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14:00 – 15:15 Mesa II - INOVAÇÃO. Prof. Diomário Queiroz: Política Pública de C&T&I e Marco Legal Prof. Dra. Marzely e Gerente de Pesquisa Reney Dorow:

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1 14:00 – 15:15 Mesa II - INOVAÇÃO

2 Prof. Diomário Queiroz: Política Pública de C&T&I e Marco Legal Prof. Dra. Marzely e Gerente de Pesquisa Reney Dorow: Inovação em APL / NIT em APL Dra. Tânia Bueno: Conectividade e Inteligência para inovação em APL – case NIT no APL móveis do Planalto Norte Catarinense

3 Prof. Dra. Marzely Gorges Farias (UDESC) Espec. Reney Dorow (EPAGRI)

4 APOIO aos ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS BRASIL: Política Pública Industrial, Tecnológica e Inovação e Políticas Pública dirigida a APLs GTP APL – Grupo Trabalho Permanente de Apoio aos APLs Secretaria executiva MDIC – Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior SUL BRASIL: REDE CODESUL de apoio aos APLs em fase de estruturação (17/11/2009 – reunião do comitê gestor EPAGRI, UDESC e BRDE) SANTA CATARINA: Política Pública de C&T&I – eixo desenvolvimento regional Lei de Inovação Catarinense – desenvolvimento com equilíbrio regional Câmara Estadual de Apoio a aglomerações, redes de empresas e APLs (Núcleo Estadual de Apoio aos APLs) / Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável

5 Inovação em APL Conceito de APL, Empresa Associada, SLI, Dimensão Territorial APL: Inovação, Desenvolvimento e Sustentabilidade Capacidade Tecnológica Endógena: Inovação em APL Case NIT APL móveis do Planalto Norte Catarinense

6 Arranjo Produtivo Local Empresa Associada Sistema Local de Inovação - SLI Dimensão Territorial

7 APL: conceito Aglomeração territorial de agentes políticos, sociais, governamentais e empresariais com forte capacidade endógena de inovação e com foco em um conjunto específico de atividades econômicas, tecnológicas e sócio- ambientais, que apresentam vínculos de produção, interação, cooperação e aprendizagem proporcionando- lhes o conhecimento das inovações, das tendências, das oportunidades e das ameaças identificadas no seu ambiente, podendo instruir e orientar a tomada de decisão das empresas, com vistas à conquista, à ampliação ou à manutenção de mercados. (Fonte: Política de Inovação do APL móveis do Planalto Norte Catarinense)

8 Empresas Associadas e SLI Empresas associadas: empresas integrantes do Arranjo Produtivo Local. Sistema Local de Inovação (SLI): organização e reunião de um Conjunto de instituições distintas, que conjuntamente e individualmente, contribuem dentro de uma estratégia de competitividade das empresas do APL e da região para o desenvolvimento e difusão de tecnologias de interesse do sistema produtivo regional.

9 Dimensão territorial Recorte específico de análise e de ação política, definindo o espaço onde processos produtivos, inovativos e cooperativos têm lugar, tais como: município ou áreas de um município; conjunto de municípios; micro-região; conjunto de micro-regiões, entre outros. A proximidade ou concentração geográfica, leva ao compartilhamento de visões e valores econômicos, bem como de diversidade e de vantagens competitivas em relação a outras regiões.

10 Arranjo Produtivo Local: Inovação Desenvolvimento Sustentabilidade

11 APL e Sucesso Competitivo O crescimento centra-se em um conjunto de relações criadas por atores econômicos locais, apoiados por sistemas institucionais voltados aos interesses e às necessidades das atividades desenvolvidas na região. Existe uma articulação entre as empresas e entre estas e o ambiente, através de estruturas de apoio e de variáveis de natureza política, histórica e sociológica que interagem com a questão territorial. O aglomerado de empresas passa a assumir importância para o entendimento do sucesso competitivo.

12 APLs e Caminhos para o desenvolvimento APLs são caminhos para o desenvolvimento baseado em atividades que levam à expansão da renda, do emprego e da inovação. APLs são espaços econômicos renovados, onde as pequenas empresas podem se desenvolver usufruindo as vantagens da localização, a partir da utilização dos princípios de organização industrial como alavanca para o desenvolvimento local, pela ajuda local às micro, pequenas e médias empresas (PMEs), trabalhando paralelamente estratégias de aprendizagem coletiva direcionada à inovação e ao crescimento descentralizado, enraizado em capacidades locais.

13 Sucesso dos APLs (UNCTAD, 1998) Especialização produtiva localizada Relações interfirmas Capacidade Tecnológica Endógena Capital humano diferenciado (mão-de-obra especializada e o empreendedorismo).

14 Capacidade Tecnológica Endógena em APL: Inovação em APL

15 Potencial de Inovação nos APLs aprendizagem e efeitos inovativos sustentados a partir da reprodução do conhecimento prático especializado nas aglomerações setoriais. Desenvolvimento de canais diversos para a disseminação de informações e do pool de recursos coletivo, representado pela expertise e capacidade individual dos agentes.

16 Cultura de Inovação do APL Luxo endógeno permanente de atualização e transferência tecnológica (upgrading tecnológicos), dentro do aglomerado e com o ambiente externo Incrementos na produtividade dos recursos, por meio da fabricação dos produtos existentes com maior eficiência ou do desenvolvimento de produtos com percepção de valor superior para os clientes.

17 APL é uma REDE (Rabellotti, 1997) Permite delinear com maior precisão os efeitos de decisões inovativas e controlar as reações e comportamento de atores econômicos com redução da incerteza nos processos inovativos, pelo compartilhamento do sistema de valores e visões.

18 Vantagens das empresas dos APLs na competição global Empresas nos APLs são mais inovativas no desenvolvimento de produtos, processos de produção e canais de marketing : capacidade coletiva para aprender e se adaptar, de forma a incrementar sua performance econômica. Acesso facilitado a informações especializadas que se acumulam dentro do aglomerado proporciona um aprendizado coletivo contínuo sobre a tecnologia desenvolvida.

19 Inovação descentralizada dentro dos APLs (Bellandi, 1994) Proximidade geográfica da população de empresas do APL Decomposição do processo produtivo Sobreposição da vida diária e atividades de produção Força de trabalho especializada.

20 Processo de Interação para a Criação no APL Criação de idéias é um processo social: envolve a interação e a discussão pelo qual as informações relevantes para a produção são criadas. Alto grau de interações usuário-produtor, facilitadas por uma freqüente e espontânea seqüência de contatos face-a-face, que são um meio efetivo para a comunicação de conhecimento As interações viabilizam a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento da capacidade de transformação e de aceitação de inovações de produto e de processo, de forma rápida e a custos mais baixos (Van Dijk, 1994).

21 Unidades de Produção Autônomas em APL A desintegrabilidade do processo de produção em unidades de produção parcialmente autônomas abre espaço para eventos isolados de inovação, que, embora, desenvolvidos nos limites de uma específica fase do processo, podem se estender às outras etapas. Configura uma constelação dinâmica de firmas se ajustando mutuamente.

22 Constelação Dinâmica de firmas em APL Respostas aos novos desafios e oportunidades envolvem uma redefinição contínua das networks interfirmas e dos limites externos do aglomerado Ajustes no processo apresentam um forte conteúdo de simultaneidade – inovações que emergem em uma das firmas interagem com as demais, modificando as capacidades e oportunidades de produção para o todo e para a firma isolada.

23 Tecnologia: Desenvolvimento Endógeno relacionado a estrutura social do APL APLs de pequenas firmas carregam consigo um elemento de conhecimento tácito socialmente codificado no que se refere à tecnologia, habilidades, produtos e processos, freqüentemente específicos àquela comunidade e acumulado ao longo do tempo. Inovação é um processo evolutivo, incremental e sistêmico, construído sobre o conhecimento tácito, através de dinâmicas de interação usuário-produtor.

24 Primeiro NIT de APL e Primeiro NIT VIRTUAL de Santa Catarina, do Brasil do MERCOSUL FETEP UDESC I3G FAPESC e CNPq

25 Missão do NIT do APL Móveis PNC O NIT tem como missão contribuir com o processo de construção de um ambiente especializado e cooperativo de criação e de inovação na região do Planalto Norte Catarinense integrando a tríplice hélice (Governo, setor empresarial e Instituições de Ciência e Tecnologia e Inovação, ICTESC e setor financeiro) para promover o desenvolvimento sustentável, tecnológico e econômico de interesse social.

26 PRINCIPAIS ATIVIDADES do NIT do APL Móveis PNC Observatório (rotas tecnológicas de novas tecnologias e de concorrentes, lançamento de novas tecnologias, diagnóstico de PI, legislação) Suporte ao Empreendedorismo (APL, Incubadoras e Parque Tecnológico) Apoio a Propriedade Intelectual Gestão do Conhecimento para a Inovação Prospecção em Ciência, Tecnologia e Inovação Base de Dados – SERPI Treinamento /Capacitação Captação de recursos Parcerias com o setor acadêmico, empresarial, governamental e financeiro Comunicação e difusão de projetos estratégicos Promoção da internalização da pesquisa nas empresas Cooperação nacional e internacional para a promoção da inovação

27 NIT APL O NIT FETEP do APL tem, portanto, o papel de coordenar e articular ações de interesse da tríplice hélice de acordo com as políticas públicas de C&T&I e do PDP, que são o suporte para os editais e leis de incentivo fiscais e a inovação no sistema produtivo

28 Prof. Dra. Marzely Gorges Farias UDESC: Coordenadora da Coordenadoria de Inovação e Propriedade Intelectual Coordenadora Geral do Projeto NIT em APL (FETEP UDESC I3G) Comissão Técnica Catarinense para a implantação da lei de inovação catarinense Pesquisadora do Projeto PRONIT Câmara Catarinense de Apoio aos APLs / Eng. Reney Dorow EPAGRI: Gerência de Pesquisa e Inovação; Coordenador NIT EPAGRI;


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