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Geografia da população mundial O número parece inimaginável, mais de 6 bilhões de habitantes vivem sob a superfície terrestre. O número parece inimaginável,

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Apresentação em tema: "Geografia da população mundial O número parece inimaginável, mais de 6 bilhões de habitantes vivem sob a superfície terrestre. O número parece inimaginável,"— Transcrição da apresentação:

1 Geografia da população mundial O número parece inimaginável, mais de 6 bilhões de habitantes vivem sob a superfície terrestre. O número parece inimaginável, mais de 6 bilhões de habitantes vivem sob a superfície terrestre. A partir da análise do comportamento da população (evolução do crescimento e mobilidade, por exemplo), poderemos conhecer um pouco mais sobre a geografia da população mundial e responder a alguns questionamentos freqüentes, como: onde a população tende a crescer mais? Por que a população cresce? O crescimento populacional é o mesmo em todas as partes do mundo? A partir da análise do comportamento da população (evolução do crescimento e mobilidade, por exemplo), poderemos conhecer um pouco mais sobre a geografia da população mundial e responder a alguns questionamentos freqüentes, como: onde a população tende a crescer mais? Por que a população cresce? O crescimento populacional é o mesmo em todas as partes do mundo?

2 Elementos da dinâmica demográfica Natalidade Natalidade Mortalidade Mortalidade Crescimento vegetativo Crescimento vegetativo Migrações Migrações Política demográfica Política demográfica População absoluta População absoluta População relativa População relativa Taxa de fecundidade Taxa de fecundidade Taxa de mortalidade infantil Taxa de mortalidade infantil

3 Histórico do crescimento populacional no mundo A evolução da população mundial : Até o início da era cristã, estima-se que a população mundial era de aproximadamente 250 milhões de habitantes Até o início da era cristã, estima-se que a população mundial era de aproximadamente 250 milhões de habitantes Na década de 1990, elevou-se para 5,48 bilhões. Na década de 1990, elevou-se para 5,48 bilhões. Estimativas da Conferência da ONU apontam que a população do planeta pode superar os 7 bilhões nas primeiras décadas do século XXI. Estimativas da Conferência da ONU apontam que a população do planeta pode superar os 7 bilhões nas primeiras décadas do século XXI.

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5 A explosão demográfica Depois da Segunda Guerra Mundial, as taxas de mortalidade começaram a cair nos países subdesenvolvidos. Depois da Segunda Guerra Mundial, as taxas de mortalidade começaram a cair nos países subdesenvolvidos. A queda da mortalidade provocou um novo surto de crescimento demográfico no planeta. A queda da mortalidade provocou um novo surto de crescimento demográfico no planeta. A idéia de explosão demográfica sugere algo como um bomba populacional, uma explosão incontrolável e maléfica ao bem estar dos povos. A idéia de explosão demográfica sugere algo como um bomba populacional, uma explosão incontrolável e maléfica ao bem estar dos povos.

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7 A transição demográfica A transição demográfica é a teoria mais aceita, pois atingindo uma fase de estabilização, de diminuição progressiva nas taxas de crescimento vegetativo. A transição demográfica é a teoria mais aceita, pois atingindo uma fase de estabilização, de diminuição progressiva nas taxas de crescimento vegetativo.

8 As teorias demográficas Teoria de Malthus Malthus concluiu que Malthus concluiu que o ritmo de crescimento populacional seria mais populacional seria mais acelerado que o ritmo de crescimento da produção alimentar (PG x PA). alimentar (PG x PA).

9 Teoria neo malthusiana Segundo essa teoria, uma população jovem numerosa, resultante das elevadas taxas de natalidade verificadas em quase todos os países subdesenvolvidos, necessita de grandes investimentos sociais em educação e saúde. Segundo essa teoria, uma população jovem numerosa, resultante das elevadas taxas de natalidade verificadas em quase todos os países subdesenvolvidos, necessita de grandes investimentos sociais em educação e saúde. Ela é defendida pelos países desenvolvidos e pelas elites dos países subdesenvolvidos, para se esquivarem das questões econômicas. Ela é defendida pelos países desenvolvidos e pelas elites dos países subdesenvolvidos, para se esquivarem das questões econômicas.

10 Teoria reformista Em resposta aos neomalthusianos, foi elaborada a Em resposta aos neomalthusianos, foi elaborada a teoria reformista, que inverte a conclusão das duas teorias demográficas anteriores. Essa teoria, enfim, é mais realista, por analisar os Essa teoria, enfim, é mais realista, por analisar os problemas econômicos, sociais e demográficos de forma objetiva, partindo de situações reais do dia-a-dia das pessoas.

11 A estrutura etária da população mundial A estrutura etária da população é comumente retratada por meio de gráficos em forma de pirâmides. A estrutura etária da população é comumente retratada por meio de gráficos em forma de pirâmides. Pirâmide etária em países subdesenvolvidos pobres (situação: em explosão demográfica) Base larga: resultado de altas taxas de natalidade Base larga: resultado de altas taxas de natalidade Topo estreito: conseqüência da baixa expectativa de vida da população. Topo estreito: conseqüência da baixa expectativa de vida da população.

12 A estrutura etária da população mundial Pirâmide etária em países desenvolvidos industrializados (situação: em estabilidade demográfica) Pirâmide etária em países desenvolvidos industrializados (situação: em estabilidade demográfica) Estreitamento da base da pirâmide em decorrência da Estreitamento da base da pirâmide em decorrência da estabilização da taxas de natalidade. estabilização da taxas de natalidade. O centro da pirâmide e mais largo devido o predomínio da população adulta. O centro da pirâmide e mais largo devido o predomínio da população adulta. O topo da pirâmide é elevado pois esses países apresentam um grande número de idosos O topo da pirâmide é elevado pois esses países apresentam um grande número de idosos

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15 A estrutura econômico-produtiva e sexual da sociedade A População Economicamente Ativa (PEA) A População Economicamente Ativa (PEA) A População Economicamente Inativa (PEI) A População Economicamente Inativa (PEI)

16 Distribuição da PEA nos diferentes setores da atividade Primário: Primário: Secundário: Secundário: Terciário: Terciário:

17 A participação da mulher no mercado de trabalho Fatores que determinaram o maior ingresso da mulher no mercado de trabalho: Nos países desenvolvidos as conquistas profissionais Nos países desenvolvidos as conquistas profissionais Femininas (a dissolução da família patriarcal) Nos países subdesenvolvidos o ingresso da mulher no mercado de trabalho ocorreu devidos aos baixos salários recebidos pelos homens. Nos países subdesenvolvidos o ingresso da mulher no mercado de trabalho ocorreu devidos aos baixos salários recebidos pelos homens. OBS: A mulher continuou responsável por todas as atividades domésticas, exercendo assim dupla jornada de trabalho. OBS: A mulher continuou responsável por todas as atividades domésticas, exercendo assim dupla jornada de trabalho.

18 As conseqüências do ingresso da mulher no mercadode trabalho Maior exploração da força de trabalho. Maior exploração da força de trabalho. Diminuição da participação dos homens em algumas atividades. Diminuição da participação dos homens em algumas atividades. Aumento de exército de reserva Aumento de exército de reserva

19 A dinâmica populacional brasileira Ao pensarmos a população brasileira, muitas questões nos intrigam: A população apresentou saldos diferenciados de crescimento. A população apresentou saldos diferenciados de crescimento. Momentos históricos. Momentos históricos. Maior participação da população idosa Maior participação da população idosa

20 A evolução histórica do crescimento populacional no Brasil A população brasileira apresentou um crescimento demográfico bastante lento até a década de 40 do século XX, em função das altas taxas de natalidade e mortalidade. A população brasileira apresentou um crescimento demográfico bastante lento até a década de 40 do século XX, em função das altas taxas de natalidade e mortalidade.

21 A aceleração do crescimento demográfico no Brasil O baby boom brasileiro ocorreu entre as décadas de 40 e 70. O baby boom brasileiro ocorreu entre as décadas de 40 e 70.

22 Nesse período o acelerado crescimento Nesse período o acelerado crescimento demográfico desembocou numa estrutura etária típica dos países subdesenvolvidos, com elevado índice de jovens em contraste ao reduzido Número de adultos e idosos.

23 A transição demográfica atual A partir das décadas de 60 e 70 o ritmo de crescimento da população brasileira começou a diminuir. A partir das décadas de 60 e 70 o ritmo de crescimento da população brasileira começou a diminuir.Causas: O acelerado processo de urbanização O acelerado processo de urbanização O ingresso da mulher no mercado de trabalho O ingresso da mulher no mercado de trabalho A maior difusão de métodos anti-conceptivos. A maior difusão de métodos anti-conceptivos. A elevação do custo de criação dos filhos na cidade A elevação do custo de criação dos filhos na cidade

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25 O envelhecimento populacional, por sua vez, aumentou e continuará a aumentar O envelhecimento populacional, por sua vez, aumentou e continuará a aumentar o volume da demanda social por parte dos idosos.

26 As diferenças regionais e sociais da transição demográfica: A transição demográfica está acontecendo em todo o país, entretanto sua intensidade varia de acordo com as especificidades sócio-econômicas de cada compartimento regional. A transição demográfica está acontecendo em todo o país, entretanto sua intensidade varia de acordo com as especificidades sócio-econômicas de cada compartimento regional. As mudanças no mercado de trabalho urbano: As mudanças no mercado de trabalho urbano: As mudanças estruturais da economia global (avanço tecnológico, privatização, abertura econômica e flexibilização das relações de trabalho) e os seus reflexos sobre o Brasil a partir do final da década de 80 representaram transformações substanciais no mercado de trabalho urbano, levando- o a uma crescente fragmentação

27 A questão da mulher no mercado de trabalho

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29 As relações de trabalho ilegais Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) o Brasil, a exemplo de grande parte dos países subdesenvolvidos, utiliza relações de trabalho ilegais, como o trabalho escravo.

30 Distribuição de renda e qualidade de vida no Brasil

31 A distribuição de renda no Brasil é bastante desigual, devido aos seguintes fatores : A restrição do direito de greve A restrição do direito de greve O sistema tributário brasileiro O sistema tributário brasileiro a fragilidade dos sistemas de bem-estar-social a fragilidade dos sistemas de bem-estar-social Os planos econômicos da década de 80 (Cruzado, Verão e Bresser) Os planos econômicos da década de 80 (Cruzado, Verão e Bresser) A ausência das reformas de base. A ausência das reformas de base.

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33 As conseqüências da concentração de renda: A baixa esperança de vida no Brasil, a esperança de vida varia de acordo com a classe social das pessoas. A baixa esperança de vida no Brasil, a esperança de vida varia de acordo com a classe social das pessoas.

34 Mobilidade populacional e desenvolvimento econômico no Brasil A migração se constitui em um dos elementos que caracteriza a dinâmica populacional. A migração se constitui em um dos elementos que caracteriza a dinâmica populacional. No caso das migrações internas de um país, porém, o elemento decisivo costuma ser a economia e suas modificações - José William Vesentini. In: Brasil: Sociedade e Espaço.No caso das migrações internas de um país, porém, o elemento decisivo costuma ser a economia e suas modificações - José William Vesentini. In: Brasil: Sociedade e Espaço.

35 Conceitos básicos: Migração: Migração: Imigração: Imigração: Emigração: Emigração: Migração inter-regional: Migração inter-regional: Migração sazonal: Migração sazonal: Êxodo rural: Êxodo rural: Migração pendular: Migração pendular:

36 Mobilidade populacional e desenvolvimento econômico no Brasil 1 - Migrações externas: 2 - Migrações Internas Históricas: 3 - Migrações internas recentes: 4 - Tendências atuais do movimento migratório no país:

37 Migrações externas Até a década de quarenta do século XX o Brasil era Até a década de quarenta do século XX o Brasil era considerado um país de imigração, ou seja, de atração populacional. a) Necessidade de conseguir mão-de-obra para a lavoura cafeeira. b) A decadência da agricultura familiar c) A miséria provocada pelo aumento do exército de reserva d) O processo de unificação política da Alemanha e Itália,

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39 Migrações internas históricas Essas migrações estão relacionadas aos ciclos econômicos Migração de pequenos camponeses da Zona da Mata Migração de pequenos camponeses da Zona da Mata para o Agreste no século XVI. Migração de nordestinos, para a região de Minas Gerais Migração de nordestinos, para a região de Minas Gerais do final do século XVII ao XVIII. Migração de camponeses de cafeicultores do Vale do Paraíba para o Oeste Paulista e norte do Paraná Migração de camponeses de cafeicultores do Vale do Paraíba para o Oeste Paulista e norte do Paraná Migração de nordestinos (arigós), para a Amazônia (Acre), em decorrência do ciclo da borracha. Migração de nordestinos (arigós), para a Amazônia (Acre), em decorrência do ciclo da borracha.

40 Migrações internas recentes migrações recentes são aquelas deflagradas no período pós-guerra: migrações recentes são aquelas deflagradas no período pós-guerra: 1- As regiões de repulsão populacional: Região Nordeste Migrações pela modernização e a repulsão populacional da região Sul 2 - As regiões de atração populacional: AmazôniaCentro-OesteSudeste

41 Tendências recentes das migrações internas Principalmente a partir dos anos 90 em função de novos pólos de atração em cidades médias do interior do país A redução do fluxo migratório para a região amazônica A redução do fluxo migratório para a região amazônica A redução do fluxo emigratório da região Nordeste e os movimentos recentes de retorno. A redução do fluxo emigratório da região Nordeste e os movimentos recentes de retorno.

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