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Desordens Hemodinâmicas

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Apresentação em tema: "Desordens Hemodinâmicas"— Transcrição da apresentação:

1 Desordens Hemodinâmicas
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

2 Desordens Hemodinâmicas Objetivos
Explicar a hiperemia ativa e congestão passiva e dar exemplos clinicamente importantes de cada processo Descrever o destino dos trombos, com ênfase especial para efeitos clínicos, organização, re-canalização, e embolização. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

3 Desordens Hemodinâmicas Desordens de Perfusão (pag 283)
“Desordens de Hemodinâmicas são caracterizadas por alteração da perfusão o que resulta em dano celular e do órgão” © 2000, J.L. Fishback, M.D.

4 Desordens Hemodinâmicas Hiperemia and Congestão
Ativa (arterial) - aumento provisão/ fluxo de sangue a um órgão, normalmente fisiológico (exercício) Passivo (venoso) - congestão de um órgão por sangue venoso, normalmente, é o resultado da parada cardíaca ventricular esquerda o que, por sua vez, conduz a insuficiência ventricular direita © 2000, J.L. Fishback, M.D.

5 Desordens Hemodinâmicas Pulmão, Congestão Passiva
Alveolar capillaries should contain RBCs in single file. If this situation continues, capillaries will burst, leading to micro-alveolar Hemorragia. Movement of fluid due to increased hydrostatic pressure will lead to pulmonary edema. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

6 Desordens Hemodinâmicas Edema Pulmonar, Macroscopia
Pulmonary edema, gross. Sometimes, this frothy pink fluid can be discerned at the nares by physical exam. Of course, upon auscultation, the lungs would have wet rales. A chest X-ray should show venous congestion and increased alveolar densities. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

7 Desordens Hemodinâmicas Edema Pulmonar, Micro
Pink edema fluid is evident. The intra-alveolar cells are pulmonary macrophages – normal. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

8 Desordens Hemodinâmicas Pulmão, “Células da Insuficência Cardíaca”, Micro
Hemosiderin-laden pulmonary macrophages in longstanding congestive heart failure. A few intra-alveolar RBCs can be seen (abnormal). The hemosiderin comes from ingestion of these RBCs. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

9 Desordens Hemodinâmicas Kitchen Pathology – Nutmeg
Cross-section of a nutmeg. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

10 Desordens Hemodinâmicas Nutmeg Liver (congestão passiva)
Passive Congestion. Blood in the centrilobular area of the liver. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

11 Desordens Hemodinâmicas Nutmeg Liver (centri-lobular congestion)
RBCs around central vein. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

12 Desordens Hemodinâmicas Liver, Passive Congestion, Cell Dropout
Same as previous – higher power. Hypoxia produces dropout of hepatocytes due to pressure atrophy. Liver enzymes would be slightly increased in this CHF patient. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

13 Desordens Hemodinâmicas Hemorragia
Hemorragia é a saída de sangue do compartimento vascular para o exterior do corpo ou para espaços não-vasculares, freqüentemente causdos por: Trauma (inclusive cirurgiões) defeitos congênitos (aneurisma) defeito da parede do vaso(aterosclerose, vasculite) hipertensão Coagulopatia (Hemofilia A) © 2000, J.L. Fishback, M.D.

14 HEMORRAGIAS Definição: Hemorragia é a saída de sangue dos vasos ou do coração para o exterior, interstício, ou cavidade pré-formadas. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

15 Hemorragias externas “São as que ocorrem para o exterior do corpo ou para cavidades em comunicação com o exterior”. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

16 Exemplos I Gastrorragia e enterorragia: hemorragia para a luz do estômago ou dos intestinos. Hematêmese: hemorragia na parte alta do tubo digestivo, lançada ao exterior na forma de vômito. Melena: hemorragia em que o sangue digerido sai com as fezes, tendo aspecto caracteristicamente comparado ao de borra de café. Hematúria: hemorragia lançada ao exterior com a urina. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

17 Exemplos II Hemoptise: hemorragia oriunda dos pulmões ou de outras partes do trato respiratório. Otorragia: hemorragia através do conduto auditivo externo; Epistaxe: hemorragia através das narinas, geralmente oriunda da mucosa nasal. Menorragia, hipermenorréia ou polimenorréia: hemorragia menstrual abundante. Metrorragia: hemorragia nos períodos intermenstruais, ou na menopausa. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

18 Hemorragias internas © 2000, J.L. Fishback, M.D.

19 Desordens Hemodinâmicas Hemorragia - Classificação
Petéquia - defina (capilar) hemorragia puntiforme na pele ou em outro lugar, normalmente secundária a coagulopatia ou vasculite. Várias: pontilhado hemorrágico. Púrpura - hemorragia superficial difusa na pele, com até 1 cm em diâmetro. Grupo de doenças caracterizadas por hemorragias na pele com coloração purpúrica ou marrom-avermelhada. Causas muito variadas, p. ex. distúrbios da coagulação (púrpura trombocitopênica). Sufusões hemorrágicas - hemorragias maiores, difusas ou espalhadas pelo interstício. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

20 Desordens Hemodinâmicas Hemorragia - Classificação
Equimose (contusão) - hemorragia superficial da pele > 1 cm em tamanho. Sufusão hemorrágica cutânea de origem traumática (segundo outros: hemorragia na pele, maior que uma petéquia/ púrpura, independente da causa). Hematoma - coleção de sangue dentro de um tecido (freqüentemente músculo)/ hemorragia em que o sangue que se acumula forma uma nova cavidade. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

21 Hemorragias em cavidades pré-existentes do organismo
hemotórax hemopericárdio hemoperitônio hemosalpinge (na luz da trompa uterina) hemartrose (em cavidades articulares). © 2000, J.L. Fishback, M.D.

22 Hemorragia apoplética: “ hemorragia cerebral hipertensiva”
“(apoplexia - palavra grega que significa abater, cair em estado de coma)” É uma hemorragia que se dá na intimidade de um órgão com destruição parcial ou total deste e com manifestações súbitas e graves. O melhor exemplo é a hemorragia cerebral na hipertensão arterial (O termo apoplético é antigo e atualmente menos usado. Prefere-se hemorragia cerebral hipertensiva.) © 2000, J.L. Fishback, M.D.

23 Desordens Hemodinâmicas Hemorragia – Rash Petequial
Rocky Mountain Spotted Fever, petechial rash. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

24 Desordens Hemodinâmicas Equimose, Macro
Ecchymosis – bruise. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

25 Desordens Hemodinâmicas Hemorragia Hipertensiva, Macroscopia
Hemorragia into the basal ganglia in hypertension – the most likely location for a hemorrhagic stroke. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

26 Desordens Hemodinâmicas Trombose - Definição
Trombose refere-se à formação de um trombo dentro do lumen vascular, que é definido como um agregado de sangue coagulado que contém plaquetas, fibrina e elementos celulares. Para propósitos práticos, o termo "coágulo" é sinônimo © 2000, J.L. Fishback, M.D.

27 Trombose é o processo de formação do trombo
Trombo é uma massa sólida formada na luz dos vasos ou do coração com os elementos do sangue durante a vida. Trombose é o processo de formação do trombo © 2000, J.L. Fishback, M.D.

28 A trombose é uma extensão patológica do processo normal de hemostasia.
Desequilíbrios na interação dos três elementos básicos, ou seja, parede vascular, plaquetas e proteínas da coagulação podem resultar em trombose. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

29 TRÍADE DE VIRCHOW Os fatores predisponentes à trombose constituem a tríade de Virchow. A importância relativa de cada um varia com a situação. São eles: 1) Lesão endotelial. 2) Hipercoagulabilidade do sangue. 3) Alterações do fluxo sangüínea. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

30 Desordens Hemodinâmicas Trombose - arterial
Trombose arterial é, sem dúvida, a causa mais comum de morte em países industrializados Ocidentais. Freqüentemente, a trombose acontece nas artérias coronárias, levando ao infarto miocárdico (#1 causa de morte). Porém, também pode acontecer no coração ou sistema de carótideo, causando acidentes vasculares cerebrais (#2 causa de morte), ou infartos periféricos © 2000, J.L. Fishback, M.D.

31 Desordens Hemodinâmicas Trombose, Artéria Coronária
Thrombus on top of atherosclerotic plaque in a coronary artery. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

32 Desordens Hemodinâmicas Trombose, Aneurisma Aórtico
Abdominal aortic aneurysm. Lines of Zahn are visible grossly. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

33 Desordens Hemodinâmicas Thrombus, Lines de Zahn
Lines of Zahn, micro. Alternating bands of fibrin, with entrapped WBCs and RBCs. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

34 Desordens Hemodinâmicas Trombose - Patogênese
Três Fatores Primários Endotélio Com propriedades pro e anti trombóticas Alterações no fluxo sangüíneo Turbulência induz dano endotelial Estase contribui para trombose venosa Coagulabilidade sangüínea aumentada © 2000, J.L. Fishback, M.D.

35 Desordens Hemodinâmicas Fluxo laminar
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

36 Desordens Hemodinâmicas Estenose
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

37 Desordens Hemodinâmicas Turbulência
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

38 Desordens Hemodinâmicas Trombose - destino do trombo
Propagação Embolização Dissolução (lise pelo sistema trombolítico) Organização e recanalização © 2000, J.L. Fishback, M.D.

39 Desordens Hemodinâmicas Artéria coronária, Recanalização
Recanalized coronary artery, post bypass. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

40 Desordens Hemodinâmicas Trombose - Coração
Fatores predisponentes Endocardite Infarcto miocárdico Fibrilação atrial Cardiomiopaia © 2000, J.L. Fishback, M.D.

41 Desordens Hemodinâmicas Trombose - coração
Complicações da Trombose cardíaca A principal complicação de trombos em qualquer local do coração é a separação de fragmentos e o transporte deles a locais distantes (embolização), onde eles são retidos e ocluem vasos arteriais. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

42 Desordens Hemodinâmicas Marantic Endocarditis, Gross
Sterile endocarditis in a patient with Trousseau’s syndrome. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

43 Desordens Hemodinâmicas Endocardite bacteriana, Valva Aórtica
Bacterial endocarditis due to Staph aureus in an IV drug user. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

44 Desordens Hemodinâmicas Tenosinovitis, Staph aureus
Same patient, with septic embolus to the finger. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

45 Desordens Hemodinâmicas Trombo mural, Coração, Macro
Mural thrombus formed in the LV following a myocardial infarct. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

46 Desordens Hemodinâmicas Trombo mural, Ventrículo esquerdo
Another view of a mural thrombus, post-MI. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

47 Desordens Hemodinâmicas Trombose - venosa
As veias profundas da perna são o local mais comum para trombose, principalmente devido ao fluxo lento de sangue. Este é freqüentemente o resultado de imobilização prolongada. Esta condição pode causar inchaço da perna, ou pode ser completamente assintomático. A complicação mais temida é o trombo-embolismo pulmonar © 2000, J.L. Fishback, M.D.

48 Desordens Hemodinâmicas Trombose, Veia Femoral, in situ
Clot in the femoral vein. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

49 Desordens Hemodinâmicas Trombo, Veia Femoral, Recanalização
Recanalization in a femoral vein. This would not embolize, as it would be fixed to the vascular wall. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

50 Desordens Hemodinâmicas Objetivos
Listar as várias condições predisponentes para Trombose venosa Descrever a patogênese da coaguloção intravascular disseminada (micro-angiopatia trombótica) © 2000, J.L. Fishback, M.D.

51 Desordens Hemodinâmicas Trombose – Pacientes de alto risco
Dano tecidual (cirurgia, queimaduras) Imobilização prolongada Infarto miocárdico Neoplasias - sólidas ou hematopoéticas Síndrome de Trousseau-adenocarcinoma pancreático Válvulas cardíacas protéticas © 2000, J.L. Fishback, M.D.

52 Desordens Hemodinâmicas Trombose – Pacientes com risco aumentado
Fumantes Gravidez/pós-parto Contraceptivos hormonais orais Hiperlipidemia Anemia falciforme Fibrilação atrial © 2000, J.L. Fishback, M.D.

53 Desordens Hemodinâmicas Objetivos
Descrever as várias formas de embolia e os seus sintomas clínicos Definir e comparar infartos brancos, infartos vermelhos e infartos sépticos Explicar a patogênese do choque de endotóxico, hipovolêmico e cardiogênico © 2000, J.L. Fishback, M.D.

54 Desordens Hemodinâmicas Embolia - Definição
Embolia é a passagem através das circulação, venosa ou arterial, de qualquer material capaz de ser retido em um vaso sanguíneo e assim obstruir o lumen © 2000, J.L. Fishback, M.D.

55 Embolia é oclusão do vaso por um êmbolo
Êmbolo (do grego, tampão ou rolha), é qualquer corpo estranho à corrente sanguínea ou linfática, transportado por ela e que fica retido em um vaso de calibre menor. Embolia é oclusão do vaso por um êmbolo © 2000, J.L. Fishback, M.D.

56 Desordens Hemodinâmicas Embolia - Classificação
Trombo-embolismo (mais comum) Embolia gordurosa Embolia por líquido amniótico Embolia gasosa Embolia por colesterol Embolia séptica Embolia por corpo estranho Embolia por medula óssea © 2000, J.L. Fishback, M.D.

57 Desordens Hemodinâmicas Embolia - Pulmonar
Fonte habitual são as veias profundas da perna - FleboTromboses Destino do trombo-embolismo pulmonar Embolia pulmonar volumosa (êmbolo de sela), com fibrilação ventricular Infarto pulmonar Embolia sem infarto Êmbolo paradoxal © 2000, J.L. Fishback, M.D.

58 Desordens Hemodinâmicas Embolismo Pulmonar, Angiograma
Angiogram is a good way to find an embolus. TPA therapy may lyse the thrombus, if it is not too big. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

59 Desordens Hemodinâmicas Embolia Pulmonar, Macro
Self-explanatory. Not a good thing. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

60 Desordens Hemodinâmicas Embolia Gordurasa, Cérebro, Macro
Fat occludes capillaries, causing small Hemorragias in the white matter, but severe neurologic dysfunction. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

61 Desordens Hemodinâmicas Embolia Gordurosa, Pulmão, Oil Red O
Fat in the capillaries of the lung (red globules). Causes Adult Respiratory Distress Syndrome. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

62 Desordens Hemodinâmicas Placas ateroscleróticas , Aorta, Macro
Complicated plaques, the usual case in someone at risk for cholesterol emboli. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

63 Desordens Hemodinâmicas Embolia por colesterol, Macro
Skin infarcts on the soles of the feet. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

64 Desordens Hemodinâmicas Embolia por Colesterol, Micro
Cholesterol clefts. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

65 Desordens Hemodinâmicas Embolia por medula óssea, Micro
Bone marrow embolism is usually a post-mortem, post-CPR event. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

66 Desordens Hemodinâmicas Infarto - Definição
Oclusão total de uma artéria conduz a uma área de necrose coagulativa chamada de infarto. Oclusão parcial pode causar infarto, mas freqüentemente conduz a atrofia. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

67 INFARTO É UMA ÁREA DE NECROSE ORIGINADA EM DISTÚRBIO CIRCULATÓRIO
Em geral são causados por redução ou interrupção da circulação arterial, mas há também infartos conseqüentes a obstrução venosa. De acordo com seu aspecto macroscópico, os infartos dividem-se em anêmicos ou brancos e hemorrágicos ou vermelhos. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

68 Desordens Hemodinâmicas Infartos - Patologia
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

69 Desordens Hemodinâmicas Infartos - Patologia
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

70 Desordens Hemodinâmicas Infartos - Classificação
Infarto vermelho - acontece em órgãos com um irrigação sangüinea dupla (pulmão, fígado) Infarto pálido - acontece em órgãos com artérias terminais (rins) Infarto séptico - acontece quando o tecido necrótico de um infarto é contaminado com bactérias. Pode formar um abscesso. Infartos devido a embolização de vegetações cardíacas infectadas são, por definição, infartos sépticos. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

71 Desordens Hemodinâmicas Infartos - Patologia
Infartos são áreas de necrose coagulativa onde o tecido necrótico mantém a estrutura subjacente do órgão, pelo menos até que o reparo se inicie. Isto está em contraste com a necrose liquefativa ou caseosa onde a estrutura subjacente do tecido está perdida. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

72 Desordens Hemodinâmicas Infarto Renal, Macro
Note two pale infarcts, wedge-shaped. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

73 Desordens Hemodinâmicas Infarto Renal, Macro
Cut surface of previous case. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

74 Desordens Hemodinâmicas Infarto Pulmonar, Macro
Note wedge shape. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

75 Desordens Hemodinâmicas Infarto Renal, Micro
Note preservation of underlying histology. Nuclei are essentially gone (karyolysis). © 2000, J.L. Fishback, M.D.

76 Desordens Hemodinâmicas Watershed Infarcts - Brain
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

77 Desordens Hemodinâmicas Watershed Infarcts
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

78 Desordens Hemodinâmicas Watershed Infarcts
© 2000, J.L. Fishback, M.D.

79 Desordens Hemodinâmicas Edema - definição
Edema refere-se à presença de excesso de fluido nos espaços intersticiais do corpo, e pode ser local (hidrotorax, ascites, hidropericárdio, etc.) ou generalizado (anasarca) © 2000, J.L. Fishback, M.D.

80 Desordens Hemodinâmicas Regulação normal do Movimento dos Fluídos
A lei de “Starling”: a pressão hidrostática do sangue normalmente é equilibrada pela pressão de oncótica das proteínas plasmáticas * * O resultado é que há um movimento contínuo de fluido do compartimento intravascular para os tecidos através das arteríolas pré-capilares onde é transportado através dos linfáticos, ou reabsorvido na vênula pós-capilar © 2000, J.L. Fishback, M.D.

81 Desordens Hemodinâmicas Regulação normal do Movimento dos Fluídos
Fluido extravascular (pouca protéina ou pressão) Hydrostatic pressure Oncotic pressure © 2000, J.L. Fishback, M.D.

82 Desordens Hemodinâmicas Patogênese do Edema
Edema não-inflamatório, por exemplo: Edema pulmonar devido a insuficência cardíaca (aumento da pressão hidrostática sedundária aldosteronismo) Síndrome Nefrótica (diminuição da pressão oncótica) Edema inflamatório, ou,: Dano direto, irreversível - todos os vasos (queimadura) Aumento transitório da permeabilidade vascular, i.e., o efeito de mediadores químicos em vênulas pós-capilares © 2000, J.L. Fishback, M.D.

83 Non-Inflammatory Edema Aumento da Pressão Hidrostática
EDEMA -TRANSUDATO (concentração proteica : densidade <1.012) Hydrostatic pressure Oncotic pressure © 2000, J.L. Fishback, M.D.

84 Non-Inflammatory Edema Diminuição da pressão Oncótica
EDEMA -TRANSUDATO (concentração proteica : densidade <1.012) Hydrostatic pressure Oncotic pressure © 2000, J.L. Fishback, M.D.

85 Transudato: fluido extravascular com conteúdo baixo de proteína, basicamente albumina, e densidade menor que g/ml. É um ultrafiltrado do plasma e resulta de um desequilíbrio hidrostático através do endotélio vascular, cuja permeabilidade é normal. Portanto, não está associado a uma inflamação. Exsudato: fluido extravascular de origem inflamatória e, portanto, resultante de um aumento na permeabilidade do endotélio pelos mediadores da inflamação. Tem alta concentração de proteínas, inclusive globulinas e fibrina, células inflamatórias vivas ou degeneradas, e densidade acima de g/ml. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

86 Desordens Hemodinâmicas Edema - classificação
Edema local - característico da inflamação aguda Edema generalizado - afeta órgãos viscerais e áreas do tronco e das extremidades - classicamente visto na ICC Anasarca - edema generalizado e severo - normalmente um resultado da insuficiência renal © 2000, J.L. Fishback, M.D.

87 Desordens Hemodinâmicas Coração Normal vs. Dilatado (Insuficência)
Normal heart – left. Dilated heart from a patient with longstanding, severe congestive heart failure is shown for comparison on the right. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

88 Desordens Hemodinâmicas Edema Cerebral
Cerebral edema, due to trauma, has lead to herniation of the cerebellar tonsils, pressing on the medulla oblongata. This is fatal within a few seconds. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

89 Desordens Hemodinâmicas Compartimendos de Fluídos Corporais
Água corporal total - 42 L Intracelular - 28 L Extracelular - 14 L Intravascular litros Intersticial - 10 L © 2000, J.L. Fishback, M.D.

90 Desordens Hemodinâmicas Excesso e Perda de Fluidos
Desidratação – refere-se a uma condição na qual há quantidade inadequada de fluido para encher os vários compartimentos de fluidos do corpo. Hidratação excessiva - normalmente iatrogenica © 2000, J.L. Fishback, M.D.

91 Desordens Hemodinâmicas Choque - Definição
Choque é uma condição hemodinâmica de profunda perturbação metabólica caracterizada por fracasso do sistema circulatório para manter perfusão adequada de órgãos vitais. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

92 ESTADO DE CHOQUE Definição: É um estado em que há redução séria e difusa da perfusão sanguínea tecidual. A hipóxia celular resultante leva a respiração anaeróbica a nível dos tecidos, produção de lactato, acidose metabólica, dano generalizado em órgãos nobres e morte. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

93 a) redução no débito cardíaco; b) perda de sangue;
No estado de choque ocorre uma desproporção entre o volume sanguíneo circulante e o volume do sistema circulatório a ser preenchido, devida a: a) redução no débito cardíaco; b) perda de sangue; c) perda no controle vasomotor. Temos assim a classificação fisiopatológica do choque segundo a causa: © 2000, J.L. Fishback, M.D.

94 Desordens Hemodinâmicas Choque – Classificação CLASSIFICAÇÃO FISIOPATOLÓGICA DO ESTADO DE CHOQUE
Hipovolêmico Cardiogênico Anafilático Endotóxico/Séptico Neurogênico (raro) © 2000, J.L. Fishback, M.D.

95 1) Choque cardiogênico (falha da bomba)
Infarto do miocárdio Tamponamento pericárdico Embolia pulmonar maciça © 2000, J.L. Fishback, M.D.

96 Desordens Hemodinâmicas Infarto Concêntrico, Sub-endocárdico
Concentric infarct in a case of congenital aortic stenosis. Acute LV pump failure and cardiogenic shock would occur. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

97 2) Choque hipovolêmico (falha do conteúdo)
Hemorragia, externa ou interna: traumas, hemorragia digestiva, etc. Perda de fluidos  desidratação intensa a) vômitos e diarréia b) queimaduras extensas c) seqüestração em cavidades: peritonite, pancreatite, infarto intestinal, etc © 2000, J.L. Fishback, M.D.

98 3) Choque por represamento periférico (falha do continente)
Choque neurogênico: lesão de medula espinal anestesia profunda bloqueadores ganglionares. Choque endotóxico: septicemias, esp. por Gram negativos. Choque anafilático. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

99 Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia
Circulação normal Leitos capilares perfundidos Esfíncteres controlados Shunts AV controlados Hipóxia mínima e pouca variação de pH nos leitos capilares © 2000, J.L. Fishback, M.D.

100 Desordens Hemodinâmicas Circulação Normal - esquemática
Red indicates oxygenated blood. There is a slight drop of pH and and adsorption of oxygen in the tissues, denoted by blue (venous) blood. The kidney represents all splanchnic organs. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

101 Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia
Fase reversível do choque Vasoconstrição periférica - estímulo de SNA e adrenal-catecolaminas Shunts AV abertos - redistribuição do sangue da circulação de esplanica para o coração e cérebro Diminuição do pH nos leitos capilares Hemodiluição - fluidos intersticiais passam para os espaços vasculares para substituir a perda de sangue © 2000, J.L. Fishback, M.D.

102 Desordens Hemodinâmicas Fase Reversível - Esquemática
A physiologic shunt diverts blood from splanchnic organs, favoring the heart and CNS. There is intense vasoconstriction (arrowheads). © 2000, J.L. Fishback, M.D.

103 Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia
So-called “shock kidney”, indicative of shunting from the cortex to the medulla during shock. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

104 Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia
Fase crítica de choque diminuição continua do volume de sangue e pressão vasoconstrição periférica máxima perfusão capilar diminuída - hipóxia endotelial coagulação © 2000, J.L. Fishback, M.D.

105 Desordens Hemodinâmicas Fase Crítica - esquemática
Intense vasoconstriction occurs, supply of oxygenated blood to the CNS is compromised. Sludging and clotting of blood due to endothelial cell hypoxia begins. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

106 Desordens Hemodinâmicas Choque - Patofisiologia
Fase irreversível do choque vasodilatação arteriolar - represamento e estagnação Aumento da pressão hidrostática capilar - conduz a edema intersticial função diminuída de órgãos vitais acidose metabólica MORTE © 2000, J.L. Fishback, M.D.

107 Desordens Hemodinâmicas Fase de Estagnação - Esquemática
Stagnant phase – irreversible. Clotting is massive in the capillary beds (widespread DIC). © 2000, J.L. Fishback, M.D.

108 Desordens Hemodinâmicas Síndrome Resposta Inflamatória Sistêmica
A SIRS é o resultado da liberação volumosa de citocinas, levando a disfunção múltipla de órgãos. Está sendo vista mais freqüentemente por causa do tratamento bem sucedido do choque. Mortalidade é alta (>50%). Uso de anticorpos monoclonais dirigido contra várias citocinas têm sido ineficaz. Stagnant phase – irreversible. Clotting is massive in the capillary beds (widespread DIC). © 2000, J.L. Fishback, M.D.

109 Desordens Hemodinâmicas CID
Coagulação intravascular disseminada (CID, coagulopatia de consumo, ou anemia hemolítica microangiopática) é uma desordem adquirida séria e freqüentemente fatal onde as plaquetas e fatores da coagulação são consumidos por uma coagulação intravascular volumosa, freqüentemente dentro dos leitos capilares. Reciprocamente, isto conduz a Hemorragia incontrolável em outras áreas do corpo. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

110 Desordens Hemodinâmicas DIC - Pathophysiology
The central event in the initiation of DIC is the activation of the intrinsic or extrinsic clotting cascades within the vascular compartment by tissue injury, or damage to the endothelium, or both. Thromboplastin from amniotic fluid can also initiate the clotting cascade. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

111 Desordens Hemodinâmicas DIC - Pathology
Many venules, capillaries, and arterioles contain multiple, small, fibrin/platelet thrombi The meshwork of fibrin may fragment red blood cells, forming schistocytes. These altered RBCs account for the name microangiopathic hemolytic anemia. Widespread ischemic changes in many organs occur, leading to multi-organ failure © 2000, J.L. Fishback, M.D.

112 Desordens Hemodinâmicas CID – Microtrombos, glomerulos
Microthrombi, chiefly of fibrin, in a glomerulus. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

113 Desordens Hemodinâmicas CID– Microtrombos, PTAH
Same as previous, with special stain to show fibrin (blue). © 2000, J.L. Fishback, M.D.

114 Desordens Hemodinâmicas CID – Schistocytes
Schistocytes in a peripheral smear. © 2000, J.L. Fishback, M.D.

115 Desordens Hemodinâmicas Waterhouse-Friderichson Syndrome
© 2000, J.L. Fishback, M.D.


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