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TELEVISÃO DIGITAL Patricia Maurer Bruno. Televisão Digital A televisão tal como a conhecemos vai mudar radicalmente nos próximos anos. Deixar definitivamente.

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Apresentação em tema: "TELEVISÃO DIGITAL Patricia Maurer Bruno. Televisão Digital A televisão tal como a conhecemos vai mudar radicalmente nos próximos anos. Deixar definitivamente."— Transcrição da apresentação:

1 TELEVISÃO DIGITAL Patricia Maurer Bruno

2 Televisão Digital A televisão tal como a conhecemos vai mudar radicalmente nos próximos anos. Deixar definitivamente o sinal televisivo analógico e passando à sua transmissão digital poderá permitir uma verdadeira revolução. O papel-chave que a televisão ocupa nas sociedades modernas poderá ser aumentado pelas potencialidades técnicas que a era digital permite. A televisão tal como a conhecemos vai mudar radicalmente nos próximos anos. Deixar definitivamente o sinal televisivo analógico e passando à sua transmissão digital poderá permitir uma verdadeira revolução. O papel-chave que a televisão ocupa nas sociedades modernas poderá ser aumentado pelas potencialidades técnicas que a era digital permite.

3 O que é a Televisão Digital A chamada TV digital no fundo é a transmissão de dados digitais e não de sinais analógicos o que quer dizer um aumento de qualidade de informação transmitida. Enquanto o sistema analógico transmite o sinal vídeo e som, o sistema digital transmite dados em forma binária (1 e 0) que aumenta o volume transportado. Além disso como está em formato digital as imagens e sons podem ser comprimidos e tratados para que não ocorram interferências. Ainda temos a possibilidade de acessar a internet por meio do aparelho televisor. Essa tecnologia traz muitos benefícios para seus consumidores. A chamada TV digital no fundo é a transmissão de dados digitais e não de sinais analógicos o que quer dizer um aumento de qualidade de informação transmitida. Enquanto o sistema analógico transmite o sinal vídeo e som, o sistema digital transmite dados em forma binária (1 e 0) que aumenta o volume transportado. Além disso como está em formato digital as imagens e sons podem ser comprimidos e tratados para que não ocorram interferências. Ainda temos a possibilidade de acessar a internet por meio do aparelho televisor. Essa tecnologia traz muitos benefícios para seus consumidores.

4 Como será a imagem da TV chamada TV de Alta Definição

5 Tipo de Transmissões A TV Digital pode ser implantada não só nas transmissões terrestres, como via cabo ou via satélite. Já existem operadoras internacionais a transmitir em formato digital como Sky digital que já transmite para o Reino Unido via satélite; a Quieroty espanhola e a Ondigital inglesa em difusão terrestre e a Time Warner Cable via cabo nos Estados Unidos. A TV Digital pode ser implantada não só nas transmissões terrestres, como via cabo ou via satélite. Já existem operadoras internacionais a transmitir em formato digital como Sky digital que já transmite para o Reino Unido via satélite; a Quieroty espanhola e a Ondigital inglesa em difusão terrestre e a Time Warner Cable via cabo nos Estados Unidos.

6 Quais os padrões existentes No mundo existem três padrões: No mundo existem três padrões: ATSC (Advanced Television Systems Committee), adotado pelos EUA, Canadá, México e Coréia do Sul; ATSC (Advanced Television Systems Committee), adotado pelos EUA, Canadá, México e Coréia do Sul; ISDB-T (Integrated Servises Digital Broadcasting Terrestrial), adotado pelo Japão; ISDB-T (Integrated Servises Digital Broadcasting Terrestrial), adotado pelo Japão; DVB-T (Digital Vídeo Broadcast Terrestrial), adotado pelos demais paises q já decidiram qual padrão seguir, em especial os paises da Europa, Ásia, África e Oceania. DVB-T (Digital Vídeo Broadcast Terrestrial), adotado pelos demais paises q já decidiram qual padrão seguir, em especial os paises da Europa, Ásia, África e Oceania.

7 Como se comporta cada padrão São iguais em quase tudo: utilizam a mesma tecnologia de compressão de áudio e de vídeo. O áudio, por exemplo, vai ter o dobro de qualidade do melhor aparelho de TV atual. E os canais vão do 7 ao 70. A tela terá quase um metro de largura. Tudo isto independente do modelo a ser adotado. A questão é que eles se diferenciam na modulação. São iguais em quase tudo: utilizam a mesma tecnologia de compressão de áudio e de vídeo. O áudio, por exemplo, vai ter o dobro de qualidade do melhor aparelho de TV atual. E os canais vão do 7 ao 70. A tela terá quase um metro de largura. Tudo isto independente do modelo a ser adotado. A questão é que eles se diferenciam na modulação.

8 Como se comporta cada padrão O padrão Americano é ruim. O padrão Americano é ruim. O padrão Europeu usa a definição padrão (imagem de DVD) e privilegia a multiprogramação. O padrão Europeu usa a definição padrão (imagem de DVD) e privilegia a multiprogramação. O padrão Japonês permite a chamada Televisão de alta definição, que se traduz numa imagem seis vezes melhor que a do DVD, só que issu não permite a multiprogramaçao. Além disso, possibilita a recepção móvel e portátil, que garante a Televisão gratuita via celular. O padrão Japonês permite a chamada Televisão de alta definição, que se traduz numa imagem seis vezes melhor que a do DVD, só que issu não permite a multiprogramaçao. Além disso, possibilita a recepção móvel e portátil, que garante a Televisão gratuita via celular.

9 Exemplo de uma TV Digital portátil

10 E qual padrão o Brasil adotará Qualquer que seja nossa decisão, teremos que adaptar o modelo à nossa realidade.O governo brasileiro há dois anos investe em pesquisa para criar inovação através de um consórcio de 20 universidades brasileiras. Houve grandes descobertas. A maior delas: o middleware paraibano, que permite televisão de alta definição com interatividade. Ou seja, é o modelo japonês com a interatividade européia. Há também uma inovação inteiramente nacional, o Sorcer desenvolvido na PUC-RS. Qualquer que seja nossa decisão, teremos que adaptar o modelo à nossa realidade.O governo brasileiro há dois anos investe em pesquisa para criar inovação através de um consórcio de 20 universidades brasileiras. Houve grandes descobertas. A maior delas: o middleware paraibano, que permite televisão de alta definição com interatividade. Ou seja, é o modelo japonês com a interatividade européia. Há também uma inovação inteiramente nacional, o Sorcer desenvolvido na PUC-RS.

11 E qual padrão o Brasil adotará Há uma tendência em escolher o japonês, graças à força política das grandes emissoras de TV e rádio. Com o modelo Japonês (com a inovação paraibana), tudo vai ser mantido. Ou melhor, a hegemonia da Rede Globo, que também vai poder oferecer acesso à internet em banda larga, vender vídeo sob demanda e entrar no mercado da telefonia (a voIP, por exemplo). Conta a favor ser 2006 um ano eleitoral. Pesa contra o padrão Japonês o relatório técnico da CPqD, empresa que fez um estudo dos impactos dos modelos na realidade brasileira, mostrou que o japonês vai ser o mais custoso para a população. Há uma tendência em escolher o japonês, graças à força política das grandes emissoras de TV e rádio. Com o modelo Japonês (com a inovação paraibana), tudo vai ser mantido. Ou melhor, a hegemonia da Rede Globo, que também vai poder oferecer acesso à internet em banda larga, vender vídeo sob demanda e entrar no mercado da telefonia (a voIP, por exemplo). Conta a favor ser 2006 um ano eleitoral. Pesa contra o padrão Japonês o relatório técnico da CPqD, empresa que fez um estudo dos impactos dos modelos na realidade brasileira, mostrou que o japonês vai ser o mais custoso para a população.

12 E qual padrão o Brasil adotará Para complicar mais ainda, a sociedade civil quer multiprogramação. Nem tanto interatividade. Quer que sindicatos, movimento organizados, possam produzir e difundir conteúdo. É democrático. É correto. Portanto, são contra o modelo japonês. Para complicar mais ainda, a sociedade civil quer multiprogramação. Nem tanto interatividade. Quer que sindicatos, movimento organizados, possam produzir e difundir conteúdo. É democrático. É correto. Portanto, são contra o modelo japonês. Como se não bastasse o Congresso resolveu discutir o tema. Mas sem decidir o modelo. Como se não bastasse o Congresso resolveu discutir o tema. Mas sem decidir o modelo.

13 E qual padrão o Brasil adotará Depois de tanta discussão o Brasil desenvolveu o seu próprio Sistema: Depois de tanta discussão o Brasil desenvolveu o seu próprio Sistema: O SBTVD – T, Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, possibilitará a transmissão digital em alta definição (HDTV), transmissão digital em definição padrão (SDTV), transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil, e interatividade. O SBTVD – T desenvolveu melhorias em relação ao padrão de modulação de sinais do sistema japonês ISDB – T. O SBTVD – T, Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, possibilitará a transmissão digital em alta definição (HDTV), transmissão digital em definição padrão (SDTV), transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil, e interatividade. O SBTVD – T desenvolveu melhorias em relação ao padrão de modulação de sinais do sistema japonês ISDB – T.

14 Os profissionais e a TV Digital No formato digital, todas estas implementações dependem necessariamente de software, isto é, o conteúdo das TVs deverá ser muito mais rico e elaborado e a demanda por profissionais capacitados aumentará substancialmente. No formato digital, todas estas implementações dependem necessariamente de software, isto é, o conteúdo das TVs deverá ser muito mais rico e elaborado e a demanda por profissionais capacitados aumentará substancialmente. Os profissionais da área de TI serão muito mais demandados e o domínio de tecnologias como MPEG 2, MPEG 4, Java, Linguagens C e C ++, criptografia, banco de dados, sistemas operacionais, ferramentas de animação e tratamento de imagens serão muito valorizadas. Os profissionais da área de TI serão muito mais demandados e o domínio de tecnologias como MPEG 2, MPEG 4, Java, Linguagens C e C ++, criptografia, banco de dados, sistemas operacionais, ferramentas de animação e tratamento de imagens serão muito valorizadas.

15 Oportunidades de vagas Segundo pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), existem hoje no Brasil cerca de vagas em aberto por falta absoluta de profissionais preparados para desenvolvimento de software. Com a TV digital, este número poderá aumentar ainda mais, pois a oferta de profissionais está menor que a procura pelas empresas. Segundo pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), existem hoje no Brasil cerca de vagas em aberto por falta absoluta de profissionais preparados para desenvolvimento de software. Com a TV digital, este número poderá aumentar ainda mais, pois a oferta de profissionais está menor que a procura pelas empresas.

16 Referências CLUBE DO HARDWARE. TV Digital. Autor: Gabriel Torres. Disponível em Acesso em 02/10/06. CLUBE DO HARDWARE. TV Digital. Autor: Gabriel Torres. Disponível em Acesso em 02/10/06.http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1010 TELEBRASIL. Telebrasil defende potencial de inclusão da TV digital para a inclusão social. Autor: João Carlos Fonseca. Disponível em Acesso em 02/10/06. TELEBRASIL. Telebrasil defende potencial de inclusão da TV digital para a inclusão social. Autor: João Carlos Fonseca. Disponível em Acesso em 02/10/06.http://www.telebrasil.org.br/artigos/outros_artigos.asp?m=421 TELEBRASIL. O decreto da TV digital gera debates. Autor: João Carlos Fonseca. Disponível em Acesso em 03/10/06. TELEBRASIL. O decreto da TV digital gera debates. Autor: João Carlos Fonseca. Disponível em Acesso em 03/10/06.http://www.telebrasil.org.br/artigos/outros_artigos.asp?m=502 UOL. A TV digital e o esquema tático para Autor: Paola Fonseca. Disponível em Acesso em 09/10/06. UOL. A TV digital e o esquema tático para Autor: Paola Fonseca. Disponível em Acesso em 09/10/06. do=203 do=203

17 Referências ESCOLA DO FUTURO DA USP. TV digital interativa na educação: Afinal interatividade pra quê? Autor: Thais Waisman. Disponível em ESCOLA DO FUTURO DA USP. TV digital interativa na educação: Afinal interatividade pra quê? Autor: Thais Waisman. Disponível em Acesso em 09/10/06. Acesso em 09/10/06. MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES. Decreto sobre TV digital. Autores: Luiz Inácio Lula da Silva, Miro Teixeira, José Dirceu de Oliveira e Silva. Disponível em Acesso em 09/10/06. MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES. Decreto sobre TV digital. Autores: Luiz Inácio Lula da Silva, Miro Teixeira, José Dirceu de Oliveira e Silva. Disponível em Acesso em 09/10/06. TVE BRASIL. TV digital – O observatório da Imprensa do dia 14 de fevereiro debateu a implantação da TV digital no país. Disponível em Acesso em 09/10/06. TVE BRASIL. TV digital – O observatório da Imprensa do dia 14 de fevereiro debateu a implantação da TV digital no país. Disponível em Acesso em 09/10/06. MÍDIATIVA. TV digital e o debate anunciado. Autor: Nelson Hoineff. Disponível em Acesso em 10/10/06. MÍDIATIVA. TV digital e o debate anunciado. Autor: Nelson Hoineff. Disponível em Acesso em 10/10/06.

18 Referências CORREIOWEB. Economia: TV digital chegará a capitais até dezembro de 2009, diz ministro. Da FolhaNews. Disponível em CORREIOWEB. Economia: TV digital chegará a capitais até dezembro de 2009, diz ministro. Da FolhaNews. Disponível em mia mia Acesso em 10/10/06. Acesso em 10/10/06. DEVMAG ON-LINE. Oportunidades da TV Digital para os profissionais de TI. Disponível em Acesso em o5/10/06. DEVMAG ON-LINE. Oportunidades da TV Digital para os profissionais de TI. Disponível em Acesso em o5/10/06.http://www.developers.com.br/devmag.asp?edicao=107&artigo=1771


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