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PROFA. MARISTELA DE SOUZA BORBA WEB-TUTORA: MAÍRA BOGO BRUNO AULA 12 REVISÃO PARA PROVA DATA: 30-3-2006.

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3 PROFA. MARISTELA DE SOUZA BORBA WEB-TUTORA: MAÍRA BOGO BRUNO AULA 12 REVISÃO PARA PROVA DATA:

4 OBJETIVO: REVISÃO PARA A PROVA TEMAS 1, 2, 3 OBJETIVO: REVISÃO PARA A PROVA TEMAS 1, 2, 3 1: LINGUAGEM VERBAL E NÃO VERBAL; 2: TIPOS DE DISCURSOS; 3: OPERADORES ARGUMENTATIVOS.

5 MITOS QUE CERCAM O ATO DE ESCREVER ESCREVER É UM DOM QUE POUCAS PESSOAS TÊM; É UM ATO ESPONTÂNEO QUE NÃO EXIGE EMPENHO; É UMA QUESTÃO QUE SE RESOLVE COM ALGUMAS DICAS; É UM ATO ISOLADO, DESLIGADO DA LEITURA; ALGO DESNECESSÁRIO NO MUNDO MODERNO; UM ATO AUTÔNOMO, DESVINCULADO DAS PRÁTICAS SOCIAIS. Garcez (2001, p.2)

6 LINGUAGEM VERBAL E NÃO VERBAL A DIFERENÇA ENTRE A LINGUAGEM VERBAL E NÃO-VERBAL É QUE A VERBAL UTILIZA PALAVRAS COMO CÓDIGOS, E A NÃO-VERBAL UTILIZA VÁRIOS OUTROS RECURSOS QUE NÃO A PALAVRA.

7 PARA PRODUZIRMOS UM TEXTO PRECISAMOS TER EM MENTE O NOSSO DESTINATÁRIO PARA ADEQUARMOS A LINGUAGEM.

8 PRINCIPAIS DIFERENÇAS: PRODUÇÃO DA LINGUAGEM ORAL E DA ESCRITA INTERAÇÃO FACE A FACE INTERAÇÃO A DISTÂNCIA PLANEJAMENTO SIMULTÂNEO (QUASE) À PRODUÇÃO PLANEJAMENTO ANTERIOR À PRODUÇÃO CRIAÇÃO COLETIVA CRIAÇÃO INDIVIDUAL

9 IMPOSSIBILIDADE DE APAGAMENTO POSSIBILIDADE DE REVISÃO SEM CONDIÇÕES DE CONSULTA A OUTROS TEXTOS LIVRE CONSULTA A REFORMULAÇÃO TANTO PELO FALANTE COMO PELO INTERLOCUTOR A REFORMULAÇÃO É PROMOVIDA APENAS PELO ESCRITOR

10 ACESSO IMEDIATO ÀS REAÇÕES DO INTERLOCUTOR SEM POSSIBILIDADE DE ACESSO IMEDIATO O FALANTE PODE PROCESSAR O TEXTO, REDIRECIONANDO- O A PARTIR DAS REAÇÕES DO INTERLOCUTOR O ESCRITOR PODE PROCESSAR O TEXTO A PARTIR DAS POSSÍVEIS REAÇÕES DO LEITOR

11 O TEXTO MOSTRA TODO O SEU PROCESSO DE CRIAÇÃO O TEXTO ESCONDE O PROCESSO DE CRIAÇÃO, MOSTRANDO O RESULTADO AMPLA VARIEDADE LINGÜÍSTICA MODALIDADE ÚNICA (LÍNGUA PADRÃO) ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTI- COS SINAIS GRÁFICOS

12 FRASES CURTASFRASES MAIS LONGAS REDUNDÂNCIASCONCISÃO FLUTUAÇÃO DA UNIDADE TEMÁTICA RIGIDEZ DE UNIDADE TEMÁTICA APRENDIZAGEM NATURAL APRENDIZAGEM ARTIFICIAL

13 ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO E SUAS FUNÇÕES (F.) - FUNÇÕES DA LINGUAGEM CONTEXTO F. REFERENCIAL OU DENOTATIVA EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR F.EMOTIVA F. POÉTICA F. CONATIVA OU APELATIVA CANAL (F. FÁTICA) CÓDIGO (F. METALINGÜÍSTICA)

14 FUNÇÃO EMOTIVA (ÊNFASE AO EMISSOR) EX.: SOU A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA. É UMA LOUVÁVEL ALTERNATIVA QUE O HOMEM ENCONTROU PARA MORRER COM DIGNIDADE, PARA EVITAR O SUPLÍCIO DAS DORES VÃS. (ANDRÉ PETRY, REVISTA VEJA, 14/9/05, P. 79)

15 FUNÇÃO CONATIVA OU APELATIVA (CENTRADA NO RECEPTOR) EX.: AS MELHORES PRÁTICAS SOBRE GESTÃO DE PESSOAS EM UM SÓ EVENTO: VII ENCONTRO DAS MELHORES EMPRESAS PARA VOCÊ TRABALHAR. ( ANÚNCIO DA GUIA VOCÊS/A EXAME, REVISTA VEJA, 26/10/05, P.120)

16 FUNÇÃO POÉTICA (MENSAGEM = CENTRO ATENÇÃO) EX.: OS TEUS OLHOS SÃO FRIOS COMO ESPADAS, E CLAROS COMO OS TRÁGICOS PUNHAIS; TÊM BRILHOS CORTANTES DE METAIS E FULGORES DE LÂMINAS GELADAS. (FLORBELA ESPANCA, FRIEZA, IN SONETOS)

17 FUNÇÃO REFERENCIAL OU DENOTATIVA (PRIVILEGIA O CONTEXTO) EX.: O COMITÊ DA ONU ENTENDE QUE O DIREITO À ÁGUA DEVE SER PREVISTO CONSTITUCIONALMENTE, POIS, ASSIM, AS VÍTIMAS DAS VIOLAÇÕES PERPETRADAS A ESTE DIREITO TERÃO ASSEGURADA UMA ADEQUADA REPARAÇÃO E GARANTIA DA NÃO-REPETIÇÃO DE TAIS ATOS [...]. (REVISTA JURÍDICA CONSULEX, ANO IX – Nº 204, DE 15 DE JULHO/2005, P.53)

18 FUNÇÃO METALINGÜÍSTICA (CENTRADA NO CÓDIGO) EX.: ART.231. (REDAÇÃO ANTIGA) PROMOVER OU FACILITAR A ENTRADA, NO TERRITÓRIO NACIONAL, DE MULHER QUE NELE VENHA EXERCER A PROSTITUIÇÃO, OU A SAÍDA DE MULHER QUE VÁ EXERCÊ-LA NO ESTRANGEIRO: PENA – RECLUSÃO, DE 3 (TRÊS) A 8 (OITO) ANOS.

19 FUNÇÃO FÁTICA (CENTRADA NO CANAL) EX.: BOM DIA! COMO ESTÁ QUENTE, NÃO? SERÁ QUE VAI CHOVER?

20 NÍVEIS DE LINGUAGEM LÍNGUA CULTA OU PADRÃO LÍNGUA COLOQUIAL LÍNGUA FAMILIAR LÍNGUA POPULAR LÍNGUA GRUPAL: –REGIONALISMOS –GÍRIAS –LÍNGUAS TÉCNICAS - JURÍDICA:

21 LÍNGUAS TÉCNICAS – JURÍDICA: LINGUAGEM LEGISLATIVA LINGUAGEM JUDICIÁRIA LINGUAGEM CONVENCIONAL LINGUAGEM ADMINISTRATIVA LINGUAGEM DOUTRINAL

22 LINGUAGEM LEGISLATIVA: TEXTOS NORMATIVOS ART.5º. TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM DISTINÇÃO DE QUALQUER NATUREZA, GARANTINDO-SE AOS BRASILEIROS E AOS ESTRANGEIROS RESIDENTES NO PAÍS A INVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À IGUALDADE, À SEGURANÇA E À PROPRIEDADE, NOS TERMOS SEGUINTES: (...).(PETRI, 2004, P.45)

23 LINGUAGEM JUDICIÁRIA - PEÇAS DE DECISÕES JUDICIAIS ISTO POSTO, PRONUNCIO FULANO DE TAL, QUALIFICADO NOS AUTOS, NOS TERMOS DO DISPOSTO NO ARTIGO 408, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL, COMO INCURSO NAS PENAS DO ART. 121, §2º, INCISOS III E IV DO CÓDIGO PENAL. EXPEÇA-SE MANDADO DE PRISÃO. (PETRI, 2004, P.45)

24 LINGUAGEM CONVENCIONAL CONTRATOS [...] PODERES PARA O FORO EM GERAL, COM A CLÁUSULA AD JUDICIA, EM QUALQUER JUÍZO, INSTÂNCIA OU TRIBUNAIS SUPERIORES, PODENDO PROPOR EM NOME DO OUTORGANTE AS AÇÕES COMPETENTES E NECESSÁRIAS E DEFENDÊ-LO NAS CONTRÁRIAS, [...] FIRMAR COMPROMISSO ARBITRAL OU ACORDO, RECEBER E DAR QUITAÇÃO, [...] DANDO TUDO POR BOM, FIRME E VALIOSO.

25 LINGUAGEM ADMINISTRATIVA: EDITAIS, OFÍCIOS, ORDENS DE SERVIÇO AOS CINCO DIAS DO MÊS DE NOVEMBRO DE 2005, ÀS 14 HORAS, NO FÓRUM DE SÃO SEBASTIÃO, COM SEDE NA RUA DOS MANANCIAIS, Nº 167, SÃO SEBASTIÃO-PP, REUNIRAM- SE OS PROMOTORES DE JUSTIÇA, DEFENSORES PÚBLICOS E JUÍZES. ASSIM REUNIDOS, DELIBERARAM (...)

26 LINGUAGEM DOUTRINAL: ARTIGOS E OBRAS DE INTERPRETAÇÃO JURÍDICA CONSOANTE A DEFINIÇÃO DE CLÓVIS (COMENTÁRIOS AO CÓDIGO CIVIL), PRESCRIÇÃO É A PERDA DA AÇÃO ATRIBUÍDA A UM DIREITO, E DE TODA SUA CAPACIDADE DEFENSIVA, EM CONSEQÜÊNCIA DO NÃO USO DELA,[...]. ESSE CONCEITO APLICA-SE EXCLUSIVAMENTE À PRESCRIÇÃO EXTINTIVA[...]. (PETRI, 2004, P.45)

27 TIPOS DE DISCURSOS DELIBERATIVO - DESTINATÁRIO: UMA ASSEMBLÉIA. SÃO DISCUTIDAS QUESTÕES POLÍTICAS, HÁ TOMADA DE DECISÕES PARA UM GRUPO; JUDICIÁRIO – AUDITÓRIO: JUIZ OU TRIBUNAL. DISCURSO JURÍDICO EXIGE TOMADA DE DECISÕES; EPIDÍCTICO OU DEMONSTRATIVO – EX: COMÍCIOS POLÍTICOS. NÃO HÁ INTERAÇÃO COM A PLATÉIA.

28 PROGRESSÃO DISCURSIVA E COERÊNCIA: CONDIÇÕES UNIDADE DE SENTIDO – UNIDADE TEMÁTICA NÃO CONTRADIÇÃO; VEROSSIMILHANÇA.

29 META-REGRAS DA COERÊNCIA REPETIÇÃO; PROGRESSÃO; NÃO–CONTRADIÇÃO; RELAÇÃO.

30 META-REGRA DA COERÊNCIA: REPETIÇÃO (COESÃO TEXTUAL) JOÃO VAI À PADARIA. A PADARIA É FEITA DE TIJOLOS. OS TIJOLOS SÃO CARÍSSIMOS. TAMBÉM OS MÍSSEIS SÃO CARÍSSIMOS. OS MÍSSEIS SÃO LANÇADOS NO ESPAÇO. (ADAPTADO DE MARCUSCHI, 1983, P.31, IN: KOCH; TRAVAGLIA, 1998, P.49)

31 META-REGRA DA COERÊNCIA: PROGRESSÃO ESSA MENINA NÃO COME NADA. APENAS BRINCA COM OS TALHERES E NÃO SE ALIMENTA. QUEBRAR A PROGRESSÃO É NÃO ACRESCENTAR INFORMAÇÕES NOVAS AO TEXTO, SÓ DIZER O QUE JÁ FOI DITO.

32 META-REGRA DA COERÊNCIA: NÃO-CONTRADIÇÃO PARA AS TROPAS ALIADAS, O DIA 4 DE JUNHO FOI UM DIA TERRÍVEL. OS HOMENS DA 4. DIVISÃO DE INFANTARIA.... NESSE DIA 3 DE JUNHO NINGUÉM QUERIA JOGAR DADOS OU PÔQUER, OU LER UM LIVRO OU OUVIR OUTRA INSTRUÇÃO. O DESÂNIMO TOMAVA CONTA DE TODOS. CADA PARTE DO TEXTO DEVE FAZER SENTIDO COM O QUE SE DISSE ANTES.

33 META-REGRA DA COERÊNCIA: RELAÇÃO O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO ABRANGE UMA REGIÃO IMENSA QUE É COMPOSTA POR VÁRIOS ESTADOS LIMÍTROFES QUE OCUPAM UMA ÁREA RESPEITÁVEL [...]. NOSSA CIDADE... ARGUMENTAÇÃO ADEQUADA A UM ESTADO DE COISAS NO MUNDO REAL OU EM MUNDOS POSSÍVEIS.

34 TIPOS DE ARGUMENTOS AUTORIDADE: MOSTRA A CIÊNCIA E A VERDADE POR MEIO DOS ESPECIALISTAS. O QUE TAL AUTORIDADE DIZ SOBRE O ASSUNTO; ANALOGIA: CITAÇÃO DE UM CASO SEMELHANTE; EXEMPLO: HÁ A CITAÇÃO DE MAIS DE UM EXEMPLO PARA COMPROVAR QUE O FATO É REGRA E NÃO EXCEÇÃO.

35 OPOSIÇÃO: MAS, PORÉM, TODAVIA; FIM (FINALIDADE): A FIM DE QUE; CONCLUSÃO: PORTANTO, LOGO; DISJUNÇÃO: OU (EXCLUSÃO) E (INCLUSÃO) CAUSA: POR CAUSA DE, JÁ QUE; CONDIÇÃO: SE ADIÇÃO: E ARTICULAÇÕES SINTÁTICAS - ARTICULADORES

36 ENTENDO QUE NÃO DEVERIA INTERESSAR AO MUNDO DA LÍNGUA PORTUGUESA A CONQUISTA NO PLANO MATERIAL DOS ESPAÇOS, MAS SIM (DEVERIA INTERESSAR) A CONQUISTA NO PLANO DA PRODUÇÃO CULTURAL E DA ESPIRITUALIDADE. (GILBERTO GIL, REVISTA LÍNGUA PORTUGUESA, ANO I, Nº, 2005, P.7) ARTICULAÇÃO SINTÁTICA DE OPOSIÇÃO

37 ARTICULAÇÃO SINTÁTICA DE FIM A FIM DE ATUAR NO MERCADO DE LÍNGUA PORTUGUESA, A ÁFRICA DO SUL COMEÇA A INTRODUZIR PORTUGUÊS COMO LÍNGUA OPCIONAL NOS CURRÍCULOS ESCOLARES A PARTIR DE JANEIRO....

38 ARTICULAÇÃO SINTÁTICA DE CONCLUSÃO JÁ SE FALOU DA COESÃO E COERÊNCIA; SABE-SE, PORTANTO, QUE TODAS AS FRASES COMPONENTES DO PARÁGRAFO REDACIONAL APRESENTAM-SE INTERDEPENDENTES, QUER PELA ORDEM HIERÁRQUICA, QUER PELA CONEXÃO DAS IDÉIAS OU, ENTÃO, PELAS PALAVRAS OU EXPRESSÕES DE TRANSIÇÃO DOS PARÁGRAFOS (ELEMENTOS DE COESÃO). (DAMIÃO E HENRIQUES, 2004, P.135)

39 ARTICULAÇÃO SINTÁTICA DE DISJUNÇÃO EXCLUSÃO / INCLUSÃO MARIA PROCURARÁ A JUSTIÇA OU ESQUECERÁ O INCIDENTE OCORRIDO? (EXCLUSÃO) NÃO TENHO NENHUM SENTIMENTO POLÍTICO OU SOCIAL. TENHO, PORÉM, NUM SENTIDO, UM ALTO SENTIMENTO PATRIÓTICO. MINHA PÁTRIA É MINHA LÍNGUA PORTUGUESA. (FERNANDO PESSOA, REVISTA JURÍDICA CONSULEX, ANO IX, Nº204, 15/7/2005, P.7) (INCLUSÃO)

40 ARTICULAÇÕES SINTÁTICAS NOSSAS PALAVRAS SÃO UMA FORMA DE COMPLACÊNCIA, DEVIDO A FAZER SENTIDO. ( CAUSA); SE O RÉU PERDER A CAUSA, ELE DEVERÁ INDENIZAR A OUTRA PARTE.(CONDIÇÃO) A PETIÇÃO INICIAL CONTEXTUALIZA O FATO JURÍDICO E NA CONTESTAÇÃO, ARGUMENTA-SE CONTRA ESSE MOTIVO. (ADIÇÃO).

41 SÍNTESE: REVISÃO GERAL PARA A PROVA TEMAS 1, 2, 3


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