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Desenvolvimento de biofilmes ou nanopartículas através de hidrocolóides e a incorporação de celulose bacteriana ou biomoléculas. Helen P. Bassani (IC),

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Apresentação em tema: "Desenvolvimento de biofilmes ou nanopartículas através de hidrocolóides e a incorporação de celulose bacteriana ou biomoléculas. Helen P. Bassani (IC),"— Transcrição da apresentação:

1 Desenvolvimento de biofilmes ou nanopartículas através de hidrocolóides e a incorporação de celulose bacteriana ou biomoléculas. Helen P. Bassani (IC), Clayton F. de Souza (PQ), Rilton A. de Freitas (PQ), Camila V. Sens (IC), Maria Rita Sierakowski (PQ) Programa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq) Departamento de Química – BioPol INTRODUÇÃO A xiloglucana (XG) e a gelana (GL) são hidrocolóides (HD) com uso industrial inclusive como modificadores de superfícies. Enquanto que a XG é extraída de sementes, como a de Jatobá- mirim (Guibourtia hymenifolia) (XGJ), a GL é produzida pela bactéria Sphingomonas elodea. Já, a celulose bacteriana (CB) é produzida pela bactéria Acetobacter xylinum e é aplicada como biocurativo. OBJETIVOS Incorporação de XGJ e/ou GL à polpa de CB, formando biocompósitos na forma de filmes, avaliados quanto às mudanças nas superfícies. MATERIAIS E MÉTODOS Os valores de AC aplicados na equação de Young: γ S = γ SL + γ LV.cosθ (Equação 1) Os valores de energia livre superficial (ELS) foram obtidos pela: a equação de estado [1], o método de Wu [2] e o ácido-base de Lewis [2]. RESULTADOS E DISCUSSÃO Para a maioria dos filmes a γ p apresentou valores mais elevados, caracterizando as superfícies como predominantemente polares. No método ácido-base de Lewis, os elevados valores para a γ B indicam coerentemente a presença de grupamentos doadores de elétrons (polissacarídeos). As topografias obtidas por AFM (Figura 4) mostraram a presença de microfibrilas maiores para os biocompósitos do que para a CBR, o que é comprovado pelos valores de rugosidade (Gráfico 2). CONCLUSÃO Foi possível verificar diferentes tipos de comportamentos nas superfícies dos filmes, tanto nas suas polaridades como na rugosidade dos sistemas, permitindo o desenvolvimento de biocompósitos com diferentes forças de adesão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] NEWMAN et al., Colloid Interface Sci, [2] ZHAO et al., Surface free energies of electroless Ni-P based composite coatings, Applied Surface Science, A Gráfico 1: Valores de ELS obtidos pelos três métodos: (1) Equação de estado; (2) Componente dispersiva γ d ; (3) Componente polar γ p ; (4) Wu; (5) Componente Lifshitz – van der Waals; (6) Componente ácida γ A ; (7) Componente básica γ B ; (8) ELS ácido-base de Lewis. A B C Figura 4: Topografias dos filmes obtidas por AFM (2 X 2 μm / barra 500 nm), modo tapping (contato- interminente) (A) CBR; (B) GL/XGJ. Gráfico 2: Valores de rugosidade dos filmes Figura 3: Perfil da gota nas medidas de ângulo de contato (θ adv ) para análise de molhabilidade de um sólido; (γ ls - tensão líquido/solido, γ sv - tensão sólido/vapor, γ lv - tensão líquido/vapor). Membrana úmida de CB + XGJ (10 e 20%, HD) + GL (10 e 20%, HD) + XGJ:GL, 50:50%, HD Tensiometria (Ângulo de contato, AC); AFM (morfologia). Polpa de CB Tratamento mecânico Figura 2: Esquema do procedimento experimental para a preparação dos filmes. Secagem a 25 o C; FILMES. Filme de CBR BBABBA A Figura 1: (A) Sementes de Jatobá-mirim (Guibourtia hymenifolia); (B) Colônia de bactérias Sphingomonas elodea; (C) Membrana úmida de CB. CB A


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