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NRZ Macroeconomia Profa. Nora Raquel

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Apresentação em tema: "NRZ Macroeconomia Profa. Nora Raquel"— Transcrição da apresentação:

1 NRZ Macroeconomia Profa. Nora Raquel

2 NRZ O que é Economia? Os recursos de uma sociedade são sempre escassos. Economia é o estudo da forma pela qual a sociedade administra seus recursos escassos.

3 NRZ Modelos Econômicos O papel das hipóteses: A razão pela qual os economistas elaboram hipóteses é basicamente a mesma que surge em outra ciência. As hipóteses facilitam a compreensão do mundo.

4 NRZ Diagrama de Fluxo Circular da Renda Hipóteses do modelo: Esta economia é fechada (não há comunicação com o resto do mundo) e sem governo. Existem nesta economia dois tipos de tomadores de decisões: - famílias e empresas As empresas produzem bens e serviços usando vários insumos, tais como trabalho, terra e capital (prédios e máquinas), esses insumos são chamados de fatores de produção. As famílias são as proprietárias de fatores de produção e consomem todos os bens e serviços produzidos pelas empresas.

5 NRZ No mercado de bens e serviços as famílias são compradoras e as empresas vendedoras. No mercado de fatores de produção as famílias são vendedoras e as empresas compradoras. Diagrama de Fluxo Circular da Renda Famílias e empresas interagem em dois tipos de mercado:

6 NRZ Empresas vendem bens e serviços compram fatores de produção Famílias compram bens e serviços vendem fatores de produção Salários, aluguéis, juros e dividendos. e lucros Mercado de fatores de produção Receita Renda Mercado de bens e serviços Insumos Terra, Trabalho e capital Bens e Serviços Comprados Bens e Serviços vendidos Despesa

7 NRZ Pib e Crescimento

8 NRZ Pib Real – USA

9 NRZ Pib Real – Brasil

10 NRZ Produto Interno Bruto (Pib) Produto Interno Bruto (Pib) é o valor de mercado de todos os bens e serviços finais produzidos em um país em dado período de tempo.

11 NRZ Pib Pib é o valor de mercado de todos os bens e serviços finais produzidos em um país em dado período de tempo...

12 NRZ Os Elementos do Pib Y = C+I+G+EL Consumo (C) – é a despesa das famílias com bens e serviços Investimento (I) – é a aquisição de equipamentos de capital, estoques e construção, como moradias novas Exportações líquidas (EL) – são iguais às compras por parte de residentes fora do país de bens e serviços produzidos internamente (exportações-X) menos as compras internas de bens e serviços produzidos externamente(importações-M). Aquisições do governo (G) – são as compras de bens e serviços dos governos federal, estadual e municipal.

13 NRZ Pib total dos EUA em 1996 e sua decomposição em quatro componentes Descriminação Total (em bilhões de US$) Per Capita Participação Produto interno bruto (Y) % Consumo (C) % Investimento(I) % Aquisições do governo (G) % Exportações líquidas (EL) %

14 NRZ Pib total do Brasil em 1996 e sua decomposição em quatro componentes PIB (Bilhões de reais) % Consumo48462% Investimento16121% Governo14919% Exportações Líquidas %

15 NRZ Pib Real e Pib Nominal Se a despesa total aumenta de um ano para o outro, pelo menos uma das seguintes coisas deve ser verdadeira: A economia está gerando uma maior produção de bens e serviços. Os bens e serviços estão sendo vendidos a preços mais altos.

16 NRZ Ao estudar as variações na economia ao longo do tempo, os economistas desejam separar os dois efeitos. Em especial, desejam medir a quantidade de bens e serviços produzidos pela economia sem a influência das variações nos preços desses bens e serviços. Pib Real e Pib Nominal

17 NRZ PaísPeríodo Pib per capita no início do período Pib per capita no fim do período Taxa de crescimento médio anual Japão ,00 Brasil ,39 Canadá ,15 Alemanha Ocidental ,07 Estados Unidos ,76 China ,71 México ,64 Reino Unido ,36 Argentina ,09 Indonésia ,01 Paquistão ,88 Índia ,65 Bangladesh ,08

18 NRZ O que está por trás destes fatos? Veremos que a explicação pode ser resumida em uma palavra, produtividade. Produtividade => é a quantidade de bens e serviços produzida por hora de trabalho Não é o empregador que paga os salários, ele só distribui o dinheiro. É o produto que paga os salários. Henry Ford

19 NRZ Fatores que Influenciam e Determinam a Produtividade Capital físico => estoque de equipamentos e estruturas utilizadas na produção de bens e serviços. Capital humano => conhecimentos e habilidades adquiridos pelos trabalhadores através do ensino, do treinamento e da experiência Recursos naturais => insumos fornecidos pela natureza para a produção de bens e serviço, como a terra, os rios e as jazidas minerais. Conhecimento tecnológico => entendimento da sociedade da melhor forma de se produzir bens e serviços.

20 NRZ Poupança e Investimento Para haver crescimento é necessário haver investimento nos fatores que aumentam a produtividade do país. Todo investimento é financiado pela poupança de alguém. O sistema financeiro se compõe de instituições econômicas que ajudam a promover o encontro entre poupadores e investidores.

21 NRZ Para haver crescimento é necessário haver Investimento nos fatores que aumentam a produtividade do país. Todo Investimento é financiado pela Poupança de alguém. O sistema financeiro se compõe de instituições econômicas que ajudam a promover o encontro entre poupadores e investidores.

22 NRZ Poupança e Investimento nas Contas Nacionais Y = C+I+G+EL Onde: Y- Produto Interno Bruto C- Consumo das famílias G- Gastos do governo EL–Exportações Líquidas =(Exportações(X)-Importações(M))

23 NRZ Supondo uma economia fechada, a equação se reduz a: Y= C+I+G Isolando o investimento: Poupança e Investimento nas Contas Nacionais Y- C-G = I

24 NRZ Y- C-G = I Esta equação diz que o Produto Interno Bruto menos o Consumo das famílias, menos os Gastos do governo é igual ao Investimento da economia Poupança é igual ao Investimento S=I Poupança e Investimento nas Contas Nacionais

25 NRZ Comparando as duas equações: Y-C-G=S n Esta identidade diz que, numa economia fechada, a Poupança Nacional (S n ) é igual ao Pib (Renda) menos os Gastos das famílias (C) e os Gastos do governo(G). Poupança e Investimento nas Contas Nacionais

26 NRZ O Déficit Fiscal O déficit público não é de caráter orçamentário nem de caráter financeiro. O déficit público simplesmente não tem caráter. Mário Henrique Simonsen

27 NRZ Y= Pib Salários, Aluguéis, Lucros e dividendos SPSP Receita Fatores de Produção Merc.Fin. Empresas Famílias Bens e Serviços GOV G T-G T I Y= Renda Consumo C

28 NRZ Um governo tem para gastar aquilo que ele arrecada de impostos. Vamos chamar de T, o total da arrecadação do governo. (é tudo o que o governo arrecada menos o que ele transfere de volta para as famílias via aposentadorias etc...) O Déficit Fiscal

29 NRZ Se o governo gastar mais do arrecada: T-G existe um déficit fiscal Se o governo arrecadar mais do que gasta: T-G> 0 => existe um superávit fiscal Se o governo gastar exatamente o que arrecadar: T-G = 0 => existe um orçamento equilibrado O Déficit Fiscal

30 NRZ Na equação da Poupança Nacional podemos introduzir a seguinte modificação: Y-C-T+T-G = S n Y-C-T=> Poupança do setor privado(S P ) T-G => Poupança do governo (Sg) S n = S P + Sg O governo despoupador consome a Poupança Nacional inibindo investimento O Déficit Fiscal

31 NRZ O Déficit Fiscal Ao disputar a Poupança Nacional com o setor privado o governo pressiona as taxas de juros da economia, fazendo com que o custo de oportunidade de investir seja alto este fenômeno é chamado de crowding out – (expulsão do setor privado)

32 NRZ A Dívida Pública Interna Brasileira Quando o governo gasta mais do que arrecada, vimos que ele pede emprestado consumindo parte da poupança nacional. Ele tem outra opção de financiar o déficit que é a emissão de moeda. Esta possibilidade tem conseqüências inflacionárias.

33 NRZ A Dívida Pública Interna Brasileira Para captar dinheiro, o governo lança títulos da dívida pública. Esses títulos compõem a maioria dos fundos de aplicação e de previdência oferecidos pelas instituições financeiras. O estoque desses títulos, denominados em reais, em poder do público e dos bancos é a dívida interna brasileira.

34 NRZ A Dinâmica da Dívida Interna Brasileira Atualmente, em torno de 60 % dos títulos da dívida são pós fixados, tendo sua remuneração vinculada ao valor da SELIC. A SELIC é a taxa básica da economia decidida periodicamente na reunião do COPOM ( Comitê de Política Monetária). Isto significa que, se a SELIC sobe, o valor da dívida cresce, e se a SELIC cai, o valor da dívida cai.

35 NRZ A Dinâmica da Dívida Interna Brasileira Uma outra fatia da dívida interna brasileira é vinculada ao valor do dólar (títulos cambiais). Esta fatia alcançou o nível de mais de 30% desde 2001 e vem sendo diminuída no governo Lula. Esta situação implica que quando o real se desvaloriza a dívida interna sobe e quando o real se valoriza a dívida interna cai.

36 NRZ Como qualquer devedor, os juros que o governo tem que pagar para colocar seus títulos depende de sua credibilidade e da percepção do mercado da capacidade do Tesouro Nacional de honrá-los. Esta capacidade vai depender de muitos fatores, entre eles o prazo de médio de maturidade da dívida, o tamanho da dívida comparado com o Pib do país (sobre o qual incidem os impostos arrecadados) e o crescimento da dívida comparado com o crescimento do Pib.

37 NRZ O mercado financeiro prestará atenção em como está se comportando a seguinte relação:

38 NRZ Se esta relação estiver crescendo poderá haver uma desconfiança de que no futuro possa haver uma impossibilidade desta dívida ser paga. Isto implicará num maior custo para o governo na colocação dos títulos e provavelmente num encurtamento do prazo de pagamento, o que certamente fará com que a relação acima cresça ainda mais.

39 NRZ Superávit Primário Vimos que o déficit ou superávit é dado por: T-G, Nos gastos do governo existe uma parcela importante que corresponde aos juros pagos sobre a dívida pública(despesas financeiras).

40 NRZ Superávit Primário Se não incluirmos esta parcela, teremos G * = G - JUROS. Resultado Primário = T-G * Resultado Nominal = T-G O governo brasileiro tem perseguido um superávit primário nas contas públicas, visando principalmente a estabilização da dívida em relação ao Pib.

41 NRZ Ajuste Fiscal 0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% SUPERÁVIT PRIMÁRIO 12-meses % of Pib Jul 94 Mar 95 Nov 95 Jul 96 Mar 97 Nov 97 Aug 98 Mar 99 Nov 99 Jul 00 Mar 01 Nov 01

42 NRZ O Ajuste no Plano Real Fonte: Receita Federal do Brasil BRASIL - EVOLUÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA 14,03% 14,39% 14,42% 15,05% 17,41% 18,82% 25,98% 25,22% 24,45% 23,81% 29,91% 28,61% 28,47% 28,06% 28,50% 29,90% 32,99% 33,10% 34,60% 13,84% 10,0% 12,5% 15,0% 17,5% 20,0% 22,5% 25,0% 27,5% 30,0% 32,5% 35,0% 37,5% ANOS % do PIB

43 NRZ Ano 2000 em % do PIB Carga Tributária nos Principais Países

44 NRZ Moeda

45 O que é Moeda? Moeda é o conjunto de ativos de uma economia que as pessoas usam regularmente para comprar bens e serviços de outras pessoas. Sem a presença de moeda o que prevalece é o escambo Tipos de moeda: Moeda mercadoria Moeda fiduciária

46 NRZ Funções da Moeda Meio de troca => é aquilo que os compradores dão aos vendedores em troca de bens e serviço. Unidade de conta => instrumentos que as pessoas usam para anunciar preços e registrar débito. Reserva de valor => é aquilo que as pessoas podem usar para transferir poder aquisitivo do presente para o futuro. A moeda é o ativo mais líquido, mas é uma reserva de valor imperfeita

47 NRZ Funções do Banco Central Supervisão do sistema bancário: O Bacen (Banco Central) monitora as condições financeiras das instituições financeiras e ajuda a facilitar transações bancárias, compensando cheques. Age como emprestador de última instância, a fim de assegurar a estabilidade do sistema bancário como um todo. Regulação da quantidade de moeda na economia : As decisões dos formuladores de políticas quanto à oferta de moeda constituem a política monetária.

48 NRZ Como se Define a Quantidade de Moeda na Economia? M1 é a quantidade de papel moeda e moedas metálicas + depósitos à vista (que podem ser movimentados por cheques). M2 seria tudo o que está incluído em M1 mais depósitos de poupança, depósitos a curto prazo, fundos de aplicação do mercado monetário e alguns outros itens. A classificação em Ms cresce quando vão sendo incluídos ativos com menor liquidez.

49 NRZ Criação de Moeda através do Sistema de Reservas Fracionárias dos Bancos = = 5000 reais... BANCO 2 Pedro R$ 800,00 R$ 160 para Reserva R$ 640 (80%) empresta para Maria BANCO 1 Paulo R$ 1000,00 R$ 200 para Reserva R$ 800 (80%) empresta para Pedro BANCO 3 Maria R$ 640,00 R$ 128 para Reserva R$ 512 (80%) empresta para Pedro

50 NRZ Instrumentos de Controle da Oferta de Moeda do Banco Central Operações de Mercado Aberto Exigência de Reservas (Depósito Compulsório) Taxa de Redesconto

51 NRZ Problemas Com o Controle da Oferta de Moeda. Quantidade de depósitos nos bancos Quantidade empréstimos feitos pelas instituições financeiras Corrida aos Bancos e Oferta de Moeda

52 NRZ Inflação Inflação

53 NRZ O Que é Inflação? É uma alta generalizada dos preços, durante um certo período (que pode ser bem longo )

54 NRZ

55 A Hiperinflação Alemã Alemanha, em Janeiro de 1921: Um jornal custava 0,30 marco Alemanha, em Novembro de 1922: O mesmo jornal custava 70 milhões de marcos

56 NRZ

57 Oferta de Moeda x Inflação

58 NRZ Inflação no Brasil

59 NRZ Porque um Governo Emite Demais? Imposto Inflacionário Existe um tradeoff de curto prazo entre Inflação e Desemprego A importância do Banco Central Independente

60 NRZ A Inflação de 2002

61 NRZ Depreciação Cambial e Inflação de 2002 Depreciação Cambial Inflação de Preços Administrados IPCA Índice de preços livres 43,9% 15,3% 12,9% 11,5% Fonte: Banco Central

62 NRZ Contribuição Percentual para a Inflação Janeiro a Dezembro de 2002 fonte: Banco Central Inflação Administrados ** % 0 12,9 IPCA 6,0 2,3 1,9 1,0 InérciaExpectativa Repasse Cambial Inflação Livre * 100% 46,4% 18,2% 13,2% 14,8% 7,4% 1,7 * Inflação livre,excluindo repasse cambial,inércia e expectativas. ** Inflação preços administrados, excluindo repasse cambial e inércia

63 NRZ Decisões do Copom em 2003 Selic % 25,5 22Jan 26,5 19Fev 26,5 19Mar 26,5 23Abr 26,5 21Mai 26,0 18Jun 24,5 23Jul 22,0 20Ago 17Set 20,0 19,0 22Out 17,5 19Nov 16,5 17Dez

64 NRZ Decisões do Copom em 2004 Selic% jan 16,5 16,25 fevmar 16,00 abr 16,00 mai

65 NRZ Produtividade

66 NRZ Setor Externo

67 NRZ Taxa de Câmbio Taxa da Câmbio Nominal é a taxa à qual podemos trocar unidades da moeda de uma economia por unidades da moeda de outra.

68 NRZ Taxa de Câmbio Real É a taxa de troca de bens e serviços de uma economia por bens e serviços das outras economias. Ex: Um carro japonês custa 500 mil ienes e um carro similar de fabricação americana custa US$ 10mil. Se um dólar compra 10 ienes, quais são as taxas de câmbio nominal e real? Ela é um dos principais determinantes de quanto um país exporta.

69 NRZ Regimes Cambiais Regime cambial é o modelo de atuação do Banco Central no mercado cambial definido em cada país em cada momento de tempo. Câmbio Flutuante Puro => O mercado define a cotação pela lei da oferta e demanda. O Banco Central não intervem no mercado de câmbio. Flutuação suja (dirty floating) => o Banco Central intervem, quando julgar necessário, sem definir regras claras de intervenção.

70 NRZ Regimes Cambiais Câmbio Fixo Nominal =>A taxa de câmbio é mantida constante. O Bacen intervem no mercado comprando ou vendendo a divisa estrangeira para manter a paridade fixada Bandas Cambiais => O Banco Central fixa um intervalo dentro do qual o câmbio pode se situar. A intervenção ocorre quando o mercado leva a cotação ao piso ou ao teto do intervalo fixado. Câmbio fixo real (crawling peg) => é fixado um câmbio e o Banco Central intervem para mantê-lo. Periodicamente esta taxa é modificada de acordo com a inflação no período

71 NRZ Ataque Especulativo à Moeda Os Agentes Econômicos percebem que o Banco Central de uma economia não tem condições (reservas) para impedir uma desvalorização da moeda. Para se defender desta desvalorização, há uma forte pressão compradora da moeda estrangeira, precipitando a desvalorização.

72 NRZ Padrão Ouro 1880 Padrão–Ouro Segunda Guerra Mundial Primeira Guerra Mundial Bretton Woods Período Interguerras : Taxas Flutuantes Retorno ao Padrão - Ouro Abandono do Padrão - Ouro

73 NRZ Regimes Cambiais Currency Board => é um sistema de câmbio fixo no qual a pessoa portadora da moeda nacional pode trocá-la pela moeda estrangeira junto ao Banco Central do país, com uma paridade determinada. Deste modo, um país para emitir moeda nacional precisa ter lastro na moeda estrangeira. O Caso Argentino

74 NRZ EVOLUÇÃO DA TAXA NOMINAL DE CÂMBIO Jan-98 Mar-98 May-98 Jul-98 Sep-98 Nov-98 Jan-99 Mar-99 May-99 Jul-99 Sep-99 Nov-99 Jan-00 Mar-00 May-00 Jul-00 Sep-00 Nov-00 Jan-01 Mar-01 May-01 Jul-01 Sep-01 Nov-01 Jan-02 Mar-02 May-02 Jul-02 R$/US$ Mudança de regime cambial Metas de inflação Desaceleração da economia mundial Crise das ações de tecnologia 11 de setembro Crise de energia e argentina Crise eleitoral e aversão ao risco mundial

75 NRZ Os Fluxos Internacionais de Bens e Capitais Uma economia interage de duas maneiras com as demais economias: Compra e venda de bens e serviços nos mercados mundiais de bens e serviços. Compra e venda de ativos de capital nos mercados financeiros mundiais.

76 NRZ Fluxo de Bens e Serviços Exportações: são constituídas por bens e serviços produzidos internamente e vendidos no exterior Importações: são constituídos por bens e serviços produzidos no exterior e vendidos internamente Esportações líquidas: > 0 superávit = 0 equilíbrio < 0 déficit

77 NRZ Fluxo de Capitais Investimento Direto; o capital estrangeiro investe em uma empresa nova e existente adquirindo o seu controle. Ex: a compra do Banespa ou de uma das Teles. A fábrica da Ford Investimento de Portfólio; ações, títulos etc...

78 NRZ Balanço de Pagamentos Definição: É o Registro Contábil Sistemático de todas as transações econômicas entre o país (residentes) e o exterior (não residentes), sejam comerciais, financeiras ou de qualquer outra natureza. Dois Grandes Blocos: Conta Corrente e Conta Capital

79 NRZ Conta Corrente Conta Corrente A. Balança Comercial Importações (débito) (fob – free on board) Exportações (crédito) (fob – free on board) B.Balanço de Serviços Viagens Internacionais, Transportes (fretes), seguros, Serviços diversos (royalties, assistência técnica, aluguéis de equipamentos) Serviços governamentais (embaixadas, consulados, representações) Rendas de capitais (juros, dividendos e lucros, inclusive lucros reinvestidos

80 NRZ Conta Corrente C.Transferências Unilaterais (donativos em mercadorias ou espécie) A soma da renda de capitais com transferências unilaterais é a renda líquida enviada (-) ou recebida (+) do exterior.

81 NRZ Conta Corrente D.Saldo de Transações Correntes = Balança Comercial + Balança de Serviços + Transferências Unilaterais (A+B+C) Saldo Negativo: Poupança Externa Positiva Saldo Positivo: Poupança Externa Negativa

82 NRZ Conta Capital E.Movimento de Capitais Autônomos Investimentos Diretos Líquidos Reinvestimentos Empréstimos e financiamentos Amortizações Capitais De Portfólio F.Erros e Omissões

83 NRZ Saldo do Balanço de Pagamentos Saldo das Transações Correntes + Saldo da conta de Capitais + Erros e Omissões Superávit do balanço de pagamentos => país ganha reservas. Déficit do balanço de pagamentos => país perde reservas.

84 NRZ Investimentos Externos Diretos Líquidos IED Líquido - privatizações Privatizations US$ bilhões

85 NRZ Câmbio Fixo versus Câmbio Flutuante Câmbio fixo Vantagens: Maior controle da inflação (âncora cambial) Menor incerteza no comercio exterior Desvantagens: Reservas cambiais mais vulneráveis a ataques especulativos A política monetária (taxa de juros) fica dependente das reservas cambiais

86 NRZ Câmbio Fixo versus Câmbio Flutuante Câmbio flutuante Vantagens: Política monetária independente do câmbio Reservas cambiais mais protegidas de ataques especulativos Acomoda as crises do balanço de pagamento Desvantagens: A taxa de câmbio fica dependente da volatilidade do mercado financeiro nacional e internacional, introduzindo risco cambial nas transações comerciais. Maior dificuldade de controle de pressões inflacionárias

87 NRZ Relações Financeiras Se um agente econômico puder escolher entre realizar uma aplicação financeira em seu país ou em um país estrangeiro, que fatores deverá levar em considerações? A resposta possui dois elementos centrais: Retorno e Risco

88 NRZ Fatores que Influenciam o Fluxo de Capitais Taxa de juros real paga sobre os ativos externos. Taxa de juros real paga sobre os ativos internos. Riscos econômicos e políticos percebidos da manutenção de ativos no exterior. Políticas de governo que afetam a propriedade de ativos internos por estrangeiros.

89 NRZ O Risco Cambial EX: Ao trazer dólares do exterior e aplicar no mercado brasileiro de ações, o retorno do investidor vai depender da evolução em reais dos ativos nos quais foi feita a aplicação e na evolução do câmbio nominal (reais / dólar).

90 NRZ Condições Necessárias para um Investidor Optar pelo Brasil Pelo menos igualar a taxa de juros norte americana(T-Bills referência - livre de risco) Compensar os riscos de desvalorização eventualmente existentes. Compensar outros riscos eventualmente existentes como problemas comuns em países mais instáveis

91 NRZ Formação da Taxa de Juros I R$ = I US$ + Prêmio de compensação de riscos cambiais + Prêmio de compensação de riscos domésticos

92 NRZ Risco Brasil 1995 a 2003

93 NRZ Risco Brasil novembro de 2003 a fevereiro de 2004

94 NRZ Ciclos Econômicos

95 NRZ Pib Real – USA

96 NRZ Tendência Pib Real Tempo Fato 1: Flutuações econômicas de curto prazo ocorrem em todos os países Fato 2: As flutuações são irregulares e imprevisíveis Fato 3: Muitas variáveis econômicas flutuam juntas O Pib Real no Tempo

97 NRZ O que os Formuladores da Política Econômica podem fazer para estabilizar a economia Demanda Agregada = C +I +G + X-M Política Fiscal Política Monetária Política Cambial Política Comercial

98 NRZ Macroeconomia Profa. Nora Raquel


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