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1 3Preliminarmente deve-se aplicar o princípio da globalidade: visão holística do comportamento do homem no trabalho; 3Definição de um modelo operativo.

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1 1 3Preliminarmente deve-se aplicar o princípio da globalidade: visão holística do comportamento do homem no trabalho; 3Definição de um modelo operativo da situação de trabalho analisada; 3É uma síntese da análise ergonômica, baseia-se diretamente nas hipóteses formuladas; 3Evidencia as diversas síndromes que caracterizam as patologias ergonômicas da situação de trabalho. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA Considerações gerais sobre o diagnóstico:

2 Procedimento que conduz ao diagnóstico: 3 Delimitar sistemas de variáveis: f (problemas levantados, características da população, condições ambientais, técnicas e organizacionais do trabalho); 3Descrever o comportamento dessas variáveis no desenvolvimento das atividades de trabalho, para caracterizar as disfunções do sistema homem-tarefa; 3 Definição de um modelo operativo: representação intencionalmente empobrecida da realidade de trabalho. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

3 Identificação das síndromes ergonômicas: ERROS HUMANOS: 3Desvio em relação a uma norma pré-estabelecida: discordância do comportamento humano em relação às ordens ou instruções recebidas; 3Quando não existem ordens ou instruções, o erro é estimado a partir dos resultados alcançados; 3O erro pode ocorrer em diferentes níveis: individual, coletivo e no conjunto do sistema homem-tarefa; 3Diferença entre erro X falha (ou fracasso). 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

4 4 Alguns tipos de erros que podem ser evidenciados: 3Manipulação de uma ferramenta de forma incorreta; 3Acionamento de comando de forma intempestiva; 3Modo operativo proibido pelas normas de segurança; 3Omissão de uma operação prevista no processo; 3Dosagem de produtos mal formuladas; 3Montagem de peças de maneira não conforme; 3Leitura incorreta; A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

5 5 INCIDENTES CRÍTICOS: 3Todo evento observável, em uma determinada situação de trabalho, que apresente um caráter anômalo; 3O erro humano pode ser considerado uma classe de incidente crítico; 3Na realidade, um incidente crítico pode levar à um ou vários erros humanos; 3Para levantar os incidentes críticos, deve-se ter um conhecimento aprofundado do sistema de produção. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

6 6 Alguns tipos de incidentes críticos: 3Material: fadiga de material, freio gasto; 3Ambiental: elevação do nível de ruído, queda na iluminação, produto escorregadio derramado no piso; 3Tarefa: alteração da cadência de produção, modificação dos horários; 3Pessoal: indisposição repentina, substituição de um operador por outro não qualificado; A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

7 7 ACIDENTES DE TRABALHO: 3Pode-se constatar, nos acidentes de trabalho, um tipo de síndrome que afeta a componente humana dos sistemas homem-tarefa; 3Não se deve restringir o diagnóstico, de uma determinada situação de trabalho, baseando-se somente na análise de um acidente; 3Gênese do acidente: relação causal entre as diversas variáveis envolvidas (árvores de causa dos acidentes). 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

8 8 PANES DO SISTEMA: 3São incidentes que afetam a componente material do sistema homem-tarefa; 3Caracterizam-se por uma interrupção do funcionamento do sistema homem-tarefa e estão diretamente relacionadas com a confiabilidade; 3As panes constituem-se em reveladores dos pontos críticos do serviço de manutenção e sobre as relações manutenção/produção. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

9 9 DEFEITOS DE PRODUÇÃO: 3Desvios constatados ao nível do produto fabricado e, de uma forma mais geral, do resultado do trabalho; 3Dentro desta categoria encontram-se os descartes de produção; 3A qualidade de um produto, ou serviço, deve ser garantida do início até o final do processo; 3Levantar os defeitos de produção passíveis de ocorrência: identificação, descrição, causa, ação corretiva e preventiva. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

10 10 QUEDA DA PRODUTIVIDADE: 3Disfunção do sistema homem-tarefa; 3Aumento da produtividade é uma consequência da melhoria das condições de trabalho; 3Levantar as variações da produtividade: â através do tempo; â as possíveis causas; â as variáveis que determinam a queda da produtividade. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

11 Das hipóteses à formulação do diagnóstico HIPÓTESES DIAGNÓSTICO AET CERE 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

12 Diagnóstico em nível local: posto de trabalho 3Correlacionar as condicionantes ambientais e técnico- organizacionais com as determinantes manifestadas pelo trabalhador; 3Exigências de uma tarefa estão relacionadas às características fisiológicas e psicológicas do trabalhador: diferenças inter e intra-individuais; 3O diagnóstico local permite evidenciar as exigências ergonômicas que aquele trabalhador está sujeito naquele posto de trabalho. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA

13 Diagnóstico em nível geral: situação de trabalho 3Aplicar o princípio da globalidade; 3Evidenciar condicionantes ambientais e técnico-organizacionais da situação de trabalho como um todo; 3Determinantes manifestadas pela população de trabalhadores; 3Visar sempre uma transformação e não apenas descrever uma situação de trabalho; 3Transformação da situação de trabalho: eliminação de algumas condicionantes e aparecimento de novas condicionantes. 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA 6. A FORMULAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM ERGONOMIA


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