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1 CONCEITOS E APLICAÇÕES PARA A VIDA ECONÔMICA 4 - FINANCIAMENTOS - AMORTIZAÇÕES.

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1 1 CONCEITOS E APLICAÇÕES PARA A VIDA ECONÔMICA 4 - FINANCIAMENTOS - AMORTIZAÇÕES

2 2 1-CONCEITOS ECONÔMICOS 2- FATOR CAPITAL 3- CONCEITOS DE ECONOMETRIA -ELASTICIDADE, Cmg, Rmg 4- FINANCIAMENTOS, AMORTIZAÇÃO 5-TÉCNICAS DE GESTÃO FINANCEIRA 6-DEPRECIAÇÃO 7- FATOR NATUREZALOCALIZAÇÃO 8- ANÁLISE D E INVESTIMENTO 9- ANÁLISE D E RISCOS

3 3 4- FINANCIAMENTOS, AMORTIZAÇÃO 1.INTRODUÇÃO 2.FONTES DE FINANCIAMENTO 3.MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO 4.CORREÇÃO MONETÁRIA 5. CARÊNCIA 6.GRAU DE ALAVANCAGEM -OPERACIONAL - GAO -FINANCEIRO - GAF SPC, SAC, SAM, SFR, SJA, SACRE

4 4 1- INTRODUÇÃO Robert Kiyosaki (www.richdad.com) Aposentado Jovem e Rico - Ed. Campus Primeiro consiga uma boa administração, o capital vem atrás. -Persistência e perseverança são as chaves para o levantamento de capital. -Walt Disney comentou um dia: Devo ser um homem de sucesso, devo 7 milhões de dólares. -A maioria das pessoas não fica rica porque teme o poder da alavancagem. -Não é necessário ter dinheiro para ganhar dinheiro. -O problema de ter um emprego é que ele o impede de ficar rico. -Quando há vontade, há caminho. -Se você quer enriquecer, precisa saber como usar o dinheiro dos outros... não o seu próprio. (pg46) -Ver lições do pai pobre (pg44) e do pai rico (pg45). -Os ricos utilizam dívidas para ganhar financeiramente e as classes médias e baixa para perder. -Ser rico não é tanto uma questão do que você sabe, mas de quem você conhece (pg61).

5 5 - Se está trabalhando duro e não está avançando financeiramente, então, provavelmente você é a alavancagem de outra pessoa. -O que você pensa que é real é a sua realidade. - Seus pensamentos e palavras se tornam carne (pg77). E o VERBO se tornou CARNE (Biblia) É preciso ter a capacidade de expandir sua realidade. -Agarrar a segurança de 1 trabalho por toda a vida é muito +arriscado do que correr o risco de aprender a construir 1 negócio. Um é risco de curto prazo e o outro dura uma vida inteira. -A dúvida e a preguiça negam a vida que se deseja - cuidando delas abre-se a porta da liberdade. -Formas de alavancagem DOP - dinheiro de outras pessoas e TOP - tempo de outras pessoas. -Saúde, as pessoas não costumam apreciar o valor de sua saúde até que começam a perdê-la. (pg58)

6 6 -Palavras mais importantes do mundo: Fluxo de Caixa e Alavancagem (pg47) Juros Compostos - Albert Einsten -Pessoas sem alavancagem trabalham para as que tem alavancagem

7 7 - TAXA DE JUROS COBRADA -OUTRAS TAXAS DESCONTADAS DO VALOR EMPRESTADO OU COBRADAS NAS PRESTAÇÕES (Comissões, Abertura de conta, Abertura de crédito, Seguros, Taxa de risco, IOF, Imposto de Renda - por exemplo de juros remetidos ao exterior, etc.) -MONTAR O FLUXO DE CAIXA com valores a serem recebidos e pagos, para poder comparar um financiamento com outro. TER VISÃO GLOBAL DE TODAS AS OPÇÕES POSSÍVEIS -INCLUIR CLÁUSULA DE LIQUIDAÇÃO, deixando claro que para o cálculo do Saldo Devedor serão retirados todos os Juros, das prestações não vencidas usando a mesma taxa do financiamento -ACOMPANHAR A EVOLUÇÃO DO SALDO DEVEDOR, PRESTAÇÕES, AMORTIZAÇÕES E JUROS (Elaborar o quadro de amortização ou de acompanhamento do financiamento) 1.2-CUIDADOS COM FINANCIAMENTOS

8 FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO 2-FONTES DE FINANCIAMENTO Para a obtenção do financiamento a empresa deverá apresentar os últimos Balanços, Dados de Produção e o Projeto de Financiamento que deverá conter: 1) Tabela de receitas e custos do projeto. 2) Tabela financeira do financiamento. 3) Quadro de capacidade de pagamento. 4) Quadro de viabilidade econômica do projeto.

9 9 A internet conta com inúmeros sites sobretudo das instituições financeiras que auxiliam a obtenção de financiamentos. Muitos sites Informam condições, documentação e instituições financeiras que oferecem empréstimos pessoais, habitacionais, para compra de veículos, dívida de cartão de crédito ou para empresas. Apresentam até listas de bancos interessados em conceder o empréstimo. Os sites avaliam o perfil dos candidatos a empréstimos e simulam empréstimos, apresentando cálculos das prestações. Muitos sites oferecem consultoria aos usuários. A seguir apresenta-se alguns sites de financiamento: - Easycred ; - Caixa Econômica Federal ; - shopcredit -Banco Bradesco. Obs. Todos os bancos possuem site próprio. -facilitanet- Lojas Americanas; - bancoford Obs. Todas as montadoras possuem sites. - financeiraonline; -meudinheiro- Editora Exame - Revista Meu Dinheiro; - dinheironet Existem muitos sites para aplicação de recursos monetários, que também podem ser consultados tais como: - Shopinvest; br.finance.yahoo.com - Yahoo - Jornal Estado São Paulo; - Igfinance; - patagon; pergunteaotamer.com.br - Pergunte ao Tamer; - efuturo etc.etc. SITES DA INTERNET SOBRE EMPRÉSTIMOS OU FINANCIAMENTOS

10 10 NOME DE UM GERENTE ? DELNISON JOHNNY VIVAN ASSESSOR DE DIRETORIA - BRDE - BNDES AV. VICENTE MACHADO, 589 FAX FONE ENTIDADE PARA AUXILIAR? SEBRAE -Rua Caeté, 150 Prado Velho Teleatendimento: (41) Prof. Sandro - Dept. Transportes UFPR (Trabalha no BRDE – repasses de BNDES) Profa. Ruth Margareth Hofmann – Engenharia de Produção – UFPR (Trabalha com jurozero na incubadora de projetos da TECPAR).

11 11 3-MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO 3.1-SPC-Sistema de Prestações Constantes; Tabela Price ou Método Francês EXEMPLO: Seja uma dívida de R$ ,00 a ser paga em 5 pagamentos mensais com juros de 4% amc/cmQuadro de AmortizaçãoPrestação = Dx(A/P;i;n) a m+n =a m (1+i) n SDk=Do - a1(F/A;i;k)

12 12 A1=A2 ou a1+j1 = a2 +j2 ou a1+Doxi = a2 + D1xi sendo D1 = Do-a1 tem-se: a1+Doxi = a2 + (Do-a1)xi ou a1 = a2 - a1xi ou a2=a1(1+i) Comparando A2 e A3 resulta a3 = a2(1+i) ou a m+n =a m (1+i) n Do j1=Doxi a1 D1 j2=D1xi a2 D n jn=Dn-1xi an j3=D2xi a3 REPRESENTAÇÃO DO SISTEMA SPC

13 13 Prestação: A = Dox(A/P;i,n) Valor da primeira amortização (a1): Do = a1+a2+a3+...+an Do = a1x[1+(1+i)+(1+i) (1+i) n-1 ] Do = aix (F/A;i,n) a1 = Dox(A/F;i;n) Saldo Devedor após pagar k prestações: S.Dk=Do - (a1+a2+...+ak) = Do - a1x[1+(1+i)+...+(1+i) k-1 ] S.D k = Do - a1x(F/A;i;k) Outras fórmulas: S.D k = Do(F/P;i;k) - Ax(F/A;i;k) ou S.D k = Ax(P/A;i;n-k) Capital Amortizado = a1+a ak C.Amort. k = a1x(F/A;i;k) OUTRAS FÓRMULAS DO SPC Desvantagem: Saldo Devedor demora para diminuir para um grande número de prestações

14 14 USO DE MÁQUINA DE CALCULAR FINANCEIRA PARA O SISTEMA SPC Calcular a prestação, dados N i* e P= Do Ex. N = 5 i = 4,00% P = Resulta A = PMT = 2.246,27 Entrar na parte de amortização apertar a tecla de amortização (AMOR) e retirar os valores das amortizações (principal), juros (interest) e saldo devedor (balance) período a período. Após os resultados de cada período transferir o saldo devedor (balance) para a tela anterior (usando a tecla B-->Pv). Para saber o Saldo Devedor após um número K qualquer de períodos, ao entrar na tela de amortização, introduzir o número de períodos (k).

15 SAC- Sistema de Amortizações Constantes ou Hamburgues a1=a2=a3=... = an = Do/n SDk = Do - k.a1 Desvantagem: Primeiras prestações podem ser muito altas

16 SAM - Sistema Misto de Amortização [SPC+SAC]/2 SPC SAC

17 17 EXEMPLO: Do=R$ 2milhões Comissões = 1,5% + despesas de R$18mil A ser pago pelo Sistema SAC em 10 prestações semestrais com a taxa de 10% ao ano com capitalização semestral IR para remessas de juros ao exterior = 25% Alíquota do IR = 15% Quadro de Acompanhamento do Financiamento TIR calculada com o programa Excell (Função financeira TIR) = TIR= 6,0463% a.s.c/c.s. = 12,46% a.a.c/c.a.

18 SFR - Sistema do Fundo de Reserva ou Sistema Americano Apresenta vantagens, no caso de financiamentos externos onde as taxas de juros, são em geral menores, ou quando os empréstimos são feitos com juros subsidiados. O capital emprestado, neste caso, só é amortizado na última prestação. As prestações anteriores são constituídas somente de juros. A1=A2 =....= An-1 = j1 a1=a2=...=an-1=0 j1=Doxi j2 = j1 =... = jnAn = Do +j1 Saldo Devedor após pagar k prestações: S.Dk = Do Capital Amortizado após pagar k prestações = 0 Exemplo: Quadro de Amortização

19 SJA-Sistema de Juros Antecipados ou Alemâo Valor das prestações são iguais, com juros pagos antecipadamente. A 1 =A 2 =A 3 =...= A n = a n Como na última prestação não existem juros, o valor da amortização (a n ) é igual ao valor das prestações. Valor dos juros: jo = Doxipago (ou descontado) já no data do empréstimo j1=D1xipago após um período junto com a1 J2=D2xipaga após o 2o. período junto com a2

20 20 A1=A2 ou a1+j1 = a2 +j2 ou a1+D1xi = a2 + D2xi sendo D2 = D1-a2 tem-se: a1+D1xi = a2 + (D1-a2)xi ou a1 = a2 - a2xi ou a2=a1/(1-i) Comparando A2 e A3 resulta a3 = a2(1-i) Substitui-se 1/(1-i) por (1+i*) transformando o SJA em SPC a m+n =a m (1+i*) n REPRESENTAÇÃO DO SISTEMA SJA Do j0=Doxi a1 D1 j1=D1xi a2 D n jn=Dn-1xi an j2=D2xi a3 i* = 1/(1-i) -1 = [1-(1-i)]/(1-i) =i/1-i ou i*=i/1-i

21 21 O valor da taxa de juros postecipada equivalente (i*), pode também ser obtida imaginando um empréstimo de R$ 100,00 com taxa de juros antecipada igual a "i" a ser pago após um período. Sabe-se que para juros postecipados: F=Px(1+i*) 1 Neste caso tem-se: 100 = ( xi)x(1+i*) ou 100 = [100(1-i)] x(1+i*) 100/100(1-i) = (1+i*) obtendo-se a equação anterior ou: 1/(1-i) =(1+i*) Após obtido a taxa de juro postecipada, pode-se usar, com alguns cuidados as mesmas fórmulas do sistema SPC, como a seguir: Relação entre as parcelas de amortização: a n+m =a n (1+i*) m Prestação: A = (Do-jo)x(A/P;i*,n) Valor da primeira amortização (a1): Do = a1+a2+a3+...+an Do = a1x[1+(1+i*)+(1+i*) (1+i*) n-1 ] Do = aix (F/A;i*,n) a1 = Dox(A/F;i*;n)

22 22 Saldo Devedor após pagar k prestações: S.Dk=Do - (a1+a2+...+ak) = Do - a1x[1+(1+i*)+...+(1+i*) k-1 ] S.D k = Do - a1x(F/A;i*;k) Obs. Tendo em vista que os juros são antecipados, as outras fórmulas usadas para o cálculo do saldo devedor do sistema SPC, não são válidas para este sistema. Capital Amortizado = a1+a ak C.Amort. k = a1x(F/A;i*;k) Exemplo: Quadro do Financiamento

23 23 USO DE MÁQUINA DE CALCULAR FINANCEIRA PARA O SISTEMA SJA Calcular a prestação, dados N i* e P= (Do-jo) Ex. N = 5 i* = i/(1-i) = 0,04/(1-0,04) = 4,166667% P = ( x0,04) = Resulta A = PMT = 2.166,53 Entrar na parte de amortização e retirar os valores das amortizações e dos juros período a período; para o primeiro pagamento só usar o valor do juro antecipado (R$ 400 no exemplo). Os valores dos saldos devedores não são válidos neste caso. Para obter valores de Saldos devedores, calcular uma prestação fictícia com N; i* e P=Do e entrar na parte de amortização; neste caso só os valores dos saldos devedores são válidos.

24 SACRE - Sistema de Amortizações Crescentes (SAC+SPC) Utilizado pelo Sistema Financeiro da Habitação - Exemplo do livro Prof. Mauro Halfeld (Seu Imóvel) pg. 130 Neste método são usadas as fórmulas do SAC e do SPC Mesmo com correção monetária, as prestações mensais são sempre mantidas iguais durante 12 meses Neste método a prestação é dada por: A= Dox(1/n +i) Exemplo: Do = R$ ,00 n=180 meses i=12% aac/cm Sem Correção monetária A1=...=A12= Dox(1/n +i) =60000x(1/180 +0,01)= 933, A12=...=A24=[D0-(a1+a2+...+a12)x(1/168+0,01)] = =SD12x(1/168+0,01)= 889,7 a1= Do/n j1=doxi SD1=Do-ai j2=SD1xia2=A1-j2 SD2=SD1-a2 j3=SD3xi a3=A1-j3 SD3=SD1-a3...

25 25 E assim por diante Exemplo: Quadro de Amortização

26 26 USO DE MÁQUINA DE CALCULAR FINANCEIRA PARA O SISTEMA SACRE Introduzir na calculadora os dados N ; i* ; P = Do e um valor de A = PMT calculado pelo método SAC, Ex. N = 180 i = 1,00% P= e A=PMT=60000/ x0,01 = (-) 933,33 (sinal negativo) Entrar na parte de amortização e retirar os valores das amortizações e dos juros período a período. A cada 12 prestações é necessário verificar o saldo devedor e mudar o valor da prestação calculado sempre pelo sistema SAC.

27 27 4.CORREÇÃO MONETÁRIA 4.1) CAPITALIZADA EXEMPLO: Do = ir=5% ao semestrec/c.s. n=2 1 =19,362% e 2 =25,052% QUADRO DE AMORTIZAÇÃO SEM CORREÇÃO MONETÁRIA QUADRO COM CORREÇÃO MONETÁRIA CAPITALIZADA

28 28 4.2) COBRADA EXEMPLO: Do = ir=5% ao semestrec/c.s. n=2 1 =19,362% e 2 =25,052% Fazer cálculos com Taxas Globais (1+ig1) = (1+ir).(1+ 1 )

29 29 CORREÇÃO MONETÁRIA - SISTEMA SACRE Usa-se o sistema de correção monetária cobrada, contudo as prestações só são reajustadas após 1 ano; o saldo devedor é reajustado todo mês pela TR. Exemplo: Do= n=180 meses ir=12%aac/cm -->ir = 1%amc/cm =0,5%amc/cm constante A1=...=A12=Do(1/n +ir) = (1/180 +0,01) = 933,33 ig=1,01x1, = 1,505% A13=A14=...=A24=SD12.[1/(N-12)+ir] = 59604,35.(1/168+0,01)= =950,83

30 30 5.CARÊNCIA Ocorre carência ou diferimento quando as prestações não começam no primeiro período após o empréstimo. Nos períodos de carência não são efetuados pagamentos contudo a menos que os juros sejam pagos, eles vão sendo incorporados ao saldo devedor. Para o cálculo das prestações o valor da dívida é transladado (considerando os juros) até o período imediatamente anterior ao primeiro pagamento. Exemplo: Calcular o valor da prestação para um financiamento de R$ ,00 a ser amortizado em 12 pagamentos mensais após 6 meses de carência pela Tabela Price com juros de 3% amc/cm. A= (F/P;3%;6).(A/P;3%;12) = = ,23.(A/P;3%;12) = R$ ,70

31 31 6.GRAU DE ALAVANCAGEM Quatro aspectos principais são considerados pelas empresas para fazerem financiamentos: 1) Risco do Negócio - empresas de alto risco devem evitar ter dívidas elevadas. 2) Posição Tributária - Financiamentos podem reduzir os impostos de renda já que os juros e as depreciações são considerados como custos. 3) Flexibilidade financeira- ou facilidade em obter juros subsidiados; a TMA da empresa deve em geral ser maior que a taxa de juros do financiamento. 4) Conservadorismo ou agressividade da administração da empresa. PARA VER SE A POSIÇÃO ECONÔMICA DA EMPRESA MELHORA COM O FINANCIAMENTO PODEM SER CALCULADOS O GAO E GAF PARA A SITUAÇÃO SEM E COM OS VÁRIOS FINANCIAMENTOS POSSÍVEIS

32 32 GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL - GAO 1)GAO = % LT / % Q = ( LT /LT)/ ( Q/Q) ou 2)GAO = Q (P - CV) / [Q (P - CV) - CF] LT=RT-CT = P.Q-(CF+Cv.Q)= Q.(P-Cv) - CF LT = Q(P-Cv) Obs.Valores monetários são considerados por período - Método VAUE Custo Fixo Custo Variável CUSTO TOTAL R$ RECEITA TOTAL LUCRO Q quebra----->Menor GAO

33 33 GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL - GAO EXEMPLO: CF=R$ Cv=R$5,00 P=R$ 7,00 1) Qual o GAO para Q= unidades/ano? GAO= Q (P - CV) / [Q (P - CV) - CF] = = x(7-5) / [ (7-5) ] = 6 2)Qual o GAO para Q= unidades/ano? GAO = (7-5) / [( (7-5) ] =2,67 Observar que quanto mais distante a empresa estiver de seu ponto de equilíbrio, menor será o grau de alavancagem operacional e vice- versa. Portanto quanto maior o GAO, maior o risco de prejuízos e maiores os efeitos sobre o resultado de qualquer % de alteração no volume de atividade. Quanto menor o GAO menor o risco de prejuízos e menores os efeitos.

34 34 ANÁLISE DO GAO E DO LUCRO TOTAL SEM E COM FINANCIAMENTO

35 35 OUTRO EXEMPLO DE GAO CF = R$ p/mês (Administração, equipamentos) CV = R$60000 por unidade (terreno e construção) P = R$ Quantidade do Ponto de Quebra LT=0 ou PxQ = CF +CV.Q xQ = xQ xQ = Q=10.000/ = 0,25 casas por mês Lucro fazendo em média uma casa por mês: LT = PxQ - (CF +CV.Q) LT = x1 - ( x1) = R$ ,00 A)GAO da empresa sem financiamento fazendo 1 casa/mês Supõe-se qualquer variação na quantidade e calcula-se a variação no lucro (o GAO será o mesmo para qualquer variação) a)Para Q=2 ou seja variação de 100% na quantidade LT = x2 - ( x2) = R$ ,00 Variação no LT = 133,33% GAO = 40/30/1/1=133,33/100 = 1,3333 ou Seja a construção de casas populares em série; dados:

36 36 b)Para Q=1,5 ou seja variação de 50% na quantidade LT = x1,5 - ( x1,5) = R$ ,00 Variação no LT = 66,67% GAO = 20/30/0,5/1=0,6667/0,5 = 1,3333 Pode-se também calcular o GAO usando a fórmula: GAO = [(P-CV)xQ] / [(P-CV)Q - CF] No exemplo GAO = [( )x1] / [( )x ] = 40/30 = 1,333 como no caso anterior. B)Supondo que a empresa faça financiamento comprando novos equipamentos (caminhão, torre), e passe a ter custo fixo de R$ ,00 e custos variáveis para R$ por casa. Ver GAO fazendo ainda 1 casa em média por mês: GAO = [(P-CV)xQ] / [(P-CV)Q - CF] = ( ) / ( ) = / = 1,323 como diminuiu o GAO a empresa fica mais longe do ponto de quebra, sendo o financiamento adequado Novo LT por mês = ( x1 - ( x1) = R$ ,00 (maior que o anterior), portanto esse financiamento seria adequado, mesmo sem aumentar a produção.

37 37 C)Supondo que a empresa faça um financiamento comprando novos equipamentos (caminhão, torre), e passe seu custo fixo para R$ ,00 e diminuindo os custos variáveis para R$ por casa. Ver GAO fazendo ainda 1 casa em média por mês: GAO = [(P-CV)xQ] / [(P-CV)Q - CF] = ( ) / ( ) = = /30000 = 1,5 como aumentou o GAO a empresa fica mais próxima do ponto de quebra Novo LT por mês = ( x1 - ( x1) = R$ ,00 (igual ao caso sem financiamento), portanto esse financiamento só seria adequado se aumentasse a produção mensal com os custos dados. D) Supondo que a empresa faça um financiamento comprando novos equipamentos (caminhão, torre), e passe seu custo fixo para R$ ,00 e diminuindo os custos variáveis para R$ por casa. Ver GAO fazendo ainda 1 casa em média por mês: GAO = [(P-CV)xQ] / [(P-CV)Q - CF] = ( ) / ( ) = = /25000 = 1,8 como aumentou o GAO a empresa fica mais próxima do ponto de quebra Novo LT por mês = ( x1 - ( x1) = R$ ,00 (menor que o anterior), portanto esse financiamento só seria adequado se aumentasse a produção mensal com os custos dados.

38 38 GRAU DE ALAVANCAGEM FINANCEIRA - GAF Para ver se rentabilidade dos donos da empresa aumenta ou não GAF = RSPL / RSA Exemplo: Seja uma empresa que para seu funcionamento necessita de R$ ,00 por ano, divididos em R$ ,00 para Ativo Imobilizado e R$ ,00 para ativo circulante ou capital de giro. Supondo que os resultados anuais sejam dados por: Receitas de Vendas = R$ ,00 Custos de Produção = R$ ,00 Lucro Bruto = R$ ,00 Despesas de Vendas = R$ ,00 Despesas Administrativas = R$ ,00 Lucro Antes do Imposto de Renda = R$ ,00 Pede-se 1) Retorno do Investimento se tudo for financiado com capital próprio. RSA = RSPL = R$ ,00 / R$ ,00 = 0,16 ou 16% GAF = 1 (não existe grau de alavancagem financeira)

39 39 2) Retorno do Investimento se 50% dos recursos para o funcionamento da empresa forem financiados com recursos de terceiros, com a taxa de juros de 12% a.a. c/c.a. Neste caso, haverá despesas financeiras anuais de R$ ,00 x 0,12 = R$ ,00 por ano e o lucro, antes do imposto de renda, será reduzido para R$ ,00 - R$ ,00 = R$ ,00. RSA depois das despesas Financeiras = R$ ,00 / R$ ,00 = 0,10 ou 10 % RSPL = R$ ,00 / R$ ,00 = 20 %. Verifica-se que o retorno por real investido é maior do que quando não havia financiamento. O retorno do acionistas sobe de 16 % para 20 % do capital próprio por ano. GAF = 20 % / 16 % = 1,25 Quando o GAF é superior a 1, os ganhos por unidade de capital investido são maiores com o financiamento.

40 40 3) Supondo que 70% do capital necessário para o funcionamento da empresa seja financiado com uma taxa de captação dos recursos de 20% ao ano. O Valor do financiamento será de R$ ,00 e os encargos financeiros de R$ ,00 x 0,2 = R$ ,00. Portanto o lucro total antes do imposto de renda será reduzido para R$ ,00 - R$ ,00 = R$ ,00. RSA depois das despesas Financeiras = R$ ,00 / R$ ,00 = 0,02 ou 2 % RSPL = R$ ,00 / R$ ,00 = 0,066 = 6,60 %. Verifica-se que o retorno por real investido é menor do que quando não havia financiamento. O retorno do acionistas desce de 16 % para 6,6 % do capital próprio por ano. GAF = 6,60 % / 16 % = 0,4125 Quando o GAF é inferior a 1, os ganhos por unidade de capital investido são menores com o financiamento. Nestes casos sempre que possível o financiamento não deverá ser realizado. Nota-se que Quanto menor a participação do capital próprio, maior a dificuldade de obter empréstimos e maior também deverá ser a taxa de juros cobrada para a captação deste capital.

41 41 NOVO EXEMPLO GAF GAF A = 30%/20% = 1,5 ok GAF B = 6%/8% = 0,75 <1 ruim Este exemplo demonstra que os financiamentos em geral melhoram os bons projetos e prejudicam os maus.

42 42 FINAL DA 4a. AULA OBRIGADO PELA ATENÇÃO Ver exercícios na apostila, saber escolher qual o melhor financiamento.


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