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NEUROSE E PSICOSE (1924) Volume XIX – Sigmund Freud.

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Apresentação em tema: "NEUROSE E PSICOSE (1924) Volume XIX – Sigmund Freud."— Transcrição da apresentação:

1 NEUROSE E PSICOSE (1924) Volume XIX – Sigmund Freud

2 NEUROSE E PSICOSE Contexto teórico: Freud avança em sua concepção de um aparelho psíquico no texto O ego e o id (1923): id, ego e superego; Neurose e psicose (1924) se desenvolveu a partir dessa nova hipótese acerca do aparelho psíquico; Quanto ao superego, Freud sente-se inseguro de esclarecer a origem e seu papel, mas arrisca a entrada dessa instância psíquica no que se refere aos conflitos entre o ego e o id;

3 NEUROSE E PSICOSE O ego e o id: numerosas relações possíveis às quais o ego se vê envolvido está entre querer satisfazer o mundo externo e/ou o id; Diferença genética (de gênese) entre neurose e psicose: a neurose é o resultado de um conflito entre o ego e o id, ao passo que a psicose é o desfecho análogo de um distúrbio semelhante nas relações entre o ego e o mundo externo (p. 189); Neuroses transferenciais: o ego não aceita o poderoso impulso instintual que provém do id ou impede que esse impulso alcance seu alvo;

4 NEUROSE E PSICOSE O que o ego faz é defender-se desse impulso através do mecanismo de repressão; Material reprimido representação substitutiva, o sintoma; Efetuando a repressão, o ego segue as ordens do superego; Mantém-se o fato de que o ego tomou o partido dessas forças [influências do mundo externo que encontraram representação no superego], de que nele as exigências delas têm mais força que as exigências instintuais do id, e que o ego é a força que põe a repressão em movimento contra a parte do id interessada e fortifica a repressão por meio da anticatexia da resistência (p. 190);

5 NEUROSE E PSICOSE Psicoses: distúrbio no relacionamento entre o ego e o mundo externo; Amência de Meynert: confusão alucinatória aguda a partir da qual o mundo exterior não é percebido e o mundo interno perde sua significação; O ego cria, autocraticamente, um novo mundo externo e interno, e não pode haver dúvida quanto a dois fatos: que esse novo mundo é construído de acordo com os impulsos desejosos do id e que o motivo dessa dissociação do mundo externo é alguma frustração muito séria de um desejo, por parte da realidade – frustração que parece intolerável (p. 191);

6 NEUROSE E PSICOSE Esquizofrenias: hebetude afetiva, entorpecimento que causa uma perda de toda participação no mundo externo; Delírios: remendo no lugar em que originalmente uma fenda apareceu na relação do ego com o mundo externo, são uma tentativa de cura ou uma reconstrução (p. 191); Etiologia comum às psiconeuroses e às psicoses: uma frustração de um dos desejos de infância;

7 NEUROSE E PSICOSE O ego pode tentar silenciar o id, mas, não conseguindo, é arrancado da realidade; Uma complicação é introduzida nessa situação aparentemente simples, contudo, pela existência do superego, o qual, através de um vínculo ainda não claro para nós, une em si influências originárias tanto do id quanto do mundo externo, e constitui, até certo ponto, um modelo ideal daquilo a que viso o esforço total do ego: uma reconciliação entre os seus diversos relacionamentos dependentes (p. 192); Psiconeurose narcísica: conflito entre o ego e o superego, melancolia;

8 NEUROSE E PSICOSE As neuroses de transferência correspondem a um conflito entre o ego e o id; as neuroses narcísicas, a um conflito entre o ego e o superego, e as psicoses, a um conflito entre o ego e o mundo externo(192); Como o ego pode ter êxito sem cair enfermo ao emergir de tais conflitos? Dois fatores: 1) dependerá de condições econômicas, 2) o ego evitaria uma ruptura do tipo deformando-se, efetuando uma clivagem ou divisão de si próprio; Qual pode ser o mecanismo, parecido com a repressão, pelo qual o ego se desligaria do mundo?


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