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VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL dos riscos associados aos DESASTRES de origem ANTROPOGÊNICA, resultante de acidentes com produtos químicos perigosos Abril/2011.

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1 VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL dos riscos associados aos DESASTRES de origem ANTROPOGÊNICA, resultante de acidentes com produtos químicos perigosos Abril/2011

2 Causam ÓBITOS, INVALIDEZ, FERIMENTOS e INTOXICAÇÕES Causam ÓBITOS, INVALIDEZ, FERIMENTOS e INTOXICAÇÕES Contaminam AGUA, SOLO e AR Contaminam AGUA, SOLO e AR Comprometem ou interrompem os SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS Comprometem ou interrompem os SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS Alteram a ROTINA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Alteram a ROTINA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Excedem a CAPACIDADE DE RESPOSTA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Excedem a CAPACIDADE DE RESPOSTA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Como os desastres de origem antropogênica afetam a saúde pública?

3 Estratégias, no âmbito do SUS, para enfrentamento dos eventos de importância para a saúde pública relacionados aos desastres

4 Estruturação do Programa Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental dos Riscos Associados de Desastres – VIGIDESASTRES

5 Estruturação do VIGIDESASTRES

6 PROGRAMA VIGIDESASTRES OBJETIVOS Desenvolver um CONJUNTO DE AÇÕES a serem ADOTADAS CONTINUAMENTE pelas autoridades de saúde pública para: Reduzir a exposição da população e dos profissionais de saúde dos riscos associados aos desastres Reduzir a exposição da população e dos profissionais de saúde dos riscos associados aos desastres Minimizar doenças e agravos decorrentes dos desastres Minimizar doenças e agravos decorrentes dos desastres Fortalecer a atuação dos serviços de saúde no gerenciamento dos desastres Fortalecer a atuação dos serviços de saúde no gerenciamento dos desastres

7 DESASTRE RISCO = f (ameaça/perigo, vulnerabilidade/exposição) Ameaça Vulnerabilidade Efeito Desastre Risco

8 Atuação baseada na gestão do risco Fonte: OPAS (adaptado) MODELO DE ATUAÇÃO DO VIGIDESASTRES

9 Atuação baseada na gestão do risco MODELO DE ATUAÇÃO DO VIGIDESASTRES Fonte: OPAS (adaptado)

10 Levantamento Acidentes com Produtos Químicos Perigosos

11 Número de acidentes com produtos químicos perigosos, Brasil, Fonte: P2R2 / MMA

12 Número de acidentes por tipo (atividade ou modal de transporte), Brasil, Fonte: P2R2 / MMA

13 Número de acidentes por produto químico, Brasil, Fonte: P2R2 / MMA

14 Discrepância entre fontes de comunicação de acidentes

15 Comparação entre fontes de notificação associadas aos acidentes com produtos perigosos P2R Portaria No 104, de 25/1/2011, notificação imediata (em 24h) de desastre de origem antropogênica

16 Levantamento Impactos nas condições de vida e saúde

17 Danos resultantes dos acidentes ambientais, 2009 Fonte: Emergências Ambientais / IBAMA / MMA

18 LEVANTAMENTO IMPACTOS PARA A SAÚDE PÚBLICA (SINAN)

19 SINAN 2007 a 2009 Total de registros = Exclusão das duplicidades = registros (97% dos dados do banco)

20 Intoxicações exógenas 2007 – 2009 Fonte: SINAN / SVS / MS Organização: EPISUS/Saúde do Trabalhador e CGVAM

21 Circunstância da intoxicação Agrotóxico: acidental X ambiental Fonte: SINAN / SVS / MS Organização: EPISUS/Saúde do Trabalhador e CGVAM % % 6783% Ambiental Acidental

22 Circunstância da intoxicação Produtos Químicos: acidental X ambiental Fonte: SINAN / SVS / MS Organização: EPISUS/Saúde do Trabalhador e CGVAM Total de registros % Ambiental % Acidental 1043%

23 LEVANTAMENTO IMPACTOS PARA A SAÚDE PÚBLICA (Organização Mundial da Saúde/WHO)

24 WHO/2004 Cerca de pessoas morreram no mundo em função de intoxicação não intencional Desse total, 91% ocorreram em países em industrialização Calcula-se que a intoxicação não intencional causou a perda de 7,4 milhões de anos de vida saudável (conforme método DALY – número de anos de vida perdidos em função de doenças, incapacidade ou óbitos prematuros)

25 Ações /pactuação para enfrentamento dos desastres

26 Linha 1: Instituir o Comitê Estadual de Saúde e Desastres ou, em caso de comitês já existentes, incluir o tema Saúde e Desastres Linha 2: Elaborar Plano de Prevenção, Preparação e Resposta aos Desastres, com participação de diferentes atores do SUS Organizar a atuação do Setor Saúde, no âmbito das SES, para atuação em desastres

27 deliberativo e consultivo organizar e orientar a atuação É uma organização colegiada aberta, de cunho deliberativo e consultivo, que reúne diferentes áreas de atuação do Setor Saúde, a fim de organizar e orientar a atuação dessas áreas, no âmbito da gestão estadual do Sistema Único de Saúde, na prevenção, preparação e resposta aos desastres de origem natural e antropogênicos. COMITÊ DE SAÚDE E DESASTRE

28 Identificar os cenários e prioridades regionais/locais Elaborar e validar no âmbito do Comitê Estadual de Saúde e Desastre Contemplar a atuação de todos os setores da saúde de acordo com suas competências Definir ações baseadas no modelo de Gestão do Risco: Redução, Manejo e Recuperação PLANOS ESTADUAIS DE SAÚDE e DESASTRE

29 EQUIPE VIGIDESASTRES Aramis Beltrami Carla Ribeiro Dulce Fátima Cerutti Eliane Lima e Silva Flávia Gonzaga Serafim Liliam Angelica Peixoto Colombo Raquel Heloisa Heluy Novaes (61) a 8439


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