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UTILIZAÇÃO DE DROSOPHILIDAE COMO INDICADOR DAS MUDANÇAS AMBIENTAIS NA ÁREA DE EXPLORAÇÃO PETROLÍFERA DO URUCU Ivaneide da Silva Furtado Marlúcia Bonifácio.

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1 UTILIZAÇÃO DE DROSOPHILIDAE COMO INDICADOR DAS MUDANÇAS AMBIENTAIS NA ÁREA DE EXPLORAÇÃO PETROLÍFERA DO URUCU Ivaneide da Silva Furtado Marlúcia Bonifácio Martins

2 atualmente são os mais adequados para o uso em avaliação de impactos ambientais. apontadas como potenciais bioindicadores para a avaliação de impacto e monitoramento da recuperação florestal. tem sua biologia bem conhecida e é utilizada experimentalmente em várias áreas da biologia Busca de grupos que concentrem características necessárias para as espécies serem consideradas como bons indicadores das condições ambientais Introdução Insetos Drosofilideos

3 Características presentes no grupo que facilitam sua utilização como bioindicador ampla distribuição geográfica elevada densidade populacional diversidade de microhabitats variedade de substratos capacidade de dispersão ciclo de vida curto fácil reprodução facilmente coletadas e criadas em laboratório Introdução

4 Família Drosophilidae Apresenta diversidade nos padrões de: desenvolvimento morfologia fisiologia e comportamento Os quais estão fortemente relacionadas com a Temperatura e umidade, fatores que explicam a distribuição e abundância das espécies dessa família Introdução

5 A sobrevivência das espécies esta limitada pelos tipos de ambiente? Questão

6 Material e Método Área de estudo: Base Operacional Geólogo Pedro de Moura O experimento foi realizado em três ambientes: mata contínua clareira natural clareira antropizada

7 Emergência de Drosophilidae em campo O experimento foi desenvolvido em duas etapas uma no período chuvoso, utilizando fêmeas adultas de cinco espécies; D. willistoni, D. paulistorum, D. tropicalis, D. equinoxialis, D. malerkotliana e outra no período seco com o acréscimo de mais quatro espécies; D. ananassae, D. fumipennis, D. nebulosa, D. sturtevanti

8 Procedimento Todas as fêmeas foram acondicionadas individualmente em frascos contendo 15cc de meio de cultura para permitir a oviposição. Foto da disposição dos frascos em campo aguardando as emergências. Os grupos de frascos estão separados por apresentarem fêmeas de diferentes ambientes de origens.

9 Primeira etapa MATA DISTRIBUIÇÃO RODÍZIO 1 RODÍZIO 2 Esquema de distribuição das fêmeas capturadas na mata e clareira natural e foram utilizadas na primeira etapa do experimento em campo. CLAREIRA NATURAL

10 Segunda etapa DISTRIBUIÇÃO RODÍZIO 1 RODÍZIO 2 CLAREIRA. NATURAL JAZIDAMATA Esquema de distribuição das fêmeas capturadas na mata, clareira natural e clareira de jazida utilizadas na segunda etapa do experimento em campo.

11 Resultados & Discussão Na primeira etapa Foi observado um total de emergências. D. equinoxialis, D. paulistorum, D. willistoni e D. malerkotliana apresentaram bom desempenho em relação a emergência da F1 nos dois ambientes em que foi realizado o experimento:mata e clareira natural. Não apresentaram diferenças significativas entre as diferentes origens da fêmea (P>0,05).

12 Na segunda etapa Espécies Clareira naturalClareira antropizadaMataTotal D. equinoxialis 2 (1)012 (1)14 D. paulistorum 36 (7)053 (9)89 D. willistoni 19 (3)0 38 D. malerkotliana 145 (13)42 (8)285 (19)472 D. nebulosa 005 (1)5 Total Valores absolutos obtidos da emergência de adultos das espécies de Drosophilidae em sete dias de observação em campo. Entre parêntese o numero de fêmeas reprodutoras em cada ambiente.

13 ClareiraJazidaMata Clareira {1} - 0, , Jazida {2} - 0, Mata {3} - Valores do Teste de Tukey entre os ambientes de estudo para a espécie D. malerkotliana D. malerkotliana, única espécie que emergiu nos três ambientes. através da analise de variância foi observado diferença significativa entre os ambientes (P=0,0014)

14 D. paulistorum e D. equinoxialis Não se desenvolveram no ambiente de jazida, devido a sensibilidade destas espécies a ambientes com temperaturas elevadas e baixa umidade. Com estes resultados pode-se observar o potencial dessas espécies como indicadoras das condições ambientais, associando- as a florestas mais preservadas. Estas espécies são estenotópicas para ambientes prístinos.

15 D. malerkotliana É uma espécie invasora e adaptada a ambientes florestais perturbados. Apresentou boa performance em relação emergência de seus descendentes nos diferentes ambientes. E uma espécie euritopica A melhor perfomance de emergência da espécie ocorreu no ambiente de mata. Esta espécie foi capturada em baixa freqüência no interior da mata, este resultado, provavelmente esteja relacionado a uma possível competição inter-especifica onde as espécies nativas estão de algum modo levando vantagem.

16 Este experimento proporcionou conhecimento com relação resposta dos drosofilídeos às mudanças ambientais em conseqüência da extração de Petróleo, (alteração do habitat), indicando espécies úteis para monitorar o sucesso da recuperação das clareiras oriundas das atividades de exploração, a partir das tecnologias aplicadas.

17 Obrigada Museu Goeldi Capes Pos graduação em Zoologia FINEP/Petrobras


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