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Semeadoras Francisco de Assis de Carvalho Pinto Prof. Chico Pinto.

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Apresentação em tema: "Semeadoras Francisco de Assis de Carvalho Pinto Prof. Chico Pinto."— Transcrição da apresentação:

1 Semeadoras Francisco de Assis de Carvalho Pinto Prof. Chico Pinto

2 Semeadura mecanizada Persas e hindus Europa: 1636 – máquina que depositava as sementes sobre o solo 1785 – desenvolvida semeadora com princípios utilizados até hoje 1879 – 53% do trigo nos EUA era semeado mecanicamente 1974 – semeadoras pneumáticas

3 Semeadora Semeadora-adubadora: dosa e distribui sementes e fertilizantes.

4 Plantadora Dosa e distribui partes vegetativas (tubérculos, colmos, bulbos) Plantadora cana picada PCP DMB

5 Transplantadora distribui plântulas ou mudas das culturas. MTM - Transplantadora de Mudas – Metasa

6 Semeadoras Métodos convencionais: revolvimento do solo e ausência de resíduos Máquinas desenvolvidas para este sistema: fator limitante para sistema conservacionista Grande diversidade de tipos de solo: influenciam elementos sulcadores e estrutura das semeaduras

7 Fatores que afetam a semeadura Sementes Solo Máquina Clima Operador

8 Sementes Quantidade de sementes População final ideal Tipo de cultura Fertilidade do solo Tratos culturais (raleamento, capinas, colheita...) Umidade disponível Viabilidade e pureza das sementes Sobrevivência

9 Sementes Previsão da quantidade de sementes Nº sementes/área = % de germinação. % sobrevivência. % pureza Para plantas/ha - milho Espaçamento entre linhas (m) Sementes por metro linear 0,901,001,10 5,46,06,6 Nº recomendado de plantas/área

10 Sementes Uniformidade das sementes Afetam especialmente os dosadores mecânicos Exige classificação das sementes devido à possibilidade de dano às sementes ou erro na distribuição. Pode-se modificar as características físicas das sementes. Ex.: retirada química do línter em algodão e peletização de sementes de hortaliças.

11 Sementes Profundidade das sementes e adubos Varia com a cultura, umidade e tipo de solo, época de semeadura, etc... O adubo deve ser depositado ao lado e abaixo da semente. semente adubo

12 Sementes Cobertura A semeadora deve cobrir as sementes e compactar o solo sobre as mesmas Promover o contato solo-semente sem prejudicar a emergência

13 Solo Tipo de Preparo convencional ou conservacionista Umidade e textura Tipo de semeadura no plano em camalhões em sulcos

14 Máquina Mecanismo de cobertura Mecanismo dosador de sementes Danos às sementes Tipo de sulcador Características do solo

15 Operador Regulagem da máquina Velocidade de trabalho adequada e uniforme Espaçamento adequado entre as linhas

16 Constituição das semeadoras Chassi Mecanismos dosadores de sementes e adubos Depósitos de sementes e adubos Sulcadores Mecanismos cobridores de sementes Mecanismos compactadores Mecanismos controle de profundidade Rodas de sustentação

17 Semeadoras sementes graúdas Chassi Máquinas montadas: Barra porta-ferramentas

18 Semeadoras sementes graúdas Chassi Máquinas arrasto: Chassi: quadro rígido sobre o qual são montados os demais componentes Barra de tração

19 Classificação das semeadoras Quanto à forma de distribuição: Em linha Contínua De precisão A lanço Aérea Terrestre

20 Semeadoras em linha Contínua: Sementes distribuídas em linha sem precisão na colocação das sementes – variação no número e posição na linha

21 Semeadoras em linha De precisão: Sementes dosadas, espaçamento uniforme, com pequena variação do número e posição das sementes na linha. Disco distribuidor de sementes

22 Semeadoras a lanço As sementes são distribuídas ao acaso sobre a superfície do solo.

23 Quanto ao acionamento Manuais Tração animal Motorizadas Tratorizadas

24 Semeadora manual Acionadas exclusivamente pelo operador

25 Semeadora tração animal

26 Semeadora motorizada Hidrossemeadura

27 Semeadora tratorizada Montadas Semimontadas Arrasto

28 Quanto ao tamanho das sementes Sementes miúdas: forrageiras e gramíneas de modo geral, exceção: milho.

29 Quanto ao tamanho das sementes Sementes graúdas: grãos e leguminosas: feijão, soja...

30 Quanto ao mecanismo dosador Em linha disco perfurado: horizontal, vertical ou inclinado Correia perfurada Dedos prensores Pneumático Cilindro canelado

31 Disco perfurado horizontal Mecanismo dosador em linha

32 Disco perfurado inclinado Mecanismo dosador em linha ground-nut

33 Disco perfurado vertical Mecanismo dosador em linha

34 Correia perfurada Mecanismo dosador em linha

35 Dedos prensores Mecanismo dosador em linha

36 Pneumáticos Mecanismo dosador em linha

37 Cilindros canelados Mecanismo dosador em linha

38 Rotor centrífugo Canhão centrífugo Difusor Quanto ao mecanismo dosador a lanço

39 Rotor centrífugo Mecanismo dosador a lanço

40 Canhão centrífugo Mecanismo dosador a lanço

41 Difusor Mecanismo dosador a lanço

42 Helicoidal Rotores dentados Discos horizontais rotativos Rotor vertical impulsor Correias ou correntes Cilindros canelados Dosadores de adubos

43 Parafuso sem fim colocado sob o depósito de adubo, com a quantidade determinada por um conjunto de engrenagens. Dosador de adubos helicoidal

44 Rotor montado no fundo do depósito que gira sobre uma placa de apoio que contém o orifício de saída do adubo. Dosador de adubos rotor dentado

45 Disco rotativo liso acoplado que gira contra uma lingüeta, que direciona o adubo para o orifício de saída. Dosador de adubos disco horizontal rotativo 1 – Disco 2 – Lingüeta raspadora 3 – Orifício de saída 4 – Base

46 Seções impulsoras que agitam e impulsionam o adubo para a janela de saída. Dosador de adubos rotor vertical impulsor 1 – Rotor 2 – Eixo 3 – Depósito

47 Trabalham no fundo do depósito dosando o material por meio de uma janela com abertura regulável Dosador de adubos por correias ou correntes

48 Dosador de adubos por cilindros canelados

49 Sulcos para deposição das sementes, adubos ou defensivos. Enxada Facão Discos Sulcadores

50 Utilizado em solos sem resíduos Sulcadores de enxada

51 Utilizado em solos sem resíduos Sulcadores de facão

52 Utilizado em solos com resíduos Sulcadores de discos Disco simples Disco duplo

53 Promover a interação solo-semente Evitar formação de crostas que impeçam a emergência Compactação do solo

54 Engrenagens Engrenagens e correntes Eixo Mistos Sistemas de acionamento

55 Engrenagens em contato permanente A rotação é variada pela alteração das mesmas Acionamento por engrenagens

56 Transmissão da rotação por correntes Compacto, maior número de combinações de transmissão Acionamento por engrenagens e correntes

57 Rotação gerada por um sistema coroa- pinhão e transmitida por um eixo Acionamento por eixo 1- Eixo 2- Pinhão 3- Coroa

58 Combinação de dois ou mais sistemas Sistema de dosagem das sementes acionado por um tipo e dosagem do adubo por outro. Acionamento misto


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