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Exemplos de morte por causa não-natural Exemplo 1 – masculino, 25 anos, pedreiro, estava trabalhando quando sofreu queda de andaime (altura correspondente.

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1 Exemplos de morte por causa não-natural Exemplo 1 – masculino, 25 anos, pedreiro, estava trabalhando quando sofreu queda de andaime (altura correspondente a dois andares). Foi recolhido pelo serviço de resgate e encaminhado ao hospital, onde fez cirurgia em virtude de traumatismo crânio encefálico. Morreu após três dias. Veja exemplo de preenchimento na DO

2 1) Um funcionário de uma loja de construção, ao arrumar os canos de PVC, feriu-se com um destes objetos que apresentava uma extremidade pontiaguda. Ao ser atendido pelo médico do pronto-socorro, foi realizada a sutura e prescrição de antibiótico e AINES. Quando estava sendo liberado, o funcionário perguntou se ele não poderia ficar de licença por alguns dias, pois o seu trabalho era dependente da mão ferida. O plantonista confirmou e preencheu a) um parecer médico. b) uma notificação médica. c) um atestado médico. d) um relatório médico.

3 3) Um médico ginecologista recebeu um relatório médico de um reumatologista a respeito da atual condição do surto mais recente de lúpus de uma paciente. Ao lê-lo, teve dúvidas a respeito de alguns sinais descritos no documento médico, e, em seguida, solicitou, através de um documento médico, a opinião de um outro especialista. O documento preenchido pelo ginecologista é um(a): a) Consulta médico-legal. b) Parecer médico-legal. c) Relatório médico-legal. d) Depoimento oral médico-legal.

4 4) Um médico do trabalho, em seu consultório particular, avalia as condições de LER-DORT de uma policial militar e preenche um documento médico para que a funcionária pública fique 10 dias afastada da sua rotina, enquanto realiza sessões de fisioterapia e toma os medicamentos indicados. Tal documento pode ser classificado, quanto ao conteúdo, como: a) Idôneo. b) Gracioso. c) Imprudente. d) Falso.

5 5) O documento médico-legal no qual existe a participação direta de um(a) escrivão(a) civil é: a) Auto médico. b) Laudo médico. c) Notificação médica. d) Parecer médico.

6 Lesão corporal: ofender a integridade corporal ou saúde de outrem (Art.129) Lesão corporal gravíssima: I - Incapacidade permanente para o trabalho; I - Incapacidade permanente para o trabalho; II - enfermidade incurável; II - enfermidade incurável; III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV - deformidade permanente; IV - deformidade permanente; V - aborto V - aborto

7 Lesão corporal de natureza grave I - Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; I - Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II - perigo de vida; II - perigo de vida; III - debilidade permanente de membro, sentido ou função; III - debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV - aceleração de parto IV - aceleração de parto Lesão corporal seguida de morte Se resulta morte e as circunstâncias evidenciam que o agente não quis o resultado, nem assumiu o risco de produzi-lo Se resulta morte e as circunstâncias evidenciam que o agente não quis o resultado, nem assumiu o risco de produzi-lo

8 Pré-existentes: A atira em B, B tomou veneno e morre Tentativa de Homicídio Concomitantes: A atira em B, B está infartando e morre do infarto Tentativa de Homicídio Supervenientes: A atira em B,B entra em casa e o teto cai e o mata Tentativa de Homicídio.

9 Violência:ação material ou pressão moral exercida contra uma pessoa, visando submetê-la a vontade de outrem Causa: resulta em lesão, responsável por, relação causa e efeito Concausa: agravamento ou melhora Pré-existentesConcomitantessupervenientes

10 Tipos de energias envolvidas no trauma: MecânicaFísicaFísico-químicaBioquímicaBiodinâmica

11 Traumatologia: energia de ordem mecânica Perfurantes cortantes e perfurocortantes: lesões e instrumentos

12 Instrumentos 1. DEFINIÇÃO: São aqueles que além de perfurar o organismo exercem lateralmente uma ação de corte. 2. INSTRUMENTOS: Facas, punhais, canivetes, baionetas etc. Classificação: a) Instrumento pérfuro-cortante de um só gume ou de um só bordo cortante: b) Instrumento pérfuro-cortante de dois gumes ou de dois bordos cortantes:.

13 Lesões Punctiformes ou punctórias: AberturaSangramentoGravidade Ferimento de saída e entrada

14 Feridas cortantes ou fusiformes: Regularidade das bordas e do fundo da lesão Ausência de de vestígios de ação traumática Hemorragia vultosa Comprimento predomina sobre sobre a profundidade Cauda de escoriação Perfil de aspecto regular

15 Regularidade das bordas e do fundo da lesão Ausência de de vestígios de ação traumática Hemorragia vultosa Comprimento predomina sobre sobre a profundidade Cauda de escoriação

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17 LEIS DE FILHÓS E LANGER a) PRIMEIRA lei de FILHOS: a ferida perfurante assume aspecto de casa de botão. b) SEGUNDA lei de FILHOS:as feridas em mesma região na qual as linhas de força tenham mesmo sentido o maior eixo das feridas tem mesma direção. Lei de Langer: na confluência de linhas de força assumem aspecto triangular.

18 Questão 01 Os instrumentos perfurantes produzem ferimentos de diâmetro: a)Do mesmo tamanho que o do próprio instrumento. b)Menor que o do próprio instrumento. c)Maior que o do próprio instrumento. d)Variável, dependendo da força aplicada. Questão 02 Um instrumento perfurante: a)Atua sempre por pressão sobre um ponto. b)Causa orifício de entrada com diâmetro maior que o de saída, quando transfixante. c)Causa lesão com maior diâmetro que profundidade. d)Não podem causar morte num indivíduo.

19 Questão 03 O instrumento vulnerante que age por pressão sobre um ponto, e é penetrante, recebe o nome de instrumento: a) Perfurante. b) Cortante. c) Contundente. d) Pérfuro-contundente. Questão 04 Um ferimento punctório, produzido por um objeto cilíndrico de ponta cônica, tem a forma elíptica. Tal fenômeno, que é uma reação vital, obedece às leis de: a) Langer e Filhós. b) Jellineck c) Litchtenberg d) Ambroise Paré

20 05)Enfurecido pelo ciúme, Iago cravou um punhal no peito de Desdemona, transfixando-lhe o coração. A infeliz personagem foi ferida por instrumento do tipo: A- Perfurante B- Cortante C- Contundente D- Pérfuro-cortante 06)São características de lesões produzidas por instrumento cortantes: A- Regularidade das bordas. B- Hemorragia quase sempre profusa. C- Predomínio do tamanho sobre a profundidade. D- Cauda de escoriação voltada para o lado onde terminou a ação do instrumento. E- Todas as alternativas estão corretas.

21 07)O Sr. Francisco foi agredido por um vizinho com um soco no olho esquerdo que lhe causou uma retinopatia, resultando na perda de visão do referido olho. Não houve alteração estética do globo ocular. Neste caso, o agente cometeu, segundo o artigo 129 do C.P.B., crime de lesão corporal de natureza: A- Leve B- Grave C- Gravíssima D- Seguida de morte E- Tentativa de homicídio culposo 08) A incapacidade permanente para o trabalho e o perigo de vida caracterizam, respectivamente, lesões corporais de natureza: A- Gravíssima e grave B- Leve e gravíssima C- Grave e gravíssima D- Gravíssima e leve

22 TRUMATOLOGIA: Contundente x Perfurocontudente Ação por um corpo de supérfície, as lesões mais comuns se formam e aparecem na superfície. Agem por pressão, explosão deslizamento, percussão, compressão, descompressão, distenssão, torção, fricção, contragolpe ou de forma mista. Contusão ATIVA: instrumento ou o meio se desloca. Contusão PASSIVA: o corpo humano está em movimento. BICONVERGENTES ou BIATIVAS: o corpo humano e instrumento estão em movimento.

23 1. DEFINIÇÃO: É todo instrumento ou objeto rombo capaz de agir traumaticamente sobre o organismo. 2. INSTRUMENTOS: SÓLIDO: pau, tijolo, mão de pilão LÍQUIDO: queda n'água, jato d'água GASOSO: jato forte de ar sobre pressão NATURAIS: mãos, pés, cabeça, chifres de boi etc. USUAIS: bengala, bastão, cacetete etc EVENTUAIS: pedra, martelo.

24 4. LESÃO CONTUSA: poderá ser superficial ou profunda, principais tipos: A) RUBEFAÇÃO: alteração vasomotora da região; dura cerca de duas horas no máximo; B) EDEMA: derrame seroso; C) ESCORIAÇÃO: perda traumática da epiderme (serosidade, gotas de sangue, crosta) devido deslizamento de objetos contundentes (atrito); D) EQUIMOSE: derrame hemático que infiltra e coagula nas malhas do tecido. E) HEMATOMA: acúmulo hemático entre tecidos moles (coleção de sangue). F) BOSSA: acúmulo hemático entre tecido mole e estrutura rígida (osso ou músculo de grande tensão). G) LUXAÇÃO: é o afastamento repentino e duradouro de uma das extremidades H) FRATURA: é a solução de continuidade, parcial ou total dos ossos submetidos à ação de instrumentos contundentes. I) FERIDAS.

25 RUBEFAÇÃO Pseudo eritema? 1h depois EDEMA Reação vascular caráter inflamatório

26 ESCORIAÇÃO Lesão epidérmica EQUIMOSE Hemácias e coagulação

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29 Espectro Equimótico de LEGRAND DU SAULLE

30 Equimose Hematoma Bossa

31 LUXAÇÃO

32 FRATURA

33 Forma, fundo e vertentes irregulares; Bordos escoriados; Descolamento da pele próxima; Ângulos obtusos; Hemorragia menor que na incisa; Pontes de tecido íntegro unindo as Margens; Conservação de nervos, tendões FERIDAS CONTUSAS

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35 1. DEFINIÇÃO: É todo agente traumático que ao atuar sobre o corpo, perfura-o e contunde simultaneamente. 2. INSTRUMENTO: Os instrumentos desta classe são, na maioria das vezes, os projeteis de arma de fogo. ARMA DE FOGO: São as peças constituídas de um ou dois canos, aberto numa das extremidades e parcialmente fechados na parte de trás, por onde se coloca o projétil. LESÃO PERFUROCONTUDENTE E ARMA DE FOGO

36 3. MECANISMO DE AÇÃO: O projétil desloca-se da arma graças a combustão da pólvora, quando ganha movimento de rotação propulsão, ao atingir o alvo atuam por pressão, havendo afastamento e rompimento das fibras. O alvo ode ser atingido por compressão de gases que acompanha o projétil.

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39 Lesão por arma de fogo: ferimento de entrada ferimento de saída e trajeto FERIMENTO DE ENTRADA: Encostado Curta distância A distância

40 FERIMENTO DE ENTRADA Orla de contusão: diferença derme x epiderme. Zona de enxugo: rotação do projétil e retirada de resíduos da combustão. Zona equimótica: mancha equimótica ao redor Da lesão. Zona de tatuagem: resíduos de pólvora. Zona de esfumaçamento: produto da pólvora que entrou em combustão. (falsa tatuagem). Zona de queimadura e chumascamento: pele queimada

41 ORLA DE CONTUSÃO E ENXUGO (ANEL DE FISH)

42 Zona de Tatuagem: É resultante da impregnação de partículas de pólvora incombustas que alcançam o corpo.

43 Zona de Esfumaçamento: É produzida pelo depósito de fuligem da pólvora ao redor do orifício de entrada.

44 Zona de Chamuscamento ou Queimadura: Tem como responsável a ação super aquecida dos gases que atingem e queimam o alvo.

45 Zona de Compressão de Gases: Vista apenas nos primeiros instantes no vivo. É produzida graças a ação mecânica dos gases, que acompanha o projétil quando atingem a pele.

46 Tiros encostados: Câmara de mina de Hoffmann Sinal de Benassi Halo fuliginoso

47 O sinal de Werkgaertner consiste no desenho da boca e da massa de mira do cano da arma na pele do examinado

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49 ORIFÍCIO DE SAÍDA

50 DISTÂNCIA DOS DISPAROS EM RELAÇÃO À PELE a) COM O CANO ENCOSTADO À PELE: todos os elementos do disparo foram para baixo da pele; orifício de entrada sinal de Pupper-Wertgaartner câmara de mina de Hoffmann. b) À QUEIMA-ROUPA, COM O CANO DA ARMA BEM PERTO DA PELE: orifício de entrada do projétil, zona de chamuscamento, zona de esfumaçamento ou negro de fumo, zona de tatuagem

51 c) À CURTA DISTÂNCIA: orifício de entrada do projétil, ausência de chamuscamento, esfumaçamento pouco ou quase ausente, tatuagem discreta. d) Á LONGA DISTÂNCIA: somente o projétil atinge a pele. LD MD CDQR 2 a 70 cm até 2 cm

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53 Sinal de Benassi: quando o tiro encostado é efetuado em um local onde existe osso em baixo, e a fumaça suja o mesmo. Sinal do Funil de Bonnet: quando o projétil atravessa um osso chato (exemplo: costela, esterno, etc.), ao entrar no mesmo provoca um orifício do mesmo diâmetro seu, mas ao sair, provoca um orifício bem maior, dando um aspecto de V invertido, ou de um funil. Sinal do Abrasão: quando o projétil atinge a pele de maneira oblíqua, provoca um atrito antes de penetrar na mesma, dando a ideia de como o mesmo atingiu a vítima.

54 Sinal do Abrasão

55 Traumatologia: energia de ordem física – temperatura, eletricidade, radioatividade, luz som, pressão atmosférica. TEMPERATURA: CALOR/FRIO FRIO: GELADURA Primeiro grau: Palidez ou rubefação local aspecto anserino da pele. Segundo grau: eritema, flictenas (bolhas) de conteúdo claro ou hemorrágico. Terceiro grau: crostas enegrecidas NECROSE. Quarto grau gangrena ou desarticulação. CALOR: Queimadura ( calor direto) Primeiro grau: eritema vasodilatação e pele íntegra ( sinal de Christinson – eritema, edema, e dor) Segundo grau: flictena- coleção líquida derme/epiderme Terceiro grau: escara, atinge planos além da pele facilmente infectadas menos dolorosas. Quarto grau: carbonização do plano ósseo.

56 Lesões causadas por calor. ERITEMA

57 1º grau – ERITEMA Apenas a epiderme é afetada Apenas a epiderme é afetada A coagulação fixa o eritema após a morte. A coagulação fixa o eritema após a morte.

58 2º grau – FLICTENA Caracterizado pela formação de vesículas, que suspendem a epiderme Caracterizado pela formação de vesículas, que suspendem a epiderme São constituídas do líquido amarelo-claro, transparente São constituídas do líquido amarelo-claro, transparente No cadáver em seus lugar se veem placas apergaminhadas ( pele ressecada transparência aumentada) No cadáver em seus lugar se veem placas apergaminhadas ( pele ressecada transparência aumentada) Pele apergaminhada

59 3º grau – ESCARAS: Formam manchas de cor castanha, ou cinza-amarelada, indicativas da morte da derme Formam manchas de cor castanha, ou cinza-amarelada, indicativas da morte da derme Deixam cicatrizes proeminentes Deixam cicatrizes proeminentes No cadáver, apergaminham-se No cadáver, apergaminham-se

60 CARBONIZAÇÃO QUEIMADURA DE 4º GRAU Particularizam-se pela carbonização do plano ósseo Particularizam-se pela carbonização do plano ósseo Pode ser total ou parcial Pode ser total ou parcial Ocorre redução do volume do cadáver Ocorre redução do volume do cadáver

61 ELETRICIDADE: natural ou artificial ELETRICIDADE NATURAL Fulminação: ação letal Fulguração: ação lesiva não letal Sinal de Lichtenberg ELETRICIDADE ARTIFICIAL OU INDUSTRIAL Eletroplessão: qualquer efeito causado por eletricidade industrial com ou sem êxito letal marca elétrica de jellinek MORTE POR ENERGIA ELÉTRICA Morte pulmonar: a tetanização dos músculo respiratórios e fenômenos vasomotores precede a parada cardíaca. Morte cardíaca: A corrente elétrica causa Fibrilição alternada a condução elétrica normal. Morte cerebral: hemorragia das meninges, hiperemia dos centros nervosos hemorragia e edema intracerebral 1200 volts morte é cerebral, bulbar e cardiorrespiratória 1200 a 120 volts tetanização respiratória e asfixia Abaixo de 120 volts fibrilação ventricular e parada cardíaca

62 FULGURAÇÃO: trata-se da ação não letal da eletricidade natural sobre o homem trata-se da ação não letal da eletricidade natural sobre o homem Sinal de Lichtemberg: lesão e aspecto arboriforme tendo por base fenômenos vasoativos

63 Lesão superficial produzida pela ação da eletricidade industrial, que corresponde ao local de entrada da corrente elétrica no corpo. A lesão tem a forma circular ou oval, bordas elevadas e endurecidas, cor branco- amarelada. Algumas vezes assume a forma do material condutor da eletricidade. SINAL DE JELLINEK ELETROPLESSÃO: SÍNDROME CAUSADA PORENERGIA INDÚSTRIAL OU NÃO ARTIFICIAL

64 ENERGIAS DE ORDEM FÍSICO-QUÍMICA 2. CONCEITO DE ASFIXIA: (A = não, SPHISIS = pulsar) TERMINAIS: conseqüentes a várias doenças que diminuem a área respiratória. Ex: Pneumonias agudas, edemas pulmonares, enfisemas, tumores, laringite diftérica etc. PRIMITIVAS: são aquelas em que o agente atua diretamente numa das partes do aparelho respiratório. Entende-se asfixia como a suspensão da função respiratória por qualquer causa que se oponha à troca gasosa, nos pulmões, entre o sangue e o ar ambiente. TERMINAL PRIMITIVA

65 CLASSIFICAÇÃO MÉDICO-LEGAL: a- Modificação Física do Meio: Confinamento ….. permanência de um ou mais indivíduos em ambiente fechado. líquido Afogamento sólido Soterramento gases Gases Tóxicos b – obstrução à passagem de ar(Constrição no Pescoço) : 1) Laço acionado pelo peso da vítima Enforcamento 2) Laço acionado por força externa Estrangulamento 3) Mãos do agressor Esganadura c) Obstrução das V.A.S Sufocação Direta d) Mau funcionamento da Caixa Torácica Sufocação indireta

66 ENERGIAS DE ORDEM FÍSICO-QUÍMICA ASFIXIA POR MODIFICAÇÃO DO MEIO modificação dos gases que ocupam o ar respirado Confinamento

67 ENERGIAS DE ORDEM FÍSICO-QUÍMICA Afogamento Soterramento Asfixia por gás em massa ASFIXIA POR MODIFICAÇÃO DO MEIO substituição de ar por: água, terra ou gás tóxico.

68 ENERGIAS DE ORDEM FÍSICO-QUÍMICA Enforcamento Estrangulamento Esganadura ASFIXIA POR CONSTRIÇÃO DO PESCOÇO


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