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ÉTICA NORMATIVA.

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Apresentação em tema: "ÉTICA NORMATIVA."— Transcrição da apresentação:

1 ÉTICA NORMATIVA

2 [1] DETERMINAR EM QUE CONSISTE A MORAL
[1] DETERMINAR EM QUE CONSISTE A MORAL. [2] PRECISAR QUAIS SÃO OS BENS E AS REGRAS QUE DEVEM GUIAR A AÇÃO.

3 [3] DETERMINAR OS CRITÉRIOS E PRINCÍPIOS PARA ESTABELECER OS JUÍZOS MORAIS. [4] JUSTIFICAR E FUNDAMENTAR A MORAL.

4 ORIENTAÇÃO DA CONDUTA: • BEM • DEVER - NORMA

5 TEORIAS ÉTICAS: TEORIAS DA OBRIGAÇÃO MORAL • ESTABELECEM O QUE DEVEMOS FAZER (QUAL É NOSSA OBRIGAÇÃO MORAL), ORIENTANDO-NOS PARA UMA DETERMINADA AÇÃO NUMA SITUAÇÃO PARTICULAR.

6 OBRIGAÇÃO MORAL: • É AQUILO QUE DO PONTO DE VISTA MORAL ESTAMOS OBRIGADOS A FAZER

7 OBRIGAÇÃO : [1] NÃO DECORRE DE UM DETERMINISMO CAUSAL: CIRCUNSTÂNCIA
OBRIGAÇÃO : [1] NÃO DECORRE DE UM DETERMINISMO CAUSAL: CIRCUNSTÂNCIA. [2] NÃO DECORRE DE QUALQUER TIPO DE COAÇÃO : EXTERNA / INTERNA.

8 ESCOLHA LIVRE : ATO A: CUMPRIR UMA PROMESSA. ATO B: FICAR EM CASA.

9 MODELOS : TELEOLÓGICO: FINALIDADE DEONTOLÓGICO: DEVER

10 CONSEQÜENCIALISMO TEORIAS TELEOLÓGICAS: TELOS --- FINALIDADE
VALOR DA AÇÃO: DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DAS CONSEQÜÊNCIAS QUE A AÇÃO PRODUZ.

11 AÇÃO É BOA: BOAS CONSEQÜÊNCIAS AÇÃO É RUIM: MÁS CONSEQÜÊNCIAS
AÇÕES: AÇÃO É BOA: BOAS CONSEQÜÊNCIAS AÇÃO É RUIM: MÁS CONSEQÜÊNCIAS

12 CASO: POLICIAL ATIRADOR DE ELITE. AÇÃO DO POLICIAL:
É BOA E BENÉFICA SE TRAZ BOAS CONSEQÜÊNCIAS. • SALVA VIDAS • DIMINUI O SOFRIMENTO GERAL

13 AÇÃO VALOR MORAL BOA --- MÁ RESULTADOS

14 REGRA GERAL: MAIOR BEM PARA O MAIOR NÚMERO
UTILITARISMO REGRA GERAL: MAIOR BEM PARA O MAIOR NÚMERO

15 DEVEMOS FAZER AQUILO QUE PRODUZA OS MELHORES RESULTADOS PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS AFETADAS POR NOSSA AÇÃO.

16 1. UTILITARISMO DE ATO EM CADA SITUAÇÃO PARTICULAR DEVEMOS DETERMINAR QUAIS AS CONSEQÜÊNCIAS DE NOSSA AÇÃO E DECIDIR PELO ATO QUE PRODUZA O MAIOR BEM PARA O MAIOR NÚMERO.

17 ATO COM REGRAS, ADMITE EXCEÇÕES AS REGRAS
• HEDONISMO ATO PURO • PLURALISMO ATO COM REGRAS, ADMITE EXCEÇÕES AS REGRAS

18 VISA PRODUZIR A FELICIDADE
HEDONISMO JEREMY BENTHAM AÇÃO HUMANA: VISA PRODUZIR A FELICIDADE FELICIDADE ---- PRAZER INFELICIDADE ---- DOR

19 REGRA: AÇÃO MORALMENTE BOA: QUANDO PRODUZ MAIOR PRAZER E/OU MENOS DOR PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS

20 INCIDE SOBRE OS RESULTADOS DO ATO
VALOR MORAL DA AÇÃO: • PRODUZ MAIOR PRAZER • PRODUZ MENOS DOR AVALIAÇÃO: INCIDE SOBRE OS RESULTADOS DO ATO

21 AGENTE COM BOA INTENÇÃO:
DISTINÇÃO: VALOR DA AÇÃO ---- VALOR DO AGENTE AGENTE MAU: AÇÃO BOA AGENTE COM BOA INTENÇÃO: AÇÃO É MÁ EM FUNÇÃO DO RESULTADO

22 CÁLCULO HEDONISTA: • SERVE PARA AVALIAR A AÇÃO.
• QUANTIFICA O PRAZER – DOR, COMO UNIDADES NUMÉRICAS.

23 • QUANTIDADE DE PRAZER RESULTANTE • QUANTIDADE DE DOR RESULTANTE
CÁLCULO DA AÇÃO RELAÇÃO ENTRE: • QUANTIDADE DE PRAZER RESULTANTE • QUANTIDADE DE DOR RESULTANTE

24 AÇÃO BOA: • MENOR DOR • MAIOR PRAZER AÇÃO MÁ: • MAIOR DOR • MENOR PRAZER

25 OBJEÇÕES: [1] CÁLCULO DE CADA AÇÃO É DIFÍCIL
• MERCADO [2] QUANTIFICAR PRAZER - DOR • SENTIMENTOS SUBJETIVOS [3] CONDUZ À RESULTADOS ABSURDOS

26 ATO (A) – ATO (B) : PRODUZEM O MESMO BEM:
• (A): GERA INJUSTIÇA • (B): NÃO MAS SE PRODUZEM O MESMO RESULTADO NUMÉRICO DE PRAZER, PODEMOS ESCOLHER QUALQUER UM.

27 PLURALISMO JOHN STUART MILL
• NÃO RESTRINGE AS CONSEQÜÊNCIAS, SOMENTE, AO PRAZER – DOR. • ACEITA ALGUMAS REGRAS PRÁTICAS ÚTEIS QUE ADMITEM EXCEÇÕES.

28 • PRAZERES INFERIORES: FÍSICOS • PRAZERES SUPERIORES: INTELECTUAIS
DISTINÇÃO: • PRAZERES INFERIORES: FÍSICOS • PRAZERES SUPERIORES: INTELECTUAIS

29 O CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA AÇÃO QUALITATIVO

30 • CONHECIMENTO – IGNORÂNCIA
QUALIDADES: • PRAZER – DOR • CONHECIMENTO – IGNORÂNCIA • VIRTUDE – VÍCIO • AMIZADE – INIMIZADE

31 • AÇÃO INDIRETA • REGRA ÚTIL (NÃO ROUBAR) (NÃO MENTIR) • HÁ EXCEÇÃO
REGRAS: • AÇÃO INDIRETA • REGRA ÚTIL (NÃO ROUBAR) (NÃO MENTIR) • HÁ EXCEÇÃO

32 CASO DA CELA: OPÇÃO A: VIVER O RESTO DA VIDA USUFRUINDO TODOS OS PRAZERES INFERIORES. OPÇÃO B: VIVER O RESTO DA VIDA USUFRUINDO PRAZERES SUPERIORES.

33 OPÇÃO A: VIVER NA MATRIX ALIENADO. OPÇÃO B: VIVER NO NABUCODONOSSOR.
CASO DA MÁQUINA: OPÇÃO A: VIVER NA MATRIX ALIENADO. OPÇÃO B: VIVER NO NABUCODONOSSOR.

34 CONDENAÇÃO DE UM INOCENTE RESULTA PARA O BEM DA MAIORIA
CASO DO JULGAMENTO: CONDENAÇÃO DE UM INOCENTE RESULTA PARA O BEM DA MAIORIA

35 2. UTILITARISMO DE REGRA SELECIONA UM SISTEMA DE REGRAS QUE DEVEM SER SEGUIDAS REGRAS: MÁXIMO BEM --- MAIOR NÚMERO

36 AVALIAÇÃO DO ATO SEGUNDO UMA REGRA • REGRAS SEM EXCEÇÃO

37 MELHORES CONSEQÜÊNCIAS DO ATO
UTILITARISMO DE ATO: MELHORES CONSEQÜÊNCIAS DO ATO UTILITARISMO DE REGRAS: MELHORES CONSEQÜÊNCIAS DAS REGRAS

38 AJUDAR OUTRAS PESSOAS EM CASO DE GRANDE NECESSIDADE
DIFICULDADE: CONFLITO DE REGRAS: • REGRA1: CUMPRIR COMPROMISSOS • REGRA 2: AJUDAR OUTRAS PESSOAS EM CASO DE GRANDE NECESSIDADE

39 NÍVEL 1: REGRAS UTILITÁRIAS
DOIS NÍVEIS DE REGRAS: NÍVEL 1: REGRAS UTILITÁRIAS • NÃO MENTIR • CUMPRIR PROMESSAS • AJUDAR OS OUTROS • PAGAR DÍVIDAS • RESPEITAR A VIDA HUMANA

40 REGRA 2 É MAIS IMPORTANTE QUE A REGRA 1
NÍVEL 2: REGRAS SOBRE REGRAS ESTABELECE: VALOR E PRECEDÊNCIA DAS REGRAS PORTANTO: REGRA 2 É MAIS IMPORTANTE QUE A REGRA 1

41 OBJEÇÃO 1: CASO DA CAVERNA: • PROCEDIMENTO CORRETO
• VIOLA A REGRA DE NÃO MATAR UM SER HUMANO

42 OBJEÇÃO 2: CASO DO PORTADOR DE UM VÍRUS:
• PROCEDIMENTO CORRETO – SALVAR A HUMANIDADE • VIOLA A REGRA DE NÃO MATAR UM SER HUMANO

43 REGRA • MÁXIMO BEM • MAIOR NÚMERO
CONFLITO: REGRA • MÁXIMO BEM • MAIOR NÚMERO

44 REGRA 1: REGRA 2: • TRAZ MAIOR BEM • MENOS BENEFÍCIOS • TRAZ MENOR BEM
• MAIS BENEFÍCIOS


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