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1 O IMPACTO DA VIOLÊNCIA: A QUESTÃO NACIONAL E A QUESTÃO SOCIAL. DR. HUGO SPINELLI Seminário Internacional: Perspectivas de Enfrentamento dos Impactos.

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1 1 O IMPACTO DA VIOLÊNCIA: A QUESTÃO NACIONAL E A QUESTÃO SOCIAL. DR. HUGO SPINELLI Seminário Internacional: Perspectivas de Enfrentamento dos Impactos da Violência sobre a Saúde Pública 27 a 29 de novembro de 2007

2 2 ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA VIOLÊNCIA NA CONSTITUIÇÃO DA NAÇÃO ARGENTINA GUERRAS INTERNAS GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA. EXTERMINIO DA POPULAÇÃO AFRO-AMERICANA. TTE. GRAL. JULIO ARGENTINO ROCA, E A DENOMINADA CAMPANHA DO DESERTO ( ). A CRUEL LEI DE RESIDENCIA, A 4144, QUE SEPARAVA PARA SEMPRE AOS TRABALHADORES COMBATENTES DE SUAS FAMÍLIAS, EXPULSANDO-OS À EUROPA (1902). A REPRESSÃO FINAL DOS METALÚRGICOS DE VASENA, NA SEMANA TRÁGICA (1918). FUSILAMENTOS DE TRABALHADORES POR PARTE DE URIBURU (1931). O BOMBARDEIO DA PLAZA DE MAYO (1955) OS FUSILAMENTOS SEM JULGAMENTO POR ARAMBURU (1956). A NOITE DOS BASTONES LARGOS (1968) O ASSASINATO DE PRISIONEIROS EM TRELEW (1972). A DESAPARIÇÃO, TORTURAS E ROUBO DE CRIANÇAS, A MASSACRE DE ADOLESCENTES NA NOCHE DE LOS LÁPICES, OU JOGAR PRISIONEIROS AO MAR ( )

3 3 RAZÃO ENTRE DESAPARECIDOS PELO TERRORISMO DE ESTADO E MORTOS POR TODAS AS CAUSAS EM GRUPOS DE IDADE SELECIONADOS, CIUDAD DE BUENOS AIRES ANO 1976 GRUPO DE IDADE NÚMERO DE DESAPARECIDOS MORTES TOTAIS[i][i]RAZÃO ENTRE DESAPARECIDOS E MORTES TOTAIS Fonte: Elaboração propia a partir de dados da CONADEP e Estatísticas Oficiais do Ministerio de Salud de la Nación. [i][i] Vale aclarar que as cifras que mostra a categoria de mortes gerais estão incluidas as defunções por causas externas que incluem homicídios, suicídios e acidentes. A violência como problema de saúde pública:O terrorismo de Estado na Argentina

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5 5 Dos quais 21,4 milhões de pobres No país havía em outubro ,5 milhões eran indigentes Pobreza E 9,5 milhões de crianças e adolescentes vivian na pobreza 5,4 milhões eram indigentes

6 6 Evolução do Produto Bruto Interno e do nível de emprego Período Fuente: Ministerio de Economia, Secretaría de Política Económica PBI (en millones de pesos) Tasa de empleo

7 7 Evolução do mercado de trabalho Total de aglomerados urbanos. Outubro Em porcentagens Fuente: SIEMPRO, en base a datos de la EPH, INDEC. En porcentajes

8 8 Fuente: SIEMPRO, en base a datos de la EPH, INDEC. Evolução da pobreza e indigência na população Gran Buenos Aires. Outubro Em porcentagens En porcentajes

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13 13 FUENTE: Homicidios: Elaboración propia en base a datos de mortalidad de la Dirección de Estadística e Información de Salud - Ministerio de Salud, y a datos de población del Censo Nacional de Población, Hogares y Viviendas del año INDEC Pobreza e Indigencia: Encuesta Permanente de Hogares - INDEC

14 14 FUENTE: Homicidios: Elaboración propia en base a datos de mortalidad de la Dirección de Estadística e Información de Salud - Ministerio de Salud, y a datos de población del Censo Nacional de Población, Hogares y Viviendas del año INDEC Pobreza e Indigencia: Encuesta Permanente de Hogares - INDEC

15 15 RUPTURA CON LAS POLÍTICAS GUIADAS POR LOS DICTADOS DEL CONSENSO DE WASHINGTON. SE IMPULSA UNA POLÍTICA PROACTIVA CON UN MODELO DE DÓLAR ALTO, QUE DEFINE UNA FUERTE RECUPERACIÓN ECONÓMICA

16 16 EVOLUCIÓN DE LA POBLACIÓN POBRE E INDIGENTE EN PORCENTAJES. TOTAL AGLOMERADOS URBANOS Y GRAN BUENOS AIRES. OCTUBRE ° SEMESTRE 2006.

17 17 TAXAS DE MORTALIDADE POR HOMICIDIOS. PROVINCIA DE BUENOS AIRES Y CORDONES* DEL CONURBANO. 1980, 1991, PROVINCIA DE BUENOS AIRES ,13,08,59,2 7,25,35,2 2° CORDÓN , ,89,38,05,75.1 1° CORDÓN ,35,110, ,27,55,45,0

18 18 Fuente: Elaboración propia en base a Minujin A. (1999) y Presidencia de la Nación (2006) DESIGUALDAD EN EL INGRESO FAMILIAR. COEFICIENTE DE GINI

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20 20 A VIOLÊNCIA FOI UM DOS MEIOS PARA SUBMETER A QUESTÃO SOCIAL NA CONFORMAÇÃO DA NAÇÃO ARGENTINA DURANTE OS SÉCULOS XIX E XX (POVOS ORIGINAIS, MOVIMENTOS DE TRABALHADORES, MOVIMENTOS DE ESTUDANTES, MOVIMENTOS SOCIAIS, PROCESSOS DEMOCRÁTICOS, ETC.). NOS MILHÕES DE POBRES NÃO ASSISTIMOS SOMENTE A UM PROBLEMA DE INIQÜIDADE, ONDE A SOLUÇÃO SERIA UMA MELHOR DISTRIBUIÇÃO, MAS A OUTRA COISA DE MAIOR COMPLEXIDADE E GRAVIDADE, QUE É O PROCESSO DE EXCLUSÃO, ONDE A SOLUÇÃO JÁ NÃO RADICA NA DISTRIBUIÇÃO, PORÉM NA INCLUSÃO. ESSENCIALMENTE, HÁ UM RETORNO À IDÉIA DE NAÇÃO, QUASE COMO NO SÉCULO XIX. ESSA ÚLTIMA CONFIGURAÇÃO, CONSTRUÍDA HISTORICAMENTE, APRESENTA RISCOS CONFORME NÃO POSSAMOS CONSTRUIR CIDADANIA SOCIAL QUE INCLUA A TODOS E TODAS. ¿SERÁ A VIOLÊNCIA NESTE SÉCULO FUNCIONAL E, POR SUA VEZ, CONSTITUTIVA DO PROCESSO DE DESINTEGRAÇÃO DE NOSSAS NAÇÕES COMO FORMA DE RESOLUÇÃO DA QUESTÃO SOCIAL?


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