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Rio de Janeiro 5 de julho de 2011. EQUIPE ESTADUALCoordenadora Profa. Maria Cecília Junqueira Lustosa (FEAC/UFAL e RedeSist) Pesquisador Prof. Francisco.

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1 Rio de Janeiro 5 de julho de 2011

2 EQUIPE ESTADUALCoordenadora Profa. Maria Cecília Junqueira Lustosa (FEAC/UFAL e RedeSist) Pesquisador Prof. Francisco José Peixoto Rosário (FEAC/UFAL) Assistentes de pesquisa Prof. André Maia Gomes Lages (FEAC/UFAL) Camila Ribeiro Cardoso dos Santos (mestranda FEAC/UFAL) Estagiário Hutemberg de Tácio Bezerra Rodrigues (graduando FEAC/UFAL)

3 Caracterizar e analisar o arcabouço institucional e de serviços de apoio a MPEs localizadas no APL de Turismo de Lagoas e Mares do Sul Classificação dos serviços: => Fomento = bancos públicos e privados, organizações de representação, organizações privadas, organizações não governamentais, entre outros. => SIC (Serviços Intensivos em Conhecimento) ou KIBS ( Knowledge Intensive Bussines Services ) = universidades, institutos e centros de pesquisa, etc. => Outros Serviços = serviços de logística, contabilidade, metrologia, além da regulação

4 9,1 % do PIB de Alagoas 8% território e 5,6% população de Alagoas Recebe mais de 50% royalties do petróleo de Alagoas

5 Ponto de inflexão: 2008 – inclusão de mais quatro municípios do litoral sul Pequena escala de hospedagem: +/- 600 habitações Três subsistemas: -> Núcleo dinâmico: Pontal da Barra (Maceió), Marechal Deodoro, Barra de São Miguel Alimentação: 118; hospedagem: 39; comércio turístico: 180 -> Municípios lagunares: Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte, Pilar Alimentação: 6; hospedagem: 3* -> Municípios litoral sul (ampliação do APL): Roteiro, Jequiá da Praia, Coruripe, Feliz Deserto Alimentação: 17; hospedagem: 17; comércio turístico: 2

6 Apoiado no PAPL desde 2004 = locus coordenação institucional de todos os APLs Instrumento de governança e articulação = etapas de planejamento e as rodadas de negócios das ações a serem desenvolvidas nos APLs Governança externa, via PAPL, e lentamente é que se observou a incorporação de outros agentes econômicos no adensamento do arranjo Redes de relacionamento regional frágeis e incipientes, apesar da participação de boa parte dos agentes alagoanos ligados ao turismo.

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8 -> Sebrae-AL (capacitação, consultorias, gestão e monitoramento de projetos, levantamento de dados sobre a capacidade produtiva do arranjo, promoção da participação em feiras e eventos, elaboração de folheteira) -> Setur (divulgação do destino turístico, intercâmbio comercial e tecnológico, capacitações) -> Semptur (participação em feiras e eventos, palestras sobre turismo e patrimônio histórico, consultorias e divulgação do destino turístico) - > Senac ( capacitação na área operacional – garçom, camareira, auxiliar de cozinha, idiomas – e na implantação do Programa Alimento Seguro (PAS)) - > Assert Sul ( oferta serviços de consultoria tecnológica, divulgação do destino turístico e promove missões e visitas técnicas ) -> Associação Turística de Lagoas e Mares do Sul ( promoção da participação em feiras e eventos, do destino turístico e a capacitação gerencial para os empresários ) Outros: Secretarias estaduais, Mtur, agentes financiadores, Prefeituras

9 SICs = Fapeal, IFAL, Cesmac, FAT e Ufal (editais de pesquisa, pesquisas, trabalhos de conclusão de curso, cursos de formação técnica e superior – tecnológico ou bacharelado, entre outros). Fazem parte do arcabouço institucional da política de APLs e prestam serviços para várias empresas, sem foco específico no APL de Turismo de Lagoas e Mares do Sul Outros serviços: nenhum sistematicamente. Eventualmente, IMA, IBAMA, Marinha, SPU, Bombeiros => fiscalização de rotina Transporte (coletivos, individuais, receptivos) Telecomunicações (oferta geral)

10 IMPACTO DA INFRAESTRUTURA DE SERVIÇOS Dois procedimentos medológicos: 1)Aplicação de questionário em amostra representativa - Marechal Deodoro e Barra de São Miguel, mais o bairro do Pontal da Barra = núcleo dinâmico e de maior concentração de empresas. Questionário da RedeSist no recorte institucional 2) Entrevista com os principais agentes econômicos dos municípios que fazem parte do arranjo. Muitos deles não têm expressividade turística e contam com poucas empresas que prestam serviços turísticos. Serviços turísticosUniverso% do universoAmostra* Hospedagem3911,68,9 Alimentação11835,027,0 Lojas de artesanato18053,441,1 Total337100,077

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17 Todos receberam a visita do Sebrae-AL, mas não reconhecem a política de APLs A maioria fez treinamentos do Sebrae, Senai, etc., mas foram em pouca quantidade. Atuação maior do município de Coruripe, que articula as ações do APL Muitos problemas apontados, principalmente de infraestrutura Turista de Sergipe e Arapiraca – classes C e D

18 1) Definir a característica do arranjo: Ser um destino turístico em si -> oferta para classes A e B, mas não tem serviços turísticos de qualidade -> aproveitar as classes C e D, mas precisa de escala para ser viável Continuar um braço articulado de Maceió 2) Melhoria e implantação de infraestrutura de apoio ao turismo – somente a duplicação da AL-101 Sul, reforçando núcleo dinâmico 3) Melhoria dos serviços turísticos 4) Ordenação da ocupação urbana e especulação imobiliária 5) Melhoria do arranjo institucional 6) Fazer com que agentes econômicos participem efetivamente das associações

19 1) Incentivos para levar a demanda ao APL : Transporte turístico com diversos roteiros e ônibus tipo jardineira, partindo da orla de Maceió, com ticket de um dia. Realizar mais eventos na região. Ex. Encontro de estudantes, Encontro de bandas amadoras regionais de músicas, Campeonatos de esportes (surf, bicicross, etc) 2) Incentivos do lado da oferta : Secretarias estaduais - captar recursos junto aos ministérios e exigir das agências reguladoras a melhoria da infraestrutura das regiões turísticas Subsídios com obrigação de reversão de investimento 3) Financiamento : Fomentar cooperativas de crédito dos arranjos para atender às empresas e comunidade local que têm dificuldade de acesso ao crédito tradicional.

20 1) Incentivos para levar a demanda ao APL : Transporte turístico com diversos roteiros e ônibus tipo jardineira, partindo da orla de Maceió, com ticket de um dia. Realizar mais eventos na região. Ex. Encontro de estudantes, Encontro de bandas amadoras regionais de músicas, Campeonatos de esportes (surf, bicicross, etc) 2) Incentivos do lado da oferta : Secretarias estaduais - captar recursos junto aos ministérios e exigir das agências reguladoras a melhoria da infraestrutura das regiões turísticas Subsídios com obrigação de reversão de investimento 3) Financiamento : Fomentar cooperativas de crédito dos arranjos para atender às empresas e comunidade local que têm dificuldade de acesso ao crédito tradicional.

21 4) Mais ações capacitação/conhecimento : Aumentar os convênios, termos de referência de pesquisa e cooperação, além de bolsas de iniciação tecnológica com universidades e faculdades. Gestão do conhecimento gerado para os arranjos pela coordenação do PAPL, via Portal, Biblioteca virtual, Feira tecnológica de soluções de gargalos dos APLs. 5) Serviços gerais : Aumentar a intensidade de assistência técnica para negócios no turismo. Ex. como calcular o custo e o preço da diária na alta e na baixa temporada a fim de garantir um fluxo de caixa estável. Treinamento para atendimento ao turista, com novas metodologias no local de trabalho, fora das grades de cursos das organizações que já fazem a oferta de treinamento. 6) Regulação : Estabelecer critérios de qualidade para o APL. Ex.: PAS (que foi bem sucedido), padrão de limpeza de hotel, padrões de metrologia para quantidade de alimentos, informações nutricionais.

22 As políticas de desenvolvimento do estado não estão voltadas para o fomento da atividade turísticas => estrutura produtiva existente precária + cooperativismo tênue + frágil tecido empresarial (metade informal) => avanço do arranjo será muito lento PAPL voltado para inclusão social e para MPEs. Outros projeto de desenvolvimento entram em choque com o turismo. Ex. Estaleiro no Pontal do Coruripe => desenvolvimento estadual sem rumo definido Projetos federais : sítios históricos do Mtur, PAC logística e energia ficam direcionados para a esfera regional e muito pouco para o estado => maior apoio político para os APLs, com emendas parlamentares específicas. Falta mapeamento das sobreposição de políticas, programas e ações.

23 Três arranjos em um => somente o núcleo dinâmico se desenvolve, fazendo com que os não evoluam. Por que não uma política setorial para os outros? Por que não outros arranjos nos núcleos não dinâmicos? (APL de Música do Arco das Lagoas) Baixa intensidades dos relacionamentos dos parceiros dos APLs que são tênues e giram em torno do Sebrae-AL => falta de confiança mútua, impedindo o avanço do arranjo. Arcabouço institucional vigente com precária estrutura de incentivos necessária para a evolução dos agentes + falta de integração entre os APLs do estado e de outros estados => sem impactos dos APLs no desenvolvimento regional Sebrae-AL faz papel de policy maker, mas é preciso capacitar agentes locais (envolvidas na comunidade e morando na região) com a metodologia e os fundamentos teóricos de SPILs


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