A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

© 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "© 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas."— Transcrição da apresentação:

1 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas

2 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Objetivos Explicar a hiperemia ativa e congestão passiva e dar exemplos clinicamente importantes de cada processo Descrever o destino dos trombos, com ênfase especial para efeitos clínicos, organização, re- canalização, e embolização.

3 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Desordens de Perfusão (pag 283) Desordens de Hemodinâmicas são caracterizadas por alteração da perfusão o que resulta em dano celular e do órgão

4 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Hiperemia and Congestão Ativa (arterial) - aumento provisão/ fluxo de sangue a um órgão, normalmente fisiológico (exercício) Passivo (venoso) - congestão de um órgão por sangue venoso, normalmente, é o resultado da parada cardíaca ventricular esquerda o que, por sua vez, conduz a insuficiência ventricular direita

5 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Pulmão, Congestão Passiva

6 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Edema Pulmonar, Macroscopia

7 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Edema Pulmonar, Micro

8 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Pulmão, Células da Insuficência Cardíaca, Micro

9 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Kitchen Pathology – Nutmeg

10 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Nutmeg Liver (congestão passiva)

11 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Nutmeg Liver (centri-lobular congestion)

12 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Liver, Passive Congestion, Cell Dropout

13 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Hemorragia Hemorragia é a saída de sangue do compartimento vascular para o exterior do corpo ou para espaços não-vasculares, freqüentemente causdos por: –Trauma (inclusive cirurgiões) –defeitos congênitos (aneurisma) –defeito da parede do vaso(aterosclerose, vasculite) –hipertensão –Coagulopatia (Hemofilia A)

14 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Definição: Hemorragia é a saída de sangue dos vasos ou do coração para o exterior, interstício, ou cavidade pré-formadas. HEMORRAGIAS

15 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Hemorragias externas São as que ocorrem para o exterior do corpo ou para cavidades em comunicação com o exterior.

16 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Exemplos I Gastrorragia e enterorragia: hemorragia para a luz do estômago ou dos intestinos. Hematêmese: hemorragia na parte alta do tubo digestivo, lançada ao exterior na forma de vômito. Melena: hemorragia em que o sangue digerido sai com as fezes, tendo aspecto caracteristicamente comparado ao de borra de café. Hematúria: hemorragia lançada ao exterior com a urina.

17 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Exemplos II Hemoptise: hemorragia oriunda dos pulmões ou de outras partes do trato respiratório. Otorragia: hemorragia através do conduto auditivo externo; Epistaxe: hemorragia através das narinas, geralmente oriunda da mucosa nasal. Menorragia, hipermenorréia ou polimenorréia: hemorragia menstrual abundante. Metrorragia: hemorragia nos períodos intermenstruais, ou na menopausa.

18 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Hemorragias internas

19 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Hemorragia - Classificação Petéquia - defina (capilar) hemorragia puntiforme na pele ou em outro lugar, normalmente secundária a coagulopatia ou vasculite. Várias: pontilhado hemorrágico. Púrpura - hemorragia superficial difusa na pele, com até 1 cm em diâmetro. Grupo de doenças caracterizadas por hemorragias na pele com coloração purpúrica ou marrom-avermelhada. Causas muito variadas, p. ex. distúrbios da coagulação (púrpura trombocitopênica). Sufusões hemorrágicas - hemorragias maiores, difusas ou espalhadas pelo interstício.

20 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Hemorragia - Classificação Equimose (contusão) - hemorragia superficial da pele > 1 cm em tamanho. Sufusão hemorrágica cutânea de origem traumática (segundo outros: hemorragia na pele, maior que uma petéquia/ púrpura, independente da causa). Hematoma - coleção de sangue dentro de um tecido (freqüentemente músculo)/ hemorragia em que o sangue que se acumula forma uma nova cavidade.

21 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Hemorragias em cavidades pré- existentes do organismo hemotórax hemopericárdio hemoperitônio hemosalpinge (na luz da trompa uterina) hemartrose (em cavidades articulares).

22 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Hemorragia apoplética: hemorragia cerebral hipertensiva (apoplexia - palavra grega que significa abater, cair em estado de coma) É uma hemorragia que se dá na intimidade de um órgão com destruição parcial ou total deste e com manifestações súbitas e graves. O melhor exemplo é a hemorragia cerebral na hipertensão arterial (O termo apoplético é antigo e atualmente menos usado. Prefere- se hemorragia cerebral hipertensiva.)

23 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Hemorragia – Rash Petequial

24 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Equimose, Macro

25 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Hemorragia Hipertensiva, Macroscopia

26 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - Definição Trombose refere-se à formação de um trombo dentro do lumen vascular, que é definido como um agregado de sangue coagulado que contém plaquetas, fibrina e elementos celulares. Para propósitos práticos, o termo "coágulo" é sinônimo

27 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Trombo é uma massa sólida formada na luz dos vasos ou do coração com os elementos do sangue durante a vida. Trombose é o processo de formação do trombo

28 © 2000, J.L. Fishback, M.D. A trombose é uma extensão patológica do processo normal de hemostasia. Desequilíbrios na interação dos três elementos básicos, ou seja, parede vascular, plaquetas e proteínas da coagulação podem resultar em trombose.

29 © 2000, J.L. Fishback, M.D. TRÍADE DE VIRCHOW Os fatores predisponentes à trombose constituem a tríade de Virchow. A importância relativa de cada um varia com a situação. São eles: 1) Lesão endotelial. 2) Hipercoagulabilidade do sangue. 3) Alterações do fluxo sangüínea.

30 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - arterial Trombose arterial é, sem dúvida, a causa mais comum de morte em países industrializados Ocidentais. Freqüentemente, a trombose acontece nas artérias coronárias, levando ao infarto miocárdico (#1 causa de morte). Porém, também pode acontecer no coração ou sistema de carótideo, causando acidentes vasculares cerebrais (#2 causa de morte), ou infartos periféricos

31 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose, Artéria Coronária

32 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose, Aneurisma Aórtico

33 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Thrombus, Lines de Zahn

34 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - Patogênese Três Fatores Primários –Endotélio Com propriedades pro e anti trombóticas –Alterações no fluxo sangüíneo Turbulência induz dano endotelial Estase contribui para trombose venosa –Coagulabilidade sangüínea aumentada

35 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Fluxo laminar

36 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Estenose

37 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Turbulência

38 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - destino do trombo Propagação Embolização Dissolução (lise pelo sistema trombolítico) Organização e recanalização

39 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Artéria coronária, Recanalização

40 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - Coração Fatores predisponentes –Endocardite – Infarcto miocárdico –Fibrilação atrial –Cardiomiopaia

41 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - coração Complicações da Trombose cardíaca –A principal complicação de trombos em qualquer local do coração é a separação de fragmentos e o transporte deles a locais distantes (embolização), onde eles são retidos e ocluem vasos arteriais.

42 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Marantic Endocarditis, Gross

43 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Endocardite bacteriana, Valva Aórtica

44 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Tenosinovitis, Staph aureus

45 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombo mural, Coração, Macro

46 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombo mural, Ventrículo esquerdo

47 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose - venosa As veias profundas da perna são o local mais comum para trombose, principalmente devido ao fluxo lento de sangue. Este é freqüentemente o resultado de imobilização prolongada. Esta condição pode causar inchaço da perna, ou pode ser completamente assintomático. A complicação mais temida é o trombo- embolismo pulmonar

48 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose, Veia Femoral, in situ

49 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombo, Veia Femoral, Recanalização

50 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Objetivos Listar as várias condições predisponentes para Trombose venosa Descrever a patogênese da coaguloção intravascular disseminada (micro-angiopatia trombótica)

51 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose – Pacientes de alto risco Dano tecidual (cirurgia, queimaduras) Imobilização prolongada Infarto miocárdico Neoplasias - sólidas ou hematopoéticas –Síndrome de Trousseau-adenocarcinoma pancreático Válvulas cardíacas protéticas

52 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Trombose – Pacientes com risco aumentado Fumantes Gravidez/pós-parto Contraceptivos hormonais orais Hiperlipidemia Anemia falciforme Fibrilação atrial

53 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Objetivos Descrever as várias formas de embolia e os seus sintomas clínicos Definir e comparar infartos brancos, infartos vermelhos e infartos sépticos Explicar a patogênese do choque de endotóxico, hipovolêmico e cardiogênico

54 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia - Definição Embolia é a passagem através das circulação, venosa ou arterial, de qualquer material capaz de ser retido em um vaso sanguíneo e assim obstruir o lumen

55 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Êmbolo (do grego, tampão ou rolha), é qualquer corpo estranho à corrente sanguínea ou linfática, transportado por ela e que fica retido em um vaso de calibre menor. Embolia é oclusão do vaso por um êmbolo

56 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia - Classificação Trombo-embolismo (mais comum) Embolia gordurosa Embolia por líquido amniótico Embolia gasosa Embolia por colesterol Embolia séptica Embolia por corpo estranho Embolia por medula óssea

57 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia - Pulmonar Fonte habitual são as veias profundas da perna - FleboTromboses Destino do trombo-embolismo pulmonar –Embolia pulmonar volumosa (êmbolo de sela), com fibrilação ventricular –Infarto pulmonar –Embolia sem infarto –Êmbolo paradoxal

58 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolismo Pulmonar, Angiograma

59 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia Pulmonar, Macro

60 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia Gordurasa, Cérebro, Macro

61 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia Gordurosa, Pulmão, Oil Red O

62 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Placas ateroscleróticas, Aorta, Macro

63 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia por colesterol, Macro

64 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia por Colesterol, Micro

65 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Embolia por medula óssea, Micro

66 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infarto - Definição Oclusão total de uma artéria conduz a uma área de necrose coagulativa chamada de infarto. Oclusão parcial pode causar infarto, mas freqüentemente conduz a atrofia.

67 © 2000, J.L. Fishback, M.D. INFARTO É UMA ÁREA DE NECROSE ORIGINADA EM DISTÚRBIO CIRCULATÓRIO Em geral são causados por redução ou interrupção da circulação arterial, mas há também infartos conseqüentes a obstrução venosa. De acordo com seu aspecto macroscópico, os infartos dividem-se em anêmicos ou brancos e hemorrágicos ou vermelhos.

68 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infartos - Patologia

69 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infartos - Patologia

70 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infartos - Classificação Infarto vermelho - acontece em órgãos com um irrigação sangüinea dupla (pulmão, fígado) Infarto pálido - acontece em órgãos com artérias terminais (rins) Infarto séptico - acontece quando o tecido necrótico de um infarto é contaminado com bactérias. Pode formar um abscesso. Infartos devido a embolização de vegetações cardíacas infectadas são, por definição, infartos sépticos.

71 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infartos - Patologia Infartos são áreas de necrose coagulativa onde o tecido necrótico mantém a estrutura subjacente do órgão, pelo menos até que o reparo se inicie. Isto está em contraste com a necrose liquefativa ou caseosa onde a estrutura subjacente do tecido está perdida.

72 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infarto Renal, Macro

73 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infarto Renal, Macro

74 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infarto Pulmonar, Macro

75 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infarto Renal, Micro

76 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Watershed Infarcts - Brain

77 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Watershed Infarcts

78 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Watershed Infarcts

79 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Edema - definição Edema refere-se à presença de excesso de fluido nos espaços intersticiais do corpo, e pode ser local (hidrotorax, ascites, hidropericárdio, etc.) ou generalizado (anasarca)

80 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Regulação normal do Movimento dos Fluídos A lei de Starling: a pressão hidrostática do sangue normalmente é equilibrada pela pressão de oncótica das proteínas plasmáticas * * O resultado é que há um movimento contínuo de fluido do compartimento intravascular para os tecidos através das arteríolas pré-capilares onde é transportado através dos linfáticos, ou reabsorvido na vênula pós-capilar

81 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Regulação normal do Movimento dos Fluídos Fluido extravascular (pouca protéina ou pressão) Hydrostatic pressure pressure Oncoticpressure

82 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Patogênese do Edema Edema não-inflamatório, por exemplo: –Edema pulmonar devido a insuficência cardíaca (aumento da pressão hidrostática sedundária aldosteronismo) –Síndrome Nefrótica (diminuição da pressão oncótica) Edema inflamatório, ou,: –Dano direto, irreversível - todos os vasos (queimadura) –Aumento transitório da permeabilidade vascular, i.e., o efeito de mediadores químicos em vênulas pós-capilares

83 © 2000, J.L. Fishback, M.D. EDEMA -TRANSUDATO EDEMA -TRANSUDATO (concentração proteica : densidade <1.012 ) (concentração proteica : densidade <1.012 ) Hydrostatic pressure pressureOncoticpressure Non-Inflammatory Edema Aumento da Pressão Hidrostática

84 © 2000, J.L. Fishback, M.D. EDEMA -TRANSUDATO EDEMA -TRANSUDATO (concentração proteica : densidade <1.012) (concentração proteica : densidade <1.012) Hydrostatic pressure pressureOncoticpressure Non-Inflammatory Edema Diminuição da pressão Oncótica

85 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Transudato: fluido extravascular com conteúdo baixo de proteína, basicamente albumina, e densidade menor que g/ml. É um ultrafiltrado do plasma e resulta de um desequilíbrio hidrostático através do endotélio vascular, cuja permeabilidade é normal. Portanto, não está associado a uma inflamação. Exsudato: fluido extravascular de origem inflamatória e, portanto, resultante de um aumento na permeabilidade do endotélio pelos mediadores da inflamação. Tem alta concentração de proteínas, inclusive globulinas e fibrina, células inflamatórias vivas ou degeneradas, e densidade acima de g/ml.

86 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Edema - classificação Edema local - característico da inflamação aguda Edema generalizado - afeta órgãos viscerais e áreas do tronco e das extremidades - classicamente visto na ICC Anasarca - edema generalizado e severo - normalmente um resultado da insuficiência renal

87 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Coração Normal vs. Dilatado (Insuficência)

88 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Edema Cerebral

89 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Compartimendos de Fluídos Corporais Água corporal total - 42 L –Intracelular - 28 L –Extracelular - 14 L Intravascular litros Intersticial - 10 L

90 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Excesso e Perda de Fluidos Desidratação – refere-se a uma condição na qual há quantidade inadequada de fluido para encher os vários compartimentos de fluidos do corpo. Hidratação excessiva - normalmente iatrogenica

91 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque - Definição Choque é uma condição hemodinâmica de profunda perturbação metabólica caracterizada por fracasso do sistema circulatório para manter perfusão adequada de órgãos vitais.

92 © 2000, J.L. Fishback, M.D. ESTADO DE CHOQUE Definição: É um estado em que há redução séria e difusa da perfusão sanguínea tecidual. A hipóxia celular resultante leva a respiração anaeróbica a nível dos tecidos, produção de lactato, acidose metabólica, dano generalizado em órgãos nobres e morte.

93 © 2000, J.L. Fishback, M.D. No estado de choque ocorre uma desproporção entre o volume sanguíneo circulante e o volume do sistema circulatório a ser preenchido, devida a: a) redução no débito cardíaco; b) perda de sangue; c) perda no controle vasomotor. Temos assim a classificação fisiopatológica do choque segundo a causa:

94 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque – Classificação CLASSIFICAÇÃO FISIOPATOLÓGICA DO ESTADO DE CHOQUE Hipovolêmico Cardiogênico Anafilático Endotóxico/Séptico Neurogênico (raro)

95 © 2000, J.L. Fishback, M.D. 1) Choque cardiogênico (falha da bomba) Infarto do miocárdio Tamponamento pericárdico Embolia pulmonar maciça

96 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Infarto Concêntrico, Sub-endocárdico

97 © 2000, J.L. Fishback, M.D. 2) Choque hipovolêmico (falha do conteúdo) Hemorragia, externa ou interna: traumas, hemorragia digestiva, etc. Perda de fluidos desidratação intensa –a) vômitos e diarréia –b) queimaduras extensas –c) seqüestração em cavidades: peritonite, pancreatite, infarto intestinal, etc

98 © 2000, J.L. Fishback, M.D. 3) Choque por represamento periférico (falha do continente) A)Choque neurogênico: lesão de medula espinalanestesia profunda bloqueadores ganglionares. B)Choque endotóxico: septicemias, esp. por Gram negativos. C)Choque anafilático.

99 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia Circulação normal –Leitos capilares perfundidos –Esfíncteres controlados –Shunts AV controlados –Hipóxia mínima e pouca variação de pH nos leitos capilares

100 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Circulação Normal - esquemática

101 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia Fase reversível do choque –Vasoconstrição periférica - estímulo de SNA e adrenal- catecolaminas –Shunts AV abertos - redistribuição do sangue da circulação de esplanica para o coração e cérebro –Diminuição do pH nos leitos capilares –Hemodiluição - fluidos intersticiais passam para os espaços vasculares para substituir a perda de sangue

102 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Fase Reversível - Esquemática

103 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia

104 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia Fase crítica de choque –diminuição continua do volume de sangue e pressão –vasoconstrição periférica máxima –perfusão capilar diminuída - hipóxia endotelial –coagulação

105 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Fase Crítica - esquemática

106 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia Fase irreversível do choque –vasodilatação arteriolar - represamento e estagnação –Aumento da pressão hidrostática capilar - conduz a edema intersticial –função diminuída de órgãos vitais –acidose metabólica –MORTE

107 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Fase de Estagnação - Esquemática

108 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Síndrome Resposta Inflamatória Sistêmica A SIRS é o resultado da liberação volumosa de citocinas, levando a disfunção múltipla de órgãos. Está sendo vista mais freqüentemente por causa do tratamento bem sucedido do choque. Mortalidade é alta (>50%). Uso de anticorpos monoclonais dirigido contra várias citocinas têm sido ineficaz.

109 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas CID Coagulação intravascular disseminada (CID, coagulopatia de consumo, ou anemia hemolítica microangiopática) é uma desordem adquirida séria e freqüentemente fatal onde as plaquetas e fatores da coagulação são consumidos por uma coagulação intravascular volumosa, freqüentemente dentro dos leitos capilares. Reciprocamente, isto conduz a Hemorragia incontrolável em outras áreas do corpo.

110 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas DIC - Pathophysiology The central event in the initiation of DIC is the activation of the intrinsic or extrinsic clotting cascades within the vascular compartment by tissue injury, or damage to the endothelium, or both. Thromboplastin from amniotic fluid can also initiate the clotting cascade.

111 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas DIC - Pathology Many venules, capillaries, and arterioles contain multiple, small, fibrin/platelet thrombi The meshwork of fibrin may fragment red blood cells, forming schistocytes. These altered RBCs account for the name microangiopathic hemolytic anemia. Widespread ischemic changes in many organs occur, leading to multi-organ failure

112 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas CID – Microtrombos, glomerulos

113 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas CID– Microtrombos, PTAH

114 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas CID – Schistocytes

115 © 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas Waterhouse-Friderichson Syndrome


Carregar ppt "© 2000, J.L. Fishback, M.D. Desordens Hemodinâmicas."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google