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ADITIVOS PARA CONCRETO INTEGRANTES DO GRUPO: Candida Mara Rabelo Fernanda Linhales Mauri Lacerda Núbia Ribeiro de Souza Rogério Silva Marcondes Viviane.

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1 ADITIVOS PARA CONCRETO INTEGRANTES DO GRUPO: Candida Mara Rabelo Fernanda Linhales Mauri Lacerda Núbia Ribeiro de Souza Rogério Silva Marcondes Viviane dos Santos Viega Dutra

2 INTRODUÇÃO O enorme crescimento da indústria de aditivos ocorreu devido ao entendimento de que as propriedades do concreto, tanto no estado fresco como no estado endurecido, podem ser modificadas pela adição de certos materiais a misturas de concreto.

3 INTRODUÇÃO Atualmente é comum em alguns países o fato de que 70 a 80% de todo o concreto produzido contenha um ou mais aditivos. Assim, torna-se importante que os engenheiros civis estejam familiarizados com os aditivos comumente usados, juntamente com suas aplicações e limitações características.

4 HISTÓRICO Os aditivos advém desde os romanos, os quais usavam sebo de porco, leite de cabra, sangue de boi e clara de ovo como plastificantes para concretos feitos com cal e pozolana.

5 HISTÓRICO O cloreto de cálcio e o açúcar, eram utilizados como acelerador e retardador, respectivamente, desde o início do século XX. Em 1934, aproximadamente, surgiu o primeiro fluidificante. Após a segunda guerra mundial houve um aumento no uso de aditivos.

6 NORMALIZAÇÃO BRASILEIRA NÚMERONOMERESUMO NBR Verificação de desempenho de aditivos para o concreto Fixa procedimentos pa- ra verificação de desem- penho de materiais utili- zados como aditivos. NBR Aditivos para concreto de cimento Fixa condições exigíveis dos materiais a serem usados como aditivos. NBR Determinador dos tempos de pega em concreto projetado Prescreve método para determinação do tempo de pega do concreto. NBR Ensaios de uniformidade dos aditivos para o concreto Determinação do pH, teor de sólidos, cloretos e massa específica.

7 SEGUNDO A RILEM, EM 1967 NA CONFERENCIA DE PARIS Aditivo é qualquer material adicionado ao concreto ou argamassa durante a mistura, a fim de melhorar suas propriedades no estado fresco ou endurecido.

8 Aditivo é produto, o qual é adicionado, em quantidades geralmente menor ou igual a 5% da massa do cimento, antes ou durante às operações de mistura. Em casos especiais, é permitido adicionar mais de 5%. SEGUNDO O MODEL CODE 1990, DO CEB-FIP

9 São materiais inorgânicos, finamente divididos, que podem ser adicionados ao concreto a fim de melhorar certas propriedades ou alcançar propriedades especiais. ADITIVOS

10 IMPORTANTE Um aditivo nunca pretenderá corrigir defeitos intrínsecos ao concreto, provenientes de dosagem incorreta ou colocação mal feita.

11 ACELERADORESRETARDADORES PLASTIFICANTES REDUTORES DE ÁGUA INCORPORADOR DE AR DE SUPERFÍCIE / ENDURECEDOR DE PISO PRODUTOS DE CURA DESMOLDANTESIMPERMEABILIZANTES GROUTES ESPECIAIS ADITIVOS PARA CONCRETO

12 CATEGORIA DOS ADITIVOS AÇÃO QUÍMICA AÇÃO QUÍMICA AÇÃO FÍSICA AÇÃO FÍSICA

13 ADITIVOS DE AÇÃO QUÍMICA ACELERADORES ACELERADORES RETARDADORES RETARDADORES

14 ACELERADORES São aqueles aditivos que por ação química aceleram a velocidade de hidratação do cimento, podendo ser considerados como aceleradores de pega ou de endurecimento.

15 ACELERADORES DE PEGA Aceleram a pega do cimento e são usados em concreto projetado (lançamento de argamassa para revestimento de paredes, galerias, túneis, etc). Componente básico é o silicato ou aluminato de sódio que provoca uma pega ultra rápida ou instantânea.

16 ACELERADORES DE ENDURECIMENTO Também chamados de aditivos anti-gel. Utilizados quando se usa concreto com temperaturas muito baixas.

17 RETARDADORES Tem a finalidade de atrasar a pega do cimento de forma a ser mantida por mais tempo a sua trabalhabilidade. Uso fundamental quando se trata de transportar concreto a longas distâncias.

18 RETARDADORES O retardamento da pega acarreta numa diminuição das resistências mecânicas nas primeiras idades mas, em contrapartida, as resistências em idades mais avançadas são grandemente superadas em comparação com o concreto sem aditivo.

19 ADITIVOS DE AÇÃO FÍSICA INCORPORADOR DE AR PLASTIFICANTES SUPER PLASTIFICANTES SUPERFLUIDIFICANTES IMPERMEABILIZANTES

20 TRABALHABILIDADE DO CONCRETO A melhoria da trabalhabilidade do concreto obtém-se através do uso de uma maior quantidade de cimento por metro cúbico. Além de anti-econômico, aumenta o calor de hidratação, retração ou ainda uma deformação lenta.

21 TRABALHABILIDADE DO CONCRETO Com a adoção de aditivos plastificantes dado seu efeito de redução de água de amassamento com o subseqüente aumento das resistências mecânicas, pode-se reduzir o consumo de cimento por metro cúbico, sem que haja perda de trabalhabilidade e no valor das resistências pretendidas.

22 TRABALHABILIDADE DO CONCRETO Para consumos de cimento iguais ou superiores a 200 Kg/m 3 os efeitos de utilização de aditivos plastificantes são facilmente observados. No caso de concretos magros de teor de cimento na ordem de 150 Kg/m 3 ou menos, o uso de plastificantes não é tão eficiente ou econômico, podendo-se utilizar um aditivo incorporador de ar.

23 INCORPORADORES DE AR Esses aditivos tem como função a obtenção de uma melhoria na trabalhabilidade e aumento da coesão do concreto fresco, pela introdução de micro bolhas de ar no concreto.

24 PLASTIFICANTES Também chamados de redutores de água, são aqueles que, para uma mesma relação água/cimento, modificam a trabalhabilidade do concreto aumentando-a, ou ainda os que reduzem a água de amassamento para a mesma trabalhabilidade do concreto sem aditivo.

25 Benefícios conseguidos pelo emprego de Aditivos Redutores de Água

26 AÇÃO DOS PLASTIFICANTES Redução da tensão superficial da água; Diminuição do coeficiente de atrito dinâmico (efeito lubrificante); Dispersão das partículas finas (efeito dispersor).

27 REDUÇÃO DA TENSÃO SUPERFICIAL É produzida pela ação das extremidades hidrófilas (absorção de água) e hidrófobas (repulsão de água) das moléculas do aditivo, as quais se posicionam à superfície dos grãos e eliminam a sua coesão aumentando a sua capacidade de espalhamento na superfície dos grãos (molhagem) e seu poder de penetração.

28 DIMINUIÇÃO DO COEFICIENTE DE ATRITO Também chamado de efeito lubrificante. Provém da absorção de duas ou mais camadas de íons de sinais contrários em suas extremidades. Tal situação diminui o coeficiente de atrito dinâmico existente entre as partículas finas e entre os materiais sólidos em suspensão, o que produz o efeito lubrificante.

29 DISPERSOR DAS PARTÍCULAS FINAS Também chamado de efeito dispersor. Acontece devido à repulsão eletrostática entre as partículas. A água em excesso entre as partículas tende a subir à superfície, demonstrando-se o efeito de redução de água para a mesma trabalhabilidade.

30 SUPERFLUIDIFICANTES Não diferem no seu mecanismo de atuação dos plastificantes, apenas sua atuação química é muito mais enérgica e seu poder de redução de água é em regra de 4 a 8 vezes superior.

31 SUPERFLUIDIFICANTES O uso desse tipo de aditivo, o qual tem característica de aceleramento e retardamento controlado, permite a confecção de concretos altamente confiáveis, de elevada trabalhabilidade (concretos reoplásticos) e baixa relação água/cimento, o que lhes confere todas as vantagens de um concreto seco (slump-zero).

32 ADITIVOS DE SUPERFÍCIE Entre esses aditivos se incluem os desmoldantes e os produtos de cura. Tratam-se de compostos químicos que, ao invés de se adicionarem à mistura, se aplicam sobre a superfície do concreto ainda em seu estado fresco.

33 DESMOLDANTES São usados para facilitar a retirada da forma do concreto endurecido, possibilitando a melhor aparência possível do concreto. Sua aplicação se efetua antes do enchimento das formas e sua atuação é usualmente baseada em dois princípios distintos: ação física e ação química.

34 DESMOLDANTES De ação física: São aqueles que em sua formulação contêm parafinas, óleos ou lubrificantes, os quais, por solução em água, deixam sobre a forma um depósito gorduroso que impede a fixação do concreto às paredes da forma.

35 DESMOLDANTES De ação química: A ação química é baseada no impedimento do início de pega do concreto, evitando-se assim a formação de compostos insolúveis em uma profundidade de microns, os quais após o endurecimento do concreto se apresentam sob forma de um pó muito fino que facilita a retirada da forma.

36 PRODUTOS DE CURA São normalmente constituídos por solventes bastante voláteis que contêm substâncias dissolvidas em si.

37 Tabela dos principais aditivos, sua utilização, vantagens e desvantagens

38 CONCLUSÃO Os aditivos tornaram-se parte integrante do concreto de tal modo que num futuro próximo a definição de traços de concreto deve ser revista para incluir os aditivos como um dos seus constituintes.

39 CONCLUSÃO Uma vez que os produtos comerciais podem conter muitos ingredientes desconhecidos, é sempre desejável fazer uma investigação em laboratório antes de empregar um aditivo ou uma combinação de dois ou mais aditivos.

40 CONCLUSÃO Finalmente, os aditivos podem certamente melhorar as propriedades de um concreto, mas não se deve esperar que compensem a baixa qualidade dos constituintes do concreto ou de um traço pobre.

41 BIBLIOGRAFIA ANTONIO DE SOUSA COUTINHO (LNEC) PAULO FERNANDO A. SILVA (PINI) ADAM NEVILLE (CALGARY) PAULO HELENE (USP) L.A. FALCÃO BAUER (FALCÃO BAUER)


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