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BÊNÇÃO E EXÉQUIAS 27/10/2006 Visite o site: www.diaconoalfredo.cjb.net ou www.prestservi.com.br/diaconoalfredo/alfredo.htm.

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1 BÊNÇÃO E EXÉQUIAS 27/10/2006 Visite o site: ou

2 BÊNÇÃO

3 Bênção: Significa: Bem dizer/Boa palavra dirigida a Deus em nome dos homens ou dirigida aos homens em nome de Deus.

4 Fonte e origem de toda bênção é Deus. Fonte e origem de toda bênção é Deus. Bendito acima de tudo, o Deus de bondade, que fez todas as coisas para cobrir de bênçãos as suas criaturas, e que sempre abençoou, mesmo depois da queda do homem, em sinal de misericórdia. Bendito acima de tudo, o Deus de bondade, que fez todas as coisas para cobrir de bênçãos as suas criaturas, e que sempre abençoou, mesmo depois da queda do homem, em sinal de misericórdia.

5 Conforme o testemunho da Bíblia, todas as coisas que Deus criou, e que sua providência perenemente conserva no mundo, representam sua bênção e que servem para levar os homens a bendizê-lo. Conforme o testemunho da Bíblia, todas as coisas que Deus criou, e que sua providência perenemente conserva no mundo, representam sua bênção e que servem para levar os homens a bendizê-lo. As bênçãos da Igreja são ações litúrgicas. As bênçãos da Igreja são ações litúrgicas.

6 As fórmulas das bênçãos, visam antes de tudo a glorificar a Deus por seus dons e a implorar os seus benefícios, como também reprimir o poder do maligno no mundo. As fórmulas das bênçãos, visam antes de tudo a glorificar a Deus por seus dons e a implorar os seus benefícios, como também reprimir o poder do maligno no mundo.

7 Para que se obtenha plena eficácia das bênçãos, é mister que os fiéis se acerquem da Sagrada Liturgia com disposições de reta intenção. Para que se obtenha plena eficácia das bênçãos, é mister que os fiéis se acerquem da Sagrada Liturgia com disposições de reta intenção. Por isso os que pretendem a bênção de Deus através da Igreja, reforcem suas disposições com aquela fé que tudo crê, tudo é possível. Por isso os que pretendem a bênção de Deus através da Igreja, reforcem suas disposições com aquela fé que tudo crê, tudo é possível.

8 Apóiem-se numa esperança que não decepciona; renovem-se por uma caridade que insiste na observância dos mandamentos de Deus. Apóiem-se numa esperança que não decepciona; renovem-se por uma caridade que insiste na observância dos mandamentos de Deus. Assim, pois, os homens que buscam conhecer a vontade de Deus hão de entender plenamente a bênção e hão de verdadeiramente consegui-lá. Assim, pois, os homens que buscam conhecer a vontade de Deus hão de entender plenamente a bênção e hão de verdadeiramente consegui-lá.

9 BÊNÇÃO NA BÍBLIA Gn 1, 22-28: Bênção sobre a criação Gn 1, 22-28: Bênção sobre a criação Gn 12,3: Bênção sobre as famílias Gn 12,3: Bênção sobre as famílias Hb 6, 1-3: Imposição das Mãos Hb 6, 1-3: Imposição das Mãos Gn 48, 14-16: Utilizada para conferir uma bênção. Gn 48, 14-16: Utilizada para conferir uma bênção.

10 BÊNÇÃO NA BÍBLIA Usado por Jesus no ministério de cura de enfermidade: (Mt 8,3-15; Mc 1,41; Lc 4,40; Mc 5,13;...). Usado por Jesus no ministério de cura de enfermidade: (Mt 8,3-15; Mc 1,41; Lc 4,40; Mc 5,13;...). Usada pelos discípulos no mesmo ministério: (At 5,12; At 9,17; At 14,3; Mc 16,18). Usada pelos discípulos no mesmo ministério: (At 5,12; At 9,17; At 14,3; Mc 16,18).

11 BÊNÇÃO NA BÍBLIA Também usada por Paulo nesse ministério: (At 28,8; At 19,11). Também usada por Paulo nesse ministério: (At 28,8; At 19,11). Usada em conexão com o recebimento do Espírito Santo: (At 8,17; At 9,17; At 19,6). Usada em conexão com o recebimento do Espírito Santo: (At 8,17; At 9,17; At 19,6).

12 BÊNÇÃO NA BÍBLIA Usada em conexão com a comunicação de dons espirituais: (1 Tm 4,14; 2 Tm 1,6). Usada em conexão com a comunicação de dons espirituais: (1 Tm 4,14; 2 Tm 1,6). Usada para a comunicação de uma benção: (Mc 10,16). Usada para a comunicação de uma benção: (Mc 10,16). Usada para investir pessoas de um ministério: (At 13,2-3) Usada para investir pessoas de um ministério: (At 13,2-3)

13 BÊNÇÃO NA BÍBLIA Quando Jesus abençoou os pequeninos (Mt 19,13) Quando Jesus abençoou os pequeninos (Mt 19,13) ou Jacó abençoou José e seus filhos (Gn 48, 14-16). ou Jacó abençoou José e seus filhos (Gn 48, 14-16). A plenitude da bênção de Deus na terra se manifestou em Jesus Cristo, fruto Bendito da Virgem Maria (Lc 1, 42). A plenitude da bênção de Deus na terra se manifestou em Jesus Cristo, fruto Bendito da Virgem Maria (Lc 1, 42).

14 Na oração de bênção pronunciada por Jesus na última ceia, a bênção se verifica na sua perfeição total. Na oração de bênção pronunciada por Jesus na última ceia, a bênção se verifica na sua perfeição total. É um dom expresso numa palavra eficaz; é um dom perfeito do Pai para os filhos, que oferece sua vida ao Pai, e todo o nosso agradecimento unido ao Dele. É um dom expresso numa palavra eficaz; é um dom perfeito do Pai para os filhos, que oferece sua vida ao Pai, e todo o nosso agradecimento unido ao Dele. A Eucaristia constitui o ápice e o centro do todo o universo das bênçãos. A Eucaristia constitui o ápice e o centro do todo o universo das bênçãos.

15 MINISTROS DAS BÊNÇÃOS Bispo, Presbíteros e Diáconos Bispo, Presbíteros e Diáconos Acólitos e Leitores (instituídos) Acólitos e Leitores (instituídos) Leigos, em virtude do sacerdócio comum cuja graça lhes foi comunicada no batismo e na confirmação. Leigos, em virtude do sacerdócio comum cuja graça lhes foi comunicada no batismo e na confirmação.

16 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO Estrutura básica: Estrutura básica: Basicamente são duas partes principais: Basicamente são duas partes principais: a primeira a proclamação da Palavra de Deus e, a primeira a proclamação da Palavra de Deus e, a segunda, o louvor da bondade divina com impetração do auxílio celeste. a segunda, o louvor da bondade divina com impetração do auxílio celeste.

17 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO Meta da primeira parte: Meta da primeira parte: É que a bênção se torne realmente um sinal sagrado; este adquire sentido e eficácia da Palavra de Deus. É que a bênção se torne realmente um sinal sagrado; este adquire sentido e eficácia da Palavra de Deus.

18 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO O centro, portanto, desta primeira parte é a proclamação da Palavra de Deus, à qual, normalmente, faz referência quer a exortação introdutória, quer a breve explicação, exortação ou homilia, que podem ser oportunamente acrescentadas. O centro, portanto, desta primeira parte é a proclamação da Palavra de Deus, à qual, normalmente, faz referência quer a exortação introdutória, quer a breve explicação, exortação ou homilia, que podem ser oportunamente acrescentadas.

19 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO E para melhor despertar a fé dos participantes, intercalam- se oportunamente um salmo, ou canto, ou um sinal sagrado, especialmente no caso de várias leituras. E para melhor despertar a fé dos participantes, intercalam- se oportunamente um salmo, ou canto, ou um sinal sagrado, especialmente no caso de várias leituras.

20 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO O objetivo da segunda parte é que Deus seja louvado e seu auxílio impetrado, por Cristo, no Espírito Santo. O objetivo da segunda parte é que Deus seja louvado e seu auxílio impetrado, por Cristo, no Espírito Santo. E o centro desta parte é constituído pela fórmula da bênção, ou oração da Igreja, que é muitas vezes acompanhada de um sinal particular. E o centro desta parte é constituído pela fórmula da bênção, ou oração da Igreja, que é muitas vezes acompanhada de um sinal particular.

21 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO Para favorecer mais a oração dos presentes, pode-se acrescentar uma prece comum, que geralmente precede a oração e às vezes se lhe segue. Para favorecer mais a oração dos presentes, pode-se acrescentar uma prece comum, que geralmente precede a oração e às vezes se lhe segue.

22 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO Os sinais a serem usados: Os sinais a serem usados: a) estender ou levantar as mãos, a) estender ou levantar as mãos, b) juntar ou impor as mãos b) juntar ou impor as mãos c) sinal da cruz c) sinal da cruz d) aspersão de água benta d) aspersão de água benta e) incensação. e) incensação.

23 CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO Embora os sinais usados nas bênçãos, principalmente o sinal-da-cruz, sirvam para exprimir certa evangelização e comunicação da fé, para garantir participação mais ativa e evitar o perigo de superstição, não é permitida a realização habitual da bênção de objetos e lugares somente usando-se sinais externos, sem qualquer referência à Palavra de Deus, ou de alguma oração. Embora os sinais usados nas bênçãos, principalmente o sinal-da-cruz, sirvam para exprimir certa evangelização e comunicação da fé, para garantir participação mais ativa e evitar o perigo de superstição, não é permitida a realização habitual da bênção de objetos e lugares somente usando-se sinais externos, sem qualquer referência à Palavra de Deus, ou de alguma oração.

24 EXÉQUIAS

25 EXÉQUIAS Significa seguir por toda parte, acompanhar, escoltar. Significa seguir por toda parte, acompanhar, escoltar.

26 O QUE É O RITO DAS EXÉQUIAS? É o conjunto de ritos e orações que a Igreja faz, por ocasião da morte de um fiel cristão, desde o momento que expira até seu cadáver ser colocado ou incinerado. É o conjunto de ritos e orações que a Igreja faz, por ocasião da morte de um fiel cristão, desde o momento que expira até seu cadáver ser colocado ou incinerado.

27 O QUE É O RITO DAS EXÉQUIAS? O ritual vai além de uma simples cerimônia de encomendação de defuntos durante o velório. Ele é um direito do cristão e um dever dos ministros da Igreja e da comunidade eclesial para com os irmãos falecidos. O ritual vai além de uma simples cerimônia de encomendação de defuntos durante o velório. Ele é um direito do cristão e um dever dos ministros da Igreja e da comunidade eclesial para com os irmãos falecidos.

28 O QUE É O RITO DAS EXÉQUIAS? Celebrar o rito com o corpo presente e acompanhá-lo até o fim e realizar a sua entrega a Deus. Celebrar o rito com o corpo presente e acompanhá-lo até o fim e realizar a sua entrega a Deus. O Rito das Exéquias deve imprimir a índole Pascal da morte cristã. O Rito das Exéquias deve imprimir a índole Pascal da morte cristã.

29 O QUE É O RITO DAS EXÉQUIAS? O Mistério da morte para os cristões, ilumina-se à luz da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Por isso o CV II, ao recomendar a revisão do Ritual das Exéquias, pediu que nelas se exprimisse mais claramente o sentido pascal da morte cristã, respeitando as condições e as tradições de cada região. O Mistério da morte para os cristões, ilumina-se à luz da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Por isso o CV II, ao recomendar a revisão do Ritual das Exéquias, pediu que nelas se exprimisse mais claramente o sentido pascal da morte cristã, respeitando as condições e as tradições de cada região. Ex: Brasil – dor lágrimas, velório 24 hrs, sepultamento Ex: Brasil – dor lágrimas, velório 24 hrs, sepultamento

30 O QUE É O RITO DAS EXÉQUIAS? EUA: coquetel, tratamento químico, convidados vão embora sem o sepultamento. EUA: coquetel, tratamento químico, convidados vão embora sem o sepultamento. Cuidar para que não haja contradição entre os costumes e o Evangelho. Cuidar para que não haja contradição entre os costumes e o Evangelho.

31 SENTIDO DAS EXÉQUIAS CRISTÃS Pelas exéquias, a Igreja confia o defunto à misericórdia de Deus e, através da aspersão, da incensação, das flores, dos cânticos e das orações, exprime a veneração que dispensa ao corpo que foi regenerado pelas águas batismais, se tornou templo do Espírito Santo e foi alimentado com o Pão da Vida. Pelas exéquias, a Igreja confia o defunto à misericórdia de Deus e, através da aspersão, da incensação, das flores, dos cânticos e das orações, exprime a veneração que dispensa ao corpo que foi regenerado pelas águas batismais, se tornou templo do Espírito Santo e foi alimentado com o Pão da Vida.

32 SENTIDO DAS EXÉQUIAS CRISTÃS Consola os vivos enlutados, garantindo-lhes, pela fé, a união futura com o defunto na comunhão dos santos. Consola os vivos enlutados, garantindo-lhes, pela fé, a união futura com o defunto na comunhão dos santos.

33 SENTIDO DAS EXÉQUIAS CRISTÃS Desta forma a celebração da morte alimenta em todos os fiéis a esperança e afirma o caráter escatológico da vida cristã, pois os que foram configurados com Cristo na morte, com Cristo tomarão parte na Ressurreição. Desta forma a celebração da morte alimenta em todos os fiéis a esperança e afirma o caráter escatológico da vida cristã, pois os que foram configurados com Cristo na morte, com Cristo tomarão parte na Ressurreição.

34 SENTIDO DAS EXÉQUIAS CRISTÃS A Igreja sempre dedicou e continua a dedicar uma especial atenção ao culto dos defuntos e à celebração da morte, que considera dotados de uma extraordinária potencialidade pastoral, tanto pelo número elevado de participantes como pela sua qualidade e disposições. A Igreja sempre dedicou e continua a dedicar uma especial atenção ao culto dos defuntos e à celebração da morte, que considera dotados de uma extraordinária potencialidade pastoral, tanto pelo número elevado de participantes como pela sua qualidade e disposições.

35 SENTIDO DAS EXÉQUIAS CRISTÃS É nesta ocasião que tem possibilidade de anunciar a Palavra revelada a muitas pessoas com pouca disponibilidade interior para escutar ou mesmo a pessoas com as quais não contata em outras ocasiões. É nesta ocasião que tem possibilidade de anunciar a Palavra revelada a muitas pessoas com pouca disponibilidade interior para escutar ou mesmo a pessoas com as quais não contata em outras ocasiões.

36 SENTIDO DAS EXÉQUIAS CRISTÃS Através das exéquias a Igreja reza pelos defuntos e dá ensinamentos aos vivos e celebra a morte como um evento de salvação. Através das exéquias a Igreja reza pelos defuntos e dá ensinamentos aos vivos e celebra a morte como um evento de salvação.

37 VENERAÇÃO CRISTÃ DO CORPO O Ritual atual prevê que o corpo do defunto seja aspergido com água benta, iluminado com luzes (velas) e tratado com o máximo respeito. O Ritual atual prevê que o corpo do defunto seja aspergido com água benta, iluminado com luzes (velas) e tratado com o máximo respeito. O corpo é algo sagrado para o cristão e é objeto da salvação. O corpo é algo sagrado para o cristão e é objeto da salvação.

38 VENERAÇÃO CRISTÃ DO CORPO Para o cristão os ritos fúnebres tem razões relacionadas a fé: o corpo do cristão foi instrumento do Espírito Santo e é chamado à ressurreição gloriosa. Para o cristão os ritos fúnebres tem razões relacionadas a fé: o corpo do cristão foi instrumento do Espírito Santo e é chamado à ressurreição gloriosa. A mesma realidade corporal que, em vida, havia sido banhada pela água do batismo, ungida com A mesma realidade corporal que, em vida, havia sido banhada pela água do batismo, ungida com

39 VENERAÇÃO CRISTÃ DO CORPO A mesma realidade corporal que, em vida, havia sido banhada pela água do batismo, ungida com óleo santo, alimentada com o Pão e Vinho Eucarístico, marcada com o sinal da salvação, protegida com a imposição das mãos, isto é, aquele cristão que durante sua vida foi instrumento da eficácia dos sacramentos, e que após sua morte é convertido em cadáver, continua sendo objeto de cuidado solícito da Mãe Igreja. A mesma realidade corporal que, em vida, havia sido banhada pela água do batismo, ungida com óleo santo, alimentada com o Pão e Vinho Eucarístico, marcada com o sinal da salvação, protegida com a imposição das mãos, isto é, aquele cristão que durante sua vida foi instrumento da eficácia dos sacramentos, e que após sua morte é convertido em cadáver, continua sendo objeto de cuidado solícito da Mãe Igreja.

40 COMUNHÃO ENTRE VIVOS E MORTOS a) presença da comunidade junto ao morto, no início tratava-se de um grupo familiar, com o passar dos tempos a comunidade paroquial começou a participar, nem que seja pelo menos um padre, diácono, ou ministro instituído. a) presença da comunidade junto ao morto, no início tratava-se de um grupo familiar, com o passar dos tempos a comunidade paroquial começou a participar, nem que seja pelo menos um padre, diácono, ou ministro instituído.

41 COMUNHÃO ENTRE VIVOS E MORTOS b) Nos ritos mortuários, e nas orações e cânticos, há invocações a Virgem Maria, Anjos e Santos. Além de ser um aspecto de petição e intercessão, é preciso ressaltar a intenção primeira da liturgia, a de convocar todos os membros celestiais para que recebam em sua companhia. b) Nos ritos mortuários, e nas orações e cânticos, há invocações a Virgem Maria, Anjos e Santos. Além de ser um aspecto de petição e intercessão, é preciso ressaltar a intenção primeira da liturgia, a de convocar todos os membros celestiais para que recebam em sua companhia.

42 COMUNHÃO ENTRE VIVOS E MORTOS c) A liturgia das exéquias tem como objetivo orar pelo defunto, elevar preces de intercessão pelo defunto, nas dimensões do perdão dos pecados, da libertação das penas do inferno e na entrada na glória celestial. c) A liturgia das exéquias tem como objetivo orar pelo defunto, elevar preces de intercessão pelo defunto, nas dimensões do perdão dos pecados, da libertação das penas do inferno e na entrada na glória celestial.

43 COMUNHÃO ENTRE VIVOS E MORTOS E também de criar uma íntima relação entre os vivos e os mortos. E também de criar uma íntima relação entre os vivos e os mortos. Tudo isto demonstra a estreita relação entre a comunidade dos vivos e dos mortos. Tudo isto demonstra a estreita relação entre a comunidade dos vivos e dos mortos.

44 ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO E também de criar uma íntima relação entre os vivos e os mortos. E também de criar uma íntima relação entre os vivos e os mortos. Tudo isto demonstra a estreita relação entre a comunidade dos vivos e dos mortos. Tudo isto demonstra a estreita relação entre a comunidade dos vivos e dos mortos.

45 DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DAS EXÉQUIAS a) Dos Ritos pagãos os ritos cristãos a) Dos Ritos pagãos os ritos cristãos b) O ritual romano do Século VII b) O ritual romano do Século VII C) A celebração das Exéquias depois do Vaticano II C) A celebração das Exéquias depois do Vaticano II

46 MUDANÇAS DO RITO A cremação é admitida com a condição que não constitua um gesto anticristão, mas é válido lembrar que a Igreja tem preferência pela inumação pelo fato de confiar o corpo à terra de onde foi tirado. Neste caso, o ritual exequial pode ser celebrado onde se acha o crematório. A cremação é admitida com a condição que não constitua um gesto anticristão, mas é válido lembrar que a Igreja tem preferência pela inumação pelo fato de confiar o corpo à terra de onde foi tirado. Neste caso, o ritual exequial pode ser celebrado onde se acha o crematório.

47 MUDANÇAS DO RITO O Ministro das Exéquias normalmente é o Presbítero ou o Diácono. A Conferência Episcopal (CNBB) pode decidir que em sua ausência que os funerais sejam presididos por leigos. O Ministro das Exéquias normalmente é o Presbítero ou o Diácono. A Conferência Episcopal (CNBB) pode decidir que em sua ausência que os funerais sejam presididos por leigos.

48 PRINCIPAIS MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO DAS EXÉQUIAS a) Cuidados: a) Cuidados: Se apresentar a alguém da família que esteja em condições de conversar (importância da Secretária, ou quem recebe a solicitação). Se apresentar a alguém da família que esteja em condições de conversar (importância da Secretária, ou quem recebe a solicitação). Ser discreto. Ser discreto. Anotar o nome do falecido (ter sempre papel e caneta). Anotar o nome do falecido (ter sempre papel e caneta).

49 PRINCIPAIS MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO DAS EXÉQUIAS Anotar o nome do falecido (ter sempre papel e caneta). Anotar o nome do falecido (ter sempre papel e caneta). Procurar saber, idade, causa da morte, que familiares deixou (de maneira discreta). Procurar saber, idade, causa da morte, que familiares deixou (de maneira discreta). Se não canta bem, levar alguém que o faça de maneira adequada. Se não canta bem, levar alguém que o faça de maneira adequada. Se possível, estar acompanhado de outro MECE ou alguém de outra pastoral. Se possível, estar acompanhado de outro MECE ou alguém de outra pastoral.

50 PRINCIPAIS MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO DAS EXÉQUIAS b) Estrutura do Rito: b) Estrutura do Rito: Acolhida Acolhida Celebração da Palavra Celebração da Palavra Oração do Pai-Nosso Oração do Pai-Nosso Rito de Encomendação Rito de Encomendação Despedida Despedida

51 b.1) Acolhida: No início da celebração, o ministro acolhe, simultaneamente, o defunto e a comunidade. Trata-se de um gesto próprio: acolher o cadáver e os irmãos. O fundamental é que a acolhida seja um convite à transcendência, a uma aproximação com o mundo divino, em que se crê que de uma forma ou de outra o defunto foi incorporado, Neste sentido, vão a oração inicial e as preces. b.1) Acolhida: No início da celebração, o ministro acolhe, simultaneamente, o defunto e a comunidade. Trata-se de um gesto próprio: acolher o cadáver e os irmãos. O fundamental é que a acolhida seja um convite à transcendência, a uma aproximação com o mundo divino, em que se crê que de uma forma ou de outra o defunto foi incorporado, Neste sentido, vão a oração inicial e as preces.

52 b.2) Cel Palavra: Nas Exéquias reúnem-se dois pólos: evangelização e liturgia. A Palavra deve ser ouvida! Os ministros devem ler e falar claramente. Para a Igreja, somente a Palavra proclamada e aceita, assegura às Exéquias seu caráter de expressão da fé cristã. No novo rito, a Palavra é um elemento imprescindível e fundamental. b.2) Cel Palavra: Nas Exéquias reúnem-se dois pólos: evangelização e liturgia. A Palavra deve ser ouvida! Os ministros devem ler e falar claramente. Para a Igreja, somente a Palavra proclamada e aceita, assegura às Exéquias seu caráter de expressão da fé cristã. No novo rito, a Palavra é um elemento imprescindível e fundamental.

53 b.3) A Oração do Pai Nosso: A oração do Pai Nosso dá início à entrega simbólica do irmão falecido nas mãos de Deus. Essa oração nos abre as portas do céu, é uma forma de evocar, ao longo de toda a vida, nossa vida, nossa filiação a Deus. No batismo, a comunidade reza o Pai-Nosso em nome da criança recém-batizada. b.3) A Oração do Pai Nosso: A oração do Pai Nosso dá início à entrega simbólica do irmão falecido nas mãos de Deus. Essa oração nos abre as portas do céu, é uma forma de evocar, ao longo de toda a vida, nossa vida, nossa filiação a Deus. No batismo, a comunidade reza o Pai-Nosso em nome da criança recém-batizada.

54 b.3) A Oração do Pai Nosso: O cristão retoma esta oração em cada missa. E, cada cerimônia religiosa, nos momentos de alegria e de tristeza, no desespero e no júbilo. No ritual das Exéquias, mais uma vez a comunidade reunida, rezará o Pai-Nosso em nome e pelo irmão falecido. b.3) A Oração do Pai Nosso: O cristão retoma esta oração em cada missa. E, cada cerimônia religiosa, nos momentos de alegria e de tristeza, no desespero e no júbilo. No ritual das Exéquias, mais uma vez a comunidade reunida, rezará o Pai-Nosso em nome e pelo irmão falecido.

55 b.4) O Rito de Encomendação e a Despedida: A última recomendação e despedida ocupa o lugar da absolvição do Rito Romano, trata-se da última despedida com que a comunidade cristã saúda um de seus membros e reza por ele, antes que o corpo seja levado para a sepultura. b.4) O Rito de Encomendação e a Despedida: A última recomendação e despedida ocupa o lugar da absolvição do Rito Romano, trata-se da última despedida com que a comunidade cristã saúda um de seus membros e reza por ele, antes que o corpo seja levado para a sepultura.

56 b.4) O Rito de Encomendação e a Despedida: O ritual se desenvolve da seguinte maneira: o presidente introduz uma monição, depois segue alguns momentos em silêncio, o gesto da aspersão e o cântico da despedida, elemento importante já que sublinha o caráter pascal e festivo de todo rito. b.4) O Rito de Encomendação e a Despedida: O ritual se desenvolve da seguinte maneira: o presidente introduz uma monição, depois segue alguns momentos em silêncio, o gesto da aspersão e o cântico da despedida, elemento importante já que sublinha o caráter pascal e festivo de todo rito.

57 b.4) O Rito de Encomendação e a Despedida: Pode-se autorizar um representante dos parentes ou amigos do defunto que pronuncie algumas palavras de despedida e gratidão aos presentes. b.4) O Rito de Encomendação e a Despedida: Pode-se autorizar um representante dos parentes ou amigos do defunto que pronuncie algumas palavras de despedida e gratidão aos presentes.

58 SÍMBOLOS E AÇÕES SIGNIFICATIVA a) Cor litúrgica: Roxo (alguns afirmam que deveria ser o branco – representa a ressurreição). a) Cor litúrgica: Roxo (alguns afirmam que deveria ser o branco – representa a ressurreição). b) Aspergir o corpo com água benta na casa do morto e na última encomendação: lembrança do batismo. Agora está completando sua Páscoa, sua ida para a casa do Pai. b) Aspergir o corpo com água benta na casa do morto e na última encomendação: lembrança do batismo. Agora está completando sua Páscoa, sua ida para a casa do Pai.

59 c) Procissão com o corpo tendo a cruz na frente: Expressa nossa vida de seguimento de Jesus, desemboca na morte e na ressurreição, comunhão com todos(as) na casa do Pai. c) Procissão com o corpo tendo a cruz na frente: Expressa nossa vida de seguimento de Jesus, desemboca na morte e na ressurreição, comunhão com todos(as) na casa do Pai. Antigamente: cortejo fúnebre, última viagem do falecido pelas ruas da cidade em que vivera. Hoje: pertuba a circulação dos carros. No século da velocidade não há lugar para a lentidão dos falecidos. Antigamente: cortejo fúnebre, última viagem do falecido pelas ruas da cidade em que vivera. Hoje: pertuba a circulação dos carros. No século da velocidade não há lugar para a lentidão dos falecidos.

60 d) Em cima do caixão, o livro do Evangelho ou a Bíblia. d) Em cima do caixão, o livro do Evangelho ou a Bíblia. e) Ao redor velas acessas ou o Círio Pascal. e) Ao redor velas acessas ou o Círio Pascal. f) Bênção do túmulo (com aspersão de água): Pedindo o repouso tranqüilo da pessoa falecida nesta última morada, na espera da ressurreição definitiva. f) Bênção do túmulo (com aspersão de água): Pedindo o repouso tranqüilo da pessoa falecida nesta última morada, na espera da ressurreição definitiva.

61 CONCLUSÃO Ao término deste trabalho e com uma visão mais ampla do conceito, do sentido das Exéquias cristãs, do desenvolvimento histórico e das ações litúrgicas das exéquias, é possível perceber a riqueza deste rito para o cristão. Ao término deste trabalho e com uma visão mais ampla do conceito, do sentido das Exéquias cristãs, do desenvolvimento histórico e das ações litúrgicas das exéquias, é possível perceber a riqueza deste rito para o cristão.

62 Que a Paz e a Serenidade de Cristo esteja sempre convosco! "Ensinai-me a fazer vossa vontade, pois sois o meu Deus. Que vosso Espírito de Bondade me conduza pelo caminho reto." (Salmo 142, 10). Muito Obrigado!


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