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Língua Portuguesa Professora Leisane Mandel Mortean.

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Apresentação em tema: "Língua Portuguesa Professora Leisane Mandel Mortean."— Transcrição da apresentação:

1 Língua Portuguesa Professora Leisane Mandel Mortean

2 PRESIDENTE LULA Como um nordestino que fala erradopôde chegar à Presidência da República? Como um nordestino que fala erradopôde chegar à Presidência da República?

3 Lula e a comunicação (.....) Aí entra a melhor face da capacidade de comunicação do Lula. Ele sabe usar uma linguagem que as pessoas conseguem entender, por mais incultas que sejam. Lula conta histórias, lança mão de metáforas, brinca, compara assuntos econômicos com futebol. Tudo com uma simplicidade que entra na cabeça dos eleitores e vai direto ao coração. Quando fala para empresários ou investidores estrangeiros, embora o discurso mantenha a mesma leveza, a mensagem se reveste de dados econômicos e financeiros que mostram o bom desempenho do país. Isto é, um discurso na medida certa para cada tipo de ouvinte. Parodiando o próprio Lula - nunca antes na história desse país apareceu um político que soubesse usar tão bem a comunicação a seu favor como ele. A análise é simples e direta, Lula sabe como ajustar o discurso de acordo com o perfil, a característica e as aspirações dos ouvintes. Dá para aprender oratória com ele. Se nós soubermos usar a comunicação apropriada para os diferentes tipos de ouvintes, com a competência demonstrada pelo Lula, o resultado das nossas ações será muito melhor e mais eficiente. Portanto, essa é a lição de casa: aprender a falar bem como o Lula. Mesmo que você não goste muito dele. Não sou eu que estou dizendo, são seus próprios opositores. (.....) Aí entra a melhor face da capacidade de comunicação do Lula. Ele sabe usar uma linguagem que as pessoas conseguem entender, por mais incultas que sejam. Lula conta histórias, lança mão de metáforas, brinca, compara assuntos econômicos com futebol. Tudo com uma simplicidade que entra na cabeça dos eleitores e vai direto ao coração. Quando fala para empresários ou investidores estrangeiros, embora o discurso mantenha a mesma leveza, a mensagem se reveste de dados econômicos e financeiros que mostram o bom desempenho do país. Isto é, um discurso na medida certa para cada tipo de ouvinte. Parodiando o próprio Lula - nunca antes na história desse país apareceu um político que soubesse usar tão bem a comunicação a seu favor como ele. A análise é simples e direta, Lula sabe como ajustar o discurso de acordo com o perfil, a característica e as aspirações dos ouvintes. Dá para aprender oratória com ele. Se nós soubermos usar a comunicação apropriada para os diferentes tipos de ouvintes, com a competência demonstrada pelo Lula, o resultado das nossas ações será muito melhor e mais eficiente. Portanto, essa é a lição de casa: aprender a falar bem como o Lula. Mesmo que você não goste muito dele. Não sou eu que estou dizendo, são seus próprios opositores. ( Reinaldo Polito - Mestre em Ciências da Comunicação, Palestrante, Professor de Expressão Verbal e Escritor. Escreveu 15 livros com mais de um milhão de exemplares vendido ( Reinaldo Polito - Mestre em Ciências da Comunicação, Palestrante, Professor de Expressão Verbal e Escritor. Escreveu 15 livros com mais de um milhão de exemplares vendido

4 Variações linguísticas: Níveis diferentes da linguagem adaptados a situações específicas. Níveis diferentes da linguagem adaptados a situações específicas.

5 Variações linguísticas As línguas têm formas variáveis porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam uma região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são de uma ou de outra classe social e assim por diante. As línguas têm formas variáveis porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam uma região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são de uma ou de outra classe social e assim por diante.

6 Variantes linguísticas As variações linguísticas são consequência lógica e natural da evolução da língua. As variações linguísticas são consequência lógica e natural da evolução da língua. No século XIX, os escritores escreviam de acordo com regras que acabaram sendo impostas como modelos, como um ideal de língua que nem todos conseguem atingir. No século XIX, os escritores escreviam de acordo com regras que acabaram sendo impostas como modelos, como um ideal de língua que nem todos conseguem atingir.

7 Preconceito linguístico Todas as variedades constituem sistemas linguísticos perfeitamente adequados para a expressão comunicativa e cognitiva dos falantes. O preconceito linguístico é uma forma de discriminação que deve ser enfaticamente combatida. Todas as variedades constituem sistemas linguísticos perfeitamente adequados para a expressão comunicativa e cognitiva dos falantes. O preconceito linguístico é uma forma de discriminação que deve ser enfaticamente combatida.

8 Então..... Então..... Por que estudar Português? Por que estudar Português? Por que aprender o padrão formal? Por que aprender o padrão formal?

9 Para ter acesso à cidadania, para podermos ter acesso à informação – que hoje é elitizada – para termos liberdade de escolha. Para ter acesso à cidadania, para podermos ter acesso à informação – que hoje é elitizada – para termos liberdade de escolha. A sociedade cobra dos indivíduos a língua culta. A sociedade cobra dos indivíduos a língua culta.

10 Mais importante que usar sempre o português dito correto, é saber escolher a variedade linguística adequada para cada situação Mais importante que usar sempre o português dito correto, é saber escolher a variedade linguística adequada para cada situação

11 A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros Vinha da boca do povo na língua errada do povo Língua certa do povo Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil Ao passo que nós O que fazemos É macaquear A sintaxe lusíada. (Evocação do Recife. Manuel Bandeira)

12 Lingua escrita e língua falada

13 VARIAÇõES LINGUÍSTICAS DA ESCRITA DA FALA DA ESCRITA DA FALA Literária Oratória Literária Oratória Formal Formal Formal Formal Informal Coloquial Informal Coloquial

14 Variações da fala Variação coloquial: * Não há tanta preocupação com a norma padrão; * Não há tanta preocupação com a norma padrão; * Frases curtas, de estrutura sintática simples; * Frases curtas, de estrutura sintática simples; * Uso de gírias e expressões populares; * Uso de gírias e expressões populares; * Simplicidade vocabular – repertório pequeno; * Simplicidade vocabular – repertório pequeno; * Redução e simplificação fonológica de vocábulos; * Redução e simplificação fonológica de vocábulos; * Presença rara de nexos subordinativos; * Presença rara de nexos subordinativos; * Uso de gestos, expressão corporal e facial. * Uso de gestos, expressão corporal e facial.

15 Exemplos de variação coloquial Onde é que tu vai, moço? Não te falei que é melhor tu esperá aqui? Ela vai voltar, se aguenta aí.... Onde é que tu vai, moço? Não te falei que é melhor tu esperá aqui? Ela vai voltar, se aguenta aí.... Essa juventude de hoje é tudo apressado, quer tudo na hora. Espera que a moça já vem. Essa juventude de hoje é tudo apressado, quer tudo na hora. Espera que a moça já vem.

16 Você sabe que eu te amo. Você sabe que eu te amo. Ele tá mais pra lá do que pra cá Ele tá mais pra lá do que pra cá

17 Uso de r pelo l em final de sílaba e nos grupos consonantais: pranta/planta; broco/bloco.

18 Alternância de lh e i: muié/mulher; véio/velho. Alternância de lh e i: muié/mulher; véio/velho. Tendência a tornar paroxítonas as palavras proparoxítonas: arve/árvore; Tendência a tornar paroxítonas as palavras proparoxítonas: arve/árvore; Redução dos ditongos: caxa/caixa; pexe/peixe. Redução dos ditongos: caxa/caixa; pexe/peixe.

19 Simplificação da concordância: as menina/as meninas. Simplificação da concordância: as menina/as meninas. Ausência de concordância verbal quando o sujeito vem depois do verbo: Chegou duas moças. Ausência de concordância verbal quando o sujeito vem depois do verbo: Chegou duas moças. Uso do pronome pessoal tônico em função de objeto (e não só de sujeito): Nós pegamos ele na hora. Uso do pronome pessoal tônico em função de objeto (e não só de sujeito): Nós pegamos ele na hora.

20 Assimilação do ndo em no( falano/falando) ou do mb em m (tamém/também). Assimilação do ndo em no( falano/falando) ou do mb em m (tamém/também). Desnasalização das vogais postônicas: home/homem.Redução do e ou o átonos: ovu/ovo; bebi/bebe. Desnasalização das vogais postônicas: home/homem.Redução do e ou o átonos: ovu/ovo; bebi/bebe.

21 Redução do r do infinitivo ou de substantivos em or: amá/amar; amô/amor. Redução do r do infinitivo ou de substantivos em or: amá/amar; amô/amor. Simplificação da conjugação verbal: eu amo, você ama, nós ama, eles ama. Simplificação da conjugação verbal: eu amo, você ama, nós ama, eles ama.

22 Variações da fala Característica da variação formal oral: Frases mais extensas, de estruturação sintática mais complexa em comparação com o coloquial; Frases mais extensas, de estruturação sintática mais complexa em comparação com o coloquial; Ausência de gírias e de expressões populares; Ausência de gírias e de expressões populares; Seleção vocabular mais apurada – o repertório utilizado é mais vasto que no discurso coloquial; Seleção vocabular mais apurada – o repertório utilizado é mais vasto que no discurso coloquial; Não são frequentes a redução e a simplicação fonológica de vocábulos. Não são frequentes a redução e a simplicação fonológica de vocábulos.

23 – Caros senhores, estamos reunidos aqui para uma discussão muito importante. Na semana passada, fomos surpreendidos pela decisão do conselho de demitir três funcionários deste setor. Diante das causas apresentadas, não podemos aceitar tal determinação.

24 Variações da fala Característica da variação oratória oral: Frases de estruturação sintática rebuscada; Frases de estruturação sintática rebuscada; Seleção vocabular ainda mais acurada - o repertório utilizado é mais vasto que no discurso formal. Seleção vocabular ainda mais acurada - o repertório utilizado é mais vasto que no discurso formal.

25 Variações da escrita Característica da variação informal escrita: Preocupação maior com a mensagem e menor com a gramática normativa; Preocupação maior com a mensagem e menor com a gramática normativa; Construções sintáticas simples; Construções sintáticas simples; seleção vocabular simplificada; seleção vocabular simplificada; pouco uso de nexos coesivos; pouco uso de nexos coesivos; Permissão de uso de expressões coloquiais Permissão de uso de expressões coloquiais Pontuação aleatória, uso principalmente do ponto. Pontuação aleatória, uso principalmente do ponto.

26 Exemplo de escrita informal Mamãe, Não venho dormir hoje em casa. Deixei comida pronta na geladeira. O papai ligou, deve chegar mais tarde hoje. Beijos.

27 Exemplo de escrita informal Flamengo bota pra quebrar e detona Vasco na Semi-final.

28 Variações da escrita Características da variação formal escrita: Preocupação tanto com a mensagem quanto com a gramática normativa; Preocupação tanto com a mensagem quanto com a gramática normativa; Construções sintáticas mais rebuscadas que no informal; Construções sintáticas mais rebuscadas que no informal; Ampla seleção vocabular; Ampla seleção vocabular; Preocupação com nexos coesivos; Preocupação com nexos coesivos; Pouco uso de expressões coloquiais; Pouco uso de expressões coloquiais; Pontuação a favor da compreensão do texto – uso do ponto, da vírgula, dos travessões etc. Pontuação a favor da compreensão do texto – uso do ponto, da vírgula, dos travessões etc.

29 Variações da escrita Características da variação literária escrita: Escrita segundo a gramática normativa; Escrita segundo a gramática normativa; Construções sintáticas ainda mais rebuscadas que no formal; Construções sintáticas ainda mais rebuscadas que no formal; Ampla seleção vocabular; Ampla seleção vocabular; Nexos coesivos usados em abundância; Nexos coesivos usados em abundância; Ausência de expressões coloquiais. Ausência de expressões coloquiais.

30 OUTRAS VARIANTES

31 Variações linguísticas e o vestibular Os exercícios abordam as diferenças linguísticas de diversas formas: pedindo para o candidato verificar onde está aplicada a linguagem coloquial; identificar marcas de coloquialidade nos textos; responder o nome correto da variedade linguística usada em determinada expressão e transformar um trecho de linguagem oral na norma culta. Os exercícios abordam as diferenças linguísticas de diversas formas: pedindo para o candidato verificar onde está aplicada a linguagem coloquial; identificar marcas de coloquialidade nos textos; responder o nome correto da variedade linguística usada em determinada expressão e transformar um trecho de linguagem oral na norma culta.

32 Variações linguísticas e o vestibular Pode-se também pedir que sejamos capazes de identificar exatamente qual é a variação gramatical que o texto apresenta em relação à norma culta. Essas variações normalmente aparecem no âmbito do léxico, da concordância, da regência, do uso de pronomes pessoais e da conjugação verbal. Pode-se também pedir que sejamos capazes de identificar exatamente qual é a variação gramatical que o texto apresenta em relação à norma culta. Essas variações normalmente aparecem no âmbito do léxico, da concordância, da regência, do uso de pronomes pessoais e da conjugação verbal.

33 Que importa que uns falem mole Descansado Que os cariocas arranhem os erres na garganta Que os capixabas escancarem As vogais? Que tem quinhentos réis meridional Vira tostões do Rio pro Norte? Juntos formamos este assombroso De misérias e grandezas, Brasil, nome de vegetal... Mário de Andrade

34 Variantes Regionais Sotaques e expressões típicas de cada região do país. Sotaques e expressões típicas de cada região do país. penal - estojo penal - estojo vina – salsicha vina – salsicha farol - sinaleiro farol - sinaleiro carteira - carta carteira - carta

35 Variantes de Época telephone telephone escriptorio escriptorio secção secção

36 ANTIGAMENTE, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé- de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro..... ANTIGAMENTE, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé- de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro..... (Carlos Drummond de Andrade) (Carlos Drummond de Andrade)

37 E tudo mudou... O rouge virou blush O pó-de-arroz virou pó- compacto O brilho virou gloss O rímel virou máscara incolor A Lycra virou stretch Anabela virou plataforma O corpete virou porta-seios Que virou sutiã Que virou lib Que virou silicone A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento A escova virou chapinha "Problemas de moça" viraram TPM Confete virou MM E tudo mudou... O rouge virou blush O pó-de-arroz virou pó- compacto O brilho virou gloss O rímel virou máscara incolor A Lycra virou stretch Anabela virou plataforma O corpete virou porta-seios Que virou sutiã Que virou lib Que virou silicone A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento A escova virou chapinha "Problemas de moça" viraram TPM Confete virou MM A crise de nervos virou estresse A chita virou viscose. A purpurina virou gliter A brilhantina virou mousse Os halteres viraram bomba A ergométrica virou spinning A tanga virou fio dental E o fio dental virou anti- séptico bucal Ninguém mais vê...

38 Ping-Pong virou Babaloo O a-la-carte virou self-service A tristeza, depressão O espaguete virou Miojo pronto A paquera virou pegação A gafieira virou dança de salão O que era praça virou shopping A areia virou ringue A caneta virou teclado O long play virou CD A fita de vídeo é DVD O CD já é MP3 É um filho onde éramos seis O álbum de fotos agora é mostrado por Ping-Pong virou Babaloo O a-la-carte virou self-service A tristeza, depressão O espaguete virou Miojo pronto A paquera virou pegação A gafieira virou dança de salão O que era praça virou shopping A areia virou ringue A caneta virou teclado O long play virou CD A fita de vídeo é DVD O CD já é MP3 É um filho onde éramos seis O álbum de fotos agora é mostrado por ( ) ( ) O namoro agora é virtual A cantada virou torpedo E do "não" não se tem medo O break virou street A AIDS virou gripe A bala antes encontrada agora é perdida A violência está coisa maldita! A maconha é calmante O professor é agora o facilitador As lições já não importam mais A guerra superou a paz E a sociedade ficou incapaz De tudo.

39 Enem 2007 Antigamente Acontecia do indivíduo apanhar constipação; ficando perrenge, mandava o próprio chamar o doutor e depois ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtísica, feia era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos, lombrigas. (...) Acontecia do indivíduo apanhar constipação; ficando perrenge, mandava o próprio chamar o doutor e depois ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtísica, feia era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos, lombrigas. (...) Carlos Drummond de Andrade. Poesia completa e prosa. Carlos Drummond de Andrade. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Companhia José Aguilar, p Rio de Janeiro: Companhia José Aguilar, p O texto acima está escrito em linguagem de uma época passada. Observe uma outra versão, em linguagem atual. O texto acima está escrito em linguagem de uma época passada. Observe uma outra versão, em linguagem atual. Atual Atual Acontecia do indivíduo apanhar um resfriado; ficando mal, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à farmácia para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a tuberculose, feia era a sífilis. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos, vermes.(...) Acontecia do indivíduo apanhar um resfriado; ficando mal, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à farmácia para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a tuberculose, feia era a sífilis. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos, vermes.(...) Comparando-se esses dois textos, verifica-se que, na segunda versão, houve mudanças relativas a Comparando-se esses dois textos, verifica-se que, na segunda versão, houve mudanças relativas a a) vocabulário. a) vocabulário. b) construções sintáticas. b) construções sintáticas. c) pontuação. c) pontuação. d) fonética. d) fonética. e) regência verbal e) regência verbal

40 Variações sociais norma popular norma popular norma culta norma culta Nós somos em cinco e uma de criação, seis hómi, quatro muié, comigo,né. Nós somos em cinco e uma de criação, seis hómi, quatro muié, comigo,né. então nóis ia tacá pedra nos namorado... A paz e a guerra são dados que aparentemente sempre se verificam na experiência histórica. No entanto nós estamos diante de uma situação inédita em que,.... A paz e a guerra são dados que aparentemente sempre se verificam na experiência histórica. No entanto nós estamos diante de uma situação inédita em que,....

41 UVF - MG (...) Suponha um aluno dirigindo-se ao colega de classe nestes termos: Venho respeitosamente solicitar-lhe se digne emprestar-me o livro. A atitude desse aluno se assemelha à atitude do indivíduo que: (...) Suponha um aluno dirigindo-se ao colega de classe nestes termos: Venho respeitosamente solicitar-lhe se digne emprestar-me o livro. A atitude desse aluno se assemelha à atitude do indivíduo que: a) comparece ao baile de gala trajando smoking. a) comparece ao baile de gala trajando smoking. b) vai à audiência com uma autoridade de short e camiseta. b) vai à audiência com uma autoridade de short e camiseta. c) vai à praia de terno e gravata. c) vai à praia de terno e gravata. d) põe terno e gravata para ir falar na Câmara dos Deputados. d) põe terno e gravata para ir falar na Câmara dos Deputados. e) vai ao Maracanã de chinelo e bermuda. e) vai ao Maracanã de chinelo e bermuda.


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