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Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Marcos Forte Departamento de Informática em.

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Apresentação em tema: "Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Marcos Forte Departamento de Informática em."— Transcrição da apresentação:

1 Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Marcos Forte Departamento de Informática em Saúde (DIS), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) São Paulo, 11 de Junho de 2007 O uso de questionários em trabalhos científicos

2 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Sumário Definição Metodologia para a construção de um questionário População e Amostras Análise dos dados Sumário 11/3/2014Marcos Forte -

3 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP O que é um questionário Um conjunto de questões. Feito para gerar os dados necessários para se verificar se os objetivos de um projeto foram atingidos. Construir questionários bem sucedidos não é uma tarefa fácil. 11/3/2014Marcos Forte -

4 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Metodologia Planejar o que vai ser mensurado Formular as perguntas para obter as informações necessárias. Definir o texto, a ordem das perguntas e o aspecto visual do questionário. Testar o questionário, utilizando uma pequena amostra, em relação a omissões e ambigüidade. Caso necessário, corrigir o problema e fazer um novo pré-teste. Definir a população e o tamanho da amostra. Analisar os dados 11/3/2014Marcos Forte -

5 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Conteúdo das Perguntas 11/3/2014Marcos Forte - O assunto exige uma pergunta separada, ou pode ser incluído em outras perguntas? A pergunta é desnecessariamente minuciosa e específica? Deve­se evitar o uso de abreviação, e não se deve tratar dois assuntos complexos em uma mesma pergunta. Todos os aspectos importantes sobre este tópico serão obtidos da forma como foi elaborada a pergunta? As pessoas têm a informação necessária para responder a pergunta? Os respondentes estarão dispostos a dar a informação? Que objeções alguém poderia ter para responder esta pergunta? O tema abordado é muito íntimo, perturbador ou expõe socialmente as pessoas, de forma a causar resistências e respostas falsas? O conteúdo da pergunta não estará enviesado ou carregado em determinada direção?

6 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Formato das respostas 11/3/2014Marcos Forte - abertas : onde os respondentes ficam livres para responderem com suas próprias palavras. Fechadas: múltipla escolha : onde os respondentes optarão por uma das alternativas. dicotômicas : são as que apresentam apenas duas opções de respostas, de caráter bipolar, do tipo: sim/não; concordo/não concordo.

7 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Escalas 11/3/2014Marcos Forte - Usadas em questionários fechados para medir opiniões do público-alvo. As mais comuns são: Likert : 5 proposições - concorda totalmente, concorda, sem opinião, discorda, discorda totalmente. VAS (Visual Analogue Scales) - baseia-se numa linha apresentando nas extremidades duas proposições contrárias Ex: Útil Inútil Numérica – Ex. de 1 a 10. Guttman - conjunto de respostas hierarquizadas

8 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Formulação das Perguntas 11/3/2014Marcos Forte - Na formulação das perguntas deve­se cuidar para que as mesmas tenham o mesmo significado para o pesquisador e para o respondente. Usar comunicação simples e palavras conhecidas; Não utilizar palavras ambíguas.

9 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Seqüência das perguntas 11/3/2014Marcos Forte - Usar temas e perguntas gerais no inicio do questionário, deixando as perguntas específicas para depois (fechar o foco gradualmente); As perguntas mais pessoais, sensíveis ou embaraçosas devem ser feitas somente no final do questionário e convém que sejam alternadas com questões simples; Deve­se adotar uma ordem lógica de perguntas utilizando um fluxograma ou árvore de decisão para posicionar as perguntas;

10 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Apresentação e Lay-out 11/3/2014Marcos Forte - Quanto melhor e mais adequada for a apresentação, maior a probabilidade de se elevar o índice de respostas.

11 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Pré-teste 11/3/2014Marcos Forte - Utilizado para descobrir problemas e/ou dúvidas que podem surgir durante a aplicação do questionário. Utiliza uma pequena fração da amostra. Caso o pré­teste revele a necessidade de muitas alterações, o questionário revisado deverá ser testado novamente. Economiza tempo e dinheiro.

12 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP População e Amostra 11/3/2014Marcos Forte - A população alvo é o grupo ou os indivíduos a quem a pesquisa se aplica. Uma amostra válida é um subconjunto representativo da população alvo. Se não tivermos uma amostra representativa, não podemos declarar que os resultados generalizam à população alvo.

13 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Métodos de amostragem probabilísticos 11/3/2014Marcos Forte – Amostra aleatória simples Amostra aleatória estratificada Amostragem sistemática Amostragem baseada em agrupamento

14 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Métodos de amostragem não-probabilísticos 11/3/2014Marcos Forte – Geralmente utilizadas em pré-teste. Amostragem de conveniência Amostragem bola de neve (SnowBall) Amostragem de cota Grupos de foco

15 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Tamanho de amostra 11/3/2014Marcos Forte – É necessário determinar um tamanho de amostra apropriado, porque: um tamanho de amostra inadequado pode conduzir a resultados que não são estatisticamente significantes amostragem inadequada de agrupamentos ou estratos incapacita nossa habilidade de comparar e contrastar subconjuntos diferentes da população

16 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Validação de dados 11/3/2014Marcos Forte – ter uma política para controlar questionários incoerentes ou incompletos. investigar as características dos questionários rejeitados da mesma forma que nós investigamos não-respostas para assegurar que não introduzimos nenhuma parcialidade sistemática.

17 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Codificação de dados 11/3/2014Marcos Forte – converter dados de escalas nominais e ordinais de nomes de categoria para contagens numéricas, se necessário. perguntas abertas, como identificar equivalências?

18 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Análise de dados ordinais 11/3/2014Marcos Forte – É comum converter a escala ordinal em um valor numérico correspondente (por exemplo: números 1 a 5) e analisar os dados como se eles fossem dados numéricos simples

19 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Evitando violações de escala 11/3/2014Marcos Forte – utilizar as propriedades da distribuição multinomial. converter uma escala ordinal em uma variável dicotômica. usar a correlação de postos de Spearman ou o tau de Kendall (Siegel e Castellan, 1998) para medir a associação entre variáveis de escala ordinal.

20 UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Dados Nominais 11/3/2014Marcos Forte – O mais comum é determinar a proporção de respostas em cada categoria. distribuição multinomial. tabelas multi-modo (multi-way) e testes chi- quadrados para medir associações entre variáveis de escalas nominais

21 Departamento de Informática em Saúde Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP UNIFESP Dúvidas?


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