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Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 1.

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Apresentação em tema: "Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 1."— Transcrição da apresentação:

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2 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 1

3 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 2 Nunca faça previsões, especialmente sobre o futuro. Samuel Goldwyn

4 PROSPECÇÃO [Foresight] Processo pelo qual se obtém uma compreensão abrangente das forças que conformam o futuro no longo prazo, e que deveriam ser levadas em conta agora na formulação de políticas, no planejamento e na tomada de decisão. Science Foresight, University of Sussex

5 PROSPECTAR PRO / SPECTARE - olhar para a frente - ver ao longe - aspirar a, sonhar, visar [ spectrum visão, imaginação, simulacro]

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7 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 6 ESTUDO PROSPECTIVO DO SETOR SIDERURGICO ( ) Supervisão geral Fernando Cosme Rizzo Assunção, diretor Equipe técnica CGEE Elyas Ferreira de Medeiros, líder Maria Beatriz Pereira Mangas, pesquisadora Comitê orientador Gilberto Luz Pereira, gerente da ABM Horacídio Leal Barbosa, diretor da ABM José Carlos D´Abreu, consultor da PUC-Rio Lélio Fellows Filho, assessor do CGEE Marcelo de Matos, consultor da De Matos Rudolf Robert Bühler, diretor do IABr

8 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 7 Instituições do comitê de coordenação ABDI, ABM, AÇOS VILLARES, ARCELOR MITTAL, BNDES, CGEE, CSN, FINEP, GERDAU, IBRAM, IABr, MDIC, MME, SAMARCO, USIMINAS, VALOUREC-MANNESMANN, VILLARES METALS, VOTORANTIM Especialistas relatores José Carlos D´Abreu, PUC-Rio (coordenador) Marcelo de Matos, De Matos Consultoria Ltda

9 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 8 André Luiz V. da Costa e Silva Antônio Cezar Faria Vilela Boaventura M. d´Avila Filho Carlos Augusto Oliveira Claudio Parra De Lazzari Carlos Hoffmann Eduardo Osório Ernandes M. da Silveira Rizzo Ivani de S. Bott Jacques Marcovitch Joel Souza Dutra José Carlos DAbreu José Murilo Mourão Katsujiro Susaki Lauro Chevrand Luis Cláudio Pinto Oliveira Marcelo de Matos Mauro Ottoboni Pinho Patrícia H. G. Boson Paulo Ludmer Pedro Braga Ronaldo Santos Sampaio Sérgio de Jesus Pereira Sérgio Valdir Bajay Especialistas consultores do Estudo

10 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 9 Antônio Laitano, FINEP Cátia Mac Cord, IABr Celso Antônio Barbosa, Villares Metals Coletano B. de Abreu Neto, Arcelor Mittal Daniel da Silva Marques, Votorantim Ed Juarez Mendes Taiss, Usiminas Eduardo Pessotti Rangel, Samarco Eugênio de Felici Zampini, Aços Villares Evando Mirra de Paula e Silva, CGEE Fernando Antônio Freitas Lins, MME José Falcão Filho, Gerdau Márcio Frazão G. Lins, CSN V. Redonda Marcos de Abreu Alecrin, BNDES Nilton Sacenco, MDIC Pedro Sérgio Landim Carvalho, BNDES Raimundo Nonato B. Braga, Arcelor Mittal Sebastião Carlos Andrade Merij, V&M Sergio Andrade, Usiminas Contribuições

11 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 10 A meta na prospecção é levantar oportunidades de desenvolvimento e opções abertas para ação no presente, acompanhando analiticamente, em seguida, para determinar a que resultados alternativos no futuro os desenvolvimentos poderão conduzir. [Martin and Irvine. Research Foresight Priority-Setting in Science] A prospecção inclui meios qualitativos e quantitativos para monitorar questões-chave e indicadores de tendências e é mais útil quando vinculada à análise das implicações de políticas. Science Foresight Project, University of Sussex

12 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 11 CGEE: abordagem metodológica

13 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 12 Objetivo Estudos prospectivos em horizonte temporal de 15 a 25 anos de forma a subsidiar processo decisório de políticas de desenvolvimento industrial, e para incremento da competitividade e consolidação e expansão da liderança de setores da economia nacional. Objetivos específicos Formular recomendações de curto, médio e longo prazo, para alcance do melhor posicionamento do setor no longo prazo. Construir mapas estratégicos setoriais, com vistas a orientar investimentos, desenvolvimento e inovação. Resultados esperados Ampliação da inteligência antecipatória na tomada de decisão; Promoção de canais para a circulação de conhecimento estratégico; Incorporação de visões de futuro no pensamento dos atores; Aumento da capacidade de gestão de riscos na inovação tecnológica; Melhoria da competitividade de produtos, processos e serviços. Estudos Prospectivos Setoriais

14 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 13 Competitividade Sistêmica: fatores localizados fora das fronteiras do setor industrial; nesse aspecto a melhoria do desempenho empresarial é mais dependente de políticas públicas. Competitividade Estrutural (setorial) decorre das condutas dos integrantes da cadeia produtiva, ainda que influenciada por iniciativas governamentais.

15 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 14 Novo processo competitivo, demandas sociais e condições ambientais Crescente acirramento da competitividade, dominado pela capacidade inovadora das empresas e dos países; Inserção de empresas e países nos mercados será função de sua capacidade de controlar o fluxo inovador; Controle do fluxo inovador dependerá da capacidade de empresas e países em transformar, de modo eficaz e eficiente, o conhecimento gerado em produto; Demandas sociais estarão, cada vez mais, incorporadas às agendas estratégicas das empresas; Questões ambientais deverão ser objeto de contínuo aperfeiçoamento, tanto no que se refere às suas soluções quanto no que diz respeito à legislação especifica.

16 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 15 O setor siderúrgico brasileiro, de capacidade de produção de 45 Mt/ano de aço e planejamento de expansão até 70Mt/ ano em 2015, ocupa lugar de destaque no mundo. Caracteriza-se nossa siderurgia, dentre outros atributos, pela atualidade das tecnologias e gestão moderna, o que lhe confere altas competitividade e produtividade. Ocorre, no entanto, que a aceleração das mudanças exige hoje, das empresas e do setor, que se aperfeiçoem continuamente para manter as posições conquistadas. Acresce-se à escalada competitiva a necessidade de o sistema evoluir para atender, cada vez mais, às novas exigências gerais da sustentabilidade.

17 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 16 A SIDERURGIA BRASILEIRA, COMO O BRASIL: CRESCE, PORÉM, MENOS DO QUE PODERIA OU DEVERIA CRESCER. Baixo empreendedorismo endógeno Ø Menos de 20 anos de vivência em ambiente de verdadeira economia de mercado Voltada para o Mercado Interno Ø Baixo Consumo Aparente Exportações contidas pelos Protecionismos Barreiras diversas ao crescimento ØØ Destaque para a Logística / Insuficiência de Infraestrutura

18 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 17 Temas focalizados: Minério de ferro Sinterização Pelotização Carvão mineral Carvão vegetal Mini alto-forno Aciarias a oxigênio e elétrica Produtos Mercado Temas transversais: Recursos humanos Gestão em geral ESTUDO PROSPECTIVO DO SETOR SIDERURGICO

19 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 18 Nos próximos 15 anos, competitividade e sustentabilidade da cadeia siderúrgica serão fortemente dependentes de: Inovações, processos mais limpos (resíduos, efluentes e emissões mínimos) e mais eficientes em energia, mão-de- obra qualificada e articulação setor produtivo, governo e geradores de conhecimento, informação e tecnologia. Cerca de 70% dos aços utilizados, entre os diferentes tipos, foram desenvolvidos depois de Na indústria automotiva cerca de 60% dos aços utilizados foram desenvolvidos nos anos Desenvolvimento da construção civil demanda melhores propriedades mecânicas, soldabilidade, redução de peso, acabamento e integração ambiental.

20 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 19 IF ISOTRÓPICO BAKE HARDENABLE TRIP DUAL PHASE HSLA MARTENSÍTICO Aços para indústria automotiva

21 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 20 Nos próximos 15 anos, competitividade e sustentabilidade da cadeia siderúrgica serão fortemente dependentes de: Configuração geopolítica de matéria-prima e insumos, oferta/demanda de pessoal e seus fluxos globalizados. Gargalos logísticos para expansão do mercado; investimento em tecnologias e produtos; engenharia de projetos; sistema tributário mais favorável. A ausência de sistema eficiente de vigilância tecnológica torna o setor vulnerável às mudanças setoriais e modificações do ambiente regulatório, com impacto na competitividade, sustentabilidade e responsabilidade social.

22 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 21 Competitividade e sustentabilidade são as dimensões dominantes na construção do futuro da siderurgia brasileira. Nesse contexto, três grandes linhas de desafios foram traçadas: Processos limpos Eficiência energética Inovação: impactos dos novos produtos, processos e matérias-primas Assim, do ponto de vista do método, há dois eixos (competitividade e sustentabilidade) sobre os quais serão estruturadas as ações, tendo como pano de fundo os desafios identificados.

23 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 22 Aperfeiçoar os modelos empresariais de gestão para o novo paradigma do desenvolvimento: a) Participação da sociedade; b) Compartilhamento de informações; c) Transparência na gestão; d) Respeito aos valores locais ambientais e culturais; e) Elevado nível de pressão internacional para a preservação ambiental; e f) Função governamental por meio da democracia participativa.

24 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 23 A disponibilidade de grandes reservas de minério de ferro e ampliação da infraestrutura de exportação são fatores que favorecerão, pelo peso na competitividade, a inserção internacional do aço brasileiro. A possibilidade de todo o carvão de biomassa utilizado na cadeia siderúrgica ser integralmente oriundo de fontes renováveis e sustentáveis representa para o setor oportunidade única de produção de aço no contexto do MDL Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, com drástica redução das emissões de CO 2.

25 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 24 Criação de programas tecnológicos nacionais, em temas prioritários. Participação das empresas, universidades e centros de pesquisa por adesão. Desenvolvimento de metodologia. Projetos nas seguintes temáticas: Biomassas; Carvão mineral nacional; Infraestrutura para inovação; Fortalecimento de consultoria e engenharia; Talentos para a siderurgia; Vigilância tecnológica. O EPSS propõe...

26 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 25 Investimentos em conhecimento são a chave do desempenho econômico e de ganhos no campo social, associados à uma sociedade interconectada: criação e aplicação do conhecimento tornam-se mais colaborativos. A Inovação responde por mais da metade do crescimento econômico de longo prazo dos países industrializados. Geração de emprego e renda, crescimento sustentável e competitividade associados à capacidade de inovar. O conhecimento é a nova forma de riqueza das nações Science, Technology and Industry Outlook – OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico):

27 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 26 John Kao - Tapping the Worlds Innovation Hot Spots Harvard Business Review march 2009

28 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 27 Inovação com Responsabilidade Social Necessidade imperiosa da inovação sem degradação: estratégias de desenvolvimento não-predatórias e mitigadoras dos efeitos negativos já produzidos. Desenvolvimento Sustentável implica que sejam conciliados em uma perspectiva durável: progresso econômico, justiça social e preservação do ambiente.

29 Escolástica não entende a utilidade de escrever tanta coisa para chegar no fim e colocar que é = 0. Na sua opinião, então era melhor nem escrever. Mas em matéria de ciências a opinião de Escolástica é negligenciável... Opinião Pública

30 A Construção na Controvérsia A pluralidade de visões não constitui um problema; pelo contrário, é parte da solução. É necessário identificar os conflitos e aprender a construir coletivamente visões convergentes. Eu não espero pelo dia em que todos os homens concordem. Apenas sei de diversas harmonias bonitas possíveis sem Juízo Final. Caetano Veloso

31 Ainda não estamos habituados com o mundo Nascer é muito comprido. (Murilo Mendes)


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