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Introdução a Óptica. Professor Antenor Óptica Geométrica Óptica geométrica: descreve os fenômenos luminosos através da geometria, sem se preocupar com.

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2 Introdução a Óptica. Professor Antenor

3 Óptica Geométrica Óptica geométrica: descreve os fenômenos luminosos através da geometria, sem se preocupar com o que é a luz. Óptica física: estuda qual a natureza da luz (sua origem e o que ela é). Óptica fisiológica: estuda basicamente o olho humano, seu funcionamento e defeitos. Teoria corpuscular da luz: estuda a luz como se ela fosse formada por pequenas partículas (corpúsculos) denominadas fótons.

4 Óptica Geométrica Corpo luminoso: são os corpos que emitem luz própria. Exemplo: o Sol, as estrelas, a chama de uma vela, etc. Corpo iluminado: são os corpos que refletem a luz que recebem a luz de outros corpos Corpos opacos: são os corpos que impedem a passagem da luz.

5 Óptica Geométrica Corpos transparentes: são os corpos que se deixam atravessar totalmente pela luz. Corpos translúcidos: permite que parte da luz o atravesse, porém de forma desordenada (ela sofre muitos desvios em seu interior).

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8 Fontes de luz Fontes de luz primária. (corpo luminoso) Fontes de Luz secundaria.(corpo iluminado) Fonte de Luz puntiforme(pontual):quando seu tamanho aparente pode ser desprezado, ou seja, podemos considera-la como se fosse um ponto. Exemplo: a chama de uma vela observada a 20m de distância. Fonte de Luz Extensa:quando seu tamanho aparente não pode ser desprezado, e conseqüentemente não se parece com um ponto. Exemplo: a chama de uma vela observada de perto, a uns 20cm de distância.

9 Princípios da óptica geométrica Princípio da propagação retilínea da luz Princípio da reversibilidade na trajetória da luz Princípio da independência dos raios (ou pincéis) de luz

10 Propagação Retilínea

11 R eversibilidade da luz O caminho seguido pela luz independe do sentido de propagação.

12 independência dos raios (ou pincéis) de luz Um raio de luz, ao cruzar com outro, não interfere na sua propagação.

13 Não é o que lhe parece Ilusão de óptica ! O que você vê nem sempre é o que você pensa que é. Aprendemos a perceber ou entender o que estamos olhando. E ficamos acostumados a como as coisas devem ser. Algumas vezes, porém, nosso cérebro capta pistas falsas. Outras vezes nossos cérebros preenchem os pedaços que faltam. Nossos cérebros provocam ilusões de óptica em ambos os modos. A ilusão de óptica que você mais vê é a televisão. As imagens da TV não estão em movimento. A televisão é, na verdade, um conjunto de imagens estáticas que aparentam movimento quando mostradas muito rapidamente.

14 LARANJA ROSA CINZA VERDE BRANCO AZUL MARROM PRETO VERMELHO AZUL PRETO ROSA AMARELO CINZA LARANJA PRETO VERDE MARROM BRANCO

15 O nosso cérebro De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa.

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20 Sombra e Penumbra

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22 Movimento da lua(ciência) inspirou o satélite(tecnologia)

23 Eclipses SOLAR( Total ou Parcial) LUNAR (Total ou Parcial) Em astronomia, eclipse (do grego ékleipsis, "desaparecimento") é o obscurecimento temporário, parcial ou total, de um corpo celeste por outro. Produz-se quando três objetos celestes colocam-se em posição alinhada.

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26 Seqüência de fotos do eclipse total do Sol 11 de agosto de 1999, França.

27 Câmara Escura

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30 A CÂMARA ESCURA DE ORIFÍCIO A CÂMARA ESCURA DE ORIFÍCIO Baseia-se também no princípio da propagação retilínea da luz.

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32 Da figura temos uma semelhança entre os triângulos de onde é válida a relação : Da figura temos uma semelhança entre os triângulos de onde é válida a relação : hd D = H D = Distância do objeto d = Distância da imagem H =Altura do objeto h =Altura da imagem D = Distância do objeto d = Distância da imagem H =Altura do objeto h =Altura da imagem ONDE: ONDE:


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