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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE HOSPITAL DE PEDIATRIA PROF. HERIBERTO FERREIRA BEZERRA DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE HOSPITAL DE PEDIATRIA PROF. HERIBERTO FERREIRA BEZERRA DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE HOSPITAL DE PEDIATRIA PROF. HERIBERTO FERREIRA BEZERRA DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA SUPORTE BÁSICO E AVANÇADO DE VIDA EM PEDIATRIA Prof. Jussara Melo de Cerqueira Maia Natal

2 CONCEITOS GERAIS PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA interrupção súbita da atividade mecânica ventricular, útil e suficiente, e da respiração. MORTE CLÍNICA: falta de movimentos respiratórios e batimentos cardíacos eficientes na ausência de consciência, com viabilidade cerebral e biológica () Arquivos Brasileiros de Cardiologia,

3 CONCEITOS GERAIS MORTE BIOLÓGICA IRREVERSÍVEL Deterioração irreversível dos órgãos, que se segue à morte clínica, quando não se institui as manobras de RCR MORTE ENCEFÁLICA (freqüentemente referida como morte cerebral): lesão irreversível do tronco e do córtex cerebral, por injúria direta ou falta de oxigenação, por um tempo, em geral, superior a 5 em adulto com normotermia.

4 CICLO VITAL

5 MORTE O Dia da Morte; pintura de William-Adolphe Bouguereau ( )

6 PCR EM CRIANÇAS INSUFICIÊNCIA RSPIRATÓRIA INSUFICIÊNCIA RSPIRATÓRIA CHOQUE CHOQUE

7 ETIOLOGIA DA PCR SECUNDÁRIA SECUNDÁRIA É a mais freqüente na faixa etária pediátrica. É a mais freqüente na faixa etária pediátrica. Causas freqüentes: pulmonares (pneumonia, aspiração,asma,bronquiolite, epiglotite, afogamento...), choque (sepse, diarréia), ingestão de drogas, estado epiléptico, anestesia. Causas freqüentes: pulmonares (pneumonia, aspiração,asma,bronquiolite, epiglotite, afogamento...), choque (sepse, diarréia), ingestão de drogas, estado epiléptico, anestesia. PRIMÁRIA PRIMÁRIA Portadores de cardiopatia congênita, miocardites, cardiopatias dilatadas, síndrome Wolff-Parkinson-White e em uso de drogas cardioativas ou cardiotóxicas. As arritmias constituem fatores precipitantes habituais.

8 RECONHECIMENTO DA CRIANÇA GRAVEMENTE ENFERMA

9 SINAIS PRECOCES DE SOFRIMENTO CARDIORRESPIRATÓRIO Frequência cardíaca : >180 ou 5 anos) Frequência cardíaca : >180 ou 5 anos) Ritmo cardíaco irregular Ritmo cardíaco irregular Frequência respiratória > 60 incursões/min Frequência respiratória > 60 incursões/min Ritmo respiratório irregular, taquipnéia, dispnéia, tiragem, batimentos de asa de nariz, apnéia, estridor Ritmo respiratório irregular, taquipnéia, dispnéia, tiragem, batimentos de asa de nariz, apnéia, estridor Hipotermia Hipotermia Pulso filiforme Pulso filiforme Cianose ou saturação de O2 < 70-80% Cianose ou saturação de O2 < 70-80% Incapacidade de reconhecer os pais Incapacidade de reconhecer os pais Palidez, pele moteada Palidez, pele moteada Diminuição do nível de consciência Diminuição do nível de consciência Convulsão / trauma grave/ queimadura extensa Convulsão / trauma grave/ queimadura extensa

10 TIPOS DE PARADA ASSISTOLIA ASSISTOLIA Em crianças, na maioria das paradas ocorre assistolia, precedida por bradicardia. Nesta forma, o coração não contrai. Em crianças, na maioria das paradas ocorre assistolia, precedida por bradicardia. Nesta forma, o coração não contrai. ECG – isoelétrico ECG – isoelétrico

11 TIPOS DE PARADA FIBRILAÇÃO VENTRICULAR: FIBRILAÇÃO VENTRICULAR: O reconhecimento e o tratamento da extrassístole ventricular e da taquicardia ventricular previnem de modo substancial a instalação desta arritmia fatal. Pode surgir como mecanismo primário da parada ou após manobras de ressuscitação em paciente em assistolia. O reconhecimento e o tratamento da extrassístole ventricular e da taquicardia ventricular previnem de modo substancial a instalação desta arritmia fatal. Pode surgir como mecanismo primário da parada ou após manobras de ressuscitação em paciente em assistolia. ECG – oscilações sem complexos ventriculares intermitentes. ECG – oscilações sem complexos ventriculares intermitentes. DISSOCIAÇÃO ELETROMECÂNICA: DISSOCIAÇÃO ELETROMECÂNICA: A dissociação eletromecânica tem pior prognóstico, pois admite-se que ela ocorra em casos de falência ventricular com insuficiência coronariana. A dissociação eletromecânica tem pior prognóstico, pois admite-se que ela ocorra em casos de falência ventricular com insuficiência coronariana. ECG - isoelétrico interrompido por complexos normais e anormais. ECG - isoelétrico interrompido por complexos normais e anormais.

12 FIBRILAÇÃO VENTRICULAR

13 SUPORTE DE VIDA EM PEDIATRIA Cadeia de sobrevida Cadeia de sobrevida PREVENÇÃO DA LESÃO RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR PRECOCE ACESSO AO SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

14 PRESERVAR O CÉREBRO PRESERVAR O CÉREBRO OBJETIVO PRIMORDIAL NO ATENDIMENTO À PCR

15 IMPORTÂNCIA DO TEMPO !!! Na PCR, a cada 1 minuto, cai 10% a chance de sua reversão. Após 10 minutos sem nenhuma manobra, o socorro é improvável. Com manobras eficientes, prolonga-se este tempo.

16 PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA TRATAMENTO TRATAMENTO SUPORTE BÁSICO DE VIDA : SUPORTE BÁSICO DE VIDA : Grupo de manobras e medidas para manter a vida até a chegada de socorro médico. Grupo de manobras e medidas para manter a vida até a chegada de socorro médico. SUPORTE AVANÇADO DE VIDA : SUPORTE AVANÇADO DE VIDA : Ressuscitação com a utilização de equipamento adicional ao usado no SBV. Ressuscitação com a utilização de equipamento adicional ao usado no SBV.

17 BLS - BASIC LIFE SUPPORT PÚBLICO ALVO: pessoas leigas que de, alguma forma, possam estar envolvidas em situações de emergência. A intenção é PÚBLICO ALVO: pessoas leigas que de, alguma forma, possam estar envolvidas em situações de emergência. A intenção é OBJETIVO : propiciar rapidez e eficiência no atendimento emergencial. OBJETIVO : propiciar rapidez e eficiência no atendimento emergencial. TEMAS ABORDADOS : TEMAS ABORDADOS : Como ter uma vida saudável; Prevenção de acidentes; Como ativar o Sistema Médico de Emergência; Desfibrilação externa automática. Como ter uma vida saudável; Prevenção de acidentes; Como ativar o Sistema Médico de Emergência; Desfibrilação externa automática. TREINAMENTO : em manequins de manobras de ressuscitação cardiopulmonar e desobstrução de vias aéreas por corpo estranho (engasgo) em adultos e crianças. Ao término do curso, o aluno deverá saber como proceder caso a vítima se encontre inconsciente, sem respirar e sem pulso. TREINAMENTO : em manequins de manobras de ressuscitação cardiopulmonar e desobstrução de vias aéreas por corpo estranho (engasgo) em adultos e crianças. Ao término do curso, o aluno deverá saber como proceder caso a vítima se encontre inconsciente, sem respirar e sem pulso.

18 PALS - PEDIATRIC ADVANCED LIFE SUPORT Suporte básico de vida Emprego de equipamento auxiliar e técnicas especiais, para obter e manter oxigenação, ventilação e perfusão efetivas Monitorização clínica e eletrocardiográfica e detecção de arritmias Obtenção e manutenção de acesso vascular Identificação e tratamento das causas reversíveis de parada cardiopulmonar Tratamento de emergência, de pacientes vítimas de parada cardíaca e respiratória

19 American Heart Association. International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR) analisa as pesquisas na área e publica, a cada 5 anos, as bases científicas para o atendimento médico em situações de emergência. International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR) analisa as pesquisas na área e publica, a cada 5 anos, as bases científicas para o atendimento médico em situações de emergência. Conselhos de ressuscitação de entidades médicas de diferentes países - conjunto de protocolos- guidelines. Conselhos de ressuscitação de entidades médicas de diferentes países - conjunto de protocolos- guidelines. Guia para reanimação cardiopulmonar (RCP) - Circulation(nov/2005), e o novo manual de treinamento publicado pela American Heart Association. Guia para reanimação cardiopulmonar (RCP) - Circulation(nov/2005), e o novo manual de treinamento publicado pela American Heart Association.

20 RCP EM CRIANÇAS 1 – 8 ANOS

21 SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM PEDIATRIA Se o lactente (0-12 meses) ou a criança maior de (1-8 anos) não responde e você está sozinho, comece a RCP imediatamente. Continue por um minuto e então chame por socorro.

22 AVALIANDO A CONSCIÊNCIA

23 ABERTURA DE VIAS AÉREAS

24 ABERTURA DE VIAS AÉEREAS NO TRAUMA

25 ABERTURA DE VIAS AÉREAS

26

27 VER-OUVIR-SENTIR

28 RESPIRAÇÃO BOCA A BOCA EM CRIANÇAS E ADULTOS

29 RESIRAÇÃO BOCA/NARIZ/BOCA EM LACTENTES

30 PALPAÇÃO DO PULSO BRAQUIAL EM LACTENTE

31 PALPAÇÃO DO PULSO CAROTÍDEO

32 COMPRESSÃO TORÁCICA EM LACTENTES

33 COMPRESSÃO TORÁCICA Técnica RN : usar as mãos para cerclagem do tórax. Polegares posicionados lado a lado na linha média do esterno.

34 COMPRESSÃO TORÁCICA - RN Freqüência: ritmo de 100 compressões/ minuto. Geralmente são suficientes para gerar um bom fluxo sangüíneo cerebral. Freqüência: ritmo de 100 compressões/ minuto. Geralmente são suficientes para gerar um bom fluxo sangüíneo cerebral. Proporção: ritmo de 5 compressões/1 ventilação. Proporção: ritmo de 5 compressões/1 ventilação.

35 COMPRESSÃO TORÁCICA EM CRIANÇAS

36 COMPRESSÃO TORÁCICA EM MAIORES DE 8 ANOS E EM ADULTOS

37 COMPRESSÕES TORÁCICAS Lactentes e crianças menores - manobra dos dois polegares, com as mãos do profissional envolvendo o tórax do paciente. Lactentes e crianças menores - manobra dos dois polegares, com as mãos do profissional envolvendo o tórax do paciente. Crianças maiores – deve-se usar uma ou duas mãos sobre o tórax (parte tenar da mão), como em adultos, evitar a flexão dos cotovelos. Crianças maiores – deve-se usar uma ou duas mãos sobre o tórax (parte tenar da mão), como em adultos, evitar a flexão dos cotovelos. Compressões: 15:2 (2 socorristas) - 30:2 (1 socorrista) Compressões: 15:2 (2 socorristas) - 30:2 (1 socorrista)

38 SUPORTE DE VIDA EM PEDIATRIA Manobras de RCP Manobras de RCP A – Abertura das vias aéreas (Airway) A – Abertura das vias aéreas (Airway) B – Respiração (Breathing) B – Respiração (Breathing) C – Circulação (Circulation) C – Circulação (Circulation)

39 RCP em crianças (1-8 anos) Guidelines 2005 RCP em crianças desta idade é similar aos adultos, a compressão e ventilação é também 30:2. Há no entanto 3 diferenças. RCP em crianças desta idade é similar aos adultos, a compressão e ventilação é também 30:2. Há no entanto 3 diferenças. 1) Se você estiver sozinho deve executar RCP durante dois minutos antes de ligar ) Se você estiver sozinho deve executar RCP durante dois minutos antes de ligar ) Use uma só mão para efetuar as compressões torácicas. 2) Use uma só mão para efetuar as compressões torácicas. 3) Pressione o esterno e faça-o baixar 2 a 3 centímetros (1/3 do seu diâmetro). 3) Pressione o esterno e faça-o baixar 2 a 3 centímetros (1/3 do seu diâmetro).

40 SAMU

41 SUPORTE AVANÇADO DE VIDA INTUBAÇÃO TRAQUEAL INTUBAÇÃO TRAQUEAL

42 Suporte Básico de Vida em Pediatria Materiais necessários Materiais necessários Ambus Ambus Máscaras faciais Máscaras faciais Fonte extensões de oxigênio e de aspiração Fonte extensões de oxigênio e de aspiração Catéter de aspiração Catéter de aspiração Tábua de reanimação Tábua de reanimação

43 B – Respiração Para um lactente/criança sem respirar, use um equipamento de barreira ou máscara com bolsa ventilatória regulável de oxigênio se disponível, efetuando 2 insuflações lentas (1-1,5 segundos de duração para a inspiração). Para um lactente/criança sem respirar, use um equipamento de barreira ou máscara com bolsa ventilatória regulável de oxigênio se disponível, efetuando 2 insuflações lentas (1-1,5 segundos de duração para a inspiração).

44 B – Respiração Fazer um selo cobrindo simultaneamente a boca e o nariz com a boca ou máscara. Nas crianças maiores sele somente a boca com a sua mão pressione com os dedos o nariz. Insufle os pulmões lentamente. Fazer um selo cobrindo simultaneamente a boca e o nariz com a boca ou máscara. Nas crianças maiores sele somente a boca com a sua mão pressione com os dedos o nariz. Insufle os pulmões lentamente.

45 C – Circulação Em lactentes e crianças menores - manobra dos dois polegares, com as mãos do profissional envolvendo o tórax do paciente. Em lactentes e crianças menores - manobra dos dois polegares, com as mãos do profissional envolvendo o tórax do paciente. Crianças maiores – deve-se usar uma ou duas mãos sobre o tórax (parte tenar da mão), como em adultos, evitar a flexão dos cotovelos. Crianças maiores – deve-se usar uma ou duas mãos sobre o tórax (parte tenar da mão), como em adultos, evitar a flexão dos cotovelos. Compressões: 15:2 (2 socorristas) - 30:2 (1 socorrista) Compressões: 15:2 (2 socorristas) - 30:2 (1 socorrista)

46 Seqüência do ABC

47

48 SAV - Materiais Ambu e máscara facial Ambu e máscara facial Fonte e extensões de oxigênio e ar comprimido Fonte e extensões de oxigênio e ar comprimido Cateter de aspiração Cateter de aspiração Luvas 7 e 8 Luvas 7 e 8 Laringoscópio lâminas retas e curvas Laringoscópio lâminas retas e curvas Cânulas endotraqueais Cânulas endotraqueais Estetoscópio Estetoscópio Fita adesiva e cadarço Fita adesiva e cadarço Tábua de reanimação Tábua de reanimação Desfibrilador Desfibrilador Garrote Algodão com anti-séptico Catéteres agulhados Buretas e microfix Equipos e BI Seringas Soros (SF e RL) Agulhas - punção intraóssea Material para acesso venoso central Monitor cardíaco Eletrocardiógrafo

49 INTUBAÇÃO TRAQUEAL TUBO ENDOTRAQUEAL (TET) com balonete para todas as idades, exceto em recém-natos, porque otimiza a ventilação por diminuir o escape de ar e diminui o risco de aspiração gástrica TUBO ENDOTRAQUEAL (TET) com balonete para todas as idades, exceto em recém-natos, porque otimiza a ventilação por diminuir o escape de ar e diminui o risco de aspiração gástrica PRESSÃO DO BALONETE - deve ser mantida inferior a cm H2O,para permitir adequada perfusão da mucosa e evitar isquemia. PRESSÃO DO BALONETE - deve ser mantida inferior a cm H2O,para permitir adequada perfusão da mucosa e evitar isquemia. DIÂMETRO DO TET : DIÂMETRO DO TET : TET com balonete (mm) = (idade em anos/4) + 3 ( crianças > 2 anos) TET com balonete (mm) = (idade em anos/4) + 3 ( crianças > 2 anos) TET sem balonete (mm) = (idade em anos/4) + 4 (para crianças acima de 2 anos) TET sem balonete (mm) = (idade em anos/4) + 4 (para crianças acima de 2 anos)

50 INTUBAÇÃO - Assegurar vias aéreas 3 Curva 3 Curva > 10 anos 2-3 Curva 7 anos 2 Reta 2 Reta 5 anos 1-2 Reta 3 anos 1-2 Reta 1 ano 1 Reta 1 Reta 6 meses 1 Reta 1 Reta 1 mês 0-1 Reta NeonatoLÂMINAIDADE

51 INTUBAÇÃO TRAQUEAL 6 6 ou ,5 – 3,0 3,0 – 3,5 3,5 – 4,0 4,0 – 4,5 4,55,05,56,06,57,0 7,5 – 8,0 Prematuro RN a termo 6 meses 1 ano 2 anos 4 anos 6 anos 8 anos 10 anos 12 anos Adolescentes Sonda aspiração - Nº TET - Nº Idade Tubo endotraqueal com balonete (mm) = idade em anos/4 + 3 Tubo endotraqueal sem balonete (mm) = idade em anos/4 + 4

52 Suporte Avançado de Vida ABCD B – Boa Ventilação Iniciar assistência ventilatória após confirmação do posicionamento do TET. Iniciar assistência ventilatória após confirmação do posicionamento do TET. AMBU com fluxo de O2 de 10 a 15 l. AMBU com fluxo de O2 de 10 a 15 l. Ventilar ao mesmo tempo em que é realizada a compressão cardíaca. Ventilar ao mesmo tempo em que é realizada a compressão cardíaca.

53 Suporte Avançado de Vida ABCD ABCD C – Circulação Monitorização cardíaca contínua Monitorização cardíaca contínua Obter acesso venoso periférico ou intra-ósseo Obter acesso venoso periférico ou intra-ósseo Usar drogas adequadas Usar drogas adequadas

54 FUNÇÕES DA EQUIPE DE RCP Médico: Médico: Coordena ações da equipe médica. Coordena ações da equipe médica. Canaliza a via aérea (intubação orotraqueal) e confirma a posição do tubo endotraqueal por ausculta. Canaliza a via aérea (intubação orotraqueal) e confirma a posição do tubo endotraqueal por ausculta. Realiza massagem cardíaca externa (MCE). Realiza massagem cardíaca externa (MCE). Determina drogas e exames. Determina drogas e exames.

55 FUNÇÕES DA EQUIPE DE RCP Enfermeira : Enfermeira : Coordena as ações da equipe de enfermagem. Coordena as ações da equipe de enfermagem. Auxilia na ventilação e na massagem cardíaca externa Auxilia na ventilação e na massagem cardíaca externa Promove a efetivação do acesso venoso periférico Promove a efetivação do acesso venoso periférico Realiza técnica para esvaziamento gástrico. Realiza técnica para esvaziamento gástrico. Fixa o tubo endotraqueal. Fixa o tubo endotraqueal. Administra medicação. Administra medicação.

56 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP Elemento A – presta assistência à ventilação, monitorização, desfibrilação, e tudo que se relaciona ao tronco e cabeceira do paciente. Elemento A – presta assistência à ventilação, monitorização, desfibrilação, e tudo que se relaciona ao tronco e cabeceira do paciente. Elemento B – deve posicionar-se na parte central do corpo da vítima e a assistência relaciona-se ao acesso venoso e a administração de medicamentos. Elemento B – deve posicionar-se na parte central do corpo da vítima e a assistência relaciona-se ao acesso venoso e a administração de medicamentos.

57 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP Elemento C – posicionado na parte inferior do corpo da vítima, cronometra o atendimento, prepara os medicamentos, faz os registros, organiza a unidade. Elemento C – posicionado na parte inferior do corpo da vítima, cronometra o atendimento, prepara os medicamentos, faz os registros, organiza a unidade.

58 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP ATIVIDADES DO ELEMENTO A Posicionar a vítima em decúbito dorsal horizontal Posicionar a vítima em decúbito dorsal horizontal Retirar roupas Retirar roupas Monitorizar o paciente Monitorizar o paciente Posicionar-se a cabeceira do paciente Posicionar-se a cabeceira do paciente Auxiliar na intubação Auxiliar na intubação Conectar o ambu ao umidificador de oxigênio Conectar o ambu ao umidificador de oxigênio Fixar a cânula endotraqueal Fixar a cânula endotraqueal Aspirar vias aéreas Aspirar vias aéreas Preparar o desfibrilador Preparar o desfibrilador

59 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP ATIVIDADES DO ELEMENTO B Posicionar-se na altura toracoabdominal do paciente Posicionar-se na altura toracoabdominal do paciente Puncionar veia periférica Puncionar veia periférica Fazer o controle de glicemia Fazer o controle de glicemia Instalar oxímetro de pulso Instalar oxímetro de pulso Administrar drogas solicitadas pelo médico Administrar drogas solicitadas pelo médico Anotar a dosagem e a hora da administração das drogas Anotar a dosagem e a hora da administração das drogas Verificar P.A. Verificar P.A.

60 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP ATIVIDADES DO ELEMENTO C Posicionar-se próximo ao carro de parada Posicionar-se próximo ao carro de parada Marcar a hora do início do atendimento Marcar a hora do início do atendimento Preparar as drogas de urgência Preparar as drogas de urgência Fornecer o material solicitado Fornecer o material solicitado Manter a sala em ordem e repor o material para o próximo atendimento Manter a sala em ordem e repor o material para o próximo atendimento

61 ACESSO VENOSO Acesso vascular periférico - 90 segundos ou 3 tentativas pela equipe do enfermagem. Não se obtendo sucesso, o acesso deve ser realizado pela via central: intra-óssea (IO) em do 4 anos. Em caso de insucesso, dissecção venosa. Acesso vascular periférico - 90 segundos ou 3 tentativas pela equipe do enfermagem. Não se obtendo sucesso, o acesso deve ser realizado pela via central: intra-óssea (IO) em do 4 anos. Em caso de insucesso, dissecção venosa. Tipo de solução: Ringer lactato ou SF a 0,9%. Tipo de solução: Ringer lactato ou SF a 0,9%. Volume: ml/kg a cada minutos, e reavaliação ao término de cada etapa. Volume: ml/kg a cada minutos, e reavaliação ao término de cada etapa.

62 TRATAMENTO FARMACOLÓGICO Adrenalina : é a droga mais importante na PCR. Dose:0,1 mg/kg ( 0,1 ml/kg da solução diluída a 1:10.000, preparada com 1ml em 9ml de ABD) na primeira dose e nas doses subseqüentes, 0,1 ml/kg da solução 1:1.000 (sem diluir), repetidas a cada 3-5 minutos. Via EV/IO/TOT (esta última, conforme comentado, vem sendo desencorajada). Dose:0,1 mg/kg ( 0,1 ml/kg da solução diluída a 1:10.000, preparada com 1ml em 9ml de ABD) na primeira dose e nas doses subseqüentes, 0,1 ml/kg da solução 1:1.000 (sem diluir), repetidas a cada 3-5 minutos. Via EV/IO/TOT (esta última, conforme comentado, vem sendo desencorajada). Efeitos: melhora a contratilidade do miocárdio/estimula a contração na assistolia ou fibrilação/potencializa a cardioversão na fibrilação/ pode reverter a dissociação eletromecânica. Efeitos: melhora a contratilidade do miocárdio/estimula a contração na assistolia ou fibrilação/potencializa a cardioversão na fibrilação/ pode reverter a dissociação eletromecânica.

63 Desfibrilação ventricular PCR monitorizada - padrão eletrocardiográfico da parada cardíaca. PCR monitorizada - padrão eletrocardiográfico da parada cardíaca. Fibrilação ventricular e dissociação eletromecânica são as maiores indicações do uso do desfibrilador. Fibrilação ventricular e dissociação eletromecânica são as maiores indicações do uso do desfibrilador. O primeiro choque deve ser de 2J/kg. Não são mais recomendados 3 choques em seqüência. Após desfibrilação, é necessário reiniciar compressões e mantê-las por 2 minutos antes de checar o pulso e o ritmo cardíaco. Na sequência, se necessário, recomenda-se 4J/kg. Se o ritmo continua inalterado após 2 desfibrilações, indica-se o uso de drogas. A primeira opção é a adrenalina, mas a seguir, pode-se usar antiarritmicos como a amiodarona. O primeiro choque deve ser de 2J/kg. Não são mais recomendados 3 choques em seqüência. Após desfibrilação, é necessário reiniciar compressões e mantê-las por 2 minutos antes de checar o pulso e o ritmo cardíaco. Na sequência, se necessário, recomenda-se 4J/kg. Se o ritmo continua inalterado após 2 desfibrilações, indica-se o uso de drogas. A primeira opção é a adrenalina, mas a seguir, pode-se usar antiarritmicos como a amiodarona. Seqüência – choque (2J/Kg) RCP por 2 min checar ritmo e pulso choque (4 J/ Kg) RCP por 2 minutos + droga – checar ritmo/pulso choque (4J/kg) RCP + droga. Seqüência – choque (2J/Kg) RCP por 2 min checar ritmo e pulso choque (4 J/ Kg) RCP por 2 minutos + droga – checar ritmo/pulso choque (4J/kg) RCP + droga. Eletrodos : 8 cm diâmetro (crianças maiores) e 4-5 cm diâmetro (crianças menores). Eletrodos : 8 cm diâmetro (crianças maiores) e 4-5 cm diâmetro (crianças menores).

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65 OBRIGADA

66 CONTINUAR RCP 5 CICLOS OU 2 MINUTOS

67 PCR EM CRIANÇAS < 1 ANO ( RN NÃO INCLUÍDOS )

68 DESFIBRILAÇÃO NÃO RECOMENDADA DESFIBRILAÇÃO NÃO RECOMENDADA

69 OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPOS ESTRANHOS Perguntar à vítima consciente: Você está engasgado? Perguntar à vítima consciente: Você está engasgado? Se a vítima acenar positivamente com a cabeça Se a vítima acenar positivamente com a cabeça Abrir vias aéreas Abrir vias aéreas Inspecionar a boca e remover objetos, se houver Inspecionar a boca e remover objetos, se houver Não elevar a língua e mandíbula Não elevar a língua e mandíbula Não realizar varredura digital às cegas Não realizar varredura digital às cegas Se vítima consciente: manobra de Heimlich Se vítima consciente: manobra de Heimlich Se vítima inconsciente: RCP sem compressões abdominais. Se vítima inconsciente: RCP sem compressões abdominais.

70 Manobra de Heimlich Manobra de desobstrução das VAS

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72 Obrigada!

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