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Www.programadorvirtual.com.br EQUIPAMENTOS FISCAIS E LEIS FISCAIS INTRODUÇÃO Um dos objetivos do uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF é a automação.

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1 EQUIPAMENTOS FISCAIS E LEIS FISCAIS INTRODUÇÃO Um dos objetivos do uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF é a automação comercial. O ECF é, sem dúvida, um instrumento importante nesse processo. Deste modo, torna-se imprescindível a interface para comunicação com outros sistemas, tais como emissão de cheques, débito automático em conta corrente, cartão de crédito e outros. Sua utilização permite que a fiscalização obtenha informações de seu interesse, bem como que a empresa obtenha melhores informações gerenciais, através da emissão de relatórios, com a utilização de programas de retaguarda. Em conseqüência, a emissão desses documentos deverá estar integrada ao ECF, observando que a legislação prevê a apreensão do equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços, caso se encontre no recinto de atendimento ao público sem a devida autorização do fisco. Poderá, ainda, ser o ECF, nessas condições, utilizado como prova de infração à legislação tributária, decorrente do seu uso indevido. ESTABELECIMENTOS OBRIGADOS À UTILIZAÇÃO Os estabelecimentos varejistas e prestadores de serviços de transporte e de comunicação deverão manter e utilizar equipamentos Emissores de Cupom Fiscal (ECF), para efeitos de emissão de documentos fiscais MODELOS E TIPOS DE ECF ECF é o equipamento com capacidade de emitir Cupom Fiscal, identificando as mercadorias comercializadas ou os serviços prestados, bem como de emitir outros documentos de natureza fiscal, compreendendo três tipos básicos: a) ECF-PDV - Equipamento com capacidade de efetuar o cálculo do Imposto por alíquota incidente e indicar, no Documento Fiscal, o Grande Total atualizado, o símbolo característico de acumulação neste totalizador, por fabricante do equipamento, e o código da situação tributária da mercadoria ou serviço; b) ECF-MR - Equipamento que, sem recursos do ECF-PDV, apresenta a possibilidade de identificar as situações tributárias das mercadorias ou serviços registrados através da utilização de Totalizadores Parciais; c) ECF-IF - Equipamento com capacidade de atender às mesmas disposições do ECF-PDV, ou seja, com capacidade de efetuar o cálculo do Imposto por alíquota incidente e indicar, no Cupom Fiscal, o Grande Total atualizado, o símbolo característico de acumulação neste totalizador, por fabricante do equipamento, e o código da situação tributária da mercadoria ou serviço, sendo constituído, exclusivamente, de módulo impressor, dependente de outros módulos para ter seu funcionamento viabilizado, como por exemplo, um microcomputador. Para cada tipo de ECF previsto na legislação tributária, podemos encontrar no mercado vários modelos, inclusive de mesmo fabricante, o que torna a escolha do equipamento uma questão particular do comerciante, ou seja, não há como dizer qual tipo de ECF é melhor. O melhor equipamento é aquele que atende, o mais próximo possível, as intenções gerenciais e de automação comercial do negócio. EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O contribuinte deve emitir cupom fiscal, qualquer que seja o seu valor, e entregá- lo ao comprador ou consumidor, independente de solicitação deste. O cupom fiscal deverá conter as indicações mínimas, impressas pelo próprio ECF, expostas no art. 641 do RICMS - Regulamento do ICMS do Estado do Espírito Santo. UTILIZAÇÃO DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR NÃO EMITIDA POR ECF Nas vendas a consumidor poderá ser autorizada a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, série "D", em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, quando tratar-se de: a) estabelecimento desobrigado do uso de ECF; e b) estabelecimento obrigado ao uso de ECF, exclusivamente em substituição ao cupom fiscal, nas hipóteses de falta de energia elétrica ou de intervenção técnica, que inviabilizem a operação do referido equipamento, resultando quaisquer destas ocorrências na obrigatoriedade de lavratura imediata, por parte do contribuinte, de termo no "Livro Registro de Utilização de Documento Fiscais e Termos de Ocorrências". Na hipótese da letra "b", a Nota Fiscal de Venda a Consumidor poderá acobertar vendas a prazo, desde que contenha a identificação do adquirente da mercadoria ou do serviço e a indicação do valor e da data de vencimento das respectivas prestações, presumindo-se venda à vista aquela acobertada pelo referido documento que não contiver tais indicações. Tanto na hipótese da letra "a", quanto na hipótese da letra "b", se a Nota Fiscal de Venda a Consumidor acobertar operação de venda em que a mercadoria venha a ser entregue pelo vendedor, no domicílio do adquirente, no corpo do referido documento deverá constar, além das demais indicações previstas na legislação: I - identificação do adquirente, inclusive com indicação do CPF; II - endereço completo do adquirente; e III - número da placa do veículo transportador, por meio de carimbo próprio, aplicado no verso do respectivo documento fiscal. EMISSÃO DE NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR SOLICITADA PELO CLIENTE O estabelecimento obrigado ao uso de ECF, sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal, poderá emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor para acobertar operação de venda de mercadoria a consumidor final, em caso de solicitação por parte do adquirente, hipótese em que: I - serão anotados, nas vias da Nota Fiscal emitida, os números de ordem do Cupom Fiscal e do equipamento; II - o Cupom Fiscal será anexado à via fixa da Nota Fiscal emitida; III - será indicado na coluna "observações", do Livro Registro de Saídas, apenas o número da Nota Fiscal. EMISSÃO SIMULTÂNEA DE NOTA FISCAL, MOD. 1 OU 1-A, E DE CUPOM FISCAL A obrigatoriedade de uso do ECF não dispensa e nem proíbe a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em função da natureza da operação ou quando solicitada pelo cliente. A operação de venda acobertada por Nota Fiscal deve ser simultaneamente registrada no ECF (observadas as hipóteses de dispensa expressas e demais condições previstas no RICMS), considerando-se ainda que: a) serão anotados, nas vias da Nota Fiscal emitida, os números de ordem do cupom fiscal e do ECF; b) serão indicados na coluna "observações", do Livro Registro de Saídas, apenas o número e a série da Nota Fiscal; e c) será o cupom fiscal anexado à via fixa da Nota Fiscal. OPERAÇÕES NÃO OBRIGADAS À UTILIZAÇÃO DO ECF A legislação nacional (Convênio ECF 01/98, cláusula 1ª, § 4º, com a redação dada pelo Convênio ECF 06/99) exclui da obrigatoriedade do uso do ECF as operações com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial; as realizadas fora do estabelecimento; as realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público, relacionadas com o fornecimento de energia, de gás canalizado e distribuição de água e à prestação de serviços de telecomunicações. A dispensa para as operações com veículos não se aplica à comercialização de partes, peças e acessórios. VENDAS REALIZADAS COM CARTÃO DE CRÉDITO OU DE DÉBITO AUTOMÁTICO A partir da utilização do ECF, a emissão do comprovante de pagamento de operação ou prestação efetuado com cartão de crédito ou débito automático em conta corrente somente poderá ser feita por meio de ECF, devendo, neste caso, o comprovante estar vinculado ao documento fiscal emitido na operação ou prestação correspondente. O exposto acima aplica-se também ao contribuinte que deseje utilizar ECF-MR para realizar operações e prestações com pagamento mediante utilização de cartão de crédito ou débito automático em conta corrente. Foi devido à empresa usuária de ECF ou de Terminal Ponto de Venda – PDV, adequar-se à obrigação citada neste sub-tópico até 31/12/1999, devendo observar, ainda, até à data mencionada, que a partir de 01/05/1999, a utilização por empresa não obrigada ao uso do ECF, de equipamento eletrônico ou não, destinado ao registro de operação financeira com cartão de crédito ou equivalente, somente será permitida se constar no anverso do respectivo comprovante: a) o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação, seguido, se for o caso, do número seqüencial do equipamento no estabelecimento, devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por: - CF, para Cupom Fiscal; - BP, para Bilhete de Passagem; - NF, para Nota Fiscal; - NC, para Nota Fiscal de Venda a Consumidor; e b) a expressão: "EXIJA O DOCUMENTO FISCAL DE NÚMERO INDICADO NESTE COMPROVANTE". HIPÓTESES DE OBRIGATORIEDADE DO CPF OU DO CNPJ NO CUPOM FISCAL Nas seguintes hipóteses será obrigatória a identificação do adquirente, inclusive através do CPF ou do CNPJ, quando for o caso, no Cupom Fiscal, facultando-se sua indicação nos demais casos: a) operação de venda em que a mercadoria venha a ser entregue pelo vendedor, em domicílio do adquirente; b) operação de venda a prazo, devendo, neste caso, serem identificados os prazos de vencimento das respectivas prestações, através de dispositivo finalizador específico; e c) sempre que o adquirente necessitar do Cupom Fiscal para efeito de comprovação de despesa. No caso mencionado na letra "a" (mercadoria a ser entregue em domicílio do adquirente) deve ser identificado no Cupom Fiscal: o endereço completo do adquirente; a placa do veículo transportador, através de carimbo próprio, aplicado no verso do respectivo Cupom Fiscal; e a data da saída da mercadoria do estabelecimento emitente, quando diversa da data da emissão do documento, através de carimbo, aplicado no verso do respectivo Cupom Fiscal. PRAZOS PARA ADOÇÃO DO ECF Para proceder à utilização do ECF, os estabelecimentos obrigados deverão observar os vários prazos previstos na legislação, que variam em relação ao início de atividades ou à média de vendas mensais no segundo semestre de OPÇÃO DE DISPENSA Através do Decreto N/99, a partir de Setembro de 1999 a Secretaria de Estado da Fazenda autorizou a dispensa do uso do ECF aos estabelecimentos vinculados ao regime de estimativa, enquadrados em duas hipóteses: a) média de vendas mensais inferior a UFIR; e b) média de vendas mensais inferior a UFIR. CONTRIBUINTES QUE EXERCEM SUAS ATIVIDADES E SÃO USUÁRIOS DE OUTRO EQUIPAMENTO QUE EMITA CUPOM FISCAL A Lei 5.541/97 vedou a utilização de outros equipamentos emissores de cupom fiscal, concedendo prazos para sua substituição. VEDAÇÃO DE USO DE OUTROS EQUIPAMENTOS NÃO INTEGRADOS AO ECF É VEDADO a manutenção de equipamento emissor de cupom ou assemelhado, que possa confundir-se com o cupom fiscal ou utilizar, no recinto de atendimento ao público, qualquer equipamento que possibilite registro ou processamento de dados, NÃO integrado a sistema adotado para emissão de documentos fiscais através de ECF. DEDUÇÃO DO VALOR DO EQUIPAMENTO DO MONTANTE DO ICMS A PAGAR Os estabelecimentos varejistas, inscritos no Cadastro Geral de Contribuintes da Secretaria de Estado da Fazenda, vinculados ao regime de estimativa do ICMS, aplicado às microempresas, que estão obrigados a manutenção e utilização do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF - poderão deduzir 100% (cem por cento) do valor do equipamento, limitado a R$ 2.000,00 (Dois Mil Reais), sendo, no máximo, 02 (dois) equipamentos por estabelecimento, desde que adquirido e regularmente requerida a sua autorização no período entre 1º de janeiro de 1998 até 1º de janeiro de A dedução máxima mensal é equivalente a 5% (cinco por cento) do valor fixado como limite de dedução, que poderá ser abatida do montante do ICMS a recolher. Na impossibilidade de dedução, mensal ou a cada período de apuração, os valores poderão ser deduzidos, cumulativamente, em períodos posteriores, desde que verificado saldo devedor de ICMS regularmente escriturado ou declarado. Aos estabelecimentos varejistas, cujo prazo para obrigatoriedade de uso de ECF tenha vencimento entre 01/08/1999 a 01/02/2000, conforme a Tabela de Prazos, fica assegurado o direito de dedução máxima mensal equivalente a 10% do valor fixado como limite de dedução, a partir do mês de referência setembro de 1999.

2 IMPORTÂNCIA DA INFORMATIZAÇÃO A informação é tudo na administração! Todos confirmam e concordam com essa assertiva. No entanto, é unânime também o conjunto de características necessárias para que esse fundamental "instrumento de trabalho" realmente atenda às necessidades dos gestores: agilidade – disponível no tempo certo e confiabilidade – coesa, correta. E além, precisa ser "certeira", isto é, ágil, confiável e para quem ela realmente será útil. A computação corporativa tem uma linha evolutiva particular, tendo como uma de suas principais metas, possibilitar que a informação tenha esse conjunto de características, criando novos e melhores instrumentos de apoio à tomada de decisão. Uma prova disso é a tecnologia ERP (Enterprise Resource Planning), que otimiza o tráfego de dados dentro da corporação (on-line), minimiza a manipulação e como conseqüência, assegura uma maior confiabilidade para as informações. Apesar de sua recente popularização, o conceito dos sistemas integrados não é novidade, ele sempre existiu, mesmo quando a informatização era um sonho distante, afinal, os Sistemas de Informação não dependem de informática ou tecnologia para serem elaborados; eles dependem de conhecimentos administrativos e operacionais. Houve uma época em que a informática era um privilégio para poucos, os equipamentos eram muito caros, havia pouca disponibilidade de mão-de-obra e sua instalação exigia grandes investimentos em infra-estrutura. Mas os Sistemas de Informação sempre existiram, de uma maneira ou outra, os dados eram processados e transformados em informações, ainda que de uma forma muito mais trabalhosa. A principal vantagem proporcionada pela tecnologia aos Sistemas de Informação é a capacidade de processar um gigantesco número de dados simultaneamente, tornando a disponibilização das informações demandadas, praticamente on-line. Mas de pouco adianta esse potencial se os sistemas (rotinas, processos, métodos) não estiverem muito bem coordenados e analisados. Informatizar sistemas ruins traz novos problemas e nenhuma solução, além de nublar as possíveis causas dessas falhas. Essa situação infelizmente é bastante comum nas empresas, pois existe uma grande confusão sobre análise de sistemas operacionais/corporativos e programação desses sistemas. A atribuição do desenvolvimento dos sistemas da corporação e sua análise, é uma tarefa que cabe aos administradores, cabendo à área técnica, apenas a automatização/informatização dos sistemas apresentados. Os distribuidores de ERP (SAP, Microsiga, RM Sistemas, Datasul, etc) apresentam essa característica de diferenciação de tarefas e atribuições, o que garante o sucesso da implementação do sistema. O computador não pensa, apenas realiza as tarefas que lhe são "ensinadas". O desenvolvimento dos Sistemas de Informação, bem como sua análise, devem ser feitos de maneira independente. Uma vez desenvolvidos os processos, resta apenas transmiti-los à máquina. A eficiência dos sistemas não é medida pela informatização, mas pela qualidade e eficiência dos métodos, assegurando a informação desejada, confiável e no tempo certo. O entendimento dessa diferença (desenvolvimento de Sistema de Informação versus Programação), proporciona a criação de processos/rotinas mais adequados, mais segurança, maior controle, além de possibilitar à empresa, uma análise clara dos benefícios (ou não) que a informatização pode trazer. Os Sistemas de Informação são peça fundamental para as empresas, não apenas na elaboração de relatórios, mas fazem parte de todos os departamentos e atividades da companhia, desde o simples controle até a confecção de planos estratégicos complexos. Tudo que acontece, todos processos, são regidos por um sistema, que pode ou não ser informatizado. Mais uma vez, deve ser considerada a importância do administrador nesse processo, que é nada menos que vital para a corporação. Mais do que um modismo, a tecnologia deve ser compreendida como uma ferramenta, um dos diversos métodos para assegurar qualidade, competitividade, redução de custos e principalmente, satisfazer os desejos e anseios dos clientes, que são a verdadeira razão de ser das empresas.

3 VANTAGENS DE TER UM PONTO DE VENDA OU ORÇAMENTO INFORMATIZADO ACESSO RÁPIDO AOS PRODUTOS CADASTRADOS VERIFICAÇÃO DO LIMITE E DO SALDO DEVEDOR DO CLIENTE CONSULTA AO HISTÓRICO DE COMPRAS E CONTAS DO CLIENTE CONSULTA DA SITUAÇÃO DO ESTOQUE ENTRADA AUTOMÁTICA NO FLUXO FINANCEIRO CADASTRO SIMPLES E RÁPIDO NA LISTA DE PENDÊNCIA DE PRODUTOS ENTRADA AUTOMÁTICA NA COMISSÃO DOS VENDEDORES OPÇÃO DE DESCONTOS OU ACRÉSCIMOS AUTOMÁTICOS OPÇÃO DE ALTERNAR VALOR DE BALCÃO E ATACADO TRANSFERÊNCIA DE ORÇAMENTO PARA VENDA IMPRESSÃO DOS DADOS DO CLIENTE, SE A NECESSIDADE DE CADASTRÁ-LO CADASTRO E IMPRESSÃO DE OBSERVAÇÃO DA VENDA FACILIDADE NO FECHAMENTO DO CAIXA

4 ALGUMAS NOVIDADES DO APLICATIVO COMERCIAL CERTO CONSULTA DE VENDAS -POR VÁRIAS OPÇÕES DE FILTROS -IMPRESSÃO DE PRODUTOS VENDIDOS -RELATÓRIO DE TOTAIS DE VENDA, CUSTO E LUCRO POR FUNCIONÁRIO -LISTAGEM DE VENDAS DIÁRIAS POR FORMA DE PAGTO -IMPRESSÃO E CONSULTA DE FECHAMENTO POR OPERADOR OU NÚMERO DO CAIXA -ESTATÍSTICA FINANCEIRA DAS VENDAS POR TIPO DE VENDA E CATEGORIA DE PRODUTOS -OPÇÃO DE DEVOLUÇÃO DE ITENS VENDIDOS ALTERANDO AUTOMÁTICO O VALOR DAS CONTAS RECEBER. NOVAS TELAS -CONTROLE DE ENTREGAS DE MOTOBOY -IMPRESSÃO DE NOTAS FISCAIS MODELO A1 -CONTROLE DE PONTO DE FUNCIONÁRIO -CONTROLE DE LEMBRETES SEPARADOS POR ASSUNTO E FUNCIONÁRIO VÁRIAS OPÇÕES DE GRÁFICOS, RELATÓRIOS E ESTATÍSTICAS. CONTROLE DE RECEBIMENTOS DAS VENDAS NOS CARTÕES -CADASTRO DA VENDA NO CARTÃO, AUTOÁTICAMENTE NO MOMENTO DA VENDA NO CAIXA -CONTROLE DOS RECEBIMENTOS, DEDUZINDO A COMISSÃO DAS EMPRESAS DE CARTÕES DE CRÉDITO. -RELATÓRIOS GERAIS E INDIVIDUAIS TELA DE EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS MODELO A1 CONTROLE DE PRODUTOS -PENDÊNCIAS -DEVOLUÇÕES -GARANTIA -CURVA ABC -HISTÓRICO GERAL CONSULTA DE CLIENTES (F2) -VERIFICA TOTAL DÉBITO -CONSULTA MÉDIA DE COMPRA MENSAL -CONSULTA DOS ÚLTIMOS PRODUTOS COMPRADOS PEDIDO DE COMPRA -RECEBIMENTO DOS PRODUTOS DA PENDÊNCIA -TRANSFERÊNCIA DIRETA PARA A COMPRA -IMPRESSÃO DO PEDIDO COM O CÓDIGO DO FORNECEDOR -GRAVAÇÃO DO PEDIDO EM ARQUIVO TEXTO OU PLANILHA

5 ALGUMAS CONSULTAS E RELATÓRIOS DO APLICATIVO COMERCIAL CERTO -RELATÓRIO DE CLIENTES POR VÁRIOS FILTROS -EMISSÃO DE CARTAS COMEMORATIVAS -EMISSÃO DE CARTAS DE COBRANÇA -IMPRESSÃO DE ETIQUETAS PARA MALA DIRETA -IMPRESSÃO DE RELATÓRIOS DE PRODUTOS, ETIQUETAS COM OU SEM CÓDIGO DE BARRAS E TABELA DE PREÇOS -CONTROLE DE PRODUTOS PARA PRODUÇÃO E APLICAÇÃO DO PRODUTO -ALTERAÇÃO DOS DADOS, SELECIONADOS PELO FILTRO DESEJADO -PEDIDO DE COMPRAS, PENDÊNCIAS E GARANTIA -HISTÓRICO COM UM SÓ CLIQUE, DOS PRODUTOS VENDIDOS, COMPRADOS, DEVOLVIDOS, EM PEDIDO OU MOVIMENTADOS AVULSAMENTE. -BALANCETE DE PRODUTOS, DISCRIMINANDO AS VENDAS, ORÇAMENTOS, ORDEM DE SERVIÇOS E MOVIMENTAÇÕES AVULSAS -CURVA ABC -IMPRESSÃO E GRÁFICOS TELA DE HISTÓRICO DOS PRODUTOS -PEDIDOS DE COMPRAS -PRODUTOS COMPRADOS -PRODUTOS VENDIDOS -MOVIMENTAÇÕES AVULSAS -DEVOLUÇÕES DE PRODUTOS LOGOTIPO DA EMPRESA VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DA REDE DE COMPUTADORES DEMONSTRATIVO DO TAMANHO DO HD E DO ESPAÇO FÍSICO -CONSULTA DOS FECHAMENTOS DO CAIXA -DEMONSTRATIVO DE: - TOTAL VENDIDO POR FORMA DE PAGAMENTO - TROCO - RETIRADAS - PAGAMENTOS EFETUADOS BALANCETE MENSAL GERAL -TOTAL DAS VENDAS -TOTAL DAS COMPRAS -TOTAL DE CONTAS RECEBIDAS -TOTAL DE CONTAS PAGAS -LUCRO MÉDIO MENSAL ENTRE OUTRAS FUNCIONABILIDADES -PONTO DE EQUILÍBRIO -CENTRO DE CUSTOS -COMPARATIVO ENTRE FUNCIONÁRIOS -INADIMPLÊNCIA MENSAL -PRODUTOS SEM ROTATIVIDADE -VARIAÇÃO DO ESTOQUE

6 AVANÇO TECNOLÓGICO DOS EQUIPAMENTOS DE AUTOMAÇÃO NOSSAS ANTIGAS COMPANHEIRAS AS PRIMEIRAS FORAM FABRICADAS NO INÍCIO DE 1878, E PARARAM DE SER COMERCIALIZADAS NO FIM DE DÉCADA DE 60, QUANDO DEU INÍCIO À FABRICAÇÃO DAS REGISTRADORAS ELETRÔNICAS, O AVANÇO TECNOLÓGICO DAS MESMAS FOI BEM RÁPIDO, NO QUE DIZ RESPEITO EM ESTILO, CAPACIDADE DE MEMÓRIA E CAPACIDADE DE INTERAGIR COM OUTROS PERIFÉRICOS. E NO INÍCIO DOS ANOS 90, COMEÇARAM A SER COMERCIALIZADOS EQUIPAMENTOS DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL COM MAIOR CAPACIDADE E MEMÓRIA, DE MAIOR INTERAÇÃO COM OS USUÁRIOS, QUE INTERAGEM DIRETA OU INDIRETAMENTE COM MICROS COMPUTADORES, DANDO MAIOR CONSCISTÊNCIA NOS DADOS DA EMPRESA. A evolução e expansão das relações comerciais em todo o mundo gerou a necessidade de criação de um instrumento mais eficiente para controlar as diversas transações diárias (venda) realizadas pelo comércio. Inicialmente, utilizou-se desde blocos de argila, até chegar ao registro em papel, que serviam tanto para o controle do comerciante como do consumidor, e uma caixa de madeira ou uma gaveta para guardar o dinheiro. Posteriormente, surgiram outros equipamentos que vieram auxiliar o comércio, como a máquina de somar e a máquina de calcular. A partir de então, surge o primeiro equipamento colocado em um ponto de venda com a finalidade de controlar as operações comerciais. Em 1878, nos Estados Unidos, surge a primeira Caixa Registradora, inventada por James e John Rutty. Este equipamento destinava-se a atender às necessidades de controle do dinheiro recebido pelas vendas efetuadas pelos estabelecimentos comerciais. Esta primeira Caixa Registradora parecia um relógio e possuía dois ponteiros: um que indicava os centavos e o outro, os dólares; duas fileiras de teclas, representando valores e dois discos somadores que totalizavam as vendas registradas. Com o aparecimento de diferentes formas de transações comerciais (vendas à vista, a crédito, etc.), a Caixa registradora precisou evoluir. Na década de 70, surgiram as Caixas Registradoras Eletrônicas (CRE) e os primeiros Terminais Ponto de Venda (PDV), utilizando leitores de códigos de barras (scanners) e canetas ópticas. No Brasil, em 1949, a Loja Sears, no bairro do Paraíso, na cidade de São Paulo, foi a primeira loja a instalar equipamentos com finalidade fiscal, operando com o sistema "self-selection". A partir daí, na década de 50, com o aparecimento dos primeiros supermercados e com a introdução do auto-serviço em outros ramos varejistas, começaram a surgir os primeiros fabricantes nacionais de Caixas Registradoras. Em 1976, foram instalados os primeiros sistemas de Terminais de Ponto de Venda (PDV) no Brasil e, por volta dos anos 80, surgiram os primeiros fabricantes nacionais de Terminais Ponto de Venda (PDV). A utilização dos equipamentos de automação comercial, CRE e PDV, introduziu profundas alterações nas atividades econômicas, através de inovações baseadas no processamento de dados e no controle das informações. Tornou-se possível a implantação de um moderno sistema de documentos, permitindo a simplificação do cumprimento das obrigações fiscais. A adoção desses sistemas, cada vez mais necessários ao comércio, levou as autoridades fiscais a concluir que esses equipamentos poderiam ser um importante instrumento de apoio à fiscalização, desde que seu uso fosse devidamente regulamentado. Assim, no Brasil, foram elaborados, em nível nacional, convênios fiscais que normalizaram a utilização desses equipamentos, bem como os requisitos necessários para controle da operação de ICMS.

7 EQUIPAMENTOS QUE AUXILIAM A AUTOMAÇÃO COMERCIAL COLETOR DE DADOS UTILIZADO PARA AUXILIAR OS SERVIÇOS DE UMA EMPRESA DE VÁRIAS FORMAS, COMO EXEMPLO PARA EFETUAR A CONTAGEM DO ESTOQUE, SEM A NECESSIDADE DE FECHAR O ESTABELECIMENTO. IMPRESSORA DE ETIQUETAS IMPRESSORA UTILIZADA PARA IMPRESSÃO DE ETIQUETAS DE GONDOLAS, PRODUTOS, ENTRE OUTROS, COM OPÇÃO DE CÓDIGO DE BARRAS OU NÃO. PALM TOP OS NOVOS MODELOS DE PALM TOP, ESTÃO VINDO COM SISTEMA OPERACIONAL COM A POSSIBILIDADE DE SE INSTALAR PROGRAMAS QUE COMUNIQUEM COM O APLICATIVO GERENCIADOR INSTALADO NA EMPRESA. MONITOR TOUCH SCREEN JÁ NÃO É NOVIDADE, MAS VALE A PENA LEMBRAR QUE SE PODE MODERNIZAR A TUA EMPRESA, INSTALANDO EQUIPAMENTOS QUE FACILITAMA VIDA DO CAIXA, E DIFICULTEM OS ERROS. TERMINAIS DE CONSULTA TERMINAIS DE CONSULTA COM LEITOR DE CÓDIGOS DE BARRAS LASER, PODENDO SER UTILIZADO PARA CONSULTA DE PREÇOS, VALIDAÇÃO DE CARTÕES DE ACESSO, ENTRE OUTRAS FUNCIONABILIDADES. CELULAR COM SISTEMA OPERACIONAL UMA TENDÊNCIA, QUE NA MINHA OPNIÃO, VAI SUBSTITUIR O PALM TOP, TRAZENDO PARA PALMA DE NOSSAS MÃOS, TODOS OS DADOS QUE ERAM PARTICULARES DO MICRO COMPUTADOR. LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS SEM FIO PRATICIDADE E COMODIDADE NA HORA DE LER O CÓDIGO DE BARRAS DOS PRODUTOS, TUDO ISSO NAS PONTAS DOS DEDOS.

8 DADOS IMPORTANTES AO EMPRESÁRIO REDE Rede. Em informática, uma rede é um conjunto de duas ou mais máquinas (micros, impressoras,etc…) partilhando uma linha comum e trocando dados entre si. A LAN (local área network) é uma rede local interconectando máquinas em um local físico restrito (com ou sem fios) enquanto a WAN (wide area netwotk) é uma rede que interconecta redes distantes (ex. internet). A conexão entre as máquinas é feita via cabo de rede, wireless (redes sem fio) e switches e/ou roteadores. Switch : é um aparelho eletrônico (como a foto acima, à direita), que interliga fisicamente, via cabo, os vários micros da rede. A quantidade de micros que você pode conectar ao switch depende do número de portas (conectores de rede do switch). Os mais comuns são 8, 16, 4 e 48 portas. Você pode conectar um switch a outro (isso é chamado cascateamento) para aumentar o número de micros da rede. Por exemplo, dois switches de 8 portas permitem 14 micros conectados em rede. Roteador : é um aparelho eletrônico (como a foto acima, à esquerda) que permite interconexão entre redes diferentes. Por exemplo, uma empresa tem uma rede local em Campinas e uma rede local em Americana. As duas redes trocam sinais entre si via roteadores. O roteador hoje é quem faz também a distribuição do sinal de internet. Conexão Direta. Em redes de dois micros, nem o switch é necessário. Basta esticar um cabo de rede entre os dois e eles poderão trocar dados entre si. Atualmente, os modelos de roteadores comerciais (como os da foto acima), tem uma porta WAN, de uma a 4 portas LAN e conexão wireless. Isso significa que você pode conectar o sinal da internet (o cabo que sai do modem conectado à internet) à porta WAN, conectar micros via cabo nas portas LAN disponíveis, e conectar notebooks e outros dispositivos via wireless (sem fio). Se a quantidade de portas LAN é menor que o número de micros que se tem na empresa, você pode cascatear um ou mais switches no roteador, aumentando o número de portas. Ou pode instalar placas de rede wireless nos micros. A internet pode ser compartilhada entre todos os micros da rede, ou somente aos micros desejados. Aqui mostramos os aspectos físicos relacionados às redes. Além da conexão física, é bom lembrar que faz-se necessário conhecimento técnico para o compartilhamento de discos, dispositivos, sistemas e internet. É importante que você tenha um profissional que conheça a empresa e possa fazer as instalações e configurações adequadamente, de forma que a rede fique estável e segura. Constantemente redes são atacadas por vírus, por, pior ainda, programas que roubam dados/senhas e, recentemente, invadidas via wireless em redes sem segurança adequada. A IMPORTÂNCIA DO NO BREAK Há tempos a energia elétrica oferecida pelas concessionárias do mundo inteiro não atendem as necessidades dos consumidores. As inúmeras melhorias do sistema elétrico não acompanharam os avanços e as exigências do mercado consumidor. No passado, as interrupções momentâneas de energia não causavam tantos danos ao processo produtivo pela pequena quantidade de equipamentos instalados. Uma época em que a energia era ruim e não atendia a todos. A ausência da energia era constante, mas em quase nada atrapalhava. Atualmente esse quadro mudou, a energia elétrica das concessionárias possui poucas interrupções de fornecimento e quando ocorrem, em 80% dos casos, encontram-se dentro da faixa de 0 a 5 minutos. A qualidade da energia também melhorou muito, inclusive no tocante ao percentual de variação máxima e mínima que fica abaixo dos 15% na grande maioria dos consumidores. O grande problema enfrentado atualmente são os piques momentâneos ou os ruídos provenientes de desligamento e religamento de cargas no sistema. Essas interrupções acontecem o tempo todo e são imperceptíveis à sensibilidade humana, pois, ocorrem na faixa de milésimos de segundo. Mesmo imperceptíveis a olho nu, afetam a produtividade da indústria, comércio e a vida dos usuários domésticos que possuem cada vez mais equipamentos eletro-eletrônicos com processamento inteligente. O avanço tecnológico e a expansão mercadológica dos equipamentos micro-processados ou informatizados crescem de forma exponencial, enquanto a expansão e a melhoria do sistema de energia elétrica crescem de forma gradativa. Nos últimos 20 anos, a evolução dos processos produtivos e a conseqüente automação da indústria, do comércio e dos lares, exigiram um avanço do sistema energético mundial nunca visto antes. Quanto mais avançado, moderno e inteligente for um produto, mais sensível ele será com relação à qualidade da energia elétrica, pois, a velocidade de processamento será cada vez maior, fazendo com que um simples ruído ou interrupção, ainda que momentânea, atrapalhem a leitura, o armazenamento e o processamento de milhões de bits. Nesse novo cenário, todos os equipamentos eletroeletrônicos estão se transformando em produtos informatizados, inteligentes, com capacidade ou interface para se comunicar facilmente com o homem, com outra máquina ou com a grande rede mundial de computadores. Estes equipamentos encontram-se na indústria, nos hospitais, no comércio, nas escolas, nos bancos, nas faculdades, na zona rural, nos lares…, são os computadores, as impressoras gráficas, os projetores de imagem, os analisadores de leite, os aparelhos de ultra-sonografia, as faculdades à distância… Não há mais horário de funcionamento, nem dia, nem noite, nem feriado. Em todo momento, em todos os lugares, existirão milhões de pessoas trabalhando, divertindo, pesquisando, enviando e recebendo dados, dinheiro e relatórios. O Mundo não pára mais… e tudo isso precisa de energia para funcionar! IMPRESSORA DE ETIQUETAS Tem aumentado sensivelmente o interesse das empresas por essas impressoras. O especialidade dela é, como o nome diz, emitir etiquetas, normalmente com códigos de barra. Usa-se etiquetas para colocação em gôndolas, produtos, crachás, cartões de fidelidade, etc… Existem muitos modelos de impressoras no mercado. As mais comuns são a Argox OS214 (que aparece sob vários nomes, Beetle da Metrologic, CashWay, e outros, mas a máquina é a mesma), Zebra TLP2844 e Zebra S4M. O preço delas varia entre menos de mil reais (OS214 e TLP2844) a mais de dois mil reais (Z4MPlus). Para lojas e uso em pequenos comércios, a OS e a TLP são mais do que suficiente. Para trabalhos mais pesados, o negócio é partir para a S4M e outras do mesmo nível ou maiores. As impressoras usam rolos de etiquetas. Essas são produzidas em tamanhos padronizados, ou sob medida (brancas ou com logo, pré-impressas, etc…). As etiquetas podem ser térmicas ou comuns. As comuns exigem que você use o Ribbon – um rolo de material parecido com plástico, que é impresso por aquecimento na etiqueta. As térmicas dispensam o Ribbon porém são mais caras. O custo médio das etiquetas, pelo que tenho visto no mercado, gira em torno de R$ 20,00 o rolo com mais ou menos etiquetas, e o ribbon gira em torno de seis a dez reais o rolo com 90 metros. O ribbon pode variar de preço e característica conforme o tipo de material e seu uso – peças comuns, congeladas, aquecidas, etc…. Se você pretende começar a usar etiquetas em seus produtos, leve em conta o seguinte : Procure usar códigos de barras. A margem de erro com o uso dessas máquinas é infinitamente menor do que pessoas anotando, digitando ou escrevendo informações. Se você tem um comércio e pretende automatizar, pense em colar etiquetas somente nos produtos que já não a possuem. Os produtos que tem um código de barras devem ser administrados pelo seu sistema de informática. Se há a necessidade de preços, você pode considerar a colocação de etiquetas tipo de gôndola para identificar a seção ou os produtos estocados em si. Se há necessidade de preços em cada produto, unitariamente, procure usar uma etiqueta bem pequena para reduzir o custo. Para os produtos que não tem cód. de barras, você pode imprimir o código interno de seu sistema de informática – geralmente são números seqüenciais. Existem modelos de códigos de barras também que aceitam números e letras (como o 3 de 9 p.exemplo). Se você é produtor, pode ter seu próprio código de barras. Para isso, entre em contato com a EAN Brasil ( e ). Você possuirá uma identificação própria da empresa e uma faixa de códigos de produtos a utilizar.http://www.eanbrasil.org.br Exemplo de um código de barras tipo EAN-13 : é um identificador de país, no caso, Brasil 1234 identifica a empresa proprietária do cód. de barras é um número seqüencial, que identifica cada um dos produtos da empresa. 6 é um dígito verificador, para consistência de leitura desse código. LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS Existem vários modelos e tipos de leitores de códigos de barra no mercado. O princípio de todos é semelhante : o aparelho emite uma luz, que incide sobre o código e retorna ao aparelho. Pela análise do retorno, em termos de luz e sombras, ele decifra as barras e, consequentemente, a numeração impressa. Essa operação é realizada muitas vezes em um único segundo e, pelas comparações entre elas, o aparelho decifra com precisão a informação e envia ao micro. Existem muitos modelos no mercado, variando o tipo de tecnologia de leitura, conexão ao micro e estrutura física. Tipos conforme a emissão de luz : Leitores CCD : emitem luz via led (um componente eletrônico emissor de luz). São modelos simples e de baixo custo. A precisão não é grande e você tem que praticamente encostar o leitor no código para que ele possa ser lido. Baixa velocidade de leitura. Leitores Trigger Image : emitem também luz via led (geralmente leds de maior potência de luz). A tecnologia para decifrar o código já é mais complexa (ele varre o código como se fosse um scanner) e o custo mais alto que os leitores CCD. A distância de leitura pode ser de 5cm nos leitores comuns, até a 25cm nos modelos long range. Média velocidade de leitura. Leitores Laser : emitem luz através de um canhão de raio laser. Maior precisão de todos, como também maior a velocidade de leitura. Tipos de Conexão : Teclado : O leitor possui um rabicho em Y e é conectado em série com o teclado do micro. Serial : O leitor é conectado à saída serial do micro. Muitas vezes tem que ser instalado um programa, que fica residente na memória, para interpretar o sinal do leitor. USB : Cada vez mais comum, é conectado à uma saída USB do micro. Normalmente já passa a ler imediatamente, sem precisar de driver ou software adicional. Tipos de Apresentação : Manual : você segura o leitor, aperta o gatilho sobre o código e faz a leitura. Manual com Suporte : o leitor fica repousado sobre um suporte, e você passa o produto na frente dele. Geralmente você pode tirá-lo de lá, caso necessário, para ler um código (p.ex. de uma caixa grande que você não tem como passar na frente do leitor). Os leitores a laser normalmente possuem um sensor de aproximação, ou seja, o laser fica apagado e, quando você aproxima o produto ele detecta e emite o laser para leitura. Fixo : o leitor fica fixo no caixa e você não tem como movimentá-lo. Você tem que passar o produto em frente ao mesmo. Exemplo clássico são os leitores de caixa de supermercado, que todo mundo já está acostumado. Custos : CCD : os mais baratos, algo entre R$ 100,00 a R$ 150,00 conforme o modelo. Trigger Image: faixa média, entre os CCDs e os lasers. Algo entre R$ 200,00 a R$ 300,00 conforme o modelo. Os long range podem chegar até a R$ 500,00 Laser: mais caros, variando entre R$ 300,00 para os manuais, R$ 400,00 a 500,00 para os com suporte e de R $ 1.000,00 a R$ 1.500,00 para os fixos. Qualidade do código de barras : Por boa qualidade do código entende-se que não existam barras apagadas, borradas, códigos pequenos demais, com boa diferença de cores entre a barra e o fundo, e com margem entre o inicio e fim do código. Mesmo alguns grandes fabricantes fazem códigos com barras prateadas e fundo colorido. Isso é péssimo para leitura porque o leitor consegue decodificar o código justamente pelo contraste da cor da barra com a cor do fundo. Existem produtos que não conseguem ler lidos nem pelos leitores fixos a laser. Nesses casos o problema não é o leitor em si, mas o projeto do código de barras. Quando não se consegue ler com o leitor, a aplicação sempre terá uma forma de digitar-se a informação manualmente. Precisão : Uma das vantagens de você usar o leitor é a precisão. Vais ser muitíssimo mais difícil você vender um produto incorreto usando um leitor do que o atendente procurar ou digitar o produto manualmente, evitando divergências de estoque e preços faturados. Qual modelo adquirir ? Isso depende da aplicação e dos produtos a serem lidos. Aplicações onde os códigos de barras possuem boa qualidade e não é necessária rapidez de leitura (ou a freqüência de leitura não é alta) cabem um CCD. Aplicações onde os códigos nem sempre são perfeitos, ou exigem muitas leituras seqüenciais, você deve pensar no Trigger Image ou Laser. A estética influir na escolha também. Para um caixa ou posto de atendimento de uma loja, os leitores laser com suporte (como o Voyager da Metrologic – veja foto) são bonitos e possuem design arrojado. Já para um ambiente de chão de fábrica existem modelos específicos, com resistência a queda, aquecimento, umidade. Um caixa de atendimento rápido já pede um leitor fixo a laser, que tem alta velocidade e qualidade de leitura. GASTO OU INVESTIMENTO Já paramos para notar o quanto a tecnologia nos envolve ? Hoje você vê micros e notebooks em todas as empresas e lares, a internet rápida espalhada por virtualmente qualquer canto, chegando já até aos celulares. Todo mundo lembra-se que há poucos anos praticamente não existiam os microcomputadores, celulares, e o próprio telefone comum era caro e, exceto as empresas, poucas pessoas tinham acesso. As mudanças estão, ano a ano, tomando um ritmo mais acelerado. Quanto mais a tecnologia avança, mais pessoas tem acesso. E a produtividade dessas pessoas geram novas ferramentas e produtos, alavancando a tecnologia, e a coisa vai sucessivamente se ampliando. Essa tendência é irreversível em todos os níveis, e os órgãos governamentais não estão de fora. Pelo contrário. Seja através de portarias com obrigações para os contribuintes, ou através de serviços disponíveis e trocas de informações, todas as informações estão sendo paulatinamente integradas e daqui poucos anos, nos parece que o governo poderá ter um espelho de cada empresa num simples relatório. Um exemplo : as redes de cartões de crédito informam ao fisco, mensalmente, as vendas no cartão de cada estabelecimento. Milhares de empresas foram autuadas, já nesse ano, porque simplesmente apresentaram ao fisco um faturamento menor do que as empresas de cartão enviaram de vendas, desses mesmos estabelecimentos. Somente duas informações cruzadas ( de faturamento pelos estabelecimentos, e de vendas pelas operadoras ) já foram capazes de provocar um estrago…. Para as empresas que ainda não estão informatizadas, talvez esse processo todo assuste, e muitos comerciantes nos procuram, solicitando soluções de baixo custo. O lojista tem, basicamente, dois caminhos : Pode adquirir o mínimo de equipamentos necessários para cumprir a legislação – e você pode pensar nisso como uma despesa, no sentido que o capital utilizado serve somente para cumprir uma obrigação, sem retorno. Ou pode implantar gradativamente a informatização da empresa – e você pode pensar nisso como um investimento, porque todo o capital gasto vai para além do mero cumprimento da obrigação. A inserção de uma cultura da informática poderá trazer muitos benefícios indiretos para a empresa como, por exemplo, rapidez e flexibilidade das informações, controles (estoques, compras, vendas, lucratividade, margens …), intercâmbio imediato com o mercado através da internet, etc… Um fato da área de informática é que softwares e máquinas mal utilizados, por mais baratos que tenham sido, ficaram caro para a empresa. E o inverso também é verdadeiro, software e máquinas bem utilizados, por mais caros que tenham sido, serão baratos, visto que o retorno indireto será imenso, embora de difícil medição, podendo mesmo fazer a diferença em vários aspectos. Para você que está nessa posição, a decisão é difícil, não deve ser tomada de impulso, requer reflexão e, felizmente, está em suas mãos. Ninguém melhor que você sabe onde está e até onde quer ir com sua empresa…

9 MOTIVOS PARA ADIQUIRIR O APLICATIVO COMERCIAL CERTO CONTROLE FINANCEIRO INTEGRANDO AUTOMATICAMENTE AS VENDAS, COMPRAS, ESTOQUE, CONTAS A PAGAR E RECEBER, E CONTROLANDO JUNTAMENTE AS VENDAS NO CARTÕES DE CRÉDITO, RELATANDO O VALOR REAL A SER RECEBIDO. APLICATIVO DESENVOLVIDO COM UM BANCO DE DADOS SEGURO E PODEROSO, O FIREBIRD. SISTEMA DE CÓPIA DE SEGURANÇA, QUE É FEITA AUTOMATICAMENTE PARA QUALQUER DISPOSITIVO INTEGRADO AO SERVIDOR DO SISTEMA. APLICATIVO COM BAIXO PERCENTUAL DE NECESSIDADE DE MANUTENÇÃO, E QUE AINDA PODE SER FEITO REMOTAMENTE. O APLICATIVO COMERCIAL CERTO, É UM SISTEMA QUE VEM SENDO TESTADO E ALTERADO HÁ MAIS DE DEZ ANOS, NOS TRAZENDO BASTANTE CONHECIMENTO PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE NOSSOS CLIENTES. O SISTEMA FOI DESENVOLVIDO COM A INTERFACE GRÁFICA DO DELPHI, DEIXANDO- O MUITO MAIS AMIGÁVEL E PRÁTICO. AS OPÇÕES DE GRÁFICOS, RELATÓRIOS E ESTATÍSTICAS, SÃO ILIMITADAS, PODENDO SER MODIFICADAS NA MANEIRA QUE MAIS AGRADAR AO CLIENTE.


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