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Infecções em Instituição de Longa Permanência Paulo Villas Bôas CPCIH - Hospital das Clínicas Faculdade de Medicina de Botucatu Unesp.

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1 Infecções em Instituição de Longa Permanência Paulo Villas Bôas CPCIH - Hospital das Clínicas Faculdade de Medicina de Botucatu Unesp

2 Prática do controle de infecção hospitalar Assistência saúde Até 1990 – Nível hospitalar Anos 90 Nível ambulatorial Hospital dia Instituição de longa permanência Home care

3 Instituição de Longa Permanência (ILP) Supervisão para residente que não consegue viver por si só Cuidados para paciente com um ou mais problemas médicos que o incapacita

4 Instituição de Longa Permanência (ILP) Casa de repouso para idoso Hospital de retaguarda (paciente crônico) Hospital psiquiátrico Unidades de cuidados intermediários Hospital dia

5 Cuidado nas ILPs Vários níveis de atenção Tempo todo

6 Envelhecimento populacional

7 Idoso e institucionalização 25% das pessoas 65 a cuidados em uma instituição de longa permanência (ILP), durante a sua vida. número de pessoas com necessidade de ILP aumentará de 1,5 para 5 milhões no ano de % dos residentes em ILP > 75 a mulheres > homens 70% no Canadá 75% nos EUA (KEMPER & MURTAUGH, 1991)

8 Perfil da população que vivem em ILPs

9 Perfil do paciente idoso em ILP Mulher > 80 anos idade Cuidados por mais que 6 meses Declínio cognitivo Dependência física Interferência nas atividades de vida diária AVD – transferência, vestir, banho, toalete (continência), alimentação

10 Perfil do paciente adulto em ILP SIDA Trauma severo Doenças neurológicas Esclerose múltipla Esclerose lateral amiotrófica Dependente de ventilação mecânica

11 Perfil do paciente em ILP POPULAÇÃO HETEROGÊNA

12 Imunologia no idoso Declínio na função imune Imunidade celular Número e função de linfócitos T declina Reativação de tuberculose e herpes-zoster Diminuição na produção de anticorpos

13 Defesas locais Ressecamento da pele Acloridria gástrica Retenção urinária Diminuição do clearence mucociliar das vias aéreas

14 Características das ILPs que predispõem à infecção Residentes participam de atividades em grupo Pacientes colonizados de hospital Condições de higiene individual Condições de saúde do institucionalizado Incontinência urinária – 50% Incontinência fecal – 30 a 40% Sondagem vesical crônica – 5 a 10%

15 INSTITUCIONALIZAÇÃO E INFECÇÃO Maior parte dos residentes em ILP Idosos Pessoas com alterações imunológicas, distúrbio cognitivo e/ ou impedimentos físicos e doenças que levam a alteração da resistência Maior susceptibilidade de adquirir infecção e suas complicações

16 Taxas de infecção em ILP - variáveis Infecção é uma das mais freqüentes causas de hospitalização e de morte dos pacientes em ILP ( IRVINE et al,1984 ). A taxa de infecção em ILP infecções por 1000 pacientes - dia (0.8 a 9.5) ( SMITH & RUSNA, 1997 )

17 Infecção em ILP Infecção Morbidade Mortalidade Diagnóstico Dificultado Paciente não verbaliza

18 Infecção em ILP Achados do exame físico Difícil interpretação Associação com comorbidades Visita médica Infrequente Indicação de infecção Profissionais da área de saúde Testes diagnósticos Raros

19 Fontes de Infecção Endógena Microbiota períneo, pele e orofaringe Exógena Pacientes Funcionários Institucionalizados

20 Agentes etiológicos Gram positivo Staphylococcus aureus Staphylococcus coagulase negativa Pneumococo Enterococo Gram negativo Pseudomonas Enterobactérias Fungos Cândida Vírus Influenza, Varicela-Zoster

21 Manifestação clínica Típica Infecção do trato urinária Sintomas urinários – 50% Febre – 30% Infecção do trato respiratório Tosse – 75% Febre – 62% Atípica Alteração função cognitiva e mental Declínio do estado físico 77% dos episódios de declínio de função

22 Manifestação clínica Febre Temperatura corporal basal – menor Temperatura > 38,3 o C Sensibilidade 40% Temperatura de 37,8 o C Sensibilidade 70% Especificidade 90% Valor predictivo positivo de infecção 55% Aumento na temperatura basal em 1,1 o C

23 Manifestação clínica Taquipnéia Freqüência resp. normal – 16 a 25 ipm Sinal validado – FR > 25 ipm Desidratação Alteração na resposta vasopressina Ocorrência - 60% episódios de infecção

24 Principais infecções em ILP Incidência Urinária 0,1 a 2,4 episódios / 1000 residentes dia Pneumonia 0,6 a 4,7 episódios / 1000 residentes dia Pele e partes moles 0,28 episódios / 1000 residentes dia Gastrintestinal Quadros epidêmicos

25 Associação de doença clínica e topografia de infecção Diabetes mellitus – ITU, pele DPOC – pneumonia Alteração reflexo da tosse – pneumonia aspirativa Cateter urinário – ITU Prostatismo – ITU Alteração do estado mental – pneumonia Imobilidade crônica – pele e partes moles

26 Hospitais Psiquiátricos

27 Hospital psiquiátrico AnoHospital público (%) Hospital particular (%) Total ,582,5256 DATASUS, 1999

28 Hospital psiquiátrico Perfil paciente - Bauru Tipo de transtornon% Psicose esquizofrênica5138,9 Oligofrenias4433,6 Outras psicoses1511,4 Psicoses não orgânicas96,9 Alcoolismo86,1 Outras43,1 Total Junior AG Cadernos Saúde Pública, 2000

29 Hospital psiquiátrico Tempo de internação Tempo de internaçãoN% 30 – 34 anos32,3 25 – 29 anos2015,3 20 – 24 anos2922,1 10 – 19 anos3929,8 5 – 9 anos129,2 Até 4 anos2821,4 Total Junior AG Cadernos Saúde Pública, 2000

30 Infecção em hospital psiquiátrico 10 anos de acompanhamento 716 pacientes adquiriram 1 ou mais infecção Taxa de infecção – 3% Densidade de infecção – 0,3 / 1000 dias Muller JP et al Nosocomial infection in psychiatric Encephale: 23(5):375-9, 1997

31 Infecção em hospital psiquiátrico Densidade de infecção – 2,8 / 1000 dias Topografia Pele e partes moles – 68% Conjuntivite – 8% Ouvido – 6% Pneumonia – 4% Nogueira et al Infection Control Hosp Epidemiol 17 (5S) 42, 1996

32 Infecção em hospital psiquiátrico Topografia Infecção do trato urinário Pele e partes moles Septicemia – associada com mortalidade Muller JP et al Nosocomial infection in psychiatric Encephale: 23(5):375-9, 1997

33 Infecção em hospital psiquiátrico agentes etiológicos Infestação ou infecção cutâneas Infecção gastrintestinal Tuberculose pulmonar Influenza Hepatites A e B

34 Infecção em hospital psiquiátrico Cuidados Higienização Hidratação Nutrição

35 Estratégias de controle de infecção em ILP Coleta e análise de dados Desenvolvimento e recomendação de práticas Medidas de intervenção para prevenção Educação e treinamento PAS Paciente

36 Coleta e análise de dados Two-tiered System Profissional que cuida do paciente Indícios de infecção Profissional de controle de IH Visitas semanais

37 Indícios de infecção Febre Uso de antimicrobiano Drenagem purulenta de ferida Alteração do aspecto da secreção Mudança no odor ou cor da urina Alteração na consistência ou cor da expectoração Aumento da freqüência respiratória Aumento dos leucócitos séricos

38 Definições de infecção em ILP Necessário Validação Sensibilidade Especificidade Métodos para identificar pacientes de risco

39 Bibliografia Rhinehart E. Infection Control in Home Care. Emerging Infectious Diseases, 7; 2, Bentley DW et al. Pratice guideline for evaluation of fever and infection in long- term care facilities. Clinical Infectious Diseases, 31: , 2000.

40 Grato pela atenção! CPCIH – HC – FMB - Unesp : (14)


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