A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Expansão Marítima Européia (Século XV) Professor Alcidélio Camilo Professor Alcidélio Camilo.

Cópias: 1
Expansão Marítima Européia (Século XV) A EXPANSÃO ULTRAMARINA EUROPÉIA No século XV, o comércio europeu sempre em busca de novos produtos e mercados,

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Expansão Marítima Européia (Século XV) Professor Alcidélio Camilo Professor Alcidélio Camilo."— Transcrição da apresentação:

1

2 Expansão Marítima Européia (Século XV) Professor Alcidélio Camilo Professor Alcidélio Camilo

3 A EXPANSÃO ULTRAMARINA EUROPÉIA No século XV, o comércio europeu sempre em busca de novos produtos e mercados, sentiu necessidade de se estender além das fronteiras européias, em direção à África e ao Oriente. A burguesia e os governos europeus, iniciaram, então, o movimento que caracterizou a formação do mundo moderno: A Expansão Ultramarina Européia, iniciada por Portugal e continuada, posteriormente, pela Espanha, Holanda, França e Inglaterra. Navegar é preciso...

4 Antecedentes das Expedições Marítimas

5 Panorama - Fim da Idade Média Crise Geral do Século XIV (Trilogia Negra) Crise Geral do Século XIV (Trilogia Negra) Fome Fome Agricultura decadente (baixa produtividade – necessidade de novas terras) Agricultura decadente (baixa produtividade – necessidade de novas terras) Surto demográfico e fatores climáticos Surto demográfico e fatores climáticos Pestes Pestes Fome e péssimas condições de higiene (enfraquecimento) Fome e péssimas condições de higiene (enfraquecimento) Peste Bubônica (Peste Negra) – doença enviada por Deus Peste Bubônica (Peste Negra) – doença enviada por Deus Guerras Guerras Guerra dos Cem Anos ( ) Guerra dos Cem Anos ( ) Guerra das Duas Rosas ( ) - Inglaterra Guerra das Duas Rosas ( ) - Inglaterra Outras Crises Outras Crises Rebeliões camponesas, Revoltas dos artesãos e Estagnação Comercial Rebeliões camponesas, Revoltas dos artesãos e Estagnação Comercial

6 Fatores da Crise Fatores Econômicos da Crise – – Crise do Sistema Feudal – – Advento do Capitalismo (pré capitalismo) Produção para mercado, Trocas monetárias e Busca de lucros Fatores Políticos da Crise – – Formação das Monarquias Nacionais (Estado Moderno) – – Centralização do poder político - Absolutismo monárquico Fatores Sócio-Culturais da Crise – – Ascensão da Burguesia (identificada com o capitalismo) – – Urbanização (resultado de atividades mercantis) – – Renascimento cultural (antropocentrismo x teocentrismo) Fatores Religiosos da Crise – – Reformas Religiosas (ética protestante – acumulação de riqueza) A Peste

7 Fim da Idade Média Renascimento Comercial e Urbano (Séc. XIII) Renascimento Comercial e Urbano (Séc. XIII) Iniciado com as Cruzadas (em nome de Deus) Iniciado com as Cruzadas (em nome de Deus) Guerra Santa – conquista de terras e conversão de infiéis Guerra Santa – conquista de terras e conversão de infiéis Busca de artefatos sagrados e saques Busca de artefatos sagrados e saques Eliminação de excedentes sociais Eliminação de excedentes sociais Intensificação da atividade mercantil Intensificação da atividade mercantil Forte contato com o Oriente Forte contato com o Oriente Expansão do islamismo Expansão do islamismo Principal eixo de comércio – Mar Mediterrâneo Principal eixo de comércio – Mar Mediterrâneo Gênova e Veneza (portos) tornaram-se importantes Gênova e Veneza (portos) tornaram-se importantes Entrepostos de Alexandria, Beirute, Antioquia, Constantinopla Entrepostos de Alexandria, Beirute, Antioquia, Constantinopla Europa Setentrional (Norte) Europa Setentrional (Norte) Feiras de comércio – urbanização Feiras de comércio – urbanização

8 Visões de Mundo

9 Portugal

10 A Alternativa... A limitação do mercado consumidor, o esgotamento das minas de metais preciosos e o monopólio italiano no Mediterrâneo provocaram a busca de uma alternativa para expandir o comércio. Portanto, a expansão marítimo comercial européia foi resultante da busca de soluções para uma série de problemas do século XIV. A limitação do mercado consumidor, o esgotamento das minas de metais preciosos e o monopólio italiano no Mediterrâneo provocaram a busca de uma alternativa para expandir o comércio. Portanto, a expansão marítimo comercial européia foi resultante da busca de soluções para uma série de problemas do século XIV. A solução seria trazer um produto que todos quisessem consumir a baixos preços: as especiarias.. A solução seria trazer um produto que todos quisessem consumir a baixos preços: as especiarias..

11 O que fazer? Para vendê-las mais barato era necessário um meio de transportá-las em grande quantidade e a baixo custo, evitando os intermediários. Para vendê-las mais barato era necessário um meio de transportá-las em grande quantidade e a baixo custo, evitando os intermediários. A SAÍDA: O Oceano Atlântico - porém não havia rotas marítimas conhecidas que ligassem Europa e Oriente. Era preciso descobri-las. A SAÍDA: O Oceano Atlântico - porém não havia rotas marítimas conhecidas que ligassem Europa e Oriente. Era preciso descobri-las.

12 Grandes Navegações Séc. XV e XVI Séc. XV e XVI Expansão mercantil européia Expansão mercantil européia Época das Grandes Navegações e Descobrimentos Época das Grandes Navegações e Descobrimentos Transição Transição Idade Média para Idade Moderna Idade Média para Idade Moderna Fatores da Transição Fatores da Transição Econômicos (capitalismo) Econômicos (capitalismo) Políticos (absolutismo) Políticos (absolutismo) Sócio-Culturais (burguesia e renascimento) Sócio-Culturais (burguesia e renascimento) Religiosos (reformas religiosas) Religiosos (reformas religiosas)

13 IDADE MÉDIA IDADE MODERNA 1500 Reforma Religiosa 1517 Colonização brasileira FEUDALISMOCAPITALISMO Invasões Bárbaras CaosDescobrimento do Brasil Grandes Navegações Renascimento

14 Transformações do século XV Quando se iniciaram as grandes navegações, no século XV, a Europa atravessava um período de profundas transformações nos setores econômico, social e político: Quando se iniciaram as grandes navegações, no século XV, a Europa atravessava um período de profundas transformações nos setores econômico, social e político: O início da Revolução Comercial; O início da Revolução Comercial; o crescimento da burguesia mercantil e financeira o crescimento da burguesia mercantil e financeira o processo de centralização monárquica. o processo de centralização monárquica.

15 TRANSFORMAÇÕES FEUDALISMO CAPITALISMO Subsistência Lucro Mercados Progresso Econômico Circulação de riquezas

16 Trabalho Servil Trabalho Assalariado Manufaturas Burguesia Crédito Bancário Expansão Marítima Rev. Industrial Crescimento Comercial

17 Protecionismo Metalismo Controle do Estado Balança comercial favorável Monopolismo Colonialismo

18 Novos Territórios Especiarias Metais Preciosos Bússola Caravelas Novos Mercados Expansão do Cristianismo Pioneirismo português

19 OS INTERESSADOS... INTERESSE DOS ESTADOS NACIONAIS – a expansão aumentaria os poderes dos reis, manteria os privilégios da nobreza e elevaria os lucros da burguesia. INTERESSE DOS ESTADOS NACIONAIS – a expansão aumentaria os poderes dos reis, manteria os privilégios da nobreza e elevaria os lucros da burguesia. INTERESSE DA IGREJA – expansão da fé cristã, justificando a conquista e conversão dos povos não-cristãos. INTERESSE DA IGREJA – expansão da fé cristã, justificando a conquista e conversão dos povos não-cristãos. INTERESSES MATERIAIS – todos os envolvidos queriam enriquecer, projetar-se socialmente. INTERESSES MATERIAIS – todos os envolvidos queriam enriquecer, projetar-se socialmente.

20 Os Interesses da sociedade Portuguesa Por que queriam ir os portugueses para a expansão?

21 Localização Geográfica Portugal

22 Visões de Mundo

23 Lendas Ligadas à navegação Naquela época, havia lendas que faziam crer que o mar estava cheio de monstros, capazes de engolir navios. Ouvia-se dizer que o mar engolia os barcos, que havia monstros... Para lá do cabo Bojador oSol era tão quente que a água fervia...

24 Lendas Ligadas à navegação Diz a lenda que este gigante, O Adamastor habitava no Cabo das Tormentas e que se vingava dos navegadores que por ali tentavam passar. Até ao final da Idade Média os conhecimentos geográficos eram poucos e estavam envolvidos em imensas lendas. Acreditava-se que a Terra era um disco plano que pairava no espaço, circulando à sua volta os outros corpos celestes, como a Lua, o Sol e as estrelas visíveis no céu (Teoria Geocêntrica).

25 Visões dos mares

26 Fatores do Expansionismo Expansão Marítima (superação das crises) Expansão Marítima (superação das crises) Retomada do lucrativo comércio com o Oriente Retomada do lucrativo comércio com o Oriente Artigos de luxo (seda, musselinas, tapeçarias, objetos de marfim, jóias) Artigos de luxo (seda, musselinas, tapeçarias, objetos de marfim, jóias) Especiarias (cravo, pimenta, canela, noz-moscada, açúcar) Especiarias (cravo, pimenta, canela, noz-moscada, açúcar) Novas Rotas para as Índias Novas Rotas para as Índias Índias – como era conhecido o Oriente controlado por árabes Índias – como era conhecido o Oriente controlado por árabes Norte da África – dominadas pelos mulçumanos Norte da África – dominadas pelos mulçumanos Mar Mediterrâneo – controlado por Italianos Mar Mediterrâneo – controlado por Italianos Necessidade de metais preciosos Necessidade de metais preciosos Metalismo e Cunhagem de moedas para incentivar o comércio Metalismo e Cunhagem de moedas para incentivar o comércio

27 Principais especiarias Eram especiarias também: Eram especiarias também: o gengibre, o gengibre, a canela, a canela, o açúcar. o açúcar. Os europeus compravam outros produtos do Oriente, como: Os europeus compravam outros produtos do Oriente, como: tecidos finos, tecidos finos, tapetes, tapetes, cristal, cristal, perfumes, perfumes, porcelana e seda. porcelana e seda.

28 Principais especiarias Cravo da Índia Cravo da Índia Pimenta do reino Pimenta do reino Noz Moscada Noz Moscada

29

30 Fatores do Expansionismo Fatores Políticos Fatores Políticos Centralização do poder (rei) permitiu a execução do expansionismo Centralização do poder (rei) permitiu a execução do expansionismo Aliança entre burguesia e monarquia Aliança entre burguesia e monarquia Monarquia permitia a mobilização de recursos em escala nacional Monarquia permitia a mobilização de recursos em escala nacional Fatores Sociais Fatores Sociais Ascensão da burguesia e crescimento urbano – aumento no consumo de produtos orientais Ascensão da burguesia e crescimento urbano – aumento no consumo de produtos orientais Fatores Culturais (Renascimento) Fatores Culturais (Renascimento) Desenvolvimento do espírito capitalista, sede de riqueza, ouro; Desenvolvimento do espírito capitalista, sede de riqueza, ouro; Maior valorização do conhecimento humano Maior valorização do conhecimento humano Valorização da ciência e conhecimentos técnicos (bússola, astrolábio) Valorização da ciência e conhecimentos técnicos (bússola, astrolábio) Arte Náutica, construção naval, geografia, cartografia, física, Astronomia Arte Náutica, construção naval, geografia, cartografia, física, Astronomia Fatores Religiosos (justificativas) Fatores Religiosos (justificativas) Igreja - Luta contra o mundo mulçumano – Expansão da fé cristã Igreja - Luta contra o mundo mulçumano – Expansão da fé cristã Guerra Santa – conquista de terras de árabes e saques. espírito cruzadístico ( combater em nome da Cruz), isto é, o espírito de combate de levar o cristianismo para os povos pagãos e também o combate aos infiéis. Guerra Santa – conquista de terras de árabes e saques. espírito cruzadístico ( combater em nome da Cruz), isto é, o espírito de combate de levar o cristianismo para os povos pagãos e também o combate aos infiéis.

31 Instrumentos de navegação Quadrante BalestilhaAstrolábio Bússola

32 bússola foi uma das invenções que impulsionou a Expansão Marítima. ssim como a bússola, o astrolábio ajudava nas navegações, e funcionava baseado à luz do Sol. Bússola

33 Astrolábio Destinados a estabelecer a posição dos navios no alto mar, pelo cálculo das latitudes, através da medição das alturas do sol e da Estrela Polar. Este astrolábio tinha como único objectivo medir a altura do sol, pois no Atlântico sul a Estrela Polar não era observada. Bússola, originária do Oriente, não se sabe a data exacta da sua introdução na Europa Medieval. Há quem atribua a sua invenção a Maricourt ou a Raimundo Lulo, nos fins do século XIII, mas a cartografia italiana e marroquina mostram o erro de tal afirmação. Em Portugal o mais antigo documento que se lhe refere é de O Quadrante permitia medir a altura do sol, observando-se o horizonte através da ranhura na extremidade da régua principal. Fazia-se então deslocar a peça anexa à haste curva superior, até que a sombra do sol incidisse sobre a abertura, procedendo-se depois, à leitura na escala. O quadrante também servia para medir a altura da estrela polar. Sobre uma vara longitudinal graduada deslizava-se outra outra transversal, de modo a que os seus extremos podiam fixar-se em duas estrelas, calculando-se, assim, a distância angular entre elas, tal como a hora e a latitude geográfica Instrumentos Náuticos

34 Cartografia Planisfério T-O (século IX) Planisfério de Zona (Século XII) Planisfério dito de Cantino, este planisfério representa a África com bastante exactidão e é a mais antiga carta portuguesa e inclui um largo trecho de litoral brasileiro Planisfério de 1457, salienta-se a forma correcta como a costa do Mediterrâneo está delineada, enquanto o restante foi construído de forma um pouco arbitrária.

35 Escola de Sagres

36 Descobrimentos Marítimos Pioneirismo de Portugal Pioneirismo de Portugal Centralização Política Centralização Política Formação de Monarquia Nacional precoce ( Revolução de Avis) Formação de Monarquia Nacional precoce ( Revolução de Avis) Centralização de poder nas mãos do rei (absoluto) Centralização de poder nas mãos do rei (absoluto) Apoio do grupo mercantil – desenvolvimento do comércio Apoio do grupo mercantil – desenvolvimento do comércio Paz Interna Paz Interna Ausência de guerras e estrangeiros (mulçumanos) Ausência de guerras e estrangeiros (mulçumanos) Monarquia aliada à Burguesia Monarquia aliada à Burguesia Príncipe infante D. Henrique (o navegador) criou Escola de Sagres Príncipe infante D. Henrique (o navegador) criou Escola de Sagres Sagres (1418) - Desenvolvimento da empresa náutica Sagres (1418) - Desenvolvimento da empresa náutica Posição Geográfica favorável Posição Geográfica favorável Cercada por oceano atlântico e mar mediterrâneo Cercada por oceano atlântico e mar mediterrâneo

37 ETAPAS DA EXPANSÃO PORTUGUESA 1ª ETAPA ( ) – é explorada a costa atlântica da África até o golfo da Guiné, dando a Portugal acesso direto às especiarias. 1ª ETAPA ( ) – é explorada a costa atlântica da África até o golfo da Guiné, dando a Portugal acesso direto às especiarias. 2ª ETAPA ( ) – continua a exploração do litoral africano em direção ao sul. Bartolomeu Dias descobre o cabo da Boa Esperança (1488) e Vasco da Gama atinge a Índia. 2ª ETAPA ( ) – continua a exploração do litoral africano em direção ao sul. Bartolomeu Dias descobre o cabo da Boa Esperança (1488) e Vasco da Gama atinge a Índia. 3ª ETAPA ( ) – a partir da expedição de Cabral, os navegadores lusos foram cada vez mais longe: Groenlândia, circunavegação da Terra, extremo Oriente e atingiram também a Austrália. 3ª ETAPA ( ) – a partir da expedição de Cabral, os navegadores lusos foram cada vez mais longe: Groenlândia, circunavegação da Terra, extremo Oriente e atingiram também a Austrália.

38 Expansão Marítima Portuguesa - Rio Tejo/Lisboa

39 Conquistas Portuguesas Ciclo Oriental (Périplo africano) Ciclo Oriental (Périplo africano) Ceuta (1415) Ceuta (1415) Expedição militar – cidade onde convergiam mercadores mulçumanos Expedição militar – cidade onde convergiam mercadores mulçumanos Controle político militar do Estreito de Gibaltrar – fracasso comercial Controle político militar do Estreito de Gibaltrar – fracasso comercial Arquipélago da Madeira (1419) – cana, pecuária, escravos (capitanias) Arquipélago da Madeira (1419) – cana, pecuária, escravos (capitanias) Arquipélago da Açores (1431) – cana, pecuária, escravos (capitanias) Arquipélago da Açores (1431) – cana, pecuária, escravos (capitanias) Cabo Bojador (1434) Cabo Bojador (1434) Cabo Branco (1445) - Fundação da feitoria de Arguim Cabo Branco (1445) - Fundação da feitoria de Arguim Arquipélago de Cabo Verde (1445) – cana, pecuária, escravos (capitan.) Arquipélago de Cabo Verde (1445) – cana, pecuária, escravos (capitan.) Golfo Guiné e Cabo das Palmas (1452) e linha Equador (1471) Golfo Guiné e Cabo das Palmas (1452) e linha Equador (1471) Rio Congo e Angola (1482) – feitorias S. Jorge da Mina, Luanda e Cabinda Rio Congo e Angola (1482) – feitorias S. Jorge da Mina, Luanda e Cabinda Cabo da Boa Esperança (1488) – contorno do litoral africano Cabo da Boa Esperança (1488) – contorno do litoral africano Calicute (1498) – Tentativas de Império Português no Oriente Calicute (1498) – Tentativas de Império Português no Oriente

40 Conquistas Portuguesas – Índias Brasil e Índias (1500) Brasil e Índias (1500) Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil e segue para as Índias Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil e segue para as Índias Esquadra Militar - Tentativa de se fixar no oriente (Império) Esquadra Militar - Tentativa de se fixar no oriente (Império) Índias ( ) Índias ( ) Francisco Almeida Francisco Almeida Afonso de Albuquerque (fundador do império Português nas Índias) Afonso de Albuquerque (fundador do império Português nas Índias) Conquistas militares portuguesas no Oriente Conquistas militares portuguesas no Oriente Golfo Pérsico (Aden) Golfo Pérsico (Aden) Índias (Calicute, Goa, Damão e Diu) Índias (Calicute, Goa, Damão e Diu) Ilha do Ceilão e Indonésia (ilha de Java) Ilha do Ceilão e Indonésia (ilha de Java) Acordos Comerciais (1517 e 1530) Acordos Comerciais (1517 e 1530) China (Macau) China (Macau) Japão Japão

41

42 CEUTA Ceuta


Carregar ppt "Expansão Marítima Européia (Século XV) Professor Alcidélio Camilo Professor Alcidélio Camilo."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google