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Cistos Não Odontogênicos São formados a partir de inclusões epiteliais nas linhas de fusão dos processos embrionários que dão origem ao processo maxilomandibular.

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2 Cistos Não Odontogênicos São formados a partir de inclusões epiteliais nas linhas de fusão dos processos embrionários que dão origem ao processo maxilomandibular. Eles incluem cistos nasopalatinos ou do canal incisivo, cisto da papila incisiva, cisto globulomaxilar, cisto palatal mediano, cisto alveolar mediano, cisto mandibular mediano e cisto nasoalveolar. Cistos Não Odontogênicos São formados a partir de inclusões epiteliais nas linhas de fusão dos processos embrionários que dão origem ao processo maxilomandibular. Eles incluem cistos nasopalatinos ou do canal incisivo, cisto da papila incisiva, cisto globulomaxilar, cisto palatal mediano, cisto alveolar mediano, cisto mandibular mediano e cisto nasoalveolar. Cistos Não Odontogênicos

3 Cistos de desenvolvimento Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Cisto dermoide Cisto da fenda branquial Cisto linfoepitelial bucal Cisto inflamatório Cisto do ducto tireoglosso (Cisto do trato tireoglosso) Cistos de desenvolvimento Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Cisto dermoide Cisto da fenda branquial Cisto linfoepitelial bucal Cisto inflamatório Cisto do ducto tireoglosso (Cisto do trato tireoglosso) Cistos Não Odontogênicos

4 Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Lesão rara, localizada no lábio superior, lateral a linha média. Há 2 teorias para a sua patogênese: 1- remanes- centes epiteliais aprisionados ao longo da linha de fusão dos processos maxilar/nasal mediano/nasal lateral e 2- deposição ectópica do epitélio do ducto nasolacrimal (mesmo aspecto histológico). Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Lesão rara, localizada no lábio superior, lateral a linha média. Há 2 teorias para a sua patogênese: 1- remanes- centes epiteliais aprisionados ao longo da linha de fusão dos processos maxilar/nasal mediano/nasal lateral e 2- deposição ectópica do epitélio do ducto nasolacrimal (mesmo aspecto histológico). Cistos Não Odontogênicos

5 Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Mais frequente em adultos, 4a e 5a décadas de vida. Predileção pelo sexo feminino, 3:1. Cerca de 10 % dos casos são bilaterais. Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Mais frequente em adultos, 4a e 5a décadas de vida. Predileção pelo sexo feminino, 3:1. Cerca de 10 % dos casos são bilaterais. Cistos Não Odontogênicos

6 Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Clinicamente: Aumento de volume do lábio superior lateral à linha média levando a elevação da asa do nariz. Dor quando infectado secundariamente. Pode romper para a cavidade bucal ou nasal. Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Clinicamente: Aumento de volume do lábio superior lateral à linha média levando a elevação da asa do nariz. Dor quando infectado secundariamente. Pode romper para a cavidade bucal ou nasal. Cistos Não Odontogênicos

7 Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Tratamento: Cirúrgico com remoção total da lesão através da cavidade bucal. Abordagem alternativa pela cavidade nasal. Cisto nasolabial (Cisto nasoalveolar) Tratamento: Cirúrgico com remoção total da lesão através da cavidade bucal. Abordagem alternativa pela cavidade nasal. Cistos Não Odontogênicos

8 Cisto globulomaxilar Originalmente considerava-se originário do epitélio aprisionado durante a fusão da porção globular do processo nasal mediano com o processo maxilar. Cistos na região globulomaxilar deve ser considerado primeiro de origem odontogênica. Cisto globulomaxilar Originalmente considerava-se originário do epitélio aprisionado durante a fusão da porção globular do processo nasal mediano com o processo maxilar. Cistos na região globulomaxilar deve ser considerado primeiro de origem odontogênica. Cistos Não Odontogênicos

9 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) É o cisto mais comum da cavidade bucal, ocorrendo em cerca de 1% da população. Acredita-se que se origine de remanescentes do ducto nasopalatino, estrutura embrionária que liga a cavidade nasal e bucal na região do canal incisivo. Patogênese ainda desconhecida. Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) É o cisto mais comum da cavidade bucal, ocorrendo em cerca de 1% da população. Acredita-se que se origine de remanescentes do ducto nasopalatino, estrutura embrionária que liga a cavidade nasal e bucal na região do canal incisivo. Patogênese ainda desconhecida. Cistos Não Odontogênicos

10 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Pode se desenvolver em qualquer idade, porém é mais comum na 4a e 6a década de vida e raramente é observado na 1a década de vida. Prevalência pelo sexo masculino. Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Pode se desenvolver em qualquer idade, porém é mais comum na 4a e 6a década de vida e raramente é observado na 1a década de vida. Prevalência pelo sexo masculino. Cistos Não Odontogênicos

11 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Clinicamente: Sintomatologia mais comum são tumefação da região anterior do palato, drenagem e dor Atentar para sintomatologia intermitente Muitas lesões são assintomáticas Lesões maiores produzem expansão flutuante cisto da papila incisiva Pode se desenvolver nos tecidos moles da papila incisiva _ cisto da papila incisiva Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Clinicamente: Sintomatologia mais comum são tumefação da região anterior do palato, drenagem e dor Atentar para sintomatologia intermitente Muitas lesões são assintomáticas Lesões maiores produzem expansão flutuante cisto da papila incisiva Pode se desenvolver nos tecidos moles da papila incisiva _ cisto da papila incisiva Cistos Não Odontogênicos

12 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Clinicamente Cistos Não Odontogênicos

13 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Radiograficamente: Lesão radiolúcida bem circunscrita, localizada próximo ou na linha média da região anterior da maxila, entre os ápices dos incisivos centrais, forma redonda ou oval e margem esclerótica Algumas lesões tem formato de pera invertida, outras formato de coração de 6 mm a 6 cm, > tem m é dio 1,5 a 1,7 cm, atentar para forame incisivo normal com 6 mm A reabsorção radicular é rara Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Radiograficamente: Lesão radiolúcida bem circunscrita, localizada próximo ou na linha média da região anterior da maxila, entre os ápices dos incisivos centrais, forma redonda ou oval e margem esclerótica Algumas lesões tem formato de pera invertida, outras formato de coração de 6 mm a 6 cm, > tem m é dio 1,5 a 1,7 cm, atentar para forame incisivo normal com 6 mm A reabsorção radicular é rara Cistos Não Odontogênicos

14 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Radiograficamente Cistos Não Odontogênicos

15 Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Tratamento: Enucleção cirúrgica Exame histológico da peça para afastar outras lesões semelhantes Melhor acesso cirúrgico é fazer um retalho palatino rebatido após incisão ao longo da margem gengival língual dos dentes anteriores Recidiva rara Há relatos escassos de transformção maligna Cisto do ducto nasopalatino (Cisto do canal incisivo) Tratamento: Enucleção cirúrgica Exame histológico da peça para afastar outras lesões semelhantes Melhor acesso cirúrgico é fazer um retalho palatino rebatido após incisão ao longo da margem gengival língual dos dentes anteriores Recidiva rara Há relatos escassos de transformção maligna Cistos Não Odontogênicos

16 Cisto palatino (palatal) mediano Em tese se desenvolve do epitélio retido ao longo da linha de fusão embrionária dos processos palatinos laterais da maxila É difícil diferenciá-lo do cisto do ducto naso palatino, tanto quando localizado anterior ou posteriormente Lesão rara Cisto palatino (palatal) mediano Em tese se desenvolve do epitélio retido ao longo da linha de fusão embrionária dos processos palatinos laterais da maxila É difícil diferenciá-lo do cisto do ducto naso palatino, tanto quando localizado anterior ou posteriormente Lesão rara Cistos Não Odontogênicos

17 Cisto palatino (palatal) mediano Clinica e radiografimente Aumento de volume no palato Imagem radiolúcida na linha média com evidência clínica Cisto palatino (palatal) mediano Clinica e radiografimente Aumento de volume no palato Imagem radiolúcida na linha média com evidência clínica Cistos Não Odontogênicos

18 Cisto mandibular mediano Lesão controversa de existência questionável A mandíbula de desenvolve por uma proliferação mesenquimal bilobulada única com um istmo central na linha média. Como não ocorre fusão de processos limitada por epitélio não há retensão deste cisto odontogênico glandular, cistos periapicais, ceratocistos odontogênicos ou cistos periodontais laterais. Parece ser de origem odontogênica _ cisto odontogênico glandular, cistos periapicais, ceratocistos odontogênicos ou cistos periodontais laterais. Cisto mandibular mediano Lesão controversa de existência questionável A mandíbula de desenvolve por uma proliferação mesenquimal bilobulada única com um istmo central na linha média. Como não ocorre fusão de processos limitada por epitélio não há retensão deste cisto odontogênico glandular, cistos periapicais, ceratocistos odontogênicos ou cistos periodontais laterais. Parece ser de origem odontogênica _ cisto odontogênico glandular, cistos periapicais, ceratocistos odontogênicos ou cistos periodontais laterais. Cistos Não Odontogênicos

19 Cisto dermoide Lesão incomum Revestida por epitélio semelhante a epiderme Presença de anexos cutâneos Forma cística benigna de teratoma (composto pelos três folhetos germinativos por isso, complexos e podem ser benignos ou malignos ) São mais simples na estrutura que os teratomas complexos ou cistos teratoides Quando não há anexos cutâneos chama-se Cisto Epidermóide Cisto dermoide Lesão incomum Revestida por epitélio semelhante a epiderme Presença de anexos cutâneos Forma cística benigna de teratoma (composto pelos três folhetos germinativos por isso, complexos e podem ser benignos ou malignos ) São mais simples na estrutura que os teratomas complexos ou cistos teratoides Quando não há anexos cutâneos chama-se Cisto Epidermóide Cistos Não Odontogênicos

20 Cisto dermoide Clinicamente Ocorrem mais na linha média do soalho bucal, ocasionalmente paramediano e outros locais Quando localizado acima do músculo gêniohioide a lesão pode deslocar a língua com dificuldades na alimentação, fonação e até na respiração Quando localizado abaixo do músculo gêniohioide pode dar aparência de queixo duplo Cisto dermoide Clinicamente Ocorrem mais na linha média do soalho bucal, ocasionalmente paramediano e outros locais Quando localizado acima do músculo gêniohioide a lesão pode deslocar a língua com dificuldades na alimentação, fonação e até na respiração Quando localizado abaixo do músculo gêniohioide pode dar aparência de queixo duplo Cistos Não Odontogênicos

21 Cisto dermoide Clinicamente mmscm Podem variar de poucos mms a 12 cm de Mais frequentes em crianças e adultos jovens 15% são de origem congênita Normalmente assintomáticos Massa birrachoide ou pastosa (retem pressão digital) Pode ocorrer infecção secundária, com drenagem para a boca ou pele Avaliar a extensão com RM, TC ou radiografia com contraste Cisto dermoide Clinicamente mmscm Podem variar de poucos mms a 12 cm de Mais frequentes em crianças e adultos jovens 15% são de origem congênita Normalmente assintomáticos Massa birrachoide ou pastosa (retem pressão digital) Pode ocorrer infecção secundária, com drenagem para a boca ou pele Avaliar a extensão com RM, TC ou radiografia com contraste Cistos Não Odontogênicos

22 Cisto dermoide Tratamento Remoção cirúrgica Quando localizados acima do músculo gêniohioide podem ser removidos pela boca Quando loc abaixo desse músculo pode necessitar acesso extrabucal Recidiva rara Malignização incomum Cisto dermoide Tratamento Remoção cirúrgica Quando localizados acima do músculo gêniohioide podem ser removidos pela boca Quando loc abaixo desse músculo pode necessitar acesso extrabucal Recidiva rara Malignização incomum Cistos Não Odontogênicos

23 Cisto do ducto tireoglosso Glândula tireoide começa no final da 3a semana embionária a partir de células endodérmicas do soalho ventral da língua, entre tubérculo impar e a cópula da língua – posteriormente ao forame cego. No trajeto para a sua posição final – forma o ducto ou trato epitelial que acompanha a maturação do osso hióide, passando na frente e por baixo deste. Normalmente, o epitélio do ducto sofre atrofia e o ducto é obliterado. Remanescentes deste podem dar origem a esse cisto ao longo do seu trajeto.- Cisto do ducto tireoglosso Glândula tireoide começa no final da 3a semana embionária a partir de células endodérmicas do soalho ventral da língua, entre tubérculo impar e a cópula da língua – posteriormente ao forame cego. No trajeto para a sua posição final – forma o ducto ou trato epitelial que acompanha a maturação do osso hióide, passando na frente e por baixo deste. Normalmente, o epitélio do ducto sofre atrofia e o ducto é obliterado. Remanescentes deste podem dar origem a esse cisto ao longo do seu trajeto.- Cistos Não Odontogênicos

24 Cisto do ducto tireoglosso Clinicamente Pode ocorrer desde o farame cego até a chafradura supra esternal 60% a 80% abaixo do osso hióide Ocorre mais nas duas primeiras décadas de vida Se ligado ao osso hióide ou a língua, pode se mover verticalmente durante a deglutição ou protusão da língua Cisto do ducto tireoglosso Clinicamente Pode ocorrer desde o farame cego até a chafradura supra esternal 60% a 80% abaixo do osso hióide Ocorre mais nas duas primeiras décadas de vida Se ligado ao osso hióide ou a língua, pode se mover verticalmente durante a deglutição ou protusão da língua Cistos Não Odontogênicos

25 Cisto do ducto tireoglosso Clinicamente Móvel, flutuante e indolor, exceto se infectado 2a// Se na base da língua – obstrução laríngea Menor tem 3 cm e o maior 10 cm Cerca de 1/3 dos casos há fístula p/ à pele ou à mucosa bucal por infecção ou sequela cirúrgica Cisto do ducto tireoglosso Clinicamente Móvel, flutuante e indolor, exceto se infectado 2a// Se na base da língua – obstrução laríngea Menor tem 3 cm e o maior 10 cm Cerca de 1/3 dos casos há fístula p/ à pele ou à mucosa bucal por infecção ou sequela cirúrgica Cistos Não Odontogênicos

26 Cisto do ducto tireoglosso Tratamento Cirúrgico – técnica de Sistrunk Taxa de recidiva menor que 10%, pode ser maior em cirurgias menos agressiva 1% casos de carcinomas (adenocarcinoma tireoideos papilares) com prognóstico bom Cisto do ducto tireoglosso Tratamento Cirúrgico – técnica de Sistrunk Taxa de recidiva menor que 10%, pode ser maior em cirurgias menos agressiva 1% casos de carcinomas (adenocarcinoma tireoideos papilares) com prognóstico bom Cistos Não Odontogênicos

27 Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Região lateral do pescoço Etiologia incerta fendas branquiais – 2o arco branquial Origem: 1- remanescentes das fendas branquiais – 2o arco branquial (região do aparato dos arcos embrionários) e 2- degeneração cística do epitélio das glândula aparótica aprisionado nos linfonodos cervicais superiores (vida embrionária) Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Região lateral do pescoço Etiologia incerta fendas branquiais – 2o arco branquial Origem: 1- remanescentes das fendas branquiais – 2o arco branquial (região do aparato dos arcos embrionários) e 2- degeneração cística do epitélio das glândula aparótica aprisionado nos linfonodos cervicais superiores (vida embrionária) Cistos Não Odontogênicos

28 Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Clinicamente Região lateral superior do pescoço, ao longo da margem anterior do músculo esternocleitomastoideo Adultos jovens (20 – 40 anos) Massa mole, flutuante, de 1 – 10 cm Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Clinicamente Região lateral superior do pescoço, ao longo da margem anterior do músculo esternocleitomastoideo Adultos jovens (20 – 40 anos) Massa mole, flutuante, de 1 – 10 cm Cistos Não Odontogênicos

29 Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Clinicamente Pode sentir dor por infecção secundária Pode apresentar canais ou fístulas para a pele – drenar muco 2/3 do lado esquerdo e 1/3 do lado direito Raramente bilaterais Há aumento no número de cistos linfoepiteliais na parótida em pacientes HIV+ Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Clinicamente Pode sentir dor por infecção secundária Pode apresentar canais ou fístulas para a pele – drenar muco 2/3 do lado esquerdo e 1/3 do lado direito Raramente bilaterais Há aumento no número de cistos linfoepiteliais na parótida em pacientes HIV+ Cistos Não Odontogênicos

30 Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Tratamento Cirúrgico Quase nunca recidiva Obs.: está indicada biópsia por agulha fina para exclusão de malignidades Cisto da fenda branquial (cisto linfoepitelial cervical) Tratamento Cirúrgico Quase nunca recidiva Obs.: está indicada biópsia por agulha fina para exclusão de malignidades Cistos Não Odontogênicos

31 Cisto linfoepitelial bucal Lesão rara da boca que se desenvolve dentro do tecido linfoide bucal Microscopicamente semelhante ao cisto da fenda branquial, porém menor Tecido linfoide no anel de Waldeyer e agregados linfóides _ soalho bucal, superfície ventral da língua e palato duro. Tem estreita relação com a mucosa de revestimento … formam bolsas cegas ou criptas amigdalianas que podem se preencher com ceratina Epitélio da mucosa de revestimento ou do epitélio de glândula salivar Ductos escretores de glândulas sublingual ou salivares menores Cisto linfoepitelial bucal Lesão rara da boca que se desenvolve dentro do tecido linfoide bucal Microscopicamente semelhante ao cisto da fenda branquial, porém menor Tecido linfoide no anel de Waldeyer e agregados linfóides _ soalho bucal, superfície ventral da língua e palato duro. Tem estreita relação com a mucosa de revestimento … formam bolsas cegas ou criptas amigdalianas que podem se preencher com ceratina Epitélio da mucosa de revestimento ou do epitélio de glândula salivar Ductos escretores de glândulas sublingual ou salivares menores Cistos Não Odontogênicos

32 Cisto linfoepitelial bucal Clinicamente Massa submucosa pequena, geralmente menor que 1 cm, firme ou mole a palpação, mucosa de revestimento macia e não úlcerada, cor branca ou amarelada, muitas vezes contem em seu interior ceratina de aspecto caseosa ou cremosa, assintomático Cisto linfoepitelial bucal Clinicamente Massa submucosa pequena, geralmente menor que 1 cm, firme ou mole a palpação, mucosa de revestimento macia e não úlcerada, cor branca ou amarelada, muitas vezes contem em seu interior ceratina de aspecto caseosa ou cremosa, assintomático

33 Cisto linfoepitelial bucal Clinicamente Podem se desenvolver em qualquer idade, porém mais frequente em adultos jovens Pelo menos metade dos casos se localiza no soalho bucal Superfície ventral e margem lateral da lingua são outras localizações comuns. Também na amigdala palatina ou no palato mole. Que são áreas de tecido linfóide oral normal ou acessório. Cisto linfoepitelial bucal Clinicamente Podem se desenvolver em qualquer idade, porém mais frequente em adultos jovens Pelo menos metade dos casos se localiza no soalho bucal Superfície ventral e margem lateral da lingua são outras localizações comuns. Também na amigdala palatina ou no palato mole. Que são áreas de tecido linfóide oral normal ou acessório. Cistos Não Odontogênicos

34 Cisto linfoepitelial bucal Tratamento Cirúrgico Recidiva rara Normalmente não há necessidade de biópsia porque o diagnóstico pode ser clínico. Cisto linfoepitelial bucal Tratamento Cirúrgico Recidiva rara Normalmente não há necessidade de biópsia porque o diagnóstico pode ser clínico. Cistos Não Odontogênicos


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