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Sonali Paula Molin Bedin, Msc. Thiago Paulo Silva de Oliveira, MSc. Florianópolis, SC novembro/2009 V CONFERÊNCIA SUL AMERICANA EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA.

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1 Sonali Paula Molin Bedin, Msc. Thiago Paulo Silva de Oliveira, MSc. Florianópolis, SC novembro/2009 V CONFERÊNCIA SUL AMERICANA EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA APLICADA AO GOVERNO ELETRÔNICO WEB 2.0 para Governo Eletrônico

2 Apresentação Formação Economista/UFSC (2006) Mestre em Engenharia do Conhecimento/UFSC (2009) Participação em 11 projetos de pesquisa 21 artigos internacionais aprovados nos últimos 2 anos Atuação Consultoria em Engenharia do Conhecimento Gerência de Projetos em Governo Eletrônico (Municipal) Coordenação de Tecnologia da Informação – i3G

3 instituto i3G Fundado em 09/09/1999 (IJURIS) Centro de Referência em Gestão do Conhecimento (2002) Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (CONIP/2002) Prêmio Excelência em Informática (CONIP/2003) Finalista CONIP 2004 e 2005 (Excelência em Informática) Produção Científica de Abrangência Mundial (~ 300 artigos) Alemanha, França, Itália, Espanha, EUA, Índia, China, Argentina, Chile, México, Portugal, Noruega, Escócia, República Tcheca, Grécia, Polônia, Dinamarca e Egito Apresentação

4 Projetos Portal do Consumidor Catarinense SCINFO - Sistema de Coleta de Informações NECATI - Núcleo Catarinense de Tecnologia da Informação CENAJUD - Central Nacional de Decisões Judiciais sobre Drogas KMAI* - Gestão do Conhecimento com Inteligência Artificial Apresentação

5 Projetos MPS - Gestão do Conhecimento com Inteligência Artificial Sistema Inteligente para Avaliação de Informações da Região Metropolitana de Curitiba – SISTEMA ORBIS Atual - Solução Integrada de Gestão do Conhecimento para Prefeitura Municipal de Laguna Engenharia do Conhecimento para Modelagem de uma Célula de Inteligência para Unidade de Tendências e Prospecção do SESI-DN Apresentação

6 Projetos Definição de um Modelo Conceitual de Referência para o Laboratório de Produção de Informações Estratégicas da Estratégia Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro e Recuperação de Ativos 2007 – Atual: Sistema inteligente para busca de informações sobre legislação na área de propriedade intelectual, direito do consumidor e direito eletrônico 2008 – Atual: Sistema inteligente de monitoramento de informações para redução de gases de efeito estufa do setor madeireiro do planalto norte catarinense Apresentação

7 Estrutura da Apresentação Introdução Tecnologia da Informação e Comunicação Evolução Produtiva da Sociedade Panorama no Uso da Internet no Brasil Governo Eletrônico Web 2.0 Sociedade 2.0 Considerações Finais

8 Introdução e Evolução O que é Tecnologia? (Dicionário Houaiss) Teoria geral e/ou estudo sistemático sobre técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos de um ou mais ofícios ou domínios da atividade humana; Técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular ; Qualquer técnica moderna e complexa;

9 A importância Econômica da Tecnologia Aumento da produtividade Y = F (K,N) F = Estado de Tecnologia Divisão do Trabalho (SMITH, 2001) 10 trabalhadores –Sem Divisão: 20 Alfinetes/dia por trabalhador, totalizando 200 –Com Divisão: alfinetes/dia; Homem x Máquina 3 a 4 homens-hora = 1 ton. de aço Introdução e Evolução

10 Evolução Tecnológica Pesquisa Básica e Pesquisa Aplicada; Questões Educacionais; Potencial e Maturação Tecnológica; Resultados da Evolução Tecnológica Breves descobertas de novos produtos; Retorno Financeiro Introdução e Evolução

11 O que é Informação? (Dicionário Houaiss) Comunicação ou recepção de um conhecimento ou juízo O conhecimento obtido por meio de investigação ou instrução; esclarecimento, explicação, indicação, comunicação, informe Acontecimento ou fato de interesse geral tornado do conhecimento público ao ser divulgado pelos meios de comunicação; notícia Em âmbito burocrático, esclarecimento processual dado por funcionário de apoio à autoridade competente na solução ou despacho de requerimento, comunicação etc. Introdução e Evolução

12 O que é Informação? The most valuable commodity I know of is information. Wouldnt you agree? (Gordon Gekko, 1987 – Filme Wall Street: Poder e Cobiça) O que é commodity? Qualquer bem em estado bruto, [...], produzido em larga escala mundial e com características físicas homogêneas [...], seja qual for a sua origem... Qualquer produto produzido em massa Introdução e Evolução

13 A Informação é Produzida em Larga Escala? (Fonte: Info) 2003 o mundo produziu 5 exabytes* de informação 253 milhões de s armazenados 2006 o mundo produziu 161 exabytes de informação 1,6 bilhões de s armazenados Equivale a 3 milhões de vezes o conteúdo de todos os livros impressos 2010 o mundo produzirá 988 exabytes de informação * 1 exabyte = Gigabyte Introdução e Evolução

14 O que é Tecnologia da Informação? O termo "Tecnologia da Informação" serve para designar o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para a geração e uso da informação. (Rezende, 2003) Se resume ao conjunto de recursos tecnológicos que, de maneira apropriada, façam das informações um diferencial competitivo. Vivenciamos uma época de queda drástica nos preços dos produtos e de um significativo desenvolvimento de aplicações relevantes para atender as necessidades dos usuários; Introdução e Evolução

15 Evolução das TIC´s: Memória Bill Gates (1981): 640K de memória é suficiente para qualquer um Hoje, temos placas mãe que suportam até 16GB de memória (P5Q-E) Disco Rígido No início da década de 80, modelos de 10 MB custavam aproximadamente US$ 2.000,00 Hoje, encontramos facilmente HD SATA de 1 TB pelo equivalente a 10% dos modelos comercializados no início da década de 80. Introdução e Evolução

16 Evolução das TIC´s: Processador 1971: Intel transistores de 10 µm – transistores –Clock speed: 108 KHz 2009: Intel Core i7 - transistores de 45nm – 731 milhões transistores –Clock speed: 3 GHz 7 mil vezes mais eficiente Introdução e Evolução

17 Evolução Produtiva da Sociedade Fonte: Pacheco (2008)

18 Evolução Produtiva da Sociedade Globalização (1492 – 1800) Nações se globalizando O mundo passa a não ser tão grande; Agente indutor: Países; Recursos: Humanos – Força de Trabalho Braçal; Qual estratégia que meu país deve adotar para ser competitivo e aproveitar oportunidades globais? Há espaço para colaboração? Fonte: Santos (2008)

19 Evolução Produtiva da Sociedade Globalização (1800 – 2000) Empresas se globalizando Mundo já passa a ser pequeno; Agente indutor: Empresas multinacionais; Recursos: Estradas de ferro, máquina a vapor, telégrafos, telefones, fibra ótica, satélites, TV, rádio, WWW, hardware; Como posicionar minha empresa para ser competitivo no mercado global? Como minha empresa consegue as vantagens das oportunidades? Fonte: Santos (2008)

20 Evolução Produtiva da Sociedade Globalização (2000 – Atualidade) Pessoas se globalizando Mundo passa a ser virtual; Alta mobilidade de capital; Pessoas são indutoras do processo; Recursos: Computador pessoal + fibra ótica, produção individual e conexão coletiva de conteúdos; Onde eu, como indivíduo, me enquadro na competição global e nas oportunidades do cotidiano? Como eu posso individualmente colaborar com outros em nível global? Fonte: Santos (2008)

21 Evolução Produtiva da Sociedade

22 Fonte: Pacheco (2008)

23 Quais as características da Sociedade do Conhecimento? O termo economia do conhecimento caracteriza um possível cenário de transformações estruturais na economia; Schumpeter (1985) A revolução das TICs e o crescimento do capital humano (educação, capacitação profissional) são, essencialmente, as condições estruturais que tornam este cenário possível; Conhecimento como fator de produção e Correlação Direta entre Conhecimento/Inovação/Competitividade; Na economia do conhecimento o principal fator de produção de agregação de valor, produtividade e crescimento econômico, é o conhecimento. A sociedade do conhecimento é composta por membros de alta escolaridade, muito acima das demais sociedades; Fonte: Santos (2008)

24 Quais as características da Sociedade do Conhecimento? Na sociedade do conhecimento a força de trabalho predominante é de profissionais que usam o conhecimento como recurso produtivo; A inteligência está incorporado nos produtos desta sociedade; Hardware x Software Esta sociedade é composta por organizações inteligentes; O conhecimento é organizado na forma de expertise digitalizada, estocado em bancos de dados e recuperado por sistemas especialistas ou baseados em conhecimento; Mais de 50% do custo de extração de petróleo está associado à obtenção e tratamento de informação. (Santos, 2005) Fonte: Santos (2008)

25 Quais as características da Sociedade do Conhecimento? O aço foi um dos principais componentes da Revolução Industrial, este papel é assumido pelo microchip na sociedade do conhecimento. Seu valor não está no componente físico (sílica - areia), mas sim na sua arquitetura e projeto das complexas máquinas que o fazem, ou seja, no conhecimento embarcado; Propriedade Intelectual Compramos e vendemos conhecimento, sendo esta a principal matéria-prima na nova economia; Portanto, a rápida criação de novos conhecimentos e a facilidade de acesso às bases de informações e conhecimentos são fatores de aumento da eficiência, inovação, eqüidade e qualidade de bens e serviços; Fonte: Santos (2008)

26 Conceitos Importantes Dado x Informação x Conhecimento Dado: Sinais desprovidos de interpretação ou significado. São números, palavras, figuras, sons, textos, gráficos, datas, fotos ou qualquer sinal, desprovidos de contexto. Informação: Dado dotado de significado. Portanto, dado ao qual se provê significado, de forma a torná-lo compreensível. Para terem significado, dados devem conter algum tipo de estrutura ou contexto associado. Conhecimento: É o conjunto completo de informações, dados, relações que levam as pessoas à tomada de decisão, à realização de tarefas e à criação de novas informações ou conhecimento. Conhecimento adiciona dois aspectos únicos: propósito, dado que permite o alcance de um objetivo; e capacidade geradora, dado leva à nova informação (o que o torna, então, um fator de produção). Fonte: Pacheco (2008)

27 Conceitos Importantes Dado x Informação x Conhecimento Fonte: Kendal e Creen (2007, p. 7)

28 Conhecimento Tácito x Explícito O conhecimento tácito é aquele disponível com pessoas e que não se encontra formalizado em meios concretos; Já o conhecimento explícito é aquele que pode ser armazenado, por exemplo, em documentos, manuais, bancos de dados ou em outras mídias. Fonte: (Nonaka e Takeuchi, 1997)

29 Gestão do Conhecimento Processo sistemático de identificação, criação, renovação e aplicação dos conhecimentos que são estratégicos na vida de uma organização; Investimento do governo (Batista, 2005) Melhorar eficiência e produtividade; Reduzir ou eliminar duplicação de esforços; Aumentar a transparência. Para o governo, o recurso mais valioso é o conhecimento do seu povo (UNPAN, 2008); O conhecimento deve estar acessível em todos os níveis do governo, para garantir a melhor formulação de políticas (OCDE, 2003) Gestão do Conhecimento

30 Engenharia do Conhecimento Conceito utilizado para descrever o processo de desenvolvimento dos Sistemas Baseados em Conhecimento; Necessidade de modelar sistemas de conhecimento; Corresponde à atividade de modelagem que objetiva conceber modelos das diferentes formas do conhecimento humano; Deve ser capaz de desenhar a arquitetura de um sistema de conhecimento que seja compatível com a estrutura da organização onde será implantado (Nicolini, 2006); A Aplicação de metodologias na Engenharia do Conhecimento resulta na sincronização do conhecimento entre o especialista, o engenheiro do conhecimento e o analista de sistema. (Bueno, 2005)

31 Características do Engenheiro do Conhecimento Deve extrair dos especialistas os procedimentos, estratégias e regras práticas para solução de problemas, construindo o conhecimento obtido em um sistema inteligente (Bueno, 2005); Deve ter capacidade de coordenação e gerência de projetos, e capacidade de integrar as diversas metodologias para criação do conhecimento (Nonaka e Takeuchi, 1997). Engenharia do Conhecimento

32 Ca racterísticas do Engenheiro do Conhecimento Identificar as oportunidades e os gargalos em processos de desenvolvimento, distribuição e aplicação dos recursos de conhecimento das organizações (Nicolini, 2006); Deve aplicar métodos, utilizar ferramentas, aplicar controle de qualidade e normas (Kendal e Creen, 2007); Deve identificar os domínios informacionais, fontes de informação, processos de coleta, padrões de monitoramento e necessidades de alarmes. Engenharia do Conhecimento

33 Sistemas Baseados em Conhecimento Fazem parte do campo da Inteligência Artificial; Necessidade de capacitar computadores a exercer atividades antes apenas desempenhadas pelos seres humanos; Conhecimento para desempenhar tarefas ou solucionar problemas; Inferências para trabalhar com problemas complexos; Armazenamento e recuperação eficiente de grande quantidade de informação; Conexão dos pensamentos e idéias humanas de maneira não- linear. Fonte: Oliveira (2009)

34 Sistemas Baseados em Conhecimento Estuda a representação do conhecimento através da utilização de metodologias baseadas no comportando humano; Voltando suas pesquisas na cooperação, interação e nos fluxo de conhecimento; Sistemas Baseados em Conhecimento Fonte: Oliveira (2009)

35 O novo papel do Estado será o de apoiar a construção das bases para o desenvolvimento sustentável, promovendo as condições ambientais, econômicas e sociais, que possibilitem a criação de um contexto favorável à inovação e ao crescimento do Ser Humano: melhoria da infra-estrutura, ampliação da base de atendimento social e, em especial, da criação, gestão e disseminação do conhecimento em áreas selecionadas e estratégicas. Novo Papel do Estado na Sociedade do Conhecimento Fonte: Santos (2008)

36 Derivado de governar, do latin gubernare (conduzir, dirigir, administrar), quer, em sentido amplo, significar toda a direção ou regência dada a uma série de fatos ou coisas. É por isso, a ação de governar, aplicando-se neste caso, a qualquer ramo da administração. Mas em sentido estrito, especialmente aplicado às bases da organização. Em que o governo se estabelece, compreendendo o complexo de regras e princípios adotados, para que sirvam de orientação ou de fundamento aos poderes do governante ou dos governantes, em cujas mão é colocado o governo. O Governo

37 Governo Eletrônico Conceito Materializa a relação entre duas grandes áreas, a social aplicada e a tecnologia (Hoeschl, 2003); Uso das TIC´s para disponibilizar serviços e informações para a sociedade durante sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia e trezentos e sessenta e cinco dias por ano (7x24x365), de qualquer lugar e a qualquer momento (Dorris, 2000 e Fountain, 2001); Processo de transformação do governo pelo uso de TIC´s, promovendo maior eficiência e menor custo às atividades burocráticas, além de facilitar a comunicação entre as autoridades dos diferentes níveis de governo com a sociedade (UNPAN, 2008);

38 O tema Governo Eletrônico nasce sob a chancela da multidisciplinariedade. Materializa conexão direta entre aspectos destacados de duas grandes áreas: Sociais Aplicadas (principalmente Direito, Administração e Economia) e Tecnologia (principalmente Engenharias e Informática). Apresentar uma definição pacífica de "Governo" certamente não é uma tarefa fácil, porém diversas noções são aceitáveis do ponto de vista científico. Uma delas é a gestão do poder público, em suas esferas e funções. Governo Eletrônico

39 Outro aspecto relevante é que a expressão "eletrônico" não pode ser limitada ao contexto "internet; Interessantes exemplos de institutos eletrônicos de governo são a urna eletrônica, os softwares inteligentes e os simuladores, que prescindem da web; Assim, de início, já podemos perceber que "Governo Eletrônico" é um conceito que transcende à noção de um site de uma esfera de governo. Eletrônico?

40 melhoria da qualidade, segurança e rapidez dos serviços para o cidadão; simplificação dos procedimentos e diminuição da burocracia; avanço da cidadania; democracia da informação; transparência e otimização das ações do governo; educação para a sociedade da informação; facilidade de acessar o governo; Objetivos Estratégicos do e-Gov Fonte: Hoeschl (2003)

41 integração das informações para o cidadão; geração de empregos na iniciativa privada; otimização no uso e aplicação dos recursos disponíveis; integração entre os órgãos do governo; aproximação com o cidadão; desenvolvimento do profissional do serviço público; aperfeiçoamento dos modelos de gestão pública; universalização do acesso da informação. Objetivos Estratégicos do e-Gov Fonte: Hoeschl (2003)

42 Relações do Governo Eletrônico RELAÇÕES DO GOVERNO ELETRÔNICO Fonte: ZIMATH (2003) Fonte: Zimath (2003)

43 Níveis de Governo Eletrônico NÍVEIS (Belanger e Hiller, 2006) Informação; Comunicação de duas vias; Transação; Integração; Participação Política.

44 25% da população brasileira com idade superior a 16 anos usou a Internet para interagir com órgãos públicos em 2007; Correlação direta entre o grau de instrução, a renda familiar e a classe social; O perfil econômico do brasileiro que usa serviços de governo eletrônico é composto por: 5% de indivíduos da classe A, 36% da classe B, 48% da classe C, e 11% das classes DE; Entre aqueles que não utilizaram serviços de governo eletrônico em 2007, o principal motivo declarado é a preferência pelo contato pessoal (49%) Custo dos equipamentos e internet banda larga; Falta de habilidade no uso de computadores. Panorama da Internet no Brasil (CGI, 2008)

45 59% dos brasileiros nunca acessaram a internet; 47% nunca utilizaram um computador; Redução de 9pp em relação a 2005 (7 milhões de pessoas); Aumento expressivo da classe C: Internet: 2% em 2005, para 15% em 2007 Computador: 6% em 2005, para 24% em 2007 Internet: 10% em 2005, para 28% em 2007 Computador: 15% em 2005, para 40% em 2007 Panorama da Internet no Brasil (CGI, 2008)

46 Amostra Fonte: CGI (2008)

47 População com Computador em Casa Fonte: CGI (2008)

48 Distribuição de Acesso a Internet Fonte: CGI (2008)

49 Frequência de uso de Internet Fonte: CGI (2008)

50 Locais de Acesso a Internet Fonte: CGI (2008)

51 Uso da Internet no Brasil Fonte: CGI (2008)

52 Serviços Mais Acessados em e-Gov Fonte: CGI (2008)

53 Serviços Mais Acessados Em 2007 Fonte: CGI (2008)

54 Demandas por Serviços de e-Gov Fonte: CGI (2008)

55 Por Que Utilizam o e-Gov ? Fonte: CGI (2008)

56 m-Gov é o conceito de governo móvel. São serviços do governo para o cidadão oferecidos através de celulares e palms; A título de comparação, o número de celulares no Brasil chegou a 167 milhões (set/2009), enquanto a quantidade de computadores em uso, em ambiente corporativo e doméstico, é de 43 milhões em (set/2009); m-Gov, um novo conceito?

57 Fonte: CGI (2008)

58 m-Gov, um novo conceito? Fonte: CGI (2008)

59 Envio de programação do Teatro Guaíra por SMS - Celepar - Teatro Guaíra Envio de saldo do FGTS, resultados de loterias, os calendários de pagamento do Bolsa Família e INSS entre outros serviços via celular, computador de mão (palmtop e pocket PC) e smartphone - Case da Caixa Econômica Federal Automatização de algumas tarefas dos professores, como a inclusão de notas, freqüência, conteúdo ministrado e registros de sala de aula através de dispositivos de mão - Diário Eletrônico - Fundação Bradesco m-Gov, um novo conceito?

60 Voltando a Internet... PORTAIS DA WEB Classificação (Ramprasad, 2002) Portal informacional; Portal transacional; Portais colaborativos; Tendências (Computer Association, 2002) Acesso Centralizado; Acesso Flexível; Canais Estruturados.

61 WEB 2.0

62 O que é WEB 2.0? É considerada a segunda geração dos serviços de internet, dotada de maior interação, criação de comunidades e redes de relacionamento. A regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva. (Oliveira, 2009)

63 O que é WEB 2.0? Conceitos Tendência centrada no conceito de troca de informações e colaboração entre os usuários da internet através de websites e serviços online (Lytras, 2009); Ambiente dinâmico e interativo onde os usuários são responsáveis pela organização do conteúdo (Gibson, 2008); Ênfase na interatividade, representada pelas comunidades, e a ênfase nos serviços web (Herrington, 2008)

64 O que é WEB 2.0? WEB 2.0 Características Evolução constante (Versão Beta); Feedback aos usuários; Serviços WEB; Novas linguagens de programação.

65 O que é WEB 2.0? Algumas Características

66 Ferramentas WEB 2.0 Ferramentas de Produtividade; Facilidade em integrar o ambiente de escritório com serviços online, além de proporcionar melhorias na localização, edição e compartilhamento de documentos; Ferramentas de Relacionamento e Comunicação; Oferecem ambientes coorporativos de discussão para troca de conhecimento.

67 Ferramentas de Produtividade NomeAplicação no Governo Alertas Google e Delicious Permite atualizar o servidor público no seu ramo de especialidade. Postar sites com informações de interesse do servidor. Agenda GooglePermite a sincronização de agendas entre os servidores públicos. SlideShare e Youtube Permite a disponibilização de vídeos e apresentações em seminários e palestras. Twitter e GozubPermite informar os projetos em execução, facilitando a interação entre servidores com funções afins. Gozub é em português. FlickrPermite compartilhar fotos, pode ser utilizado em serviços de execução de obras. TwinePermite armazenar e compartilhar conteúdo organizado através de tags.

68 Ferramentas de Relacionamento e Comunicação NomeAplicação no Governo BloggerPermite a criação e gestão de sites de conteúdo, visando informar a população e, até mesmo, membros de uma equipe de trabalho. FórunsPermite a geração e disseminação do conhecimento, além da intereção com o gestor público. Skype e ChatComunicação barata e rápida entre órgãos descentralizados. PodCast e YoutubePermite a criação de rádios online, facilitando a disseminação de noticias, entrevistas e informações em formato de áudio e vídeo pelo governo. Criação de canais.

69 Serviços WEB 2.0 Monitoramento de informações; Atualização. Serviços WEB 2.0

70 Atualização rápida de informações; Interação por comentários; Portais de informação. Blog

71 Blog da Segurança Pública

72 Serviços WEB 2.0 Comunicação Interativa em tempo real. Bate Papo

73 Serviços WEB 2.0 Capacitação e formação via internet; Construção da cidadania; Ensino a Distância

74 Ensino a Distância - Senasp

75 Serviços WEB 2.0 Inquérito estatístico; Facilidade na tabulação de informação. Enquete

76 Serviços WEB 2.0 Hospedagem e compartilhamento de imagens; Organização de conteúdo através de tags. Flickr

77 Serviços WEB 2.0 Debates virtuais; Repositório de Informações; Mapeamento; Fórum

78 Fórum da Segurança Pública

79 Serviços WEB 2.0 Criação de redes virtuais; Serviço com identidade própria; Ning

80 Serviços WEB 2.0 Organização e compartilhamento de informações; Sugestão de informações; Taxonomias Twine

81 Serviços WEB 2.0 Rede social e servidor de microblogging; SMS online; Criação de Listas. Twitter

82 Twitter da Favela

83 Serviços WEB 2.0 Acesso e publicação de vídeos; Criação de Canais; Youtube

84 Serviços WEB 2.0 Acesso online e ao vivo via IP, de qualquer parte do mundo; Cria-se o acesso e disponibiliza-se o link Justin TV

85 Serviços WEB 2.0 Serviço colaborativo para edição coletiva de documentos. Wikipedia

86 WikiCrimes

87

88 Google Street

89 Greater Manchester Police (GMP) Uso de ferramentas sociais; MySpace; Facebook; Youtube Ouve os cidadãos e prestam contas à sociedade; Melhor informação aos cidadãos; Cidadãos contribuem para melhor segurança; Denúncias através das ferramentas

90 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Internet e Participação Popular Qualidade da democracia local depende de uma infra- estrutura e do funcionamento equitativo das tecnologias de informação e comunicação (Von Korff, 1999); Limitação do atual sistema democrático; A web é fácil de ser utilizada, pois qualquer pessoa pode pressionar botões e preencher pequenos formulários (Kimball, 2000).

91 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Democracia Eletrônica e-Voto (Mambrey, 2004; Macintosh, 2002); e-Participação (UNPAN, 2008; Rasmussm et al, 2006); e-Informações; e-Consulta; e-Tomada de Decisão.

92 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Democracia Eletrônica Expansão do governo eletrônico (Lan, 2005); Democratização da democracia (Boyd, 2007); A democracia eletrônica deve ser vista como o uso de tecnologias de comunicação e informação em prol do maior relacionamento entre o cidadão e o gestor público, visando participação nos processos deliberativos e decisórios que interfiram diretamente no seu cotidiano (Oliveira, 2009)

93 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Limitantes da Democracia Eletrônica Anonimato dos usuários facilita ações criminosas; Quantidade de informações disponibilizadas sem uma estrutura pré-definida; Falta de regras de segurança; Ausência de acesso participativo e engajamento permanente dos cidadãos (Maciel, 2008) Falta de comunicação estratégica (Maciel, 2008);

94 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Limitantes da Democracia Eletrônica OCDE (2003) Participação de poucos cidadãos não resultará em representação suficiente para a tomada de decisão; Capacitação e construção da cidadania; Garantia de Coerência das Informações; Avaliação periódica do processo; Garantia de continuidade do processo;

95 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Limitantes da Democracia Eletrônica Oliveira (2009) Dificuldades de acesso dos cidadãos ao novo serviço. Falta de feedback relacionado às demandas da sociedade Falta de atualização Projeto ser associado a uma iniciativa de governo, e não de Estado Falta de conhecimento técnico dos gestores públicos;

96 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Vantagens da Democracia Eletrônica Dinamicidade dos sistemas online (Oliveira, 2008); Comunicação Interativa; Sites de relacionamento, bate papo e ; Ampliação dos debates eleva o índice de aceitação das decisões (Hansen e Reinau, 2006); Melhor distribuição dos recursos e Maior transparência (Di Maria e Rizzo, 2006); Divisão de responsabilidades pela tomada de decisões (Macintosh e Smtih, 2002);

97 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Vantagens da Democracia Eletrônica Melhoria na tomada de decisão (Macintosh e Smtih, 2002) Opinião e voto de forma ágil e fácil (Maciel, 2008); Ambiente e estratégias Colaborativas (Rasmussm et. All, 2006; Pankowska, 2007) As ações políticas podem ser mais bem adaptadas (UNPAN, 2008); Permite ao cidadão votar de qualquer lugar, em qualquer momento (Jones, 2000); Alternativa ao atual sistema, evitando seu enfraquecimento (Hettich, 2002).

98 Sociedade 2.0: Rumo a Democracia Eletrônica Vantagens da Democracia Eletrônica Oliveira (2009) Aumento do nível de governança; Investimento em capital social; Maior participação e responsabilidade da sociedade em processos decisórios; Extração de informações estratégicas fornecidas pelos cidadãos; Tomadas de decisão mais eficazes; Aumento da transparência das contas públicas

99 Alemanha 140 temas; manifestações; 425 ações públicas. Projetos de Democracia Eletrônica

100 Projeto Young London Inglaterra; Jovens; Portal dividido por temas. Projetos de Democracia Eletrônica

101 Projeto FixMyStreet Inglaterra; relatos; 800 por semana; i-Phone Comunicação direta com secretarias Projetos de Democracia Eletrônica

102 Projeto DELPHI Alemanha; contribuições; 57 ações; Publicidade; Projetos de Democracia Eletrônica

103 Projeto EUROCITY Comunidade Européia 3,5 milhões de Euros; Caixa eletrônico; Internet; Celular; Tele-voto Projetos de Democracia Eletrônica

104 Projeto WEBOCRACY Comunidade Européia 1,8 milhões de Euros; Fórum de discussões; Gerência de Índice; Votação; Relatório; Helpdesk; Projetos de Democracia Eletrônica

105 Projeto WEBOCRACY Segurança da Informação; Módulo de conhecimento; Editor de ontologias. Projetos de Democracia Eletrônica

106 Projeto OPDigital Belo Horizonte, BR Votação Orçamento Público; 124,32 mil votos em Projetos de Democracia Eletrônica

107 Considerações Finais Evolução das Tecnologias tem impacto direto nas relações sociais; Conhecimento é o principal recurso produtivo da atual sociedade; O Governo precisa criar estratégias disseminação do conhecimento na sociedade; Web 2.0 configura uma nova forma de relacionamento entre as pessoas; Democracia Eletrônica surge como conceito resultante entre o relacionamento das pessoas com o governo.

108 Obrigado, Thiago Paulo Silva de Oliveira

109 Referências BATISTA, Fábio Ferreira. et al. Gestão do conhecimento na administração pública. IPEA, jun (Texto para discussão nº 1095). BELANGER, F.; HILLER, J. S. A framework for e-government: privacy implications. Business Process Management Journal, v. 12, n. 1, p , BOYD, Ovid Pacific. What Are the Future Possibilities of eDemocracy? A Discussion Paper. In M.A. Wimmer, H.J. Scholl, and A. Grönlund (Eds.): EGOV 2007, LNCS 4656, pp. 401–411. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2007 BUENO, Tânia Cristina D''Agostini. Uma metodologia de representação do conhecimento para construção de ontologias em sistemas baseados em conhecimento. Florianópolis, f. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção CA - COMPUTER ASSOCIATES (2002). Considerations for Sizing and deploying your portal. Trabalho apresentado em CA World, CGI. Comitê Gestor da Internet no Brasil. TIC Domicílios Disponível em:. Acesso em: 18 de outubro de DAVENPORT, T. H. Ecologia da Informação: por que só tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. 4ª Ed. São Paulo: Futura, DI MARIA, Eleonora. RIZZO, Luca Simone. E-Democracy: The Participation Of Citizens And New Forms Of The Decision-Making Process. IN: On Line Citizenship,Emerging Technologies for European Cities, Springer Science-i-Business Media: 2005 Dicionário Houaiss DORRIS, Ann. Intergovernmental Solutions Newsletter. US Government, General Services Administration. Washington, DC. Nº 8, p. FOUNTAIN, Jane E. Building the Virtual State: Information Technology and Institutional Change. New York: The Brookings Institution, 2001.

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