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Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Treinamento Técnico- Dimensão Ambiental Novos Instrumentos de Planejamento.

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Apresentação em tema: "Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Treinamento Técnico- Dimensão Ambiental Novos Instrumentos de Planejamento."— Transcrição da apresentação:

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2 Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Treinamento Técnico- Dimensão Ambiental Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Módulo 1: Energia e Meio Ambiente Mário Fernandes Biague

3 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 2 Desenvolvimento e Meio Ambiente Desenvolvimento humano Industrialização Impactos ambientais

4 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 3 Energia e Meio Ambiente A disponibilidade de energia associada aos fenômenos da motorização e da industrialização tem alterado substancialmente a maneira pela qual as pessoas relacionam-se com o ambiente O uso da energia é intenso em países desenvolvidos e cresce rapidamente nos países em desenvolvimento A urbanização impõe uma enorme demanda ao ecossistema, uma vez que a maior parte das atividades urbanas da indústria, da comunidade e das residências são baseadas no esvaziamento do capital natural. A construção de moradias, o transporte, as atividades econômicas, e a geração de calor para as residências e eletricidade pressionam o meio ambiente e competem com o espaço ecológico

5 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 4 Desenvolvimento e Meio Ambiente Efeitos do desenvolvimento Desmatamento Degradação marinha e costeira Poluição do solo e das águas subterrâneas Alagamento ou perda de áreas cultiváveis Aquecimento global Destruição da camada de ozônio Efeito estufa e chuva ácida Poluição do ar e aumento de resíduos sólidos nas cidades Esgotamento de recursos naturais não renováveis

6 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 5 Energia e Desenvolvimento Sustentável Desafio: Conciliar desenvolvimento e preservação ambiental Participação conjunta dos países Barreiras Falta de base de dados consistente Interesses conflitantes entre nações Todas as etapas envolvidas no uso final de energia causam impactos ambientais, sejam eles diretos ou indiretos Indireto: degradação costeira e mares por vazamento de petróleo Direto: poluição do ar pela queima de combustíveis fósseis

7 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 6 Relação Energia x Impactos Ambientais Aquecimento por efeito estufa e mudanças climáticas Chuva ácida Poluição urbana do ar Poluição do ar em ambientes fechados Degradação marinha e de áreas costeiras Queima de combustíveis fósseis Queima de combustíveis fósseis na produção de energia Indústria e transporte Cozimento de alimentos Produção de petróleo, navegação, mineração

8 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 7 Uso da Energia e Efeito Estufa EFEITO ESTUFA: aumento da concentração na atmosfera dos gases de efeito estufa - GEE Gases capturam parte do IR que a Terra devolve para o espaço, provocando aquecimento Gases de efeito estufa N2ON2OCH 4 CFC CO 2

9 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 8 Uso da Energia e Efeito Estufa 1995 – IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change): relatório sobre mudanças climáticas globais A concentração dos GEE está sendo aumentada pela atividade humana. A temperatura média do ar na superfície terrestre aumentou de 0,3 a 0,6°C nos últimos cem anos. Segundo estimativas, a temperatura média global pode aumentar cerca de 1,5ºC a 4,5ºC, se a concentração de CO 2 duplicar. Este aquecimento pode provocar um aumento de 0,2m a 0,8m no nível do mar; nível histórico tem sido 3 a 10 vezes menores. No futuro, taxas de aquecimento estarão entre 0,12ºC e 0,26ºC por década - historicamente a taxa máxima tem sido de 0,1ºC.

10 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 9 Efeito Estufa e as Mudanças Climáticas Variação na radiação de energia solar absorvida pela Terra para o espaço Aumento de médias de temperatura e variação heterogênea Aumento na temperatura do planeta (+0,6 desde 1860; previsão de +5,5 graus até 2100) Cobertura nevada Recuo da glaciação Decréscimo de 10% da cobertura desde 1960 Redução de 2 semanas no tempo anual do congelamento de lagos e rios

11 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 10 Espectro de radiações

12 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 11 Espectro de radiação sol e terra

13 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 12 Efeito Estufa e as Mudanças Climáticas Variação nos padrões regionais de chuvas Implicações no solo e no suprimento de água potável Aumento nas chuvas (entre 0,5 e 1,0% no norte e 0,2 e 0,3% nos trópicos) Aumento do nível dos oceanos Aumento no nível dos oceanos entre 0,1 e 0,2 m no século XX e previsão de 0,9m entre 1990 e 2100 Deslocamentos de zonas agrícolas férteis Possibilidade de triplicação do nível dos GEE até 2100

14 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 13 Cenários de Mudanças Climáticas

15 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 14 Evolução da Concentração dos GEE

16 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 15 Contribuição dos GEE Para o Aquecimento Global Fonte: D.A. Lashof e D.A. Tirpak, Policy options for stabilizing Global Climate, Agência de Proteção Ambiental do EUA, Washington DC, EUA 1990

17 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 16 Fontes Antropogênicas Dos Gases GEE Fonte: Conservação de energia - eficiência energética de instalações e equipamentos

18 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 17 GEE e Potencial de Aquecimento Global PAG ou GWP: Capacidade dos gases em contribuir para o aquecimento global e depende do tempo de vida útil na atmosfera e interações com outros gases e com o vapor dágua

19 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 18 GEE e Potencial de Aquecimento Global GásPAG Concentração em 1992 CO ppmv CH ppbv N2ON2O ppbv CFC pptv CFC pptv HCFC pptv ppmv = partes por milhão por volume; ppbv = partes por bilhão por volume; pptv = partes por trilhão por volume. Fonte: Climate Change, The IPCC Scientific Assessment, Cambridge, UK, Cambridge University Press, 1995.

20 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 19 Aquecimento Global: Impactos

21 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 20 Camada de Ozônio Situada na estratosfera, entre 15 e 50km de altitude, ela tem a capacidade de 'filtrar' as radia ç ões ultravioleta solares. Efeitos adversos causados pela radia ç ão ultravioleta: aumento da incidência de câncer de pele, redu ç ão de safras agr í colas, destrui ç ão e inibi ç ão do crescimento de esp é cies vegetais, al é m de causar danos aos materiais pl á sticos. Mata o fitoplâncton. Destrui ç ão da camada se d á principalmente pelas emissões de gases CFCs.

22 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 21 Geração Mundial de Energia Elétrica Fonte: Conservação de energia - eficiência energética de instalações e equipamentos, 2001

23 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 22 Emissões Antropogênicas Anuais (milhões de toneladas) Fonte: M.K. Tolba e outros (eds.), The World Enviroment , UNEP, Chapman and Hall, London, UK (1992 ).

24 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 23 Energia E Chuva Ácida (Ph<5,6) Medições na Grã-Bretanha entre 1840 e 1870 mostravam concentrações de SO 4 -2 maiores na chuva em regiões de povoação mais densa O fenômeno não está restrito a chuvas Principais ácidos H 2 SO 4 HNO 3 Formados a partir do SO 2 e dos Nox - produtos da queima de combustíveis fósseis Podem ser detectados à distâncias de até 1000km do ponto de emissão A formação dos ácidos dependem de fatores como as condições climáticas, localização e composição química da atmosfera local.

25 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 24 Chuva Ácida Afeta principalmente os países desenvolvidos Problema futuro para países em desenvolvimento América do Sul: registros de chuvas com pH de 4,7 Brasil Cubatão: ton de SO 2 /ano São Paulo Paulínia São José dos Campos Zona carbonífera – sul de SC: ton de SO 2 /ano Vitória (ES): ton de SO 2 /ano

26 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 25 Conseqüências da Chuva Ácida Acidifica ç ão dos lagos Diminui ç ão da popula ç ão de peixes, a diminui ç ão do pH incrementa a solubilidade do alum í nio met á lico, o que é altamente t ó xico para muitas formas de vida aqu á tica a concentra ç ões de 0,1 a 1 mg/l Redu ç ão de certos grupos de zooplâncton, algas e plantas aqu á ticas, o que interrompe a cadeia alimentar dos lagos Os moluscos não sobrevivem em á guas á cidas em decorrência da dissolu ç ão do carbonato de c á lcio Alta mortalidade em anf í bios e falhas no nascimento dos ovos Agricultura – queda de produtividade Estruturas e monumentos – redu ç ão de vida ú til Cientistas consideram que uma redu ç ão da ordem de 50% nas emissões seria suficiente para deter a acidifica ç ão do ambiente

27 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 26 Poluição Urbana do Ar Principal fonte: queima de combustíveis fósseis para aquecimento doméstico, transporte, geração de energia, processos industriais e incineração de resíduos sólidos Principais poluente Óxidos de enxofre (SO 2 ) Óxidos de nitrogênio (NO) (NO 2 ) Monóxido de carbono (CO) Matéria particulada suspensa (SPM), inclusive chumbo Ozônio (O 3 )

28 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 27 Poluição Local 'Smog industrial – nuvem cinza Formado basicamente pelo (SO 2 ) e o material particulado (MP). Seus picos de polui ç ão ocorrem no inverno, principalmente em dias de inversão t é rmica. Prov é m da queima de carvão e de ó leo combust í vel. Material Particulado MP: diferentes part í culas e de gotas. Os efeitos adversos ao homem e ao meio ambiente podem ser enormes. O maior problema ambiental refere-se à s part í culas finas que causam s é rios problemas respirat ó rios. Smog fotoqu í mico Esse tipo de smog é t í pico de cidades ensolaradas, quentes, de clima seco. Decorre da emissão de NOx, CO e HC. Esses gases sofrem v á rias rea ç ões na atmosfera por efeito da radia ç ão solar, gerando novos poluentes. Da í o nome 'fotoqu í mico'. Esse smog é um verdadeiro 'coquetel de polui ç ão'

29 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 28 Fontes e Poluentes Fonte: Conservação de energia – eficiência energética de instalações e equipamentos, 2001

30 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 29 Critérios da OMS

31 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 30 Poluição do Ar em Ambientes Fechados Tradicional: cozinhar dentro de casa – afeta regiões mais pobres e zona rural Ocupacional: exposição prolongada a partículas em suspensão – afeta operários de lavras e indústrias em condições inadequadas de trabalho Moderna: presença de particulados, microorganismos e desprendimento de componentes orgânicos voláteis

32 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 31 Países em desenvolvimento 80% da madeira cortada é lenha Madeira e biomassa: 40% a 60% das fontes de energia Famílias gastam cerca de 20% da renda na compra de madeira e carvão vegetal De 30% a 40% da população mundial depende da madeira para cozinhar OMS: 1,5 bilhão de pessoas vivem em ambientes insalubres em razão da queima da madeira para cozinhar A exposição à altos índices de fumaça tem sido relacionada a infecções respiratórias agudas, especialmente a pneumonia Poluição do Ar em Ambientes Fechados

33 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 32 Diretrizes da OMS * Índia, Nepal, Nigéria, Quênia, Guatemala e Papua Nova Guiné. ** Concentração associada a um câncer entre pessoas após uma exposição por toda uma vida. Fonte: Organização Mundial da Saúde.

34 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 33 Desmatamento e Desertificação Desertificação: degradação da terra em áreas áridas, semi-áridas e secas subúmidas Ameaça mais de 3,6 bilhões de hectares de terra em todo o planeta Associada, principalmente, a necessidade de tornar a terra acessível para a agricultura e pastagem, seguida pelo uso comercial da madeira A coleta da madeira para a produção de lenha também tem grande importância para o desmatamento Produção de carvão mineral também contribui

35 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 34 Distribuição das Terras Áridas

36 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 35 Desmatamento e Aquecimento Global Desmatamento: emissão de CO 2 Estima-se que aproximadamente 1/3 das emissões sejam provenientes do desmatamento e das mudanças subseqüentes Também contribui para as emissões de N 2 O e CH 4 Não existem números precisos sobre o desmatamento global O desflorestamento intensificou-se a partir do colonialismo europeu Estimativas: 2,4 milhões de km 2 de florestas foram eliminados entre 1860 e 1978, juntamente com 1,5 milhões de km 2 de matas abertas

37 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 36 Degradação Marinha e de Áreas Costeiras As descargas nos rios, bacias, nas costas abertas e na atmosfera tem sempre como fim o mar Mais de ¾ da poluição marinha é oriunda da terra Fontes marinhas de poluição Navegação Mineração no fundo do oceano Produção de petróleo Poluição do mar por petróleo Fontes naturais Poluição atmosférica Transporte marítimo Resíduos e vazamentos

38 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 37 Metade do petróleo utilizado no mundo é transportado pelo mar Derramamentos causam danos ambientais visíveis, com forte apelo da opinião pública Entre 1980 e 1990, derramamentos foram reduzidos em mais de 2/3 Degradação Marinha e de Áreas Costeiras

39 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 38 Transporte de Petróleo - Alasca – EUA (1989) Ocorrência: erros de navegação do petroleiro Exxon Valdez levaram a seu encalhe no recife Bligh. Antes da contenção do derramamento foram despejados 38 mil metros cúbicos de olho cru. Conseqüências: cerca de 1300 milhas da costa foram afetadas pelo derramamento, afetando a fauna marítima e costeira, além de prejudicar a pesca na região, um dos pilares da economia local. Degradação Marinha e de Áreas Costeiras


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