aderência na política de universalização do serviço público de energia.

69 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 68 de 86 O SAGe: Sistema de Análise Geo-energética Ferramenta computacional de suporte ao PIR para auxílio ao planejador tanto na visualização da situação energética presente quanto na projeção de cenários, levando em conta as dimensões econômica, ambiental, social e política.

70 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 69 de 86 O Sistema de Análise Geo-energética Necessidade de ferramenta computacional de apoio ao PIR. Análises feitas considerando aspectos: Econômicos (e tecnológicos); Ambientais; Sociais; Políticos. Busca de medidas Preditivas e não Corretivas De encontro com o Planejamento Energético e com o Desenvolvimento Sustentável.

71 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 70 de 86 Exemplos de Auxílios às Decisões: Sugerir a uma indústria um local estratégico para a instalação de uma nova fábrica tendo em mente a disponibilidade atual e futura de energia. Mostrar as prefeituras de uma região a atual distribuição de energia e possíveis soluções para uma expansão. GASBOL.

72 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 71 de 86 Diagrama do SAGe

73 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 72 de 86 Foco – Região de Araçatuba Pesquisa de estado-da-arte; Parceria GEPEA-USP – COOPERHIDRO Sequência: Georeferenciamento escalonável de dados energético e pró-energéticos; Previsões energéticas; Apresentações em mapas das previsões energéticas; Carteira de opções energéticas para os diversos instantes.

74 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 73 de 86 Dados: CooperHidro; Governo Estadual; IBGE; INPE; Pesquisa em campo. Utilização da estrutura física e softwares do GEPEA-USP Região de Araçatuba

75 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 74 de 86 Estado atual Hoje: Disponibilização dos dados; Mapas em construção: Georeferenciamento dos dados. Mapas do DER Mapas do IGC – com dados já referenciados

76 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 75 de 86 Estado atual

77 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 76 de 86 Próximos passos Transposição para ArcGIS; Adição de novos dados; Previsões; Mapas das previsões.

78 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 77 de 86 A Usina de Dados Banco de dados energético georreferenciado para dar suporte à pesquisa orientada ao planejamento energético. Interligado e amigavel com outras bases de dados. Entrega de dados usinados orientados tomada de decisão Primeiro cliente - SAGe

79 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 78 de 86 Banco de dados geográfico Informações quantitativas e qualitativas referenciadas no espaço: O que, Onde e Quando? Forma como as pessoas percebem o espaço Abstração de conceitos e entidades Discretização do espaço Enxergar o espaço em camadas Relações espaciais entre as entidades

80 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 79 de 86 Modelo de dados geo-energético

81 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 80 de 86 Proposta de aplicação Definida a região piloto de Araçatuba para aplicação da Usina de Dados. Parceria GEPEA-USP / COOPERHIDRO Fomento ao SAGe na aplicação piloto Passos: Detalhamento do modelo Coleta de dados Programação do modelo Inserção dos dados

82 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 81 de 86 Resultados Iniciais Hoje: Pesquisa de dados, fontes e outros bancos Detalhamento do Modelo Dezembro de 2004: Modelo programado no software. Dados inseridos e disponíveis para consulta. Usinagem da base de dados da RA

83 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 82 de 86 Mapa georeferenciado da RA de Araçatuba

84 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 83 de 86 Modelo de dados

85 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 84 de 86 tempo

86 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 85 de 86 Modelo Aplicado ao software

87 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Planejamento Integrado de Recursos Energéticos –PIR Miguel Edgar Morales Udaeta 86 de 86 GEPEA-USP – Grupo de Energia do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo COOPERHIDRO – Cooperativa do Pólo Hidroviário de Araçatuba IEE/USP – Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo PIPGE/USP – Programa Interunidades de Pós-graduação em Energia da USP GTMDLeCS/USP – Grupo de Trabalho em Mecanismos de Desenvolvimento limpo e Consumo Sustentável da Universidade de São Paulo. FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Entidades Envolvidas no Treinamento


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