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Igreja viva, chamada a assumir, no discipulado, a comunhão e a missão Arquidiocese de Mariana.

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Apresentação em tema: "Igreja viva, chamada a assumir, no discipulado, a comunhão e a missão Arquidiocese de Mariana."— Transcrição da apresentação:

1 Igreja viva, chamada a assumir, no discipulado, a comunhão e a missão Arquidiocese de Mariana

2 ORIENTAÇÕES GERAIS O Projeto Arquidiocesano de Evangelização centraliza esforços a partir de dois eixos: comunidade e missão: Igreja comunidade de comunidades e em estado permanente de missão. Nasce das contribuições, sobretudo dos últimos apelos da Igreja, a partir do Documento de Aparecida (conclusões da 5ª Conferência Geral), das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Projeto Nacional de Evangelização O Brasil na Missão Continental

3 Contempla os desafios pastorais de nossa Igreja particular de Mariana em sua Missão de Evangelizar Propõe-se, de forma enxuta e prática, a ser um valioso instrumento de trabalho para os anos de , permitindo melhor trabalhar a evangelização do povo de Deus na Arquidiocese de Mariana

4 PASSOS DADOS EM VISTA DO LANÇAMENTO DO PAE Constituição de uma Comissão, a partir do CAP, em sua primeira reunião de 20 de fevereiro de 2009, para apresentação de um esboço do novo Projeto Arquidiocesano de Evangelização Aprovação, com emendas, deste esboço na reunião do CAP de 12 de agosto de 2009 e sinal verde para escrita do instrumento de trabalho e sua impressão, após leitura e aprovação da comissão ampliada definida naquela reunião do CAP

5 Publicação inicial de exemplares do Instrumento de trabalho para estudo, aprofundamento, correções e emendas, nos vários níveis de organização da Arquidiocese: comunidades, paróquias, foranias/setores, regiões pastorais, coordenações pastorais, entre setembro de 2009 a maio de 2010 Acolhida, em junho, das propostas aprovadas nas assembleias pastorais das regiões e reelaboração do texto, mudado em 36%

6 Leitura atenta deste novo texto, na perspectiva doutrinal e pastoral, feita pela Comissão Ampliada Pró-PAE – acréscimos e correções Estudo do novo texto, em partes, nas regiões pastorais, pelos delegados da XVIII Assembleia Arquidiocesana de Pastoral Apresentação final de emendas ao PAE e sua aprovação na Assembleia Arquidiocesana de Pastoral, nos dias 20 e 21 de agosto de 2010

7 INTRODUÇÃO Pertencemos ao Povo de Deus Em Jesus, Deus nos revelou seu Plano de Salvação. Mostrou-nos que é Pai de bondade, que acolhe a todos e ama, com um carinho especial, os mais fracos e pecadores Nosso desejo é que o Plano de Deus seja conhecido e se realize em nossa vida e nos ambientes onde Ele nos colocou

8 SOMOS A IGREJA QUE ESTÁ EM MARIANA A Diocese de Mariana foi criada em 1745 Depois de 160 anos foi elevada à categoria de Arquidiocese Em todos estes anos, nossa Arquidiocese se destacou, pelo zelo de bispos, padres, diáconos, religiosos (as) e leigos (as), no cuidado da fé do povo, na estruturação, organização e articulação dos serviços pastorais e sociais em vista do Reino de Deus

9 Regional Leste II Arquidiocese de Mariana ARQUIDIOCESE DE MARIANA

10 A partir do Pastoreio de Dom Luciano A Arquidiocese de Mariana foi organizada em cinco regiões pastorais Passamos a realizar regularmente assembleias pastorais em todos os níveis e o encontro anual do Clero - padres e diáconos O Laicato se organizou melhor: assembleias, representação nos conselhos, CLAM - Conselho do laicato

11 Surgiram novas pastorais, entre outras: da criança e do menor, juventude, familiar, vocacional, dízimo... Novos serviços de coordenação pastoral e atuação no mundo da educação, da assistência social e promoção humana: Fundações, obras de amparo à criança carente, às famílias pobres, jovens do meio rural, recuperação de dependentes químicos, atenção aos idosos...

12 Ganharam novo impulso as dimensões catequética, litúrgica, missionária e da comunicação; também as Cebs e os grupos de reflexão Houve ampla reestruturação econômico- administrativa Assumimos frentes novas de trabalho à luz da dimensão social: movimento fé e política, direitos humanos, apoio aos movimentos populares como o MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens e da moradia popular Investimentos na formação em nossos seminários: na estrutura e capacitação dos formadores, no incremento da obra das vocações sacerdotais

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14 VENHA TRABALHAR NA MINHA VINHA Há muita gente empenhada nos vários serviços que a Igreja particular de Mariana presta às nossas comunidades A Seara é grande e os apelos são incontáveis

15 MARCO DA REALIDADE Disponível em: Disponível em: Disponível em : Disponível em:

16 QUADRO SOCIOPOLÍTICO Disponível em: Falta de moradia e crescimento da população em situação de risco Êxodo rural, inchaço desordenado das cidades (miséria, marginalidade, desemprego, violências, prostituição, drogas, insegurança) Desorganização e falta de cidadania (corrupção, impunidade e omissão) Disponível em: em:

17 QUADRO ECONÔMICO-PRODUTIVO E EDUCACIONAL Disponível em: Uso descontrolado de agrotóxicos, monocultura, subemprego e economia informal Disponível em: geoeconomicamineralexploration.blogspot.com Degradação ambiental, poluição (mineradoras) Disponível em: hugoigaracy.blogspot.com Na educação, infra-estrutura inadequada, analfabetismo, carência de profissionais, vagas limitadas

18 QUADRO RELIGIOSO

19 Alcances Riquezas da religiosidade popular, sobretudo as expressões de devoção a Nossa Senhora Boa organização Pastoral Bom trabalho de formação e de promoção da vida Terreno propício para um maior florescimento pastoral

20 Desafios Maior ligação entre fé e vida Ação missionária mais ousada Maior atenção aos afastados Trânsito religioso

21 Nosso maior desafio é tornarmo- nos cada vez mais discípulos missionários, apaixonados por Jesus Cristo e pela causa do Reino, para que nossos povos tenham vida

22 AS REGIÕES PASTORAIS Leste Norte Oeste Centro Sul

23 REGIÃO NORTE Abrange seis cidades, três foranias e dezenove paróquias que formam o berço do solo mineiro onde se implantou a fé

24 Desafios Desigualdade e exclusão social, agressões à vida humana e ao meio ambiente Região marcada pelo grande fluxo de pessoas, resultante da exploração do minério, do contexto turístico e universitário Trânsito religioso que desafia a vivência da fé e a formação das comunidades Destaque da ação evangelizadora e pastoral Dimensão missionária da fé, formação bíblico-catequética, CETE – Centro de Estudos Teológicos e vivência de maior comunhão eclesial Prioridades pastorais: família, juventude, especialmente a universitária, e grupos de reflexão

25 REGIÃO SUL Abrange dezenove municípios, três foranias e trinta e uma paróquias, marcada pela agricultura e pecuária, com áreas de expansão urbana, sem grandes indústrias

26 Desafios Desemprego, êxodo rural, falta de maiores perspectivas para os jovens, injustiças, violências e exclusões de muitas famílias Ausência de projetos políticos e falta de preparo das lideranças Dificuldades de comunhão pastoral com a caminhada da Arquidiocese Destaque da ação evangelizadora e pastoral Articulação dos conselhos de pastoral, missões populares, iniciativas de promoção humana e defesa dos direitos humanos Melhor funcionamento do Centro Regional de Pastoral, favorecendo o despertar da comunhão e do compromisso em todas as instâncias de sua organização pastoral

27 REGIÃO OESTE Abrange doze municípios, três setores e vinte e seis paróquias

28 Desafios Dificuldades em se abrir ao novo e cansaço das lideranças Formação, à luz da fé, para a cidadania e o compromisso sócio- político Combate ao desemprego e à miséria Políticas públicas insuficientes Chegada de novas empresas, sobretudo mineradoras: degradação ambiental, poluição, violência, prostituição, drogas e insegurança Destaques da ação evangelizadora e pastoral Iniciativas em favor da valorização da família e da catequese Maior abertura à atuação do leigo e valorização dos ministérios Iniciativas em favor da descentralização pastoral, dos conselhos pastorais e da pastoral orgânica Preocupação com a formação permanente e a promoção humana

29 REGIÃO CENTRO Abrange nove municípios, três setores e nove paróquias. Praticamente toda a sua área é rural

30 Desafios O índice de desenvolvimento econômico é baixo O trabalho em regime de agricultura familiar e pecuária, vem dando espaço a expansão do eucalipto Ameaça dos recursos naturais (água, pedra sabão e mata nativa), sobretudo pela ganância de pessoas e grupos Má gestão dos sistemas de saúde e educação e subserviência a grandes caciques da política Destaques da ação evangelizadora e pastoral Crescimento dos grupos de reflexão e do sentido de comunidade Investimento no ministério da visitação e na realização de missões populares Maior despertar da comunhão paroquial, da emancipação das consciências e organização do povo como sujeito de transformação

31 REGIÃO LESTE Abrange trinta e três municípios, três foranias e trinta e oito paróquias

32 Desafios Investida de empresas nacionais e estrangeiras no avanço das barragens e de eucaliptais Decadência da produção e comércio de cana de açúcar e proliferação dos frigoríficos Desemprego generalizado, carência de capacidade profissional e falta de organização dos trabalhadores Falta de presença e atuação mais incisiva da Igreja no mundo da educação Grande incidência de tráfico e consumo de drogas Destaque da ação evangelizadora e pastoral Acolhida e encaminhamento das decisões pastorais das assembleias Crescimento em vista de ser uma Igreja solidária e comprometida com as causas do povo Fortalecimento das foranias e crescimento da comunhão, do serviço pastoral e da missão

33 MARCO DOUTRINAL

34 IGREJA, LUGAR DE ENCONTRO O ponto de partida de missão é a experiência pessoal de encontro com Jesus Cristo Queremos ser Igreja de discípulos missionários O encontro com Cristo realiza-se na fé recebida e vivida na Igreja, nas pequenas comunidades, na Sagrada Escritura, na Sagrada Liturgia, na oração pessoal e comunitária, no amor fraterno, nos pobres, pequeninos, aflitos e enfermos

35 IGREJA LUGAR DE UNIDADE E SERVIÇO À luz da nossa identidade eclesial, queremos continuar nossa história em comunhão com a Igreja universal, com a caminhada do Povo de Deus no Continente Latino-Americano e no Caribe, com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, com os organismos pastorais, dimensões e movimentos eclesiais, com as comunidades e famílias Queremos ser uma Igreja seguidora de Cristo e servidora da humanidade

36 IGREJA, REDE DE COMUNIDADES, LUGAR DE COMUNHÃO FRATERNA Encontramos Jesus, de modo especial, na comunidade de fé. É nela que o cristão alimenta sua fé e se compromete com o Reino A paróquia, lugar prioritário onde os fiéis estabelecem sua relação com a Igreja, necessita reformular suas estruturas para que sejam rede de comunidades capazes de se articular, conseguindo que seus membros se sintam realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo em comunhão (DAp 172 – 173)

37 Isso implica Setorização em unidades territoriais menores (comunidades) Valorização das diversas formas associativas e comunitárias Fomento da religiosidade popular Formação catequética e bíblica Efetiva participação de todos nas decisões comunitárias Respeito à diversidade de carismas, serviços e ministérios Protagonismo do laicato Formação dos conselhos nos âmbitos pastoral e administrativo-financeiro Pastoral orgânica que articula as diversas ações evangelizadoras (DGAE )

38 IGREJA EM ESTADO PERMANENTE DE MISSÃO A Igreja é o lugar onde os discípulos compartilham a mesma fé, esperança e amor a serviço da missão evangelizadora (DGAE 50) Concretamente, é preciso: Conversão pastoral, abandonando as ultrapassadas estruturas que já não favorecem a transmissão da fé (DAp 365) Buscar os meios necessários que permitam que o anúncio de Cristo, chegue às pessoas, modele as comunidades e incida profundamente na sociedade e na cultura mediante o testemunho dos valores evangélicos (NMI 29; DAp 371) O serviço, o diálogo, o anúncio e o testemunho de comunhão são as quatro exigências da evangelização para se promover a dignidade da pessoa, renovar a comunidade e construir a sociedade solidária

39 Os verdadeiros destinatários da atividade missionária do Povo de Deus não são apenas os povos não cristãos e das terras distantes, mas também os campos sócio-culturais e, sobretudo, os corações (DAp 375)

40 IGREJA COMPROMETIDA COM A SOCIEDADE, A PARTIR DOS POBRES A partir de nossa condição de discípulos missionários, queremos estimular o Evangelho da vida e da solidariedade, à luz da Doutrina Social da Igreja Capacitar leigos para intervir nos assuntos sociais Priorizar os pobres, injustiças e excluídos, com os seus novos rostos (DAp 402) Não existe autêntica evangelização sem comprometimento com os empobrecidos e que não os faça sujeitos de sua história

41 META: REINO DE DEUS A Igreja é instrumento do Reino, não é fim O Reino definitivo se encontra na eternidade, contudo sua implantação se concretiza no presente da humanidade, com a atuação da Igreja em constante busca pela paz, justiça, fraternidade e amor

42 MARCO OPERACIONAL

43 Ponto de partida A Arquidiocese de Mariana construiu e dá continuidade à sua história valorizando o passado e buscando a inserção no presente, à luz da fé, frente à realidade vivida

44 Concretamente, é chamada a: Ser presença viva e operante a promover a dignidade da pessoa, renovar a comunidade e construir uma sociedade solidária Trabalhar a organização pastoral, com a realização de assembleias em todos os níveis, organização dos serviços, bom funcionamento dos conselhos e promoção da pastoral orgânica

45 Promover a comunhão e a participação, em vista do Reino de Deus Priorizar os pobres, injustiçados e excluídos Trabalhar a descentralização pastoral para uma pastoral de transformação e libertação e não de manutenção Investir na ministerialidade eclesial

46 Os novos desafios exigem ardor missionário, ousadia e criatividade para chegar às multidões; um estilo pastoral adequado que atinja as pessoas através de práticas pastorais e estruturas evangelizadoras mais conforme às suas realidades e necessidades

47 PROGRAMAS DE EVANGELIZAÇÃO Objetivo geral Assumir à luz do discipulado e da missão, a descentralização pastoral e a renovação das estruturas paroquiais, regionais e arquidiocesanas, no compromisso com a vida e a construção do Reino de Deus, tendo como eixos a comunidade e a missão

48 EIXO DA COMUNIDADE

49 A Arquidiocese de Mariana tem como meta fazer de cada Paróquia uma comunidade de comunidades, tornando-se toda ela, uma verdadeira rede de comunidades, dentro do espírito de comunhão e participação Ser uma Igreja viva, atraente, dinâmica, atuante, samaritana, participativa, bem articulada Ser uma Igreja que valoriza os pequenos, marcada pela coragem e pela profecia, pela corresponsabilidade e entusiasmo Ser uma Igreja que invista em novos serviços e ministérios, marcada pelo ardor missionário A Arquidiocese de Mariana reafirma assim seu propósito de continuar a estimular, animar e fortalecer as comunidades eclesiais de base (cebs)

50 PROGRAMAS 1) Comunidade de fé, centrada na Palavra Valorizar a Palavra de Deus (celebrações e animação bíblica da pastoral) Propagar os grupos de reflexão, a leitura orante da Palavra de Deus, a celebração da Palavra, o ofício Divino das comunidades e as práticas de piedade popular

51 2) Comunidade Eucarística e de oração, geradora de comunhão Valorizar o Dia do Senhor Ter, em cada comunidade, equipe de liturgia, preparação e formação de leitores, animadores, grupos de canto Realizar retiros espirituais e promover momentos especiais de oração Ater-se às orientações e normas para os sacramentos, emanados pela arquidiocese

52 3) Comunidade de vida e amor, servidora do Reino de Deus Especial atenção se dê aos desempregados, migrantes, vítimas de violência, idosos, moradores de rua, pessoas com deficiência, mulheres, encarcerados, pessoas do campo, pessoas que vivem na miséria Haja engajamento nas pastorais sociais, nos movimentos de luta pela vida, na organização popular, na política, nas associações e sindicatos, nos conselhos da comunidade Multipliquem-se as iniciativas voltadas para a defesa da pessoa humana e transformação social Criem-se mecanismos para maior concretização das prioridades assumidas a partir dos Fóruns Sociais pela Vida As paróquias e regiões tenham sua equipe responsável pela animação da Dimensão Sociopolítica

53 4) Comunidade ministerial, construtora da unidade Invista-se na Pastoral Orgânica que exige descentralização pastoral do processo de decisões e das açõe s Conselhos bem organizados que funcionem de fato Visão ministerial da Igreja, onde os vários serviços sejam reconhecidos e valorizados e a participação leiga seja marcante Haja formação para as lideranças e rodízio nas coordenações Aconteçam, regularmente, as assembleias pastorais, de avaliação e programação

54 EIXO DA MISSÃO A Arquidiocese de Mariana é chamada a estar em permanente estado de missão, a serviço da vida

55 PROGRAMAS 1)Novo anúncio aos batizados Formar os agentes de pastoral para serem visitadores Ativar o ministério da visitação e o COMIPA – Conselho Missionário Paroquial Promover missões populares, em sintonia com a caminhada da Igreja na Arquidiocese e no Brasil: Projeto Arquidiocesano Viver para Anunciar, Projeto Nacional de Evangelização O Brasil na Missão Continental Dar suporte ao Conselho Missionário Arquidiocesano (COMIDI) 2) Anúncio aos afastados Formação e organização de discípulos missionários, dispostos a ir ao encontro dos afastados ou não praticantes - os que vivem na periferia da fé

56 3) Anúncio além-fronteiras Investir no projeto de preparação dos missionários (as) com vista ao anúncio além-fronteiras - áreas territoriais e culturais Solidarizar-se em gestos concretos com quem, em nome da Arquidiocese, assume outras frentes de missão - Projeto Igrejas-irmãs, compromisso missionário com a Amazônia Investir com iniciativas e organização de equipe em favor da unidade dos cristãos (ecumenismo) e do diálogo Interreligioso

57 À Virgem Senhora da Assunção e a seu esposo São José, Padroeiros de nossa Arquidiocese, rogamos que nos ajudem a concretizar, com renovado ardor, a missão que nos é confiada: Ide, pregai o evangelho a toda criatura... Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos (Mt 28,19-20)

58 METODOLOGIA PARA APLICAÇÃO DO PAE Seu estudo, a partir do 2º semestre de 2010, em todas as instâncias da Arquidiocese: conselhos paroquiais, foranias/setores e regiões pastorais e em todos os grupos eclesiais: movimentos, associações religiosas, pastorais, irmandades, confrarias, ordens terceiras, dimensões e serviços, com especial atenção para as lideranças pastorais e sociais Constituição de equipes no Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e nos Conselhos Regionais de Pastoral (CRPs) de acompanhamento e animação para a sua aplicação

59 A partir dos eixos – comunidade e missão, indicação anual, via assembleias, de prioridades a serem implementadas por todos os grupos eclesiais nas comunidades Responsabilidade dos conselhos, nas várias instâncias, para animar, acompanhar e avaliar as ações específicas para sua concretização Produção de cartilhas populares, a partir de temas propostos segundo cronograma de prioridades para a execução do PAE Produção de vídeo sobre o PAE e uso de recursos de panfletagem direcionados às famílias, aos mais afastados e à sociedade

60 Realização de pesquisas para melhor percepção das necessidades e anseios de nosso povo e indicação de caminhos a serem assumidos para maior acolhida e direcionamento das propostas do PAE Envolvimento especial das casas de formação do Seminário Arquidiocesano São José no encaminhamento pastoral do PAE Unificação de subsídios produzidos na Arquidiocese, em comunhão com o PAE Trabalhar o aprofundamento de temas de grande incidência e relevância no PAE, como: cebs, religiosidade popular, descentralização pastoral, ministerialidade e outros

61 Avaliação periódica dos passos dados e estabelecimento de novas metas e estratégias de ação pastoral e evangelizadora Todos os movimentos e serviços eclesiais, articulados na arquidiocese, deverão programar suas iniciativas à luz do PAE Realização de Fóruns, Congressos, Seminários e Simpósios, sempre em comunhão com os eixos e programas do PAE Valer-se de instrumentos para a sua ampla divulgação e aplicação como dos meios arquidiocesanos de comunicação social (MCS), das festas religiosas, dos roteiros de reflexão e das novenas de natal

62 CRONOGRAMA/PAE PERIODOAPLICAÇÃO DOS PROGRAMAS, A PARTIR DOS EIXOS ANOSCOMUNIDADEMISSÃO 2010 Divulgação,conhecimento e estudo 2011DescentralizaçãoNovo anúncio aos batizados 2012 FORMAÇÃO 1.Comunidade de fé, centrada na Palavra 2.Comunidade eucarística, geradora de comunhão Anúncio aos afastados 2013 SERVIÇO 3.Comunidade de vida e amor 4.Comunidade ministerial Anúncio além fronteiras 2014AVALIAÇÃOAVALIAÇAO

63 PRIORIDADES PASTORAIS À LUZ DO PAE – 2011 O Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE) traz, a partir dos eixos Comunidade e Missão, como prioridades para 2011, uma especial atenção pastoral a ser dada ao novo anúncio aos batizados e o compromisso, em todas as instâncias arquidiocesanas, com a descentralização pastoral. No ensejo de melhor encaminhar estas prioridades na Arquidiocese, o Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) constituiu uma equipe executiva, sob a condução de dom Geraldo Lyrio Rocha, nosso arcebispo. Fruto das reuniões dessa equipe foi a construção da proposta que se segue e que foi aprovada na reunião do CAP de 11 de fevereiro, constituindo-se num caminho metodológico, a ser acolhido por todos, para a devida aplicação das prioridades do PAE.

64 1) Novo anúncio aos batizados Formar os agentes de Pastoral e lideranças leigas em todas as instâncias de organização pastoral da Arquidiocese de Mariana. Para isto: Constituir equipes com padres, diáconos, religiosos(as) e leigos(as), nas regiões pastorais da Arquidiocese para dar formação nas paróquias, aos seus agentes e lideranças leigas; Organizar material comum como subsídio pastoral para preparação destas equipes e repasse às paróquias; Trabalhar, prioritariamente, os seguintes temas: comunidade, discipulado e missão, descentralização pastoral, ministérios, acolhida pastoral e pastoral orgânica; As equipes constituídas em cada regional cuidarão, no primeiro semestre, em organizar sua agenda para visita oficial e aplicação desta formação, em todas as paróquias do regional.

65 2) Descentralização pastoral Investir, na linha das pequenas comunidades, a partir das paróquias, no fortalecimento dos conselhos paroquiais. Cada paróquia e suas comunidades tenham organizados e em bom funcionamento os seus conselhos pastorais e administrativos. Para isto: Sejam, ainda no primeiro semestre, revisados e aprovados os estatutos dos Conselhos Paroquial e Comunitário de Pastoral e do Administrativo; Haja clareza, nas várias instâncias, das coordenações e assessorias dos organismos e serviços eclesiais, das pastorais, movimentos e dimensões; O Conselho regional de Pastoral constitua equipes visitadoras para auxiliarem as paróquias para organização e bom desempenho de seus conselhos; Realizem-se, no segundo semestre de 2011, assembleias paroquiais e nos demais níveis de nossa organização pastoral, sobretudo em âmbito regional.

66 Encaminhamentos estratégicos 3.1 Temas para formação: a) O chamado à vida cristã: vivência do discipulado e da missão; b) Comunidade: o que é, como deve ser constituída e como dela participar; c) Descentralização pastoral e suas exigências: o acolhimento pastoral e missionário, a formação dos agentes e a ministerialidade eclesial; d) Conselhos pastorais e pastoral orgânica.

67 3.2 Ação junto às regiões e paróquias: Envolver, em nível regional, de forma programada, a partir do seu conselho de pastoral, sobretudo do vigário episcopal, dos vigários forâneos e da secretaria do regional, todos os padres e lideranças leigas e religiosas na divulgação e estudo do PAE e na organização das equipes de formação. Valer-se de instrumentos como: roteiros de reflexão, IV cartilha arquidiocesana para animação missionária, festas dos padroeiros, meios de comunicação diocesanos e outros para envolvimento de todos, em atenção às prioridades assumidas para 2011.

68 3.3 Constituição das equipes: Equipes multiplicadoras/visitadoras, constituídas de quatro pessoas cada uma, de preferência um padre ou diácono, um religioso(a) e dois leigos(as), assim distribuídas: Duas pessoas para formação; Uma pessoa para relatório; Uma pessoa para conselhos (CPP, CCP e CAEP). Observações: Os indicados para compor as equipes deverão ter disponibilidade para participar, integralmente, do dia de formação e para visitar pelo menos quatro paróquias, em finais de semana, num período de dois meses e meio; Os membros da equipe usarão da palavra nas paróquias, com exposição de temas, conforme proposta para aplicação das prioridades do PAE em 2011.

69 3.4 Programação da visita: Propõe-se que a visita às paróquias aconteça no sábado e no domingo, deixando, contudo, à critério de cada regional, com suas equipes organizadas e em comum acordo com os párocos e suas comunidades, o melhor discernimento quanto ao tempo e duração dessa visita, caso haja alguma impossibilidade de seguir esta orientação.

70 Sábado À tarde - Estudo e formação: Primeiro tema: O chamado à vida cristã / vivência do discipulado e da missão (em forma celebrativa); Segundo tema: Comunidade: o que é, como deve ser constituída e como dela participar (palestra/formação); Terceiro tema: Descentralização pastoral (palestra/formação). À noite - Celebração e conhecimento da vida da Arquidiocese: Celebração eucarística e exibição de vídeo sobre o PAE, produzido pela arquidiocese de Mariana.

71 Domingo Pela manhã – Encaminhamentos: Reunião com os membros do CPP e CCP ou lideranças que podem formar os conselhos. Tema: Conselhos pastorais e pastoral orgânica (formação); Relatório final (responsável pelo relatório).

72 4) Agenda para o PAE – a 17 março – Apresentação, no Encontro dos Presbíteros e Diáconos, das prioridades do PAE e propostas metodológicas para a sua aplicação 25 de março – Data limite para entrega, à Secretaria Arquidiocesana de pastoral, da lista com os nomes daqueles que vão compor as equipes regionais Dia 2 de abril – Formação para as equipes regionais de animação do PAE. Número de equipes por região: Leste: 10; Sul: 08; Oeste: 07; Norte: 06; Centro: 03 equipes De maio a 15 de julho – visita das equipes às paróquias Agosto e setembro – assembleias paroquiais e forâneas extraordinárias Outubro – assembleias regionais Novembro – assembleia arquidiocesana

73 5) Encontro de formação para as equipes regionais de Animação do PAE Data: 2 de abril; Local: Instituto de Filosofia São José, em Mariana; Participantes: equipes indicadas pelos regionais; Assessoria para as oficinas temáticas: Comunidade: Pe. José Geraldo de Oliveira e Magda de Fátima e Oliveira; Descentralização pastoral: Pe. José Antônio de Oliveira e Maria de Lourdes Dias; Conselhos pastorais e pastoral orgânica: Pe. Marcelo Moreira Santiago e Leci da Conceição Nascimento; Relatórios pastorais: Pe. Paulo Vicente Ribeiro Nobre e Maria da Conceição Santana Lelis.

74 Dia 2 de abril - sábado 9h – Acolhida/café 09h30min – Celebração de abertura – Apresentação dos participantes – Orientações gerais sobre o PAE/prioridades para 2011 e encaminhamentos 11h – Trabalho a partir de oficinas temáticas: Comunidade; descentralização pastoral; conselhos pastorais e pastoral orgânica; relatórios pastorais. 12h30min – Almoço 14h – Continuidade do trabalho das oficinas 16h – Cafezinho – Comunicações – Cerimônia de envio missionário

75 6) Outros encaminhamentos As datas referentes ao PAE serão disponibilizadas no site da Arquidiocese, na agenda online; As datas das visitas às paróquias serão previamente determinadas pela Região Pastoral, em comum acordo com os párocos e suas comunidades, e deverão ser acolhidas por todos. As paróquias são exortadas a se preparem para esta visita, com celebrações e reuniões com seus grupos eclesiais e suas lideranças

76 Os futuros diáconos, por orientação de dom Geraldo e aprovação unânime dos presbíteros e diáconos em seu XXI encontro arquidiocesano, deverão compor as equipes em seus regionais. A parte econômica, dos gastos de deslocamento das equipes, está sob a responsabilidade de cada regional. O subsídio produzido para as equipes de formação dos regionais, entregue na reunião do dia 2 de abril, será também disponibilizado no site da arquidiocese: Será enviado às paróquias um formulário próprio propondo iniciativas em preparação à visita e à organização do encontro paroquial.

77 Envio Arquidiocesano...Meus irmãos e minhas irmãs, ide às comunidades, às famílias, aos jovens e adolescentes, às crianças; ide aos trabalhadores, aos idosos, aos enfermos, aos pobres e excluídos; ide a todo povo, aos que estão dentro e aos que estão fora da Igreja e anunciai-lhes o evangelho de Cristo crucificado e ressuscitado para que nEle todos tenham vida. Dom Geraldo Lyrio Rocha Arcebispo de Mariana


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