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INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES. Estudo das interações mais comuns Relações entre nutrientes na análise foliar.

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Apresentação em tema: "INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES. Estudo das interações mais comuns Relações entre nutrientes na análise foliar."— Transcrição da apresentação:

1 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES

2 Estudo das interações mais comuns Relações entre nutrientes na análise foliar

3 Interação é a influência de um nutriente sobre o outro relativa ao crescimento das plantas; é a resposta diferencial de um nutriente em combinação com várias doses de um segundo nutriente aplicado simultaneamente (Olsen, 1972).

4 Em que sistema de produção o conhecimento das interações entre nutrientes são importantes??

5 As interações entre nutrientes são de natureza complexa e seus efeitos refletem na composição química das plantas

6 Os efeitos da interação variam em razão: proporção dos nutrientes; espécie/cv.; estádio desenvolvimento.

7 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Interações entre nutrientes Afetar os processos de absorção, transporte, redistribuição e metabolismos Eficiência da adubação Produção Ajustes na adubação Aplicando-se o nutriente limitante ou usando fertilizantes combinados: N-P, N-K Conhecimento

8 Elem.Efeito no teor do elemento de Aplic. NPKCaMgSBClCuFeMnMoZn N P K +-- Ca -+-- Mg S -+-- B +- Cl -++ Cu Fe -+- Mn --+- Mo -+ Zn -+

9 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Tipos de interações: Antagonismo Inibição Sinergismo

10 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Tipos de interações: Antagonismo A presença de um elemento diminui a absorção de M, cuja toxidez é assim evitada: o Ca 2+ impede a absorção exagerada de Cu 2+

11 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Inibição Consiste na diminuição da absorção de M provocada pela presença de um outro íon. Temos 2 tipos: competitiva e não competitiva Tipos de interações

12 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Inibição Tipos de interações Inibição competitiva ocorre quando dois elementos competem pelo mesmo sítio do carregador, diminuindo a absorção do nutriente que está em menor concentração; Exemplo: Zn e Ca Inibição não competitiva ocorre quando a ligação se faz em sítios diferentes, como uma redução efetiva da Vmáx. Exemplo: K e Mg

13 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Tipos de interações Sinergismo: A presença de um dado elemento aumenta a absorção de M: o Ca 2+, em concentrações não muito elevadas, aumenta a absorção de cátions e de ânions por seu papel na manuntenção da integridade da plasmalema, o que tem conseqüência na prática da adubação.

14 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Tipos de interações Efeitos não interativos Ocorrem em função: Efeito diluição: plantas sob deficência recebe o nutriente => > taxa de crescimento Efeito concentração: plantas sob estresse como frio/déficit hídrico => < taxa de crescimento

15 Pesquisas sobre as principais interações

16 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e K A interação N K obedece a lei do mínimo, pois quando o N é aplicado em quantidade suficiente para haver elevação da produção, essa passa a ser limitada pelos baixos teores de K aplicado.

17 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e K

18 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES

19 Uma explicação do efeito positivo da interação N K na produção: > eficiência de utilização do N na presença do K K2OK2OProduçãoN-eficiênciaN-total absorvido kg/hat/hakg milho/100 kg Nkg/ha 08, , ,

20 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES A relação N K adequada, além do aumento da produção pode trazer outros benefícios: 1- Reduz o acamamento no milho K 2 O (kg/ha)N (kg/ha) Acamamento, % (3,7 t/ha) 4 (7,7 t/ha) 4 (8,1 t/ha)

21 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES 2- Aumenta a qualidade de grãos (Proteína) Uma possível explicação para as culturas com alto teor de proteína necessitarem (e exportarem) grande quantidade de K através dos grãos seria o envolvimento do K no transporte do N para a síntese protéica. SementeK+K+ Proteína bruta g/kg Soja18380 Feijão14253 Milho3,390 Obs: teor de K x teor proteína: r=0,98

22 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES N e P Estudos tem indicado os efeitos positivos do N especialmente na forma amoniacal que provocam maiores aumentos na absorção do P.

23 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES N e P Este fato pode ser explicado por 2 teses: do P disponível do solo: a absorção do N na forma amoniacal diminui o pH da rizosfera, que por sua vez pode aumentar a disponibilidade de P. do transporte de P na planta: Tem-se um aumento da absorção e translocação do P na planta, visto que o amônio aumenta a taxa de dissociação do complexo fosfato-carregador no xilema, aumentando as concentrações de P na parte aérea.

24 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e P: Tese da queda do pH Comportamento do pH da solução externa qdo o sorgo foi suprido exclusivamente ou combinado (amônio e nitrato) (N-total=300 mg/L) pH

25 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e P A influencia do N na absorção de P ocorre mesmo em solo com alto teor de P, onde a adubação fosfatada não teria efeito na produção da planta. Dose de N (kg/ha) P na matéria seca (%) Produção de grãos (t/ha) 00,223,7 600,275,3 1200,306,4

26 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e P Relação entre produção de grãos de milho e o produto de N e P (NXP) contidos no tecido foliar (Sumner & Farina, 1986).

27 Dose de N, lb/A Dose de P 2 O 5,lb/A Produção, bu/A Grant et al., 1985; Grant et al., INTERAÇÕES DE N e P Efeito da aplicação de N e P na produção do trigo

28 $0.22 $0.27 $0.32 $3.00 $4.00 $ P 2 O 5 Preço, $/lb Preço do trigo, $/bu Retorno líquido da adubação, $/A Retorno econômico $8.60 $6.82 $5.60 $6.68 $5.26 $4.28 $4.76 $3.69 $ lb N/A 40 lb P 2 O 5 /A Grant et al., 1985; Grant et al., 1986 Can. J. Soil Sci. 64:

29 Schlegel et al., N aplicado, lb/A Produção, bu/A com P sem P Efeito da aplicação de nitrogênio, sem e com a presença de fósforo anual (40 lb P2O5/A), sobre a produção da cultura do milho (média de 30 anos) INTERAÇÕES DE N e P

30 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e S Como já visto, o N e o S são nutrientes básicos p/ síntese de proteínas, e um suprimento inadequado de um desses nutrientes, acarreta desbalanceamento, e resultará em prejuízos do produto colhido, além da produção. Isto pode ocorrer com doses pesadas de N sem a aplicação de S. Dados informam que a máxima produção de M.S. de milho foi obtida qdo a relação N/S no tecido era ~ 11 (Stewart & Porter, 1969).

31 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e S Produção de matéria seca e distribuição de N na parte aérea de plantas de milho, aos 35 dias após a germinação, em função de doses de S.

32 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES DE N e S Efeito da relação N/S na produção de matéria seca da parte aérea de rygrass (Jones et al., 1972)

33 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES K, Ca, Mg K => Ca e Mg => produção. A absorção preferencial de K é devido ser íon monovalente com menor grau de hidratação comparado aos divalentes.

34 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES

35 INTERAÇÕES K e Ca Efeito da relação K/Ca nas folhas do Eucalipto sobre a produtividade (Lençóis Paulista)

36 Burmester et al., 1991 (AL) K aplicado, lb K 2 O/A Mg foliar, % INTERAÇÕES K e Mg Efeito da aplicação de potássio no teor foliar de Mg da alfafa

37 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES INTERAÇÕES P e Zn É comum associar a deficiência de Zn: altos níveis de P no solo A explicação seria: A interação P/Zn na raiz e/ou nos vasos condutores, reduzindo a translocação de Zn para a parte aérea, ou ainda uma desordem metabólica causada pela desbalanceamento entre os dois nutrientes.

38 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES Produção de milho em função das relações P/Zn no tecido foliar. O tamanho dos círculos indicam a deficiência de Zn. Aumento do teor de P do solo

39 INTERAÇÕES Mg x Mn-Zn Tabela 92. Absorção de 65 Zn e 54 Mn por raízes destacadas de soja (média quatro cultivares) sob doses crescentes de Mg.

40 INTERAÇÕES S e Mo Ânion-Sulfato => Ânion-Molibdato Consequencia: Metabolismo do N => Deficiencia de N

41 INTERAÇÕES P x B P => Metabolismo de B desordem nutricional em B

42 INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES RelaçãoFaixasRel.Faixas N/P16-18P/Cu N/K1,3-1,4P/Zn N/S16-18Ca/Mg66-75 K/Ca1,7-2,1B/Zn5,0-7,3 K/Mg6,1-6,6Cu/Zn1 N/B Fe/Mn0,73-0,85 N/Cu Relações entre nutrientes foliares considerados adequados para o cafeeiro 1 (Malavolta, 1996).


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