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Goiânia, 2013. Curso De Colposcopia Prof. Farm. Hugo Campos Oliveira Santos Especialista em Controle de Qualidade – FF/UFG Mestre em Ciências Farmacêuticas.

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1 Goiânia, Curso De Colposcopia Prof. Farm. Hugo Campos Oliveira Santos Especialista em Controle de Qualidade – FF/UFG Mestre em Ciências Farmacêuticas – FF/UFG Doutorando em Ciências da Saúde – FM/UFG Higienização, Desinfecção e Esterilização de Instrumentais em COLPOSCOPIA

2 Fonte: REVISÃO COLPOSCOPIA OU GENITOSCOPIA COLPOSCÓPIO: mostra as lesões: HPV, AIDS, HERPES, CÂNCER, VAGINOSES... Técnica que consiste no exame de cólo de útero, vagina, vulva, períneo e região peri-anal aplicando uma solução de 3% a 5% de ácido e lugol na área, visto através do colposcópio. Fonte: - Sistema de lentes como microscopio estereoscópico; - Imagens tridimensionais (Video Colposcopia – Monitor).

3 Fonte: REVISÃO Colposcopia No exame, o médico mantém o colo do útero aberto e o banha com uma gaze embebida de ácido. Passado um minuto, as lesões pré-cancerosas aparecem tomando uma cor esbranquiçada, podendo ser vistas através do colposcópio.

4 Indicações Colposcopia:

5 Citologia Oncológica Alterada -HPV -NIC (Neoplasia Intraepitelial Cervical) Baixo grau (NIC 1) e Alto grau (NIC 2-3) - classificação de Richart -Ca In Situ -Ca Invasivo -ASCUS/AGUS A typical S quamous C ells of U ndetermined S ignificance Atipias de Células Escamosas de Significado Indeterminado (Português) Controle pós-operatório Controle pós-Radioterapia Controle condilomatose ano-genital (condiloma plano no colo?) Citologia oncótica normal com colposcopia alterada Controle do parceiro masculino (peniscopia); Orientação da biópsia Vírus HPV Human Papillomavirus OBS: Médico grego Geórgios Papanicolau ( ), considerado o pai da citopatologia.

6 Higienização, Desinfecção e Esterilização de Instrumentais Material limpo é aquele livre de todas as sujeiras indesejáveis, ao passo que material estéril é livre de todos os organismos viáveis. Todos os pacientes devem ser considerados como uma fonte potencial de infecção, e todos os artigos e dispositivos acessórios devem ser descontaminados, limpos e esterilizados com o mesmo grau de rigorosidade como se realiza cada procedimento médico.

7 INTRODUÇÃO De acordo com o modo de uso, Spaulding classificou o instrumental médico como crítico, semicrítico, e não-crítico É importante destacar que o termo esterilização não deve ser considerado equivalente a desinfecção e que não existe um estado parcialmente estéril. A desinfecção de alto nível Elimina bactérias, vírus e fungos não destrói esporos bacterianos

8 ARTIGOS CRÍTICOS Penetram tecidos estéreis ou sistema vascular e devem ser esterilizados para uso (COLPOSCOPIA) ARTIGOS SEMI CRÍTICOS Destinados ao contato com a pele não intacta ou com mucosas íntegras. Ex: Equipamentos respiratórios e de anestesia, endoscopia, etc. Requerem desinfecção de alto nível ou esterilização (COLPOSCOPIA) ARTIGOS NÃO CRÍTICOS Artigos destinados ao contato com a pele íntegra do paciente. Ex. comadres, cubas, aparelhos de pressão, etc. Requerem limpeza ou desinfecção de médio ou baixo nível.

9 PASSOS BÁSICOS PARA PROCESSAMENTO DE ARTIGOS -Descontaminação; -Limpeza; -Desinfecção de Alto Nível; -Esterilização; -Armazenamento; - Manipulação Segura e Correta.

10 1º - Descontaminação Refere-se às medidas adotadas para assegurar que a manipulação de um instrumento médico seja inócua, ao reduzir a contaminação por microorganismos. - Inativação da maioria do microorganismos: (Vírus hepatite B e HIV) - Solução Fisiológica (Mergulhar o material) - Imersão em Solução Descontaminante (Hipoclorito) - Bacterisan Descon® e Bacterisan Desincrustante (inox) - É NECESSÁRIO OUTROS PROCEDIMENTOS EXEMPLO: Imediatamente depois do uso, coloque os instrumentos e acessórios em um balde limpo com solução de cloro a 0,5% durante 10 minutos.

11 DEFINIÇÃO: Remoção de material orgânico e sujidades dos objetos. Processo que precede as ações de desinfecção e/ou esterilização. A limpeza manual enérgica com água corrente e SABÃO LÍQUIDO e DERTEGENTE ENZIMÁTICO elimina o material biológico como sangue, secreções orgânicas e resíduos teciduais que formam BIOFILME. 2º - LIMPEZA DILUIÇÃO DE 4 mL/L - Tempo: 2 a 3 minutos - Enxaguar/água

12 MÉTODOS DE LIMPEZA -MÉTODOS DE LIMPEZA MANUAL Água Esterilizada – Deionizada ou Fervida Detergente Enzimático + Artefatos/Escovas Ferramentas para desmontar Certificar que não há obstruções no artigo Verificar defeitos no instrumental -MÉTODOS DE LIMPEZA AUTOMÁTICA Termodesinfectora Lavadoras – Tipo Ultrassônica

13 3º - DESINFECÇÃO DAN - Desinfecção de alto nível Quando não se dispõe do equipamento de esteriliza ç ão ou não se pode esterilizar o instrumento, usa-se a desinfec ç ão de alto n í vel (DAN). A DAN destr ó i todas as formas microbianas. Exceto esporos! 1º - A água fervente, em um recipiente limpo oferece uma forma barata e facilmente acessível de DAN. O tempo de contato para os instrumentos deve ser de, pelo menos, 20 minutos depois de iniciada a fervura. 2º - A DAN pode ser feita ao imergir os instrumentos em soluções durante minutos. EXEMPLO: GLUTARALDEIDO E HIPOCLORITO 1%. EXEMPLO DE DAN

14 GLUTARALDEIDO 2% Desinfecção de alto nível Deve-se preparar de acordo com as instruções: a solução ativada a 2% em um recipiente coberto tem um período máximo de ativação de duas semanas (14 DIAS) e ou quatro semanas (28 DIAS): ver/fabricante. Como o glutaraldeído forma resíduos nos instrumentos, que são tóxicos, os instrumentos devem ser enxaguados bem com a água estéril e secos. É um agente desinfetante bactericida que apresenta rápida e efetiva ação contra bactérias gram-positivas e gram-negativas (ANVISA, 2007). O tempo de contato é de 20 a 30 min.

15 CONTRA O GLUTARALDEIDO Pressões para o abandono Estudos sobre toxicidade do glutaraldeído e notificação de vários casos de reações adversas em pacientes e profissionais ; Outras opções no mercado (OPA, ácido peracético, hipoclorito); Difusão de termodesinfetadoras e de materiais de assistência termorresistentes; Surto de infecções pós-operatórias por micobatéria de crescimento rápido. RDC nº 8 de 27/02/2009 e RDC nº 33 de 16/08/2010 Suspendeu a esterilização química para produtos críticos (endoscópicos) risco de contaminação por micobactéria.

16 HIPOCLORITO 1% Desinfecção de alto nível - Se for usada água fervida para fazer a solução, pode-se usar cloro a 0,1% e 0,5% para a DAN. Caso contrário, deve-se usar a solução a 1%. - O tempo de contato necessário é de 20 a 30 minutos. - A solução é muito corrosiva para o aço inoxidável. - Depois da desinfecção, os instrumentos devem ser enxaguados bem com a água fervida e depois deixados secar ao ar livre ou secos com um pano estéril antes do uso. O período máximo de armazenamento da solução preparada é de (1) uma semana.

17 ÁCIDO PERACÉTICO 0,2% Desinfecção de alto nível O ácido peracético é um desinfetante (pronto) com eficácia microbiológica comprovada, biodegradável, mantém suas propriedades em presença de matéria orgânica e tem sido recomendado como substituto ao uso do glutaraldeído 2% e hipoclorito de sódio 1%. -Imersos por 10 minutos em ácido peracético 0,2% para desinfecção. sache do inibidor de corrosão

18 Ácido Peracético Exemplo de Formulação H3C – C = O + H2O2 H3C - C = O + H2O OH ( C2H4O3) OOH Ácido Acético Peróxido Ac. Peracético Água de hidrogênio Grupo Químico Peróxido Orgânico pH – Em torno 2 – 3 (Ácido)

19 PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO 6% Desinfecção de alto nível -Pode-se preparar com a adição de uma parte de uma solução a 30% com quatro partes de água fervida; o tempo de contato é de 30 minutos. -Depois da desinfecção, os instrumentos devem ser enxaguados bem com água fervida e depois deixados secar ao ar livre ou secos com um pano estéril antes do uso. Esta solução danifica as superfícies externas das borrachas e plásticos e corrói os instrumentos de cobre, zinco e bronze.

20 ORTOFTALALDEÍDO Desinfecção de alto nível Atividade antimicrobiana – atividade superior para micobactéria quando comparado ao glutaraldeído – Concentração de uso: 0,55% – Temperatura ambiente PONTOS POSITIVOS: - Ação rápida (12 a 20 minutos) - Não requer ativação - Odor insignificante - Excelente compatibilidade com os materiais - Não coagula sangue ou fixa matéria orgânica PONTOS NEGATIVOS - Mancha pele, membrana mucosa, roupas - Mais caro que glutaraldeído - Irritação ocular ao contato - Atividade esporicida lenta - Exposições repetidas podem alergia

21 4º - ESTERILIZAÇÃO A destrui ç ão de todos os microorganismos, inclusive os esporos bacterianos em um instrumento (probabilidade de um microorganismo sobreviver é menor de um em um milhão). -Produtos Químicos Líquidos (imersão) -Vapor sob pressão e Calor (melhor) -Formaldeído gasoso - Gás óxido de etileno, -Plasma-Peróxido de hidrogênio PRINCIPAIS MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO.

22 ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA - LÍQUIDA Métodos de Esterilização (IMERSÃO): Glutaraldeído e Ácido Peracético VERSUS INDICAÇÃO: artigos semi-críticos que não possam sofrer esterilização pelo calor úmido, EVITAR: instrumentos e acessórios que entram em contato com tecidos sub- epiteliais lesados, órgãos e sistema vascular. 10 horas p/ esterilização 20 a 30 min. p/ esterilização

23 ESTERILIZAÇÃO VAPOR SOB PRESSÃO Uma autoclave à vapor é um equipamento feito de metal, com uma porta ou tampa lacrada, na qual altas temperaturas podem ser obtidas por meio de vapor sob pressão. Exemplo: Autoclave 121°C. 1º CICLO – 1h (primeiro ciclo do dia) depois média 30 min. INDICADO P/ COLPOSCOPIA

24 Tipos de Autoclaves Gravitacional – o ar é removido por gravidade, processo lento e permite a permanência de ar residual. Pré vácuo – evacuação mecânica, sistema o ar é removido, com formação de vácuo. – Alto vácuo- remoção com único pulso – Pulsos de pressurização- injeções e retiradas rápidas de vapor em temperatura inferior ao do processo Fonte: NAKAMURA et al, 2003.

25 Ciclo de esterilização a vapor Drenagem do ar Admissão e exaustão do vapor Secagem

26 PARÂMETROS ESTERILIZAÇÃO VAPOR SOB PRESSÃO

27 Gráfico de Esterilização – Pré Vácuo

28 Gráfico de Esterilização (Vácuo Fracionado)

29 Esterilização – ciclo FLASH Consiste na esterilização de material termoresistente por meio de vapor saturado sob pressão, em um equipamento ajustado para efetuar o processo em tempo reduzido, diante de situações de urgência, como contaminação acidental de instrumental essencial ao procedimento em curso.Seu uso deve ser racionalizado, não devendo ser utilizado para quaisquer implantáveis. (SOBECC,2000)

30 Esterilização – ciclo FLASH Esterilização emergencial de instrumentais não porosos e desembalados num equipamento esterilizador gravitacional por 3 minutos a 132°C. É comumente utilizada nas salas de operação para esterilização imediata de um instrumento que tenha caído ou sido contaminado de outra maneira ou inapropriadamente para compensar inventários inadequados de materiais. Fonte: RUTALA, GERGEN e WEBER, 1993.

31 Monitorizarão do ciclo Esterilização a vapor Mecânicos – registros tempo, T°C e pressão Químicos – fita teste, integrador e Teste Bowie-Dick Biológicos – Ampolas contendo esporos de Bacilos Stearothermophilus

32 Integradores - Esterilização Vapor Integradores de 3 parâmetros (tempo – temperatura – vapor de água saturado) para garantir a eficácia do procedimento de esterilização. Classe 6: Classe 5: Variação colorimétrica franja do amarelo ao azul quando se alcançam os 3 parâmetros. Lingueta inclui uma pastilha reagente amarela e 1 referência azul.

33 Embalagem – Autoclave Vapor -Os pacotes pequenos com instrumentos embrulhados devem ser expostos durante 30 minutos. -O material usado como envoltório deve ser poroso o suficiente para permitir que o vapor atravesse: (TNT), (Campo Operatório), (grau cirúrgico) e (craft) -Os instrumentos estéreis envoltos têm um período máximo de armazenamento de até 7 dias, caso sejam conservados secos e intactos. -Uma vez abertos, os instrumentos devem ser colocados em um recipiente estéril. -Autoclaves pequenas são ideais para o uso em consultórios e clínicas.

34 Autoclave Vapor - DICAS Esterilização a Vapor Saturado de Alta Pressão 1) Materiais articulados e com dobradiças devem ser colocados em suportes apropriados de forma a permanecerem abertos; 2) Materiais com lumén podem permanecer com ar dentro (por exemplo, endoscópios). Para evitar este problema, devem ser umedecidos com água destilada imediatamente antes da esterilização. 3) Materiais côncavos, como bacias, devem ser posicionados de forma que qualquer condensado que se forme flua em direção ao dreno, por gravidade; 4) Materiais encaixados um no outro (cubas, por exemplo) devem ser separados por material absorvente, de forma que o vapor possa passar entre eles.

35 Métodos de Esterilização Especial FORMALDEÍDO GASOSO A esterilização por este método ocorre através de formaldeído gasoso na presença de vapor saturado, é preciso que haja mistura destes componentes. O vapor e o gás de formaldeído se misturam (pulsos na autoclave), permitindo que o gás se difunda e esterilize a carga de materiais. Retirada do gás da câmara da autoclave (evacuações e jatos de vapor ou ar). Realiza-se por fim a secagem e o controle de qualidade. INDICAÇÃO Este m é todo deve ser utilizado para materiais que não podem ser expostos ao calor - materiais termosens í veis - como equipamentos el é tricos e endosc ó pios. O processo dura cerca de 2 horas a 65 o C, se a temperatura for mais elevada o tempo de duração do processo diminui. LTSF (Low Temperature Steam and Formaldehyde Sterilization)

36 Métodos de Esterilização Especial ÓXIDO DE ETILENO Descoberto em 1859 por Wurtz, é um agente de alta eficiência no que se refere à esterilização de artigos médico-hospitalares, age a baixas temperaturas e possui alto poder de penetração, sem ser corrosivo (DEMARZO, 1997). Exerce ação através de reação de deslocamento in vivo, reação nucleofílica inibindo e modificando a síntese protéica. O mecanismo é atribuído à alquilação (substituição do H por radicais C n H 2n+1 dos grupos SH-; OH- (ZANON, 1987).

37 37 Produto Saída do Ar (vácuo) Entrada do Agente Esterilizante Oxido de Etileno Barreira para Microorganismos Embalagem Aeração ÓXIDO DE ETILENO

38 38 ÓXIDO DE ETILENO

39 STERRAD® ESTERILIZAÇÃO PLASMA PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO Utilizar embalagens compatíveis com o processo polipropileno e poliolefina. Contra indicação : celulose, pós e líquidos PARTICULARIDADES: - Temperatura de funcionamento do equipamento: em torno de 45º; - Duração do ciclo de esterilização: aproximadamente, 70 minutos; -Toxicidade: não requer aeração, pois não deixa resíduos tóxicos. - Processo caro – Uso de Cartuchos e Manutenção Especial. Indicação: artigos termossensíveis

40 40 RESUMO VALIDAÇÃO DE PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO

41 Colposcopia - Instrumentais

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43

44 Colposcopia Instrumentais - Fértile

45 Colposcopia - Carpule Instrumentais - Fértile

46 Colposcopia - Carpule Instrumentais - Fértile

47 Colposcopia - Carpule Instrumentais - Fértile

48 Colposcopia - Cheron Instrumentais - Fértile

49 Colposcopia - Cheron Instrumentais - Fértile

50 Colposcopia – Pinça de Biópsia Instrumentais - Fértile

51 Colposcopia – Pinça de Biópsia Instrumentais - Fértile

52 Colposcopia (leep – Cauterização)

53 Equipamentos Auxiliares: Mesa Auxiliar; Instrumental de pequena cirurgia; Espéculos; Cubas/bolinha de algodão; Cheron/Pozzi Formol 10% Tampão; Afastadores endocervicais; Soluções reagentes; Soluções hemostáticas; Pinças biópsia; Cureta canal; e Material para citologia;

54 Espéculo Vaginal - Descartável

55 PAPANICOLAOU

56 Uso do Instrumental e Aparelhos

57 RESUMO - COLPOSCOPIA GLUTARALDEÍDO (30 Min. - Desinfecção) (10 h. - Esterilização) + Enxaguar SF 0,9% LAVAR (Detergente-Escova) Enxaguar - Secar ESTERILIZAÇÃO VAPOR (60 Min. – 1º CICLO) (30 Min. – Demais Ciclos) MONTAR CAMPO (EMBALAGEM) + Fita CQ VALIDADE: 7 DIAS

58 BIBLIOGRAFIA 1.BARBOSA, Jackeline Maciel et al. O reprocessamento de endoscópios pelo uso do glutaraldeído: a realidade em serviços de endoscopia de Goiânia, GO. Arq. Gastroenterol 2010; 47(3): LORENA, Nádia Suely de Oliveira et al. Mycobacterium massiliense clone BRA100 associado a infecções pós-cirúrgicas: resistência a altas concentrações de glutaraldeído e produtos alternativos para desinfecção de alto nível. Acta Cir. Bras. 2010; 25(5): LORENA, Nádia Suely de Oliveira et al. Infecção por micobactérias de crescimento rápido após procedimentos videocirúrgicos -a hipótese do glutaraldeído.Rev. Col. Bras. Cir. 2009; 36(3): RIBEIRO, Luana Cássia Mirandaet al. Risco ocupacional pela exposição ao glutaraldeído em trabalhadores de serviços de endoscopia. Rev. eletrônica enferm 2009; 11(3).

59 BIBLIOGRAFIA 5 - MANUAL DE HIGIENE E LIMPEZA HOSPITALAR - COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR - SOCIEDADE DE PROTEÇÃO À MATERNIDADE E A INFÂNCIA DE CUIABÁ - Cuiabá – Jan/ MANUAL DE NORMAS E ROTINAS TÉCNICAS CENTRAL DISTRITAL DE MATERIAL ESTERILIZADO - SMSA/PBH (2012). 7 - BRASIL, Agencia Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA> acesso ao site e legislações: 10 de junho de

60 ANEXO - LEGISLAÇÃO 60 RESOLUÇÃO - RDC Nº 8, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2009 Dispõe sobre as medidas para redução da ocorrência de infecções por Micobactérias de Crescimento Rápido - MCR em serviços de saúde. RESUMO: Fica suspensa a esterilização química por imersão, utilizando agentes esterilizantes líquidos, para o instrumental cirúrgico e produtos para saúde utilizados nos procedimentos cirúrgicos e diagnósticos por videoscopias com penetração de pele, mucosas adjacentes, tecidos sub-epiteliais e sistema vascular, cirurgias abdominais e pélvicas convencionais, cirurgias plásticas com o auxílio de ópticas, mamoplastias e procedimentos de lipoaspiração. RESOLUÇÃO-RDC Nº 33, DE 16 DE AGOSTO DE 2010 Dispõe sobre a proibição de registro de novos produtos saneantes na categoria "esterilizantes" para aplicação sob a forma de imersão, a adequação dos produtos esterilizantes e desinfetantes hospitalares para artigos semicríticos já registrados na ANVISA e dá outras providências. Resolução – RE nº 2.606, de 11 de agosto de 2006 Dispõe sobre as diretrizes para elaboração, validação e implantação de protocolos de reprocessamento de produtos médicos e dá outras providências. RE 515, 2006 – LISTA DE PRODUTOS DE USO ÚNICO – PROIBIDO REPROCESSAR

61 MUITO OBRIGADO – FIM. 61 Acesse: APOIO CIENTÍFICO

62 HPV no Colo do Útero APÊNDICE vírus da família Papilomaviridae

63 Epidemiologia A infecção genital por HPV é a doença sexualmente transmissível viral mais freqüente e silenciosa; O HPV é a mais comum das doenças sexualmente transmissíveis e está presente em 40% das mulheres com idade abaixo dos 35 anos A incidência da infecção pelo HPV diminui com a idade, observando-se seu pico ao redor dos 20 anos; 80% das mulheres infectadas não apresentam sintomas clínicos;

64 Epidemiologia Em cerca de 60 a 70% dos casos, a infecção regride espontaneamente e somente 14% progridem até lesões displásicas; A persistência da infecção por HPV de alto potencial oncogênico é fator de risco para desenvolvimento do câncer cervical; 5 a 10% das mulheres com mais de 35 anos apresentam infecção persistente por vírus de alto risco oncogênico.

65 Epidemiologia Prevenção - O uso de preservativo diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual. - Os exames preventivos são sempre necessários quando existe um parceiro. Entretanto, o fato de se ter mantido relações sexuais com um parceiro infectado pelo HPV, não significa que obrigatoriamente ocorreu a instalação do vírus no novo hospedeiro.

66 HPV x câncer de colo Os tipos de HPV relacionados ao câncer do colo do útero normalmente não são os tipos que causam as verrugas genitais; estas últimas costumam ser causadas por tipos de "baixo risco". Um pequeno número de tipos de HPV chamados de "alto risco" estão relacionados ao desenvolvimento de câncer do colo do útero, vagina, vulva, pênis e ânus. Todos estes cânceres possuem tratamento e podem ser detectados precocemente através de exames simples e periódicos, ou seja, em consulta médica de rotina.

67 Tratamento O tratamento tem por objetivo reduzir ou eliminar as lesões causadas pela infecção A forma de tratamento depende de fatores como a idade da paciente, o tipo, a extensão e a localização das lesões. Formas de tratamento: -Agentes Tópicos: São substâncias aplicadas sobre as lesões. Ex: ácido tricloroacético, 5-fluorouracil, podofilina, podofilotoxina;

68 Formas de tratamento -Imunoterapia: Consiste na utilização de substâncias que estimulam o sistema imunológico no combate à infecção. Ex: imiquimod, interferon; -Cirúrgico: A remoção da lesão pode ser feita através de um processo cirúrgico. Ex: curetagem, excisão com tesoura, excisão por bisturi, conização com bisturi, excisão por cirurgia de alta frequência e laserterapia.

69 Tratamento - Homeopatia: utilização de Thuya occidentalis com índice referido de cura considerável, faltam estudos científicos para comprovação de sua eficácia; recomenda-se a avaliação e tratamento do parceiro sexual e o uso do preservativo. - Vacina: a vacina protege contra o HPV tipos 16 e 18, que estão associados com 70% dos casos de câncer cervical e contra os tipos 6 e 11, que causam 90% das lesões genitais. Ainda esta em pesquisa a eficácia da vacina.


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