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O APL de Santa Rita do Sapucaí

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Apresentação em tema: "O APL de Santa Rita do Sapucaí"— Transcrição da apresentação:

1 O APL de Santa Rita do Sapucaí
Projeto SEBRAE / REDESIST A evolução e dinâmica de Arranjos e Sistemas Produtivos e Inovativos Locais de MPEs no Brasil O APL de Santa Rita do Sapucaí Marisa dos Reis Azevedo Botelho (coord) Michelle de Castro Carrijo Olga Priscila Alves de Oliveira Projeto SEBRAE / REDESIST: A evolução e dinâmica de Arranjos e Sistemas Produtivos e Inovativos Locais de MPEs no Brasil O APL de Santa Rita do Sapucaí Marisa dos Reis Azevedo Botelho (coord) Michelle de Castro Carrijo Olga Priscila Alves de Oliveira

2 Desenho esquemático do APL de Eletroeletrônicos de Santa Rita do Sapucaí

3 Empresas e empregos - RAIS
Anos Total de empregados Total de empresas 1994 918 31 1998 1016 46 2002 1494 70 2009 3195 156 Obs. : Divisões CNAE 31, 32 e 72 para os anos 1994, 1998 e 2002; Divisões CNAE 26, 27 e 62 para o ano de 2009.

4 Empresas e empregos - RAIS
Aumento contínuo no número de empresas e emprego no período considerado; Para o total do APL, há diminuição do tamanho médio das empresas: 29,6 empregados em 1994 e 20,5 empregados em 2009.

5 Situação das 43 empresas entrevistadas em 2003
Pesquisa 2010 Recusa Não existem mais 24 empresas 4 empresas 15 empresas

6 Empresas entrevistadas 2010
54 empresas (24 empresas entrevistadas em novas empresas) Total Empresas APL - Sindvel 80 empresas de eletrônicos Total Empresas APL – RAIS 2009 (CNAEs 26, 27 e 62) 156 empresas Total Empresas APL – RAIS 2009 (CNAES 26 e 27) 143 empresas

7 Identificação das empresas
Caracterização das empresas entrevistadas em 2003 (43) Caracterização das empresas entrevistadas em 2010 (54) Tamanho Nº de Empresas % Nº de Empregados Micro 25 58,1 230 12,4 Pequena 14 32,6 656 35,3 Média 4 9,3 974 52,4 Grande - Total 43 100,0 1860 Tamanho Nº de Empresas % Nº de Empregados Micro 29 53,7 280 11,1 Pequena 18 33,3 778 30,7 Média 7 13,0 1474 58,2 Grande 0,0 Total 54 100,0 2532

8 Identificação das empresas
Resultados mostram crescimento do número de empregados, concentrados principalmente nas médias empresas. Médias empresas ampliam participação na geração de empregos em detrimento das microempresas.

9 Estrutura do Capital 2003 Fonte de Recursos Micro Pequena Média 1º Ano
1º Ano 2002 Dos sócios 99,2 95,6 100,0% 92,9% Empréstimos de parentes e amigos 0,0% - Empréstimos de instituições financeiras gerais 0,8 3,2 Empréstimos de instituições de apoio as MPEs 1,2 Adiantamento de materiais por fornecedores 2,9 Adiantamento de recursos por clientes 4,3 Outra Total

10 Estrutura do Capital 2010 Fonte de Recursos Micro Pequena Média
2002 ou 1º Ano 2009 Dos sócios 91,3% 98,5% 83,3% 82,4% 84,9% 80,6% Empréstimos de parentes e amigos 0,0% Empréstimos de instituições financeiras gerais 3,3% 5,6% 3,9% 1,4% Empréstimos de instituições de apoio as MPEs 1,5% 4,8% 5,7% Adiantamento de materiais por fornecedores 2,2% 1,7% Adiantamento de recursos por clientes Outra 5,3% 13,7% Total 100,0%

11 Estrutura do Capital Empréstimos de instituições de apoio às MPEs passam a compor a estrutura de capital das empresas, item praticamente inexistente na pesquisa de 2003.

12 Relações de Trabalho 2003 Tipos Micro Pequena Média Nº Pessoas %
Nº Pessoas % Sócio Proprietário 59 25,7 35 5,4 13 1,3 Contratos Formais 119 51,7 497 76 911 93,4 Estagiário 34 14,8 38 5,8 32 3,3 Serviço Temporário 4 1,7 6 0,9 3 0,3 Terceirizados 12 5,2 77 11,8 16 1,6 Familiares sem contrato formal 2 1 0,2 - Total 230 100% 654 975

13 Relações de Trabalho 2010 Tipos Micro Pequena Média Nº Pessoas %
Sócio Proprietário 64 21% 71 9% 19 1% Contratos Formais 185 62% 615 79% 1374 93% Estagiário 30 10% 51 7% 38 3% Serviço Temporário 3 0% 12 Terceirizados 15 5% 40 31 2% Familiares sem contrato formal 1 Total 298 100% 778 1474

14 Relações de Trabalho Aumenta a participação de contratos formais de trabalho, com diminuição principalmente de terceirizados.

15 Destino das Vendas 2003 e 2010

16 Evolução Destino das Vendas (2010)

17 Destino das Vendas Brasil continua sendo o destino prioritário das vendas; Há um ligeiro aumento da participação de exportações nas vendas, mais concentrada nas médias empresas. Tendência de crescimento das vendas externas para MPEs e de diminuição para as médias empresas nos últimos anos.

18 Escolaridade do Pessoal Ocupado
2010 2003

19 Escolaridade do Pessoal Ocupado
Aumenta a participação de pessoal ocupado com níveis de escolaridade mais elevados – superior completo e pós-graduação.

20 Gastos em P&D

21 Fontes de Financiamento
2003 2010

22 Gastos em P&D e Fontes de Financiamento
Aumento importante dos gastos em P&D em todos os segmentos; O item “Fonte de financiamento de terceiros/público”, com pequena participação em 2003, apresenta aumento importante em 2010.

23 Inovações entre 2000 e 2002 Tipo de inovação Micro Pequena Média
1 Inovações de produto 64 78,6 100 1.1 Produto novo para a empresa, mas já existente no mercado 52 57,1 75 1.2 Produto novo para o mercado nacional 28 50 1.3 Produto novo para o mercado internacional 12 21,4 25 2. Inovações de processo 60 2.1 Processos tecnológicos novos para a empresa, mas já existentes no mercado 2.2 Processos tecnológicos novos para o setor de atuação 20 28,6 - 3 Outros tipos de inovação 48 3.1 Criação ou melhoria substancial, do ponto de vista tecnológico, do modo de acondicionamento de produtos (embalagem) 3.2 Inovações no desenho de produtos 36 71,4 4. Inovações organizacionais 76 85,7 *Índice = (Nº Empresas com pelo menos um sim) / (Nº Empresas no Segmento)

24 Inovações entre 2007 e 2009 Tipo de Inovação Micro Pequena Média Inovações de produto* 75,9% 83,3% 100,0% Produto novo para a sua empresa, mas já existente no mercado? 51,7% 72,2% 85,7% Produto novo para o mercado nacional? 50,0% 42,9% Produto novo para o mercado internacional? 17,2% 11,1% 28,6% Inovações de processo* 31,0% 61,1% 57,1% Processos tecnológicos novos para a sua empresa, mas já existentes no setor? 24,1% 55,6% Processos tecnológicos novos para o setor de atuação? 10,3% 22,2% 14,3% Outros tipos de inovação* Criação ou melhoria substancial, do ponto de vista tecnológico, do modo de acondicionamento de produtos (embalagem)? 27,8% Inovações no desenho de produtos? 32,4% 31,6% 33,3% Inovações visando melhorar o desempenho ambiental? 20,7% Realização de mudanças organizacionais (inovações organizacionais) * 62,1% *Índice = (Nº Empresas com pelo menos um sim) / (Nº Empresas no Segmento)

25 Inovação As taxas de inovação são elevadas tanto na pesquisa de 2003 quanto na de 2010; Predominam inovações de produto nas duas pesquisas, de forma mais importante em 2010; Embora as respostas estejam concentradas em inovações para a empresa, também são importantes as inovações para o mercado nacional e internacional.

26 Inovação Destaque-se a existência no APL de um conjunto de empresas, principalmente no segmento das médias, que apresentam os mais importantes indicadores de inovações de produto para o mercado internacional . São as empresas que mais acessam recursos públicos de financiamento à atividade de P&D e que apresentam o mais amplo leque de atividades inovativas , onde se destacam também as interações com agentes externos ao arranjo. As informações coletadas pela pesquisa mostram que a maior parte dessas empresas foi fundada antes de 1995, colocando-se como empresas que cresceram junto com o APL, com base em suas externalidades.

27 Atividades Cooperativas
Tamanho da empresa Sim Não Total Micro 80% 20% 100% Pequena 85,7% 14,3% Média 75% 25% Tamanho da Empresa Sim Não Total Micro 72,4% 27,6% 100% Pequena 55,6% 44,4% Média 42,9% 57,1%

28 Formas de Cooperação 2010 Descrição Micro Pequena Média Índice
Compra de insumos e equipamentos 0,14 0,21 0,00 Venda conjunta de produtos 0,12 Desenvolvimento de Produtos e processos 0,36 0,26 0,19 Design e estilo de Produtos 0,27 Capacitação de Recursos Humanos 0,39 0,41 0,23 Obtenção de financiamento 0,06 Reivindicações 0,09 0,10 0,04 Participação conjunta em feiras, etc 0,30 0,34 0,51 Outras 0,16

29 Resultados das ações conjuntas
2010 Descrição Micro Pequena Média Índice Melhoria na qualidade dos produtos 0,24 0,23 0,13 Desenvolvimento de novos produtos 0,36 0,22 0,19 Melhoria nos processos produtivos 0,27 0,31 Melhoria nas condições de fornecimento dos produtos 0,17 Melhor capacitação de recursos humanos 0,42 0,47 Melhoria nas condições de comercialização 0,32 0,29 0,46 Introdução de inovações organizacionais Novas oportunidades de negócios 0,57 Promoção de nome/marca da empresa no mercado nacional 0,48 0,37 0,51 Maior inserção da empresa no mercado externo 0,08 Outras 0,07 0,03 0,00

30 Atividades Cooperativas
Verificou-se diminuição de atividades cooperativas entre as duas pesquisas, embora a análise do conteúdo das entrevistas não mostrem isso; Quanto às formas de cooperação, todos os itens apresentam valores mais baixos em relação aos verificados na pesquisa anterior. Entre as MPEs, a capacitação de recursos humanos é a forma de cooperação com maior grau de relevância, enquanto para as médias empresas continua sendo, tal como verificado em 2003, a participação conjunta em feiras (item que aparece em 2º lugar em importância também para as MPEs); Quanto aos resultados das ações cooperativas, nas duas versões da pesquisa, os resultados das ações conjuntas de maior relevância são a geração de novas oportunidades de negócios, a promoção do nome/marca da empresa e a melhor capacitação de recursos humanos. O principal articulador destas ações é o SINDVEL.

31 Vantagens de localização no Arranjo
2010 2003

32 Vantagens de localização no Arranjo
Nas entrevistas realizadas em 2010, verificaram-se, em geral, as mesmas vantagens locacionais assinaladas na pesquisa anterior: proximidade com universidades e centros de pesquisa, disponibilidade de mão de obra qualificada e disponibilidade de serviços técnicos especializados; Na versão anterior da pesquisa também foi assinalado o baixo custo da mão de obra como uma importante vantagem locacional, o que não ocorreu na pesquisa de 2010. O item “Outras” se refere à: logística; à troca de informações e experiências; à reputação do nome “APL de Eletroeletrônica”.

33 Avaliação da contribuição de sindicatos, associações, cooperativas locais
2003 Tipo de Contribuição Micro Pequena Média Índice Auxílio na definição de objetivos comuns para o arranjo produtivo 0,46 0,45 Estímulo na percepção de visões de futuro para ação estratégica 0,56 0,53 Disponibilização de informações sobre matérias-primas, equipamento, assistência técnica, consultoria, etc. 0,37 0,36 0,73 Identificação de fontes e formas de financiamento 0,52 0,54 Promoção de ações cooperativas 0,50 0,40 Apresentação de reivindicações comuns 0,49 0,38 Criação de fóruns e ambientes para discussão 0,43 Promoção de ações dirigidas a capacitação tecnológica de empresas 0,62 Estímulo ao desenvolvimento do sistema de ensino e pesquisa local 0,48 Organização de eventos técnicos e comerciais 0,65 0,60

34 Avaliação da contribuição de sindicatos, associações, cooperativas locais
2010 Tipo de contribuição Micro Pequena Média Índice Auxílio na definição de objetivos comuns para o arranjo produtivo 0,53 0,49 0,61 Estímulo na percepção de visões de futuro para ação estratégica 0,64 0,44 0,23 Disponibilização de informações sobre matérias-primas, equipamento, assistência técnica, consultoria, etc. 0,73 0,55 0,74 Disponibilidade de informações sobre legislação e práticas de otimização e controle ambiental 0,56 0,46 Identificação de fontes e formas de financiamento 0,62 0,27 Promoção de ações cooperativas 0,37 Apresentação de reivindicações comuns 0,41 0,33 Criação de fóruns e ambientes para discussão 0,67 0,58 0,21 Promoção de ações dirigidas à capacitação tecnológica de empresas 0,65 0,51 0,31 Estímulo ao desenvolvimento do sistema de ensino e pesquisa local 0,47 Organização de eventos técnicos e comerciais 0,81 0,69

35 Avaliação da contribuição de sindicatos, associações, cooperativas locais
Em geral, as empresas apresentaram uma visão mais positiva, o que se refletiu em melhores índices de relevância em 2010 vis-à-vis 2003. Para as microempresas, praticamente todos os índices são superiores à 0,50, com destaque para a organização de eventos técnicos e comerciais e a disponibilização de informações sobre matérias-primas, equipamento, assistência técnica, consultoria, etc.; Para as pequenas e médias empresas os índices são inferiores, com destaque para a organização de eventos técnicos e comerciais para as primeiras e a disponibilização de informações sobre matérias-primas, equipamento, assistência técnica, consultoria, etc.. → O principal articulador dessas ações é o SINDVEL.

36 Conhece, mas não participa
Conhecimento e participação em programas ou ações voltadas para MPEs (2003) Instituição Micro Pequena Média Não conhece Conhece, mas não participa Conhece e participa Governo Federal 64,0% 32,0% 4,0% 64,3% 14,3% 21,4% 0,0% 25,0% 75,0% Governo Estadual 40,0% 36,0% 24,0% 100,0% Governo Local/Municipal 56,0% 12,0% 35,7% 42,9% SEBRAE 28,0% 50,0% Outras Instituições 52,0% 20,0% 7,1%

37 Conhece, mas não participa
Conhecimento e participação em programas ou ações voltadas para MPEs (2010) Instituição Micro Pequena Média Não conhece Conhece, mas não participa Conhece e participa Governo Federal 62,1% 34,5% 3,4% 50,0% 33,3% 16,7% 42,9% 14,3% Governo Estadual 48,3% 17,2% 44,4% 22,2% 71,4% Governo Local/Municipal 82,8% 13,8% 66,7% 27,8% 5,6% 100,0% 0,0% SEBRAE 37,9% 28,6% Outras Instituições

38 Conhecimento e participação em programas ou ações voltadas para MPEs (2010)
Na pesquisa de 2003, as microempresas afirmaram ter maior conhecimento de programas desenvolvidos pelo SEBRAE e com menor conhecimento de programas da esfera federal. Já em 2010, o desconhecimento por parte dos três segmentos de empresas de ações e/ou programas voltados para MPEs era maior na esfera local/municipal e o maior conhecimento e participação concentra-se em programas do SEBRAE e de outras instituições, das quais as mais destacadas foram: Bradesco, SESI, APEX, BID, FAI, INDI, BDMG, FINEP, FAPEMIG. Nas duas pesquisas, os maiores índices de conhecimento e participação situam-se nas médias empresas que, em função de seus níveis de estruturação interna, apresentam melhores condições de acessar os programas existentes.

39 Políticas voltadas ao APL com objetivo de criação, consolidação e/ou aperfeiçoamento de alguns elementos, avaliação do êxito das ações implementadas e da necessidade futura de novas ações públicas Na avaliação das empresas as ações que têm obtido maior êxito são aquelas voltadas para capacitação e inovação e qualidade; As empresas atribuem, no geral, um índice de relevância baixo para o êxito da maioria das ações; No que tange ao grau em que são necessárias ações futuras de política relacionadas aos fatores investigados, praticamente todos os índices de relevância apresentam valores elevados. As empresas atribuem menor necessidade de ações públicas futuras para: compras públicas; redes de distribuição; outras formas de governança e conselhos gestores.

40 Desafios Necessidade de contínua atualização tecnológica, frente às mudanças rápidas e constantes verificadas em nível mundial; Necessidade de capacitação gerencial em um ambiente cujas instituições concentram-se mais na dotação de capacitação tecnológica; Necessidade de melhorias nas condições de financiamento que, embora tenham ocorrido no período em análise, ainda permanecem como um obstáculo relevante ao crescimento das empresas; Dificuldades relacionadas ao pequeno porte do município de Santa Rita do Sapucaí e as limitações daí decorrentes ao apoio que pode ser concedido às empresas locais (especialmente em termos de estímulos de ordem fiscal e financeira); Dificuldades relacionadas à situação desse setor de atividade no conjunto da economia brasileira, que tem sido agravada nos últimos anos com a valorização cambial.

41 Principais gargalos ao desenvolvimento do APL que devem nortear a ação política
Itens passíveis de articulação a partir do APL Itens relacionados às debilidades estruturais da economia brasileira Suporte à melhorias na capacitação gerencial Suporte à diversificação produtiva Suporte para a incorporação das questões ambientais Expansão quantitativa e qualitativa da oferta de mão de obra no APL Financiamento Déficit na balança comercial

42 ANÁLISE DAS EMPRESAS EXTINTAS NO PERÍODO 2003-2010
Na análise das características das empresas extintas entre 2003 e 2010 destaca-se a grande concentração de empresas que atuavam no segmento de informática. Esta constatação é importante na medida em que vai ao encontro de um dos resultados encontrados na pesquisa realizada em Naquele momento, a pesquisa identificou dificuldades maiores de operação destas empresas, dada a concentração do aparato de apoio nas empresas do segmento de eletrônicos.

43 ANÁLISE DAS EMPRESAS PARTICIPANTES DAS PESQUISAS DE 2003 E DE 2010
Da análise realizada com o grupo das 24 empresas que fizeram parte das pesquisas de 2003 e 2010, a principal conclusão parece ser a de que trata-se de empresas que conseguiram se fortalecer no período em análise. Os dados que comparam características dessas empresas nos dois momento do tempo, em relação à mudança de faixa de porte, evolução do número de empregados e do faturamento mostram que, em geral, são empresas que conseguiram crescer. No mesmo sentido, os dados de gastos de P&D e de geração de inovações, quando comparados com a amostra total de empresas, indicam que tanto do ponto de vista dos gastos, como dos resultados, há alguma diferenciação a seu favor, em relação às demais empresas analisadas. Igualmente se apresentam os dados de acesso à fontes de financiamento e de realização de exportações, que apresentaram-se maiores para as empresas do grupo das 24 entrevistadas nos dois momentos do tempo.


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