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PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE Enfª Lilian Lestingi Labbadia Maio/2010.

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1 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE Enfª Lilian Lestingi Labbadia Maio/2010

2 A primeira condição do hospital é não prejudicar o doente Florence

3 Enfermarias: antes e depois de Florence

4 FLORENCE NIGHTINGALE ( ) Primeiro modelo de melhoria continuada Rígidos padrões sanitários e cuidados de enfermagem Resultado das intervenções Taxa de mortalidade de 40% para 2% (Nogueira, 1996)

5 QUALIDADE E SEGURANÇA

6 Mundo... 5 milhões de vida - iniciativa voluntária para proteger os pacientes de incidentes e danos causados na assistência ao longo dos próximos dois anos (dez/ 2006 – dez/ 2008)

7 Campanha para salvar 5 milhões de vidas 5 Estratégias / 2005 Time de resposta rápida IAM cuidado seguro Farmacovigilância Prevenção de infecção de cateter venoso central Prevenção de infecção de sítio cirúrgico Prevenção de pneumonia por VM

8 Campanha para salvar 100 milhões de vidas Novas intervenções focadas na prevenção de danos / 2008 Prevenção de UPP Redução do MARSA ICC – cuidado seguro

9 Mundo... Organização Mundial de Saúde – OMS – resolução de Maio de 2000, com objetivo de tornar a segurança do paciente uma alta prioridade na agenda de políticas dos países membros ( Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations – JCAHO – EUA - estabelece o Programa Nacional de Metas para a Segurança do Paciente (National Patient Safety Goals), onde se definem 7 procedimentos para atenção especial dos profissionais em sua execução (www.jcaho.org) (www.jcrinc.com).www.jcaho.orgwww.jcrinc.com

10 Mundo... Agência Nacional para Segurança do Paciente (National Patient Safety Agency) – Reino Unido – fundada em Junho de 2000, estabelece áreas e procedimentos para monitoramento e ações de melhoria de desempenho pelas instituições de saúde (www.npsa.nhs.uk).www.npsa.nhs.uk Conselho para Segurança e Qualidade em Assistência à Saúde (Council for Safety and Quality in Healthcare) – Austrália – desenvolveu o sistema SHE – Sentinel Health Events – Eventos de Sentinelas em Saúde, onde se define uma lista nacional de eventos sentinela.

11 Institute of Medicine: To err is human (2000) 50% dos erros preveníveis 30% devido a negligência EUA, prioridade nacional: Meta: reduzir 50% dos erros em 5 anos

12 Custos dos Eventos Adversos Dados da Agência Nacional de Segurança do Paciente (NHS/UK) ( Dados apresentados na 20ª Conferencia da ISQua – Dallas – EUA – Nov/2003) Ocorrem em cerca de 11% das admissões/ano, o que equivale a eventos/ano. Custam aproximadamente 2 bilhões de libras/ano, com extras em dias de internação (cerca de 6 a 8 dias extras). 400 pessoas/ano morrem ou são seriamente lesadas em eventos causados por dispositivos médicos. Mais de 400 milhões de libras são gastas por ano em função de acordos judiciais por negligências clínicas. As infecções hospitalares adquiridas custam 1 bilhão de libra/ano.

13 Di che numeri stiamo parlando ? Agência Regional de Saúde –Veneza, 2005

14 Medicare Says It Wont Cover Hospital Errors New York Times – 21/08/2007 a partir de outubro de 2008, daqui a pouco mais de um ano, o Medicare - seguridade social governamental americana para os idosos - não mais pagará os hospitais por despesas decorrentes de algumas complicações adquiridas dentro do hospital.

15 "condições que podem ser razoavelmente prevenidas" Úlcera por pressão Lesões causadas por quedas Infecções relacionadas a cateteres venosos Infecções urinárias relacionadas a sondagem vesical Tratamento de pacientes nos quais foi esquecido objetos durante a cirurgia Complicações decorrentes de transfusões de sangue incompatível

16 ERROS - custo para a organização - grau de satisfação dos clientes (internos e externos) ACIDENTES - construídos passo a passo

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18 Falhas em sistemas, processos e condições que levam as pessoas a cometerem e não prevenirem. Falhas Ativas Falhas Latentes Perdas Risco Modelo do Queijo Suíço – James Reason

19 SEGURANÇA DO PACIENTE Identificação do Risco Prevenção do evento adverso Gerenciamento do evento adverso

20 Sete Passos para a Segurança National Patient Safety Agency / UK Criar uma cultura de segurança Liderar e apoiar o foco na segurança Desenvolver sistemas e processos para gerenciar os riscos Promover os relatos Comunicar com os pacientes e público Aprender e Compartilhar lições Implementar soluções de prevenção

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23 Rede Brasileira para a Segurança do Paciente Pólo São Paulo 10 passos para a Segurança do Paciente: Paciente envolvido com a própria segurança Identificação do paciente Higienização das mãos Segurança no preparo e administração de medicamentos e hemoderivados (ou injetáveis) Preparo para cirurgia segura: local correto Prevenção de queda Prevenção de úlcera por pressão Prevenção da retirada não programada de sondas, drenos e cateteres Comunicação efetiva interdisciplinar Segurança na utilização da Tecnologia

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25 Qualidade em Saúde?

26 QUALIDADE NA SAÚDE A OMS definiu Qualidade nos serviços de saúde como: Alto nível de excelência profissional; Uso eficiente de recursos; Mínimo de risco para o cliente; Alto grau de satisfação para o cliente; Impacto final na saúde. Genebra, 1981

27 QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE Busca instrumentalizar a organização de saúde de tal forma que seja assegurado ao cliente que toda organização estará voltada para maximizar os cuidados e benefícios e minimizar os riscos (inerentes à ação médico- terapêutica). (Gastal, 1992)

28 Características da Qualidade Qualidade objetiva – mensurável Qualidade intrínseca – melhores evidências científicas Custo – menor custo para o processo definido Segurança – processo seguro para o cliente, trabalhador e toda a sociedade Qualidade atrativa – algo a mais para garantir fidelidade do cliente Qualidade subjetiva – não mensurável Permite ao cliente perceber a qualidade objetiva no produto entregue, determinando satisfação e encantamento Couto, 2007

29 O que os atores desejam do serviços de saúde? 1. Que o serviço seja capaz de oferecer uma assistência segura. 2. Tecnicamente bem desenvolvida. 3. Profissionais preparados do ponto de vista técnico e humano. 4. Economicamente sustentável e viável. Gastal, 2006.

30 Museus, compras & cirurgias Revista da Folha, 24 agosto 2008 Para receber uma clientela exigente e disputada, SP começa acordar para a profissionalização do turismo médico... Recebido no aeroporto de Guarulhos por um funcionário da Prime, logo no desembarque, ele ganhou um celular habilitado para uso exclusivo durante a temporada turístico hospitalar...

31 AUDIO | exibição: 31/01/2009 | site: CBN Complexos hospitalares com projeção internacional, atendimento diferenciado e preços competitivos: estes são os atrativos oferecidos pela medicina brasileira

32 Processos de qualificação e avaliação de serviços de saúde Acreditação Hospitalar Controle de Qualidade Hospitalar (CQH) Prêmio Nacional de Gestão em Saúde (PNGS) Joint Comission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) CCHSA - Accreditation Canada Magnet Recognition Program (ANA) Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ) Prêmio Qualidade do Governo Federal (PQGF) ISO 9001 – ISO 14000

33 ACREDITAÇÃO Método ou processo de avaliação dos recursos de uma instituição de saúde. Utiliza padrões definidos. Visa garantir a segurança e qualidade da assistência.

34 ACREDITAÇÃO França, Itália e Escócia Obrigatório!

35 OBJETIVO DA ACREDITAÇÃO Dotar as instituições de saúde de instrumentos e ferramentas cujos padrões possibilitem melhorar a qualidade e desempenho dos serviços prestados. Seminário Internacional - ANS 2009

36 ISO International Standardization of Organizations

37 O que é ISO? Normas internacionalmente reconhecidas; Requisitos para produto ou serviços com qualidade; Foco nas expectativas do cliente; Boas práticas gerenciais;

38 Família ISO ISO 9001 – estabelece o conjunto de ações preventivas necessárias para garantir a qualidade de um produto após as fases de projeto, desenvolvimento, produção, instalação e serviços associados; ISO – sistema de gestão ambiental – define de uma forma geral o que uma empresa deve fazer para diminuir o impacto das suas atividades no meio ambiente.

39 ISO requisitos Requisitos gerais Requisitos de documentação Responsabilidades da direção Gestão de recursos Realização do produto Medição, análise e melhoria

40 Instituições de saúde certificadas Laboratórios de análises clínicas Banco Sangue Hospitais Suprimentos HIAE (Farmácia Clínica, Central e Satélites, Central de Materiais e Esterilização)

41 CQH PROGRAMA DE CONTROLE DE QUALIDADE DO ATENDIMENTO MÉDICO-HOSPITALAR

42 CQH - critérios Perfil Liderança Estratégias e planos Clientes Sociedade Informações e conhecimento Pessoas Processos Resultados

43 Hospitais selados – 18 (jan /10) Centro Médico Campinas (Campinas) Hospital Alvorada - Moema (São Paulo) Hospital de Aeronáutica de São Paulo (São Paulo) Hospital do Servidor Público Municipal (São Paulo) Hospital e Maternidade Alvorada - Santo Amaro (São Paulo) Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama (Santo André) Hospital e Maternidade São Cristóvão (São Paulo) Hospital Estadual Mário Covas de Santo André (Santo André) Hospital Geral de Guarulhos (Guarulhos - SP) Hospital Geral de Itapecerica da Serra – SECONCI Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros (São Paulo) Hospital Municipal Maternidade-Escola Vila Nova Cachoeirinha "Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva" (São Paulo) Hospital Paulo Sacramento (Jundiaí) Hospital Policlin - Nove de Julho (São José dos Campos) Hospital Santa Cruz (São Paulo) Hospital Sepaco (São Paulo) Hospital Vera Cruz (Campinas)

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45 JCAHO Joint Comission on Accreditation of Health Care Organizations

46 JCAHO JCAHO – criada em 1950 JC Internacional – americana – criada em 1999 Brasil – Consórcio Brasileiro de Acreditação – 2000 Hospitais, laboratórios de análises clínicas, assistência domiciliária e serviços de transportes médicos

47 Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar do CBA/JCI Funções Voltadas para os Pacientes Funções Voltadas para a Organização

48 JCAHO - critérios Acesso e continuidade do cuidado Direito dos pacientes e familiares Avaliação do paciente Cuidados ao paciente Educação dos pacientes e familiares Melhoria da qualidade e segurança dos paciente Prevenção e controle de infecções Governo, Liderança e Direção Gerenciamento do ambiente hospitalar e segurança Educação e qualificação de profissionais Gerenciamento da informação

49 Hospitais certificados – 20 (jan/ 10) HIAE HAOC Hospital São Vicente de Paulo Hospital Moinhos de Vento Hospital Samaritano Clínica São Vicente da Gávea Hospital do Coração (HCOR) Hospital da Amil (3) Hospital Sírio Libanês Hospital Copa D´or Hospital do Câncer - Instituto Nacional do Câncer (3) Pronep Casa de Saúde Laranjeiras HEMORIO

50 Magnet Recognition Program (ANA)

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52 MAGNET American Nurses Credentialing Center (ANCC) Reconhecer as organizações de saúde que possuem Serviços de Enfermagem de Excelência HIAE

53 Magnet – 14 padrões Planejamento estratégico da enfermagem / liderança Estrutura organizacional Estilo de gestão Políticas de pessoal Modelos profissionais de atendimento Qualidade de atendimento Qualidade do cuidado Consultas e pesquisas Autonomia Parcerias dos serviços com a comunidade Enfermeiros como professores Imagem da enfermagem Relacionamento interdisciplinar Desenvolvimento profissional

54 Canadian Council on Health Services Accreditation (CCHSA)

55 CCHSA - critérios Planejamento estratégico Foco no cliente Liderança Compromisso com a qualidade Desenvolvimento de pessoas Trabalho em equipe - times...

56 Hospitais certificados Hospital Barra D´or - Rio de Janeiro Hospital Quinta D´or - Rio de Janeiro Hospital Santa Catarina - São Paulo Hospital Vita Curitiba - Curitiba

57 PNQ, PNGS, PQGF Prêmio Nacional da Qualidade

58 Critérios - excelência na gestão Liderança Estratégias e planos Clientes Sociedade Informações e conhecimento Pessoas Processos Resultados

59 Hospitais certificados PNQ – Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (2002) PQGF – HCPA (1998), HEMORIO (2001), HEMORIO (2002)

60 Vencedoras do PNGS HOSPITAL GERAL DE PEDREIRA. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo HOSPITAL BRASÍLIA - LAF EMPRESA DE SERVIÇOS HOSPITALARES. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo HOSPITAL VERA CRUZ. Finalista do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo INSTITUTO BIOCOR. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Ouro, na Categoria Hospitais - Ciclo INSTITUTO DA CRIANÇA DO HCFMUSP. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo HOSPITAL BRASÍLIA - LAF EMPRESA DE SERVIÇOS HOSPITALARES. Finalista do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo

61 HOSPITAL SEPACO - SÃO PAULO. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo INSTITUTO DE RADIOLOGIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Clínicas de Especialidades Médicas - Ciclo INSTITUTO CENTRAL DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata - Ciclo LABORATÓRIO NABUCO LOPES. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata - Ciclo LOUREIRO ANÁLISES CLÍNICAS LTDA. Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata - Ciclo LABORATÓRIO WEINMANN Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Ciclo

62 SISTEMA BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO/ONA

63 Organização Nacional de Acreditação / ONA 1997 – proposta do Ministério da Saúde 1998 – elaborada a versão "Manual de Acreditação de Hospitais e piloto em 17 hospitais Órgão Nacional de Acreditação 2000 – 1ª avaliação de hospital 2001 – reconhecimento nacional portaria nº 538/MS 2002 – parceria ANVISA

64 Organização Nacional de Acreditação / ONA Laboratórios de análises clínicas, Farmácias Magistrais, Serviços Ambulatoriais / Terap / Pronto Atend., Serviços de Assistência Domiciliar, Serviços de Hemoterapia, Serviços de Lavanderia Hospitalar, Serviços de Nefrologia e Terapia R. Substitutiva, Serviços de Radiologia / Diag. por Imagem / Radioterapia e Medicina Nuclear, Serviços Hospitalares

65 SEÇÕES DO MANUAL DE ACREDITAÇÃO Serviços de Atendimento ao Cliente/Paciente Liderança e Administração Serviços de Apoio Administrativo e Infra-Estrutura Serv. de Apoio Técnico e Abastecimento Ensino e Pesquisa Serv. Profissionais e Org. da Assistência Serv. de Apoio ao Diagnóstico

66 OS PADRÕES NÍVEL 1 ATRIBUTO GERAL: Segurança (estrutura) NÍVEL 2 ATRIBUTO GERAL: Organização (processos) NÍVEL 3 ATRIBUTO GERAL: Práticas de Gestão e Qualidade (resultados)

67 MANUAL BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO DE OPSS – VERSÃO de novembro de 2010 Avaliação, diagnóstico ou manutenção !

68 Acreditação Hospitalar / ONA (Resultados)EXCELÊNCIA (Processos)ORGANIZAÇÃO (Estrutura)SEGURANÇA NÍVEL 1 NÍVEL 2 NÍVEL 3

69 PADRÃO DE NÍVEL 1 ATRIBUTO GERAL: SEGURANÇA (ESTRUTURA) PRINCÍPIOS ORIENTADORES: Habilitação do corpo funcional; Segurança para o paciente, atenção aos requisitos normativos e de estrutura para a organização segura da assistência; Estrutura básica (recursos) configurada, existente e orientada em conformidade com uma execução consistente com a sua finalidade/complexidade/missão e, Gerenciamento e controle de riscos.

70 Folha de S Paulo - 25/12/ h45 Incêndio atinge Hospital das Clínicas Pacientes da UTI e do ambulatório foram transferidos para a Santa Casa e Incor. Alguns deles tiveram de aguardar transporte na calçada...

71 Jornal Folha de São Paulo 15/01/ h13 Segundo a ONA (Organização Nacional de Acreditação), empresa que confere certificado de qualidade hospitalar, 90% dos grandes hospitais brasileiros, inclusive os particulares, não têm o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Para obter a certificação, os hospitais precisam se adaptar às normas de segurança...

72 PADRÃO DE NÍVEL 2 ATRIBUTO GERAL: ORGANIZAÇÃO (PROCESSOS) PRINCÍPIOS ORIENTADORES: Existência de normas, rotinas e procedimentos documentados, disponíveis e atualizados; Evidências de introdução e utilização de uma lógica de melhoria de processos nos procedimentos médicos e assistenciais; Evidências de modelo organizacional e de processos orientados para a satisfação do cliente (paciente).

73 PADRÃO DE NÍVEL 3 ATRIBUTO GERAL: PRÁTICAS DE GESTÃO E QUALIDADE (RESULTADOS) PRINCÍPIOS ORIENTADORES: Evidências de ciclos de melhoria em todas as áreas, com impacto sistêmico na organização; Sistema de informação institucional, baseado em indicadores operacionais, econômicos e de qualidade, com comparações com referenciais externos e evidências estatísticas de melhoria nos resultados institucionais; Sistema de verificação da satisfação dos clientes (internos e externos), evidências objetivas do impacto do programa institucional de qualidade e produtividade.

74 POSSÍVEIS RESULTADOS NÃO ACREDITADO ACREDITADO ACREDITADO PLENO ACREDITADO COM EXCELÊNCIA

75 Processamento de Materiais e Esterilização

76 Abastecimento e Apoio Logístico MBAH 2010 Processamento de Materiais e Esterilização Processamento de Roupas Armazenamento e Transporte Higienização Gestão de Segurança

77 Processamento de Materiais e Esterilização Atividades destinadas ao preparo, esterilização, guarda e distribuição de instrumental, órteses, próteses e materiais especiais, equipamentos e materiais para a organização.

78 Requisitos do Padrão – Nível 1 MBAH 2010 Sistema de registro e validação do processo de esterilização; Gerencia a demanda do processo de esterilização; Mecanismos e validação de protocolos de ratreabilidade; Gerencia o estoque de instrumental; Monitora a integridade de instrumentais, materiais e equipamentos esterilizados;

79 Requisitos do Padrão – Nível 1 MBAH 2010 Sistema de controle da esterilização e validade dos materiais; Gerencia riscos assistenciais, sanitários, ambientais, ocupacionais e de responsabilidade civil; Define monitora e documenta o processo; Monitora a qualidade da água; Gerencia os resíduos.

80 Acreditação Padrões e critérios Como fazer??? Foco - segurança dos processos Referências, melhores evidências...

81 Orientações Gerais para Central de Esterilização Série A Normas e Manuais Técnicos, n.108 Brasília, DF Abril de 2001

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83 Indicadores de calidad de la central de esterilización verificación de la efectividad del proceso de esterilización tiempo de caducidad de la esterilización empaque adecuado del material a esterilizar seguridad en la central de esterilización satisfacción del cliente interno

84 Indicadores de calidad de la central de esterilización reuso de dispositivos médicos de un solo uso riesgos laborales (físicos, químicos, biológicos, ergonómicos) manejo de residuos

85 Criterio de tiempo de caducidad de la esterilización Todo producto esterilizado ha de llevar impreso el tiempo de caducidad de la esterilización. Debe ser mínimo el material que requiera ser reesterilizado por haber caducado el tiempo.

86 N° de productos reesterilizados por superar el tiempo de caducidad. _______________________________ x 100 N° total de productos que se esterilizan Estándar de calidad: menor 1% Indicador – Fórmula e Meta

87 SUZIMAR DE FÁTIMA BENATO Dissertação de Mestrado Faculdade de Medicina de Botucatu / 2008 AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHO DOS CENTROS DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO DOS HOSPITAIS PÚBLICOS ACREDITADOS DO ESTADO DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO.

88 Hospitais Públicos Acreditados do Estado de São Paulo Objetivo de descrever e analisar os processos de trabalho dos CMEs Resultados: não foram encontradas muitas diferenças entre os hospitais, mesmo estes possuindo níveis de certificação diferentes, mas foram identificadas inadequações nos processos de trabalho dos CMEs, bem como no próprio programa de Acreditação, que não possui critérios específicos e claros para cada dimensão e nível propostos.

89 Hospitais oferecem quartos vips para pacientes! Com serviços comparados a hotéis cinco estrelas, diárias chegam a custar 1500 reais 12/05/2010 – Revista Veja

90 Hospital dá ácido no lugar de sedativo 8/5/2010 – Jornal Folha de São Paulo SEGUNDO O HOSPITAL, CADA PRODUTO RETIRADO DA FARMÁCIA PASSA POR TRÊS CONFERÊNCIAS. PARA EVITAR OUTRO PROBLEMA, A EMBALAGEM DO ÁCIDO RECEBEU UM AVISO DE ALERTA.

91 Obtenção do certificado pela OPSS... Não permite garantir a entrega de produto com qualidade Existem naquela empresa uma estrutura e funções dedicadas à busca da qualidade Couto, 2007

92 a assistência médica-hospitalar é uma das mais inseguras atividades humanas... To Err is Human, 2000

93 Obrigada!!

94 Referências bibliográficas Innocenzo, M. Indicadores, auditorias e certificações: ferramentas de qualidade para gestão em saúde. Martinari, Feldman, Liliane Bauer; Cunha, Isabel Cristina Kowal Olm. Identificação dos critérios de avaliação de resultados do serviço de enfermagem nos programas de acreditação hospitalar. Rev Lat Am Enfermagem;14(4): , jul.-ago Lima, Suzinara Beatriz Soares de; Erdmann, Alacoque Lorenzini. A enfermagem no processo da acreditação hospitalar em um serviço de urgência e emergência. Acta paul. enferm;19(3): , jul.-ago Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acreditação: a busca pela qualidade nos serviços de saúde. Rev. Saúde Pública vol.38 no.2 São Paulo Apr Feldman, Liliane Bauer; Gatto, Maria Alice Fortes; Cunha, Isabel Cristina Kowal Olm. História da evolução da qualidade hospitalar: dos padrões a acreditação. Acta paul. enferm;18(2): , abr.-jun Couto, Renato Camargo; Pedrosa, Tania Moreira Grillo Hospital - Acreditação e Gestão Em Saúde. GUANABARA KOOGAN Joint Commission Resources. Gerenciamento do corpo assistencial. Artmed M. Sekimoto, Y. Imanaka, H. Kobayashi, T. Okubo, J. Kizu, H. Kobuse, H. Mihara, N. Tsuji, A. Yamaguchi. Impact of hospital accreditation on infection control programs in teaching hospitals in Japan American Journal of Infection Control, Volume 36, Issue 3, Pages Campos, LI.Impacto da implantação do sistema de gestão da qualidade em hospitais acreditados com excelência pelo Sistema Brasileiro de Acreditação ONA. Tese de Mestrado / UFMG, 2008.


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