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Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 1/123 1/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison.

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1 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 1/123 1/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison R. de Oliveira 1 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos um instrumento de informações para a tomada de decisões Prof. Dr. Ualison R. de Oliveira PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA PRODUÇÃO

2 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 2/123 Professor Ualison Rébula de Oliveira

3 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 3/123 Currículo Resumido do Professor Ualison R. de Oliveira é Doutor em Engenharia (ênfase em Engenharia de Produção) pela Universidade Estadual Paulista, Mestre em Sistemas de Gestão da Qualidade pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em Gestão Empresarial (MBA) pela Fundação Getúlio Vargas, Especialista em Controladoria e Finanças Empresariais pela Universidade Federal de Lavras, Especialista em Administração Estratégica de Empresas pela Universidade Estácio de Sá, Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Cândido Mendes, Graduado em Engenharia Mecânica e Graduado em Administração de Empresas. Atua como consultor nas áreas de FINANÇAS, GESTÃO DE PROCESSOS e QUALIDADE. É professor em disciplinas com foco em Finanças e Custos em cursos de Pós-Graduação e professor em disciplinas com foco em Gestão de Processos e Qualidade em cursos de Graduação. No ano de 2009 teve sua Tese de Doutorado premiada pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção como uma das melhores Teses de Doutorado em Engenharia de Produção de todo o Brasil. Em 2010 lançou seu primeiro livro, pela Editora Edgard Blucher, cujo tema versa sobre Gerenciamento de Riscos em empresas do setor industrial.

4 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 4/123 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Presença – 25% da Nota Final da Disciplina, sendo que cada encontro equivalerá 5%; Entrega em Dupla dos Exercícios Resolvidos em Sala de Aula – 25% da Nota Final (5% por encontro x 5 encontros); Entrega de Trabalho em Grupo (4 ou 5 alunos) através do até as 23:59 de 15/03/2012, valendo 50% da nota Final. Nesse momento ressalta-se que cada dia de atraso implicará na perda de 2 décimos na nota do trabalho; cada aluno a mais no grupo (máximo de 4 ou 5) implicará em uma perda de 20% na nota do trabalho; A aprovação dependerá da presença do aluno, onde é exigido uma participação mínima de 75%, ou seja, o aluno poderá faltar somente um único encontro das aulas que ocorrerão nos dias 2/2, 4/2, 7/2, 9/2 e 14/2.

5 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 5/123 Bibliografia recomendada para aprofundamento sobre o tema

6 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 6/123 Viabilidade Econômica 1. Aspectos Introdutórios de Matemática Financeira 2. Fluxo de Caixa 3. Taxa mínima de Atratividade 4. Métodos de Análise de Investimento Payback Simples e Descontado Valor Presente Líquido Taxa Interna de Retorno 5. Substituição de Equipamentos Análise Gerencial de Custos 6. Aspectos Introdutórios de Contabilidade Gerencial e de Custos 7. Princípios de custeio (Direcionadores de Custo, Rateio, etc.) 8. Custeio baseado na Atividade (ABC) 9. Margem de Contribuição Relação Custo x Volume x Lucro Alavancagem Operacional Custos para a tomada de decisão Ementa da disciplina segmentada em tópicos (Sumário Geral)

7 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 7/123 Grandes vitórias exigem grandes esforços !!!!!

8 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 8/123 Aspectos Introdutórios Antes mesmo de entrarmos no conteúdo (ementa) da disciplina Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos, torna-se imprescindível tratarmos de dois assuntos introdutórios: Conceito de dinheiro no tempo, Juros Simples e Juros Compostos; Terminologia Contábil. O primeiro tópico será retratado nos próximos slides, enquanto o segundo será abordado somente na aula 4.

9 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 9/123 Para que os valores monetários se tornem equivalentes em diferentes datas (períodos de tempo), é necessário adotar-se uma taxa requerida (i). É indiferente falar-se em $100,00 hoje ou $ 110,00 daqui a um mês, se a taxa requerida for igual a 10% no mesmo período de um mês. Valor do Dinheiro no Tempo Exemplo: Mês 1 i = 10% ao mês

10 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 10/123 Regime de Capitalização Simples

11 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 11/123 No regime de capitalização a juros simples, o cômputo dos juros em cada período é realizado multiplicando a taxa de juros pelo principal; Os juros são incorporados, a cada período, sempre a partir do capital inicial. Por conseguinte, o valor do juro em todos os períodos é o mesmo. Exemplo 1: Qual o valor do juro que um capital de R$ ,00 aplicado à taxa de 9% ao mês, proporcionará ao final de: a) um mês?; b) nove meses? Exemplo 2: Um investidor aplicou R$ ,00, à taxa de 10% ao mês, no regime de juros simples.Calcule o montante no final dos 1º, 3º e 5º meses. Regime de Capitalização Simples

12 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 12/123 Respostas Exemplo 1: a) (Resp. R$ 9.000,00) b) (Resp. R$ ,00) Respostas Exemplo 2: FV1 = R$22.000,00 FV3 = R$26.000,00 FV5 = R$30.000,00 Regime de Capitalização Simples

13 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 13/123 A Taxa Requerida (i) incide sobre o Capital Inicial aplicado (PV), originando o valor dos Juros (J) que será somado ao Capital Inicial (PV), resultando no Montante (FV). Ao fim de cada período, os Juros serão incorporados ao Capital. Assim, para os períodos seguintes, os Juros serão calculados sobre o total do Capital mais os Juros incorporados. A Taxa Requerida (i) incidirá sempre sobre o valor acumulado nos períodos anteriores (isto é, Capital Inicial mais Juros ). Regime de Capitalização Composto

14 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 14/123 0 FV = PV x (1+i) n i = taxa de desconto PV n ( - ) ( + ) REGRA GERAL A taxa de desconto ( i ) é aplicada ao capital inicial (PV) para o primeiro período; a partir do 2º período é calculado sobre valor acumulado ( PV + Juros ) do 1º período e, assim, sucessivamente Regime de Capitalização Composto

15 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 15/123 Período 1 PV = 100; i = 10%; n= 1 FV = 100 x (1+i) n FV = 100 x (1+0,10)¹ FV = 100 x ( 1,10) FV = 110 Período 2 PV = 110; i = 10%; n= 1 FV = 110 x (1+i) n FV = 110 x (1+0,10) ¹ FV = 110 x ( 1,10) FV = 121 Capital = 100 Juros = 21 Montante = 121 Direto ( Períodos 1 e 2 ) PV =100; i =10; n =2 FV = 100 x (1+0,10) 2 FV = 100 x (1,10) 2 FV = 121 FV = PV (1 + i) n Regime de Capitalização Composto

16 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 16/123 Exemplo 3: Um investidor aplicou R$ ,00, à taxa de 10% ao mês, no regime de juros compostos. Calcule o montante no final de 1º, 3º e 5º meses. Exemplo 4: qual será o montante que se obterá dentro de 39 semanas, ao aplicar R$ ,00 hoje, a taxa de 2,5% por semana, no regime de juros compostos? Regime de Capitalização Composto

17 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 17/123 Respostas exemplo 3 FV1 = R$22.000,00 FV3 = R$26.620,00 FV5 = R$32.210,00 Resposta exemplo 4 R$ ,49 Regime de Capitalização Composto

18 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 18/123 AULA 1 Fluxo de Caixa

19 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 19/123 Fluxo de Caixa e seus componentes Fluxo Caixa Final Variáveis do Fluxo de caixa

20 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 20/123 Fluxo de Caixa e seus componentes Exemplo 1 Exemplo 2

21 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 21/123 (–)Valor dos ativos comprados, incluindo despesas com fretes, etc. (–)Instalação dos equipamentos, materiais, mão-de-obra, etc. (–)Despesas operacionais iniciais, materiais e mão-de-obra (–)Custos com treinamento (–)Outros custos iniciais necessários =Investimento relevante na data zero Investimentos

22 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 22/123 Investimentos Exemplo: Um projeto de investimento exige que sejam realizados investimentos em diversos equipamentos no valor total de $ Para a instalação desses ativos será necessário desembolsar $ em materiais e $ em mão-de-obra. As estimativas das despesas operacionais iniciais e das despesas de treinamento do pessoal de operação e manutenção são, respectivamente, $ e $ Qual o investimento relevante na data zero?

23 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 23/123 Investimentos

24 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 24/123 Depreciação

25 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 25/123 Valor Residual Valor Residual (VR) = Valor de Mercado (VM) – Imposto de Renda (IR) VR = VM – IR Onde VM é igual ao valor de mercado ou valor de venda de um ativo; o valor do imposto de renda é obtido através da tributação em cima do ganho de capital. Nesse caso, o Ganho de capital seria calculado da seguinte forma: Ganho de Capital = (VM – VC), onde VC equivale ao valor contábil do ativo. IR = (VM – VC) x Alíquota de imposto de renda

26 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 26/123 Valor Residual Exemplo: O investimento do projeto em ativos fixos foi estimado $ A venda de todos os ativos na data terminal do projeto gerará uma receita bruta estimada de $ Calcular o valor residual do investimento, considerando o valor contábil dos ativos na data terminal do projeto igual a $ , a alíquota do imposto de renda 30% e as despesas de preparação dos ativos estimados em $5.000.

27 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 27/123 Valor Residual

28 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 28/123 Valor Residual Exemplo: Repetir o exemplo 6 considerando que a venda de todos ativos na data terminal do projeto gerará uma receita bruta estimada de $85.000, permanecendo inalterados os restantes dados do exemplo.

29 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 29/123 Necessidade e Investimento em Capital de Giro Numa empresa em operação, uma parte de seu capital é usado como capital de giro para financiar as vendas a prazo e o estoque de produtos acabados (Ciclo Operacional a ser estudado nos próximos slides). É como se fosse um cheque especial, que a empresa pode recorrer para manter seus compromissos em dia.

30 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 30/123 Compra a Matéria-prima Paga a matéria-prima Ao fornecedor Vende o produto acabado Recebe pela venda Período de contas a pagar Ciclo operacional = Período de estoque + período de contas a receber ( = 105 dias) Ciclo de caixa = Ciclo operacional – Período de contas à pagar (105 – 30 = 75 dias) Período de contas a receberPeríodo de estoque Período que a empresa necessitará de Capital de Giro tempo 30 dias 45 dias60 dias Necessidade e Investimento em Capital de Giro

31 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 31/123 Compra a Matéria-prima Paga a matéria-prima Ao fornecedor Vende o produto acabado Recebe pela venda Período de contas a pagar Período de contas a receberPeríodo de estoque tempo 30 dias 45 dias60 dias Necessidade e Investimento em Capital de Giro

32 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 32/123 É preciso levantar as seguintes informações: Faturamento médio anual Período de contas a receber Período de contas a pagar Período de estoque Atenção: o estoque de uma empresa geralmente contém matéria-prima, produtos em processo e produtos acabados. Dessa forma, torna-se necessário levantar qual é a proporção da matéria-prima e dos produtos em processo em relação ao produto acabado. Matéria-prima Produtos em processo Produtos acabados Produto Acabado = 100% Produto em Processo = ? Matéria-Prima = ? Necessidade e Investimento em Capital de Giro

33 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 33/123 Necessidade e Investimento em Capital de Giro

34 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 34/123 Exemplo Necessidade e Investimento em Capital de Giro

35 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 35/123 Dimensionamento do Capital de Giro

36 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 36/123 Receitas e Custos As receitas dependem do preço de venda e da quantidade a ser vendida. Por outro lado, essas variáveis dependem de uma pesquisa prévia de mercado, uma vez que antes da implantação de qualquer investimento deve-se ter em mente o público alvo de seus produtos e serviços Os custos dependem de contratos com fornecedores, funcionários, equipamentos (depreciação) e, conseqüentemente, da quantidade a ser produzida e vendida.

37 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 37/123 Fluxo de caixa operacional (FCO) e Fluxo de Caixa (FC) Ao se deduzir o valor do imposto de renda (IR) do lucro bruto operacional (Receitas – Custos), obtém-se o Fluxo de Caixa Operacional FCO, conforme demonstrado a seguir: FCO = R – C – IR Onde R representa as receitas líquidas, livre de impostos; C representa os custos; IR representa o valor do Imposto de Renda a ser pago. O valor do Imposto de Renda a ser pago pode ser obtido através dos seguintes cálculos: IR = (R – C – D) x Alíquota de IR Adicionando ao FCO as atividades investimento em ativos fixos, valor residual e capital de giro obtém-se o fluxo de caixa do projeto FC em qualquer ano de um investimento.

38 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 38/123 Fluxo de caixa operacional (FCO) e Fluxo de Caixa (FC) Exemplo: No final do terceiro ano, as estimativas relevantes do fluxo de caixa do projeto de investimento são: R = $3.000, C = $1.850 e Dep = $520. Qual o valor do FCO considerando a alíquota do imposto de renda de 35%? Solução: O valor do FCO no final do terceiro ano do fluxo de caixa do projeto é igual a $929,50, conforme demonstrado a seguir: Com a expressão FCO = R – C – IR FCO = $3.000 – $1.850 – ( $ $ $520 ) x 0,35 FCO = $ $630 x 0,35 = $ $220,50 = $929,50

39 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 39/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 1/5 (nº 1)

40 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 40/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 1/5 (nº 2)

41 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 41/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 1/5 (nº 3) 3)Suponhamos uma empresa com um faturamento (receita) anual de R$ ,00, custos anuais de R$ ,00, investimentos de R$ ,00 em ativos físicos com dez anos de vida útil (todos os ativos) e alíquota de imposta de renda igual a 30%. Suponha, também, que as receitas e os custos são reajustados, ano à ano, em 10% e 5%, respectivamente. PEDE- SE: Calcule o Fluxo de Caixa Operacional dos anos 1, 2, 3 e 4. Observação: os reajustes ocorrem a partir do ano 2, assim, a receita do ano 2 é de R$ ,00. A receita do ano 3 é de R$ ,00 e assim sucessivamente e da mesma forma para os custos.

42 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 42/123 AULA 2 Fluxo de Caixa

43 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 43/123 Construção do fluxo de caixa Partiremos de um modelo conceitual com um mínimo de variáveis (receitas, custos, depreciação, alíquota de imposto de renda, tempo do projeto e taxa requerida). A medida que formos avançando em análise de investimentos, incluiremos outras variáveis existentes em fluxo de caixa. OBSERVAÇÃO: Os exemplos seguintes mostrarão diversas situações que ajudarão na compreensão e aplicação dos conceitos apresentados para construir o fluxo de caixa de um projeto de investimento FC. A cada exemplo será incluído uma nova variável estudada anteriormente, de forma que quando estivermos no último exemplo dessa série, teremos incluído todas as variáveis.

44 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 44/123 Exemplo: Construir um fluxo de caixa a partir das variáveis informadas a seguir: Prazo do fluxo de caixa igual a cinco anos. Investimento na data zero igual à $ Depreciação total e linear durante os cinco anos. Alíquota do imposto de renda igual a 35%. Necessidade anual de capital de giro estimada em 25% o valor das receitas Valor de Mercado dos ativos fixos no último ano do fluxo de caixa igual a R$ ,00 Receitas e Custos do fluxo de caixa conforme tabela informada a seguir: Construção do fluxo de caixa

45 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 45/123 Construção do Fluxo de Caixa Receitas, Custos e Investimentos

46 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 46/123 Construção do Fluxo de Caixa Cálculo do I.R. e do F.C.O. IR = (R-C-D) x Al. IR donde IR = ( – – ) x 0,35 donde IR = FCO = R-C-IR donde FCO = – – =

47 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 47/123 Construção do Fluxo de Caixa Necessidade e Investimento em C.G. Necessidade de Capital de Giro Ano 1 = 0,25 x = Necessidade de Capital de Giro Ano 2 = 0,25 x =

48 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 48/123 Construção do Fluxo de Caixa Valor Residual Valor Residual = VM – IR donde IR = CG x Aliq. IR donde GC = VM – VC donde VC = 0 GC = – 0 = donde IR = x 0,35 donde IR = Valor Residual = – donde Valor Residual =

49 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 49/123 Construção do Fluxo de Caixa Resultado Final Fluxo de Caixa = FCO + Investimento em Capital de Giro + Valor Residual Fluxo de Caixa 1 = = Fluxo de Caixa 2 = ( ) + 0 =

50 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 50/123 TMA – Taxa Mínima de Atratividade Taxa Mínima de Atratividade (TMA) é uma taxa de juros que representa o mínimo que um investidor se propõe a ganhar quando faz um investimento, ou o máximo que um tomador de dinheiro se propõe a pagar quando faz um financiamento. Esta taxa é formada a partir de 3 componentes básicas: Custo de oportunidade: remuneração obtida em alternativas que não as analisadas. Exemplo: caderneta de poupança, fundo de investimento, etc.; Risco do negócio: o ganho tem que remunerar o risco inerente de uma nova ação. Quanto maior o risco, maior a remuneração esperada; Liquidez: capacidade ou velocidade em que se pode sair de uma posição no mercado para assumir outra; A TMA é considerada pessoal e intransferível pois a propensão ao risco varia de pessoa para pessoa, ou ainda a TMA pode variar durante o tempo. Assim, não existe algoritmo ou fórmula matemática para calcular a TMA. Ao se utilizar uma TMA como taxa de juros de referência, essa é entendida como a taxa de desconto ao qual aplicam-se métodos de análise de investimentos, tais como o Valor Presente Líquido, o Payback Descontado e a TIR (análise comparativa)

51 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 51/123 A partir das estimativas levantadas da EMPRESA XTPO, a seguir, construa o seu Fluxo de Caixa, incluindo todos os itens necessários (CAPITAL DE GIRO, VALOR RESIDUAL, FCO, FC, Etc.), calculando a viabilidade financeira do negócio através do VPL. Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 2/5 (nº 1)

52 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 52/123 OUTRAS INFORMAÇÕES: Imposto de Renda = 20%; Valor de Mercado dos Equipamentos no término do projeto = R$ ,00; Valor de Mercado das Edificações no término do projeto = R$ ,00; Para o calculo da necessidade percentual do Capital de Giro, utilizar como receita base o valor de R$ ,00 (média das receitas dos 4 anos). Esse percentual deverá ser utilizado para calcular a necessidade de capital de giro dos quatro anos do projeto; A Depreciação de todos os bens segue a tabela do slide 24. Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 2/5 (nº 1)

53 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 53/123 AULA 3 Métodos de Análise de Investimento

54 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 54/123 PAYBACK Simples Investimento Investimento PAYBACK = = = 2,59 anos Fluxo de Caixa Fluxo de Caixa ANO FL CX FL CX ACUM ANO FL CX FL CX ACUM O PAYBACK está entre os anos 2 e 3 como podemos observar pelo fluxo de caixa acumulado. pelo fluxo de caixa acumulado. Investimento = Fluxo de Caixa = Anuais

55 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 55/123 Exemplo: Suponha o fluxo de caixa utilizado no slide anterior (R$ ,00 de investimento e R$ ,00 de prestações) para ilustrar o payback simples. Inclua, para o cálculo do payback descontado, uma TMA igual a 18% a.a. O método do PAYBACK SIMPLES pode, também, ser aprimorado quando incluímos o conceito do valor do dinheiro no tempo. Isso é feito no método do PAYBACK DESCONTADO que calcula o tempo de PAYBACK ajustando os fluxos de caixa por uma taxa requerida (TMA); O método do PAYBACK SIMPLES pode, também, ser aprimorado quando incluímos o conceito do valor do dinheiro no tempo. Isso é feito no método do PAYBACK DESCONTADO que calcula o tempo de PAYBACK ajustando os fluxos de caixa por uma taxa requerida (TMA); Para descapitalizarmos (trazermos para valor presente) os valores futuros, utiliza-se a fórmula VP = VF / (1 + i ) n onde VF representa o VALOR FUTURO, o i representa a taxa de juros (TMA) e o VP representa o VALOR PRESENTE (valor descapitalizado). Para descapitalizarmos (trazermos para valor presente) os valores futuros, utiliza-se a fórmula VP = VF / (1 + i ) n onde VF representa o VALOR FUTURO, o i representa a taxa de juros (TMA) e o VP representa o VALOR PRESENTE (valor descapitalizado). PAYBACK Descontado

56 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 56/123 PAYBACK Descontado ANOFL CX ANUALFL CAIXA AJUSTADOFL CX ACUM AJUST O PAYBACK está entre ano 3 e o ano 4, como podemos observar pelo fluxo de caixa acumulado ajustado. O PAYBACK está entre ano 3 e o ano 4, como podemos observar pelo fluxo de caixa acumulado ajustado. Assim, temos: Assim, temos: PAYBACK = / = 3,81 anos.

57 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 57/123 De forma análoga ao Payback Descontado, o VPL trás para valor presente os fluxos de caixa que estão nos anos futuros. Entretanto, indo além do Payback, o VPL subtrai dos valores presentes o valor do investimento e calcula quanto foi o retorno financeiro do projeto. Basicamente, é o calculo de quanto os futuros pagamentos somados a um custo inicial (TMA) estariam valendo atualmente. Para simplificar, vamos colocar essas informações em uma fórmula. A fórmula seria a seguinte: VPL = VP – INVESTIMENTO VP = VF / (1 + i ) n Onde o VP é a soma de todas as entradas de caixa que estão no valor futuro, descapitalizadas e trazidas a valor presente: VP = VP 1 + VP 2 + VP VP n. Lembre-se que para o cálculo do VP, utiliza-se a fórmula: VP = VF / (1 + i ) n O exemplo a seguir ilustrará o que é VPL e demonstrará, também, sua forma de cálculo. Valor Presente Líquido (VPL)

58 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 58/123 Exemplo: Um empresário está avaliando a viabilidade de um projeto de investimento de uma papelaria. O investimento total necessário para abrir o negócio é da ordem de R$ ,00. É estimado um fluxo de caixa líquido anual crescente ao longo dos anos, conforme demonstra o fluxo de caixa abaixo. Vamos considerar uma TMA de 10% ao ano. Diante dessas informações, pergunta-se: A papelaria é viável? Qual é a viabilidade dela, ou seja, qual é o seu Valor Presente Líquido? Valor Presente Líquido (VPL)

59 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 59/123 Valor Presente Líquido (VPL) Solução: ATENÇÃO: De forma proposital, trabalhou-se com PV e FV na solução desse exemplo, ao invés de VP e VF.

60 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 60/123 QUAL PROJETO É MELHOR? PROJETO A ou PROJETO B? Pela Regra do VPL seria o projeto B. Pela Regra do Payback seria o projeto A. De que forma podemos utilizar o VPL, levando-se em consideração, também, o tempo de recuperação do investimento? Análise Avançada do VPL VPL = R$ 38,20 com uma TMA = 10% VPL = R$ 39,16 com uma TMA = 10% N = 2 N = 3

61 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 61/123 PARA SOLUCIONAR ESSA QUESTÃO, UTILIZAMOS A FÓRMULA A SEGUIR: Análise Avançada do VPL PMT = VPL x i. 1 – 1. (1 + i) n Sendo: i taxa de desconto (ou TMA); n quantidade de períodos

62 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 62/123 Análise Avançada do VPL VPL = R$ 38,20 com uma TMA = 10% VPL = R$ 39,16 com uma TMA = 10% N = 2 N = 3 PMT A = R$ 22,01 PMT B = R$ 15,75 O projeto A é melhor que o projeto B

63 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 63/123 Cada uma das técnicas estudadas anteriormente possui finalidades bem definidas – o Payback calcula o prazo para se recuperar o investimento; o VPL calcula o retorno financeiro líquido em dinheiro. Já a finalidade da TIR é calcular a Taxa de Juros máxima que um projeto de investimento pode suportar, sem dar prejuízos; Critérios de Análise: TIR > TMA = Aceita-se o projeto; TIR < TMA = Refuta-se o projeto; TIR = TMA = INDIFERENTE; Se, por exemplo, um projeto de investimento tiver uma TIR de 20% ao ano, esse projeto só será atrativo se a TMA for menor que 20%. Entretanto, se a TMA for superior a TIR, ou seja, maior que 20%, a empresa terá prejuízo, caso decida investir no projeto; Na realidade, a TIR nada mais é (matematicamente falando) que a taxa de juros que faz com que o VPL seja igual a zero. Taxa Interna de Retorno (TIR )

64 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 64/123 Taxa Interna de Retorno (TIR ) Diferentemente dos outras técnicas, a TIR não possui uma fórmula específica para seu cálculo, o que torna um pouco trabalhoso (MANUALMENTE) calculá-la; Seu método MANUAL de cálculo utiliza um PROCESSO ITERATIVO, ou seja, de tentativa e erro para encontrá-la. Como a TIR é exatamente igual a taxa de desconto que torna o VPL dos Fluxos de Caixa igual a zero, chuta-se várias taxas até encontrá-la; Ressalta-se, de uma maneira amistosa, que existem chutes de artilheiros e chutes de pernas de pau; Nossa missão aqui é fazer com que você seja um artilheiro na hora de encontrar a TIR, manualmente. VPL Taxa TIR

65 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 65/ , , , , , tempo tempo ,98 Manualmente, chutemos uma taxa....por exemplo 10% VPL = ,98 donde VPL = (1+0,10) 1 (1+0,10) 2 (1+0,10) 3 (1+0,10) 4 (1+0,10) 5 Como o resultado foi positivo, vamos aumentar a TMA para reduzir o VPL...por exemplo, 20% VPL = ,98 donde VPL = ,64 (1+0,20) 1 (1+0,20) 2 (1+0,20) 3 (1+0,20) 4 (1+0,20) 5 Qual seria o valor da TIR? Certamente maior que 10% e menor que 20%. Veja o gráfico no próximo slide. Taxa Interna de Retorno (TIR )

66 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 66/123 Taxa Interna de Retorno (TIR )

67 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 67/123 Calcular a TIR manualmente é um problema! Após várias e várias tentativas de se encontrar uma taxa que faz com que o VPL seja igual a zero, UFA!, encontra-se a TIR. Para minimizar as tentativas e se economizar tempo, recomenda-se o método de BOULDING, conforme segue: TIR = [( Entradas/Investimento) k – 1] x 100 Sendo k = Entradas / (n x Entradas) Dificuldade (muito trabalho) para seu cálculo Análise Avançada da TIR

68 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 68/123 Entradas = ,00 (Fc 1 + Fc Fc 5 ) Investimento = ,98 (n x Entradas) = 1 x x x x x = TIR = [( /91.272,98) / – 1] x 100 = 14,51% , TIR = [( Entradas/Investimento) k – 1] x 100 Sendo k = Entradas / (n x Entradas) Análise Avançada da TIR

69 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 69/123 E como saber se esse é o valor correto (exato)? Bem, se a TIR é a taxa que leva o VPL do projeto ao valor zero, ao utilizá-la como TMA, deveríamos achar zero, certo? VPL = ,98 (1+0,1451) 1 (1+0,1451) 2 (1+0,1451) 3 (1+0,1451) 4 (1+0,1451) 5 Como pode ser observado, não achamos zero para o VPL, visto que o resultado do cálculo acima para 14,51% é de R$ 1.352,00 (logo 14,51% não é a TIR,mas estamos muito próximos...). OBS.: o valor de R$ 1.352,00 equivale à menos de 1,5% de variação do valor do investimento, o que denota, realmente, estarmos próximo do resultado que levará a um VPL igual a zero. Análise Avançada da TIR

70 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 70/123 Fluxos de Caixas não Convencionais Análise Avançada da TIR

71 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 71/123 Fluxos de Caixas não Convencionais geram taxas múltiplas de retorno, conforme gráfico abaixo: Análise Avançada da TIR

72 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 72/123 Problema de Escala - o método ignora as diferenças de escala dos diversos projetos O método não pode ser utilizado diretamente para classificação dos diversos projetos. A simples ordenação dos valores da TIR pode nos levar a conclusões erradas. Projetos Mutuamente Excludentes Análise Avançada da TIR

73 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 73/123 VPL B >VPL A VPL A >VPL B Projeto A Projeto B Projetos Mutuamente Excludentes – Distribuição de Fluxos de Caixa no Tempo Análise Avançada da TIR

74 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 74/123 Projetos Mutuamente Excludentes Análise Avançada da TIR

75 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 75/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 3/5

76 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 76/123 Substituição de equipamentos Pressionadas pela concorrência, as empresas procuram reduzir seus custos. Uma das alternativas para manter o lucro da empresa é a substituição de equipamentos por outros mais eficientes. O avanço tecnológico é um aliado na procura de redução de custos mantendo e até, em muitos casos, melhorando a qualidade dos produtos manufaturados. Deste modo, o procedimento de avaliação de substituição de equipamentos é uma ferramenta de primeira necessidade.

77 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 77/123 Substituição de equipamentos Exemplo 1: Com a substituição do equipamento do processo produtivo será possível reduzir os custos operacionais, materiais e mão-de-obra. As estimativas anuais das reduções de custo durante o prazo de análise do projeto de cinco anos estão registradas na tabela seguinte: O investimento total para compra e instalação do novo equipamento é $ Verificar se esta substituição deve ser aceita, considerando que: O novo equipamento será depreciado de forma total e linear durante o prazo de análise do projeto de cinco anos. O valor residual do novo equipamento é nulo. Na data zero do fluxo de caixa do projeto de substituição, o equipamento existente foi totalmente depreciado e seu valor residual nesta data é nulo. A taxa mínima requerida é 10% ao ano, e a alíquota do IR é 35%.

78 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 78/123 Substituição de equipamentos VPL = R$ ,86

79 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 79/123 Substituição de equipamentos Exemplo 2: Há cinco anos foram investidos $ para comprar e instalar o sistema de secagem de sólidos SECAT. Naquela época: Esse equipamento não era o melhor da categoria; apenas era o melhor que a empresa podia comprar com o dinheiro que dispunha; A depreciação estabelecida foi total e linear durante o prazo de análise do projeto de dez anos; depreciação de $ por ano; O valor de mercado deste secador no final do quinto ano é $ ,00; Hoje, o Gerente da empresa está analisando a substituição do secador de sólidos SECAT pelo sistema SECAT PLUS, o melhor da categoria. As estimativas relevantes para a substituição são as seguintes: Investimento de $ para compra e instalação do secador de sólidos SECAT PLUS. A depreciação será total e linear durante o prazo de análise do projeto de cinco anos; A redução anual dos custos operacionais foi estimada em $ ,00; O valor de mercado do secador SECAT PLUS no final do quinto ano é de $ ,00 A alíquota de imposto de renda é igual a 35%. Verificar se a substituição deve ser aceita com uma TMA de 8% a.a.

80 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 80/123 Substituição de equipamentos VPL = R$ ,78

81 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 81/123 AULA 4 Terminologia Contábil, Princípios de Custeio e Sistema de Custeio ABC

82 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 82/123 Terminologia Contábil Gasto Investimentos Perdas Desperdícios Despesas Custos

83 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 83/123 Classificação Geral de Custos Custo Direto Custo Indireto Custos Fixos Custos Variáveis Custo Semi-Fixo Custo Semi-Variável Custos Relevantes Custos Não-Relevantes Custo de Oportunidade Apropriação de custos indiretos

84 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 84/123 Exemplo de Apropriação de Custos Indiretos Um navio cargueiro faz o transporte de duas mercadorias distintas: TRATORES DE 40 TONELADAS e PARAFUSOS DE 40 GRAMAS, ambos com quantidade de 1000 unidades cada um. O respectivo cargueiro cobrou R$ ,00 de frete pelo transporte e devemos atribuir esse frete aos tratores e aos parafusos. Como devemos atribuir esses custos?

85 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 85/123 Direcionadores de Custos Poderíamos ratear o frete pelo número de unidades: R$ ,00 ÷ unidades = R$ 1.000,00 por unidade. Poderíamos ratear o frete pelo peso: Cada trator tem 40 toneladas e cada parafuso tem 40 gramas. O peso total da encomenda é de kg e ao efetuarmos todos os cálculos, atribuiríamos R$ 1999,99 de custo de frete para cada trator e R$ 0,01 de custo de frete para cada parafuso. Poderíamos ratear pelo volume Poderíamos ratear por outros direcionares de custos

86 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 86/123 Exercícios sobre Terminologia Contábil e Nomenclatura de Custos

87 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 87/123 Exercícios sobre Terminologia Contábil e Nomenclatura de Custos

88 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 88/123 Exercícios sobre Terminologia Contábil e Nomenclatura de Custos

89 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 89/123 Sistemas de Alocação de Custos Indiretos Lembra-se do problema dos TRATORES e PARAFUSOS? Pois bem, atualmente existem três sistemas para custeio dos custos indiretos, ou seja, para a alocação desse tipo de custo aos produtos são conhecidas três formas de rateio. Para compreensão de dois desses três sistemas, utilizaremos o exemplo, sugerido por MARTINS (2007), que consiste em uma empresa de confecções de três tipos de produtos: camisetas, vestidos e calças. A seguir, encontram-se as informações acerca desses itens:

90 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 90/123 Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

91 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 91/123 Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

92 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 92/123 Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

93 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 93/123 Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

94 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 94/123 Rateio por Absorção

95 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 95/123 Rateio por Absorção

96 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 96/123 Rateio por Absorção Memória de Cálculo para o produto Camiseta: R$ ,00 x 39,2157% ÷ camisetas = R$ 4,14

97 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 97/123 Rateio por Absorção

98 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 98/123 Do Rateio por Absorção para o Sistema de Rateio Baseado em Atividades Rateio Baseado em Atividades (Sistema ABC) Rateio por Departamentalização Rateio por Absorção Evolução

99 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 99/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

100 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 100/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades Para exemplificarmos o Sistema de Custeio Baseado em Atividades, daremos seqüência ao exercício da fábrica de vestuário (MARTINS, 2007), que produz camisetas, calças e vestidos e possui R$ ,00 de custos indiretos, conforme recorda a tabela abaixo:

101 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 101/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

102 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 102/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

103 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 103/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

104 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 104/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

105 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 105/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

106 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 106/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

107 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 107/123 Sistema de Custeio Baseado em Atividades

108 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 108/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 4/5 (nº1)

109 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 109/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 4/5 (nº2)

110 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 110/123 AULA 5 Margem de Contribuição

111 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 111/123 A Relação Custo x Volume x Lucro Ponto de equilíbrio; Área de Lucro e de Prejuízo; Margem de Segurança;

112 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 112/123 A Relação Custo x Volume x Lucro Exemplo de uma fábrica de Alto-falantes com os seguintes dados: Preço de Venda (PV) = R$ 250,00 Custo Variável (CV) = R$ 150,00 Custo Fixo (CF) = R$ 1.000,00

113 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 113/123 A Relação Custo x Volume x Lucro Pe = Custo Fixo MCU Peld = Custo Fixo + Lucro desejado MCU Pee = Custo Fixo + Custo de Oportunidade MCU Pef = Custo Fixo – Depreciação MCU

114 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 114/123 A Relação Custo x Volume x Lucro

115 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 115/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 5/5 (nº 1)

116 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 116/123 Alavancagem Operacional Conceito; Importância; Aplicação. Exemplo: PV = R$ 10,00; CV = R$ 5,00; CF = R$ 2.500,00

117 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 117/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 5/5 (nº 2)

118 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 118/123 Conceito Importância e Aplicação Exemplo: Uma empresa produz 2 produtos em uma mesmo galpão, cujo o aluguel é R$ ,00 PRODUTO A PRODUTO B R$ 5.000,00 Análise Gerencial dos Custos Fixos

119 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 119/123 Análise Gerencial dos Custos Fixos D.R.E. PRODUTO AD.R.E. PRODUTO B Receita = R$ Receita = R$ Custo Variável = R$ Custo Variável = R$ Custo fixo = R$ Lucro = (R$ 2.000)Lucro = R$ Lucro da Fábrica = – = R$ O que fazer diante dessa situação? Qual decisão você, como gestor, tomaria?

120 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 120/123 Comprar versus Fabricar Conceito Importância e Aplicação Exemplo: Uma empresa que fabrica notebooks e baterias, tem a oportunidade de terceirizar a produção de baterias por R$ 800,00. O notebook completo (com a bateria) é vendido por R$ 6.500,00 a unidade.

121 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 121/123 Exercícios para aprendizagem, fixação e AVALIAÇÃO 5/5 (nº 3)

122 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 122/123 Observações sobre o trabalho final Data de entrega: até às 23:59 de 15/03/12 Enviar pelo De antemão informa-se que para cada dia de atraso serão descontados 2 décimos (exemplo: 10 dias de atraso é igual a 2,0 pontos de desconto da nota final do trabalho). EQUIPE COM ATÉ CINCO COMPONENTES Entregar os trabalhos em documento extensão.doc (arquivo do Word) O trabalho deverá seguir as normas da ABNT, com capa, contracapa, sumário, resumo, introdução, escopo do trabalho, conclusão e referências bibliográficas. A descrição do trabalho será feita no último dia de aula

123 Viabilidade Empresarial e Sistemas de Custos GestãodaProduçãoGestãodaProdução 123/123 Desejo a vocês todo o sucesso do mundo! Para tanto, não podemos ficar de braços cruzados. Devemos sonhar grande e lutar para que nossos sonhos se realizem. Lembre-se de que o sol nasce para todos, mas a sombra, cada um conquista a sua! Fraternalmente Prof. Dr. Ualison R. de Oliveira ACABOU e espero que tenham aproveitado todo o conteúdo!!! Não se esqueçam do trabalho final para o dia 15/03


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