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S ISTEMA N ERVOSO Enf. Neuropsiquiátrica Profª Dinamara Selbach 2013.

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Apresentação em tema: "S ISTEMA N ERVOSO Enf. Neuropsiquiátrica Profª Dinamara Selbach 2013."— Transcrição da apresentação:

1 S ISTEMA N ERVOSO Enf. Neuropsiquiátrica Profª Dinamara Selbach 2013

2 Os sistemas reguladores de nosso organismo, são: SISTEMA NERVOSO Sistema Endócrino: controla as diversas funções de nosso organismo principalmente interferindo no metabolismo Sistema Nervoso: é o principal regulador de nossas funções, exercendo controle sobre quase todas as atividades ou eventos que ocorrem a cada momento no nosso corpo

3 Podemos dizer que o Sistema Nervoso exerce suas atividades através de 3 funções básicas: Função Sensorial Função Sensorial Função Integrativa Função Motora SN e suas funções:

4 SISTEMA NERVOSO O SN é formado por uma porção central denominada SNC (Sistema Nervoso Central) e uma porção periférica, denominada SNP(Sistema Nervoso Periférico).

5 O SNC recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisões e o envio de ordens. SISTEMA NERVOSO

6 O SNP carrega informações dos órgãos sensoriais para o Sistema Nervoso Central e do Sistema Nervoso Central para os órgãos efetores (músculos e glândulas). O SNP carrega informações dos órgãos sensoriais para o Sistema Nervoso Central e do Sistema Nervoso Central para os órgãos efetores (músculos e glândulas). SISTEMA NERVOSO

7 Divisão Anatômica do Sistema Nervoso

8 O SNC divide-se em encéfalo e medula. O encéfalo corresponde ao cérebro, cerebelo, e tronco cefálico, que se divide em: BULBO, situado caudalmente; MESENCÉFALO, situado cranialmente; e PONTE, situada entre ambos. SISTEMA NERVOSO CENTRAL

9 No SNC, existem as chamadas substâncias cinzenta e branca. A substância cinzenta é formada pelos corpos dos neurônios e a branca, por seus prolongamentos. Com exceção do bulbo e da medula, a substância cinzenta ocorre mais externamente e a substância branca, mais internamente. SISTEMA NERVOSO CENTRAL

10 Os órgãos do SNC são protegidos por estruturas esqueléticas (caixa craniana, protegendo o encéfalo; e coluna vertebral, protegendo a medula - também denominada raque) SISTEMA NERVOSO CENTRAL

11 ...e por membranas denominadas meninges, situadas sob a proteção esquelética: dura-máter (a externa), aracnóide (a do meio) e pia-máter (a interna).

12 Entre as meninges aracnóide e pia-máter há um espaço preenchido por um líquido denominado líquido cefalorraquidiano ou líquor.

13 ENCÉFALO

14 SNC: CÉREBRO É a parte principal do SNC, constituído de uma massa de tecido bastante mole ao tato, tendo uma porção externa formada por substância cinzenta e uma porção interna constituída de substância esbranquiçada.

15 A unidade fundamental do cérebro é o neurônio. Ele é composto de núcleo, axônio, corpo celular, dendritos, e terminações sinápticas e/ou terminações nervosas.

16 SNC: CÉREBRO O cérebro está contido no crânio rígido, o qual protege contra lesão. As meninges, que são tecidos conjuntivos fibrosos que revestem o cérebro e a medula espinhal, fornecem proteção, suporte e nutrição.

17 SNC: CÉREBRO É formado ainda, por dois hemisférios: direito e esquerdo.

18 Os dois são unidos na porção inferior pelo corpo caloso. SNC: CÉREBRO

19 Os hemisférios são divididos em pares de lobos, chamados:

20 LOBO FRONTAL; LOBO FRONTAL; LOBO PARIETAL; LOBO PARIETAL; LOBO TEMPORAL; LOBO TEMPORAL; LOBO OCCIPITAL LOBO OCCIPITAL LOBOS

21 LOBO FRONTAL a) lobo frontal (localizado a partir do sulco central para a frente): É o maior lobo. Responsável pela elaboração do pensamento, planejamento, programação de necessidades individuais, emoção, armazenamento de informações ou memória e a função motora.

22 LOBO FRONTAL Ele também contém a área de Brocca, uma área de associação da fala que participa na formulação da palavra. O lobo frontal é responsável em grande parte, pelo afeto, julgamento, personalidade e inibições de um indivíduo.

23 A audição da música começa com as estruturas subcorticais (abaixo do córtex) - o núcleo cloclear, o bulbo cerebral, o cerebelo - e então se move para cima, para os córtex auditivos, de ambos os lados do cérebro. Ao acompanharmos músicas que conhecemos, ou que sejam de um estilo ao qual somos familiarizados, regiões adicionais são mobilizadas, incluindo o hipocampo - o centro da memória - e subseções do lobo frontal, particularmente o córtex frontal inferior. M ú s i c a e M e n t e

24 Acompanhar o ritmo da música, quer em voz alta ou somente em nossa mente, envolve os circuitos de tempo do cerebelo. A execução musical envolve os lobos frontais para o planejamento, o córtex motor na parte posterior do lobo frontal e o córtex sensorial, o qual fornece respostas táteis. M ú s i c a e M e n t e

25 A leitura musical envolve o córtex visual, localizado na parte mais traseira do cérebro, no lobo occipital. Ouvir ou lembrar-se da letra invoca os centros da linguagem, incluindo as áreas de Broca e Wernicke, bem como outros centros de linguagem nos lobos temporal e frontal. As emoções que experimentamos em resposta à música envolvem estruturas que estão nas regiões instintivas do verme cerebelar e da amídala - o coração do processamento emocional no córtex. M ú s i c a e M e n t e

26 drible no futebol: um jogador corre com a bola em direção ao defensor adversário. Primeiro ele processa as informações visuais. Depois analisa a situação em diversos fatores: posicionamento do defensor no campo, sua própria localização no campo, a velocidade com que se dirige para o defensor, posicionamento dos companheiros de equipe no campo, se há ou não outro defensor dando cobertura e inúmeros outros fatores que poderiam ter uma relevância no contexto espaço-temporal. Cérebro e Futebol

27 O atleta então irá planejar a estratégia a ser utilizada a fim de atingir o objetivo de passar pelo defensor: poderá ser através de um drible simples apenas colocando a bola ao lado do defensor ou até mesmo um drible complexo como um elástico ou um lençol. Ainda no nível cortical, utiliza o processamento de áreas como o córtex órbito-frontal para uma perspectiva futura do movimento³: se eu jogar a bola do lado esquerdo do defensor, ele não vai alcançá-la a tempo e passarei. Graças às conexões parieto- frontais, ligando esse emaranhado cognitivo às áreas motoras, as informações seguem por uma via aferente até a junção neuromuscular e finalmente o atleta efetua o drible.

28 SINAPSES As mensagens que o cérebro emite para o restante do corpo, fazendo com que algum membro e/ou órgão tenham uma resposta imediata a uma ação sofrida, se dá através de descargas eletroquímicas de um neurônio para outro. A esta transmissão de impulsos elétricos chamamos de sinapse. A comunicação entre os neurônios se dá através das sinapses.

29 DOPAMINA

30 A palavra cerebelo origina-se do latim e significa "pequeno c é rebro". Sua fun ç ão b á sica é a de modular e regular a fun ç ão motora, coordenando os movimentos, regulando o equil í brio, o tônus muscular e mantendo a postura. cerebelo

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32 Uma lesão no cerebelo leva a uma diminui ç ão ou dificuldade na atividade motora, e não a uma paralisia, ou seja, perda do movimento.

33 cerebelo O álcool no cérebro A maioria de nós já presenciou os efeitos visíveis do excesso de álcool: o andar trôpego, a fala enrolada e os lapsos de memória. As pessoas quando bebem têm problemas com o equilíbrio, coordenação e juízo, além de reagirem mais lentamente a estímulos, o que explica por que é tão perigoso beber antes de dirigir. Todos esses sinais físicos ocorrem devido à forma como o álcool afeta o cérebro e o sistema nervoso central.

34 O álcool afeta a química do cérebro, alterando níveis de neurotransmissores. Neurotransmissores são mensageiros químicos que transmitem os sinais através do corpo, controlando os processos de pensamento, comportamento e emoções. Os neurotransmissores são excitatórios, o que significa que estimulam a atividade elétrica do cérebro, ou inibitórios, quando a reduzem. O álcool aumenta os efeitos do neurotransmissor inibitório GABA (ácido gama-aminobutírico) no cérebro. cerebelo

35 O GABA causa os movimentos lentos e a fala enrolada que freqüentemente se observam nos alcoólatras. Ao mesmo tempo, o álcool inibe o neurotransmissor excitatório glutamato, suprimindo os efeitos estimulantes e levando a um tipo de retardamento fisiológico. Além de aumentar o GABA e reduzir o glutamato no cérebro, o álcool aumenta a quantidade de dopamina no sistema nervoso central, que cria as sensações de prazer. cerebelo

36 O álcool afeta as diferentes regiões do cérebro de maneiras distintas. Córtex cerebral: nessa região, onde se dá o processamento de pensamentos e a consciência, o álcool afeta os centros de inibição de comportamento, tornando a pessoa menos inibida, e atrasando o processamento de informações dos olhos, ouvidos, boca e outros sentidos, além das funções cognitivas - tornando difícil pensar claramente. Cerebelo: o álcool afeta o centro dos movimentos e do equilíbrio, resultando no desequilíbrio que associamos ao "caindo de bêbado". cerebelo

37 Hipotálamo e hipófise: coordenam as funções automáticas do cérebro e a liberação de hormônios. O álcool deprime os centros nervosos do hipotálamo, que controla os estímulos e a performance sexual. Embora o desejo sexual possa aumentar, a performance sexual piora. Medula: essa área do cérebro é responsável por funções automáticas como respiração, consciência e temperatura corporal. Agindo na medula, o álcool induz a insônia. Pode também diminuir a freqüência respiratória e baixar a temperatura do corpo, levando a risco de morte. A curto prazo, o álcool pode causar brancos ou lapsos de memória. A longo prazo, os problemas podem ser ainda mais sérios. cerebelo

38 O álcool e o cérebro: a longo prazo Beber muito freqüentemente pode causar danos permanentes, como redução no tamanho do cérebro e deficiência nas fibras que transportam informações entre as células cerebrais. Muitos alcoólatras desenvolvem uma doença chamada Síndrome de Wernicke-Korsakoff (site em inglês), que é causada por uma deficiência de tiamina (uma vitamina do complexo B). Essa deficiência ocorre porque o álcool interfere na forma como o corpo absorve as vitaminas B. Pessoas com Síndrome de Wernicke-Korsakof apresentam confusão mental e falta de coordenação e ainda podem ter problemas de memória e aprendizado. cerebelo

39 O corpo responde ao contínuo consumo de álcool tornando-se dependente dele. Essa dependência, a longo prazo, causa alterações nas reações químicas do cérebro. Ele se acomoda à presença regular de álcool, alterando a produção de neurotransmissores. Quando o indivíduo pára ou reduz drasticamente a bebida, cerca de 24 a 72 horas depois, o cérebro começa a sentir os efeitos da abstinência ao tentar reajustar sua química. Os sintomas de abstinência incluem desorientação, alucinações, delírios, náuseas, suores e convulsões.

40 TRONCO ENCEFÁLICO

41 O tronco encef á lico interpõe-se entre a medula e o dienc é falo, situando-se ventralmente ao cerebelo. Possui três fun ç ões gerais; (1) recebe informa ç ões sensitivas de estruturas cranianas e controla os m ú sculos da cabe ç a; (2) cont é m circuitos nervosos que transmitem informa ç ões da medula espinhal at é outras regiões encef á licas e, em dire ç ão contr á ria, do enc é falo para a medula espinhal (lado esquerdo do c é rebro controla os movimentos do lado direito do corpo; lado direito de c é rebro controla os movimentos do lado. (esquerdo do corpo); TRONCO ENCEFÁLICO

42 (3) regula a aten ç ão, fun ç ão esta que é mediada pela forma ç ão reticular (agrega ç ão mais ou menos difusa de neurônios de tamanhos e tipos diferentes, separados por uma rede de fibras nervosas que ocupa a parte central do tronco encef á lico). Al é m destas 3 fun ç ões gerais, as v á rias divisões do tronco encef á lico desempenham fun ç ões motoras e sensitivas espec í ficas. TRONCO ENCEFÁLICO

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