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Módulo 6: Processo de Internalização de Impactos Sociais

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Apresentação em tema: "Módulo 6: Processo de Internalização de Impactos Sociais"— Transcrição da apresentação:

1 Módulo 6: Processo de Internalização de Impactos Sociais
Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Módulo 6: Processo de Internalização de Impactos Sociais Ricardo Junqueira Fujii

2 Internalização de Impactos Sociais
O que é internalização Importância da internalização Usos da internalização Formas/métodos de internalização Resultados de estudos Pontos importantes para a região Discussão

3 Visão Esquemática do Sistema Energético Dentro do PIR

4 O que é internalização dos impactos sociais?
É o processo pelo qual são avaliados os reflexos à sociedade dos impactos causados pelos empreendimentos energéticos. Esses impactos são chamados de externalidades. “Tudo tem seu preço – seja monetário ou não”

5 Exemplo de impactos que podem ser internalizados
Danos à saúde humana Influência na agricultura e pecuária Danos a edifícios pelos poluentes Deslocamento de comunidades para construção dos empreendimentos Desequilíbrios ao ecossistema Aquecimento global Geração de empregos

6 Aspectos a serem considerados
Pessoas se influenciam mais por aspectos negativos (catástrofes) que positivos (criação de empregos). Dependendo da abordagem, uma externalidade pode apresentar custos monetarizados distintos. Ex: perda de biodiversidade; acidente nuclear

7 Importância da Internalização
Quantificar os impactos sofridos pela sociedade Estabelecer políticas públicas (taxações e fomentos) para estimular práticas econômicas sadias à sociedade

8 Usos da Internalização dos Impactos
Investidores: avaliação dos reais custos (ainda que ocultos) que um empreendimento energético pode acarretar; Governos: formulação de políticas energéticas fundamentada em critérios técnicos que analisam o bem estar da sociedade como um todo; ONG´s: análise independente das opções energéticas, permitindo a discussão e defesa de medidas alternativas.

9 Processo de Internalização
Levantamento das externalidades causadas pelo empreendimento energético em toda a sua cadeia; Avaliação dos externalidades; Monetarização dos externalidades.

10 Diagrama do Processo de Internalização (aplicado à poluição aérea)

11 Processo de Internalização Cadeia completa

12 Monetarização Processo pelo qual se atribuem custos monetários aos efeitos causados à sociedade. Sujeito a dificuldades diversas Resultado varia de acordo com a abordagem e a precificação de certos efeitos.

13 Exemplo da análise de alguns impactos que podem ser considerados

14 Impactos na saúde

15 Impactos identificados

16 “Caminhos” considerados para a avaliação dos impactos de poluentes aéreos na saúde.

17 Efeitos em relação às doses expostas

18 Reações Químicas do nitrogênio e enxofre

19 Variação estimada na mortalidade na Europa devido a particulados PM10

20 Monetarização – efeitos à saúde
Deve-se estimar os custos oriundos da: Mortalidade (depende, fundamentalmente, de quanto a sociedade está disposta a pagar para evitar a morte) Morbidade Custos ao sistema de saúde Absenteísmo Passagens pelo hospital/pronto socorro Custos de medicamento Bronquite crônica

21 Impactos em edificações
Coliseu - Roma

22 Corrosão de materiais de edificações
A deposição da poluição aérea nos edifícios intensifica a corrosão e desgaste natural dos materiais construtivos, entre os quais: Aço, zinco, alumínio, cobre e bronze; Concreto, pedras e cerâmicas; Contatos de instalações elétricas; Janelas e vitrais; Poliamida e Polietileno.

23 Diferentes práticas de manutenção implicam em efeitos diversos nos edifícios

24 Monetarização – impactos aos edifícios
Deve-se estimar os custos oriundos dos danos causados ao: Patrimônio histórico e cultural Visibilidade (efeito psicológico) Linhas de transmissão

25 Impacto em cultivos agrícolas

26 Causas de impactos SO2 Ozônio Acidificação

27 Avaliação dos impactos
SO2 – alteração na produtividade do trigo, batata, beterraba, aveia e cevada: y=0,74 . [SO2] – 0,55 . [SO2]2 para 0< [SO2]<13,6ppb y= -0,69 . [SO2] + 9, para [SO2]>13,6ppb

28 Avaliação dos impactos
Ozônio AOT40: concentração acumulada de ozônio acima de 40ppbV no período de crescimento

29 Monetarização – perdas na agricultura
Calculam-se as perdas econômicas com: Quebras de safras Aumento de preços Menor qualidade dos produtos

30 Outros impactos Aquecimento global:
Impactos estimados causados por aquecimento de 1ºC na temperatura média global

31 Outros impactos Acidentes Fatalidades causadas por acidentes:

32 Outros impactos Acidentes

33 Ecossistema e Biodiversidade:
Outros impactos Ecossistema e Biodiversidade: Acidificação e eutrofização

34 Custos das externalidades da geração de eletricidade
Tipo USD/MMBtu USD/kWh gerado USD/kWh entregue Carvão – leito fluidizado 2.8 0.028 0.033 Carvão – IGCC 2.46 0.025 Carvão – caldeira conv. 5.76 0.058 0.068 Óleo (1%S) – caldeira conv. 3.68 0.038 0.045 GN – caldeira convencional 0.95 0.010 0.012 GN – CC 1.10 0.011 Solar - 0.004 Eólica 0.001 Biomassa 0.007

35 Custos das externalidades da geração de eletricidade – projeto ExternE

36 Variabilidade dos custos das externalidades

37 Externalidades - considerações
Algumas externalidades são positivas

38 Oeste Paulista – Exemplos de Externalidades a serem consideradas
Usinas de açúcar e álcool: Queimada de canaviais para corte; Uso da água no beneficiamento da cana e na produção de açúcar e álcool; Queima do bagaço; Resíduos.

39 Oeste Paulista – Exemplos de Externalidades a serem consideradas
Termelétricas a gás natural Influência na qualidade da água dos cursos adjacentes; Emissões aéreas. Transporte Impacto das emissões dos veículos na região.


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