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A Familia de Classificações Internacionais da OMS

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Apresentação em tema: "A Familia de Classificações Internacionais da OMS"— Transcrição da apresentação:

1 A Familia de Classificações Internacionais da OMS
Cassia Maria Buchalla Politécnico da Saúde Joaquim Venâncio 2009 Em primeiro lugar quero agradecer o convite para falar um pouco do nosso trabalho com as classificações. Devo agradecer também por vocês terem escolhido uma das classificações da Familia. Embora não seja usada no Brasil, é uma ótima classificação usada até por serviços de saúde de paises desenvolvidos, como a Noruega.

2 Conteúdo Família de Classificações Classificar - um ato instintivo
Classificações de referência : CID e CIF 4. Classificações derivadas 5. Classificações relacionadas 6. Grupos de trabalho da OMS e o processo de tradução/implantação/ atualização /revisão Vou começar falando sobre a Familia de Classificações da OMS. Espero ter tempo de abordas os grupos de classificações, onde se enquadra a ICPC e falar um pouco sobre o trabalho da OMS e a participação do Centro nesse quadro de elaboração e atualiazação das classificaçãoes.

3 1.Conceito de Família Conjunto de classificações que descrevem vários aspectos da saúde e do sistema de saúde de forma consistente e podem ser usadas de forma integrada e endossado pela OMS Podem ser de propriedade da OMS ou de outros grupos

4 1.Objetivos da Família Assistir o devenvolvimento de sistemas de estatística confiáveis em nível local, nacional e internacional, com o objetivo de melhorar a situação de saúde e a atenção à saúde. (adaptada da definição das Nações Unidas)

5 1. Objetivos Classificações da OMS
Mudanças na saúde como resultado de boas informações Documentação Estatisticas RTA Politicas 5

6 1. Classificação membro da Família:
Taxonomia e obedecer a princípios científicos Culturalmente apropriada e internacionalmente aplicável Focar aspectos multi-dimensionais da saúde Responder às necessidades dos diferentes usuários Permiter medidas de saúde Organizadores devem facilitar o acesso aos usuários

7 2. A estrutura de uma classificação
Classificar é agrupar objetos similares, de forma padronizada e que faça sentido, mostrando a similaridade entre idéias, eventos, objetos e pessoas. Antes de falar da Familia de Classificações, lembrar que o ato de classificar é quase que instintivo: classificamos tudo, assim,ao olhar este slide não temos uma tendência instintiva de ordenar ou agrupar essas figuras? 7

8 2. A estrutura de uma classificação
Frequentemente os objetos são organizados em estruturas hierárquicas É o que fazemos e estamos classificando : usando as formas como eixo classificatório e o tamanho, as cores e assim podemos heirarquizar nosso sistema de classificações. Como nossas roupas no armário (roupas de verão, de inverno,casacos, depois por tipos camisetas, camisas, blusas, etc… 8

9 3. Classificações de Referência
Paramêtros principais da saúde e do sistema de saúde Produtos de acordos internacionais Aceitos por um grande número de países Guias para Informações Internacionais de Saúde Cobrem os principais parâmetros da saúde e dos sistemas de saúde como mortalidade, doenças, funcionalidade, incapacidade e intervenções em saúde. Todos são produtos de acordos internacionais da OMS. São aprovados e recomendados como guias para reportar internacionalmente a saúde. Podem ser usados como modelo para o desenvolvimento ou a revisão de outras …tanto em relação a sua estrutura como na definição de suas categorias. International Classification of Health Interventions Under development 9

10 3. Classificações de Referência – CID-10
A Familia de Classificações da OMS originou-se com a CID. Uma classificação criada para responder à curiosidade sobre a mortalidade. Do quê morrem as pessoas? Essa questão levou John Graunt a coletar os dados das paróquias – que anotavam as causas de morte informadas por familiares por determinação legal - desde o século XVI e eram encaminhadas semanalmente ao serviço de saúde – para o controle da Peste. Assim, Graunt coletou os dados e produziu publicou uma analise preciosa dos dados, em The Natural and Political Observation made upor the Bills of Mortality.em Esse é um trabalho pioneiro de onde saiu a primeira lista de causas de morte. 10 10

11 ABortive, and Stillborn
Dropsie, and Swelling Murthered Affrighted Drowned Over- laid, and starved at nurse Aged Executed, and prest to death Palsie Ague Falling Sickness Piles Apoplex, and Meagrom Fever Plague Bit with a mad dog Fistula Planet Bleeding Flocks, and small Pox Pleurisie, and Spleen Bloody flux, scowring, and flux French Pox Purples, and spotted Feaver Brused, Issues, sores, and ulcers Gangrene Quinsie Burnt, and Scalded Gout Rising of the Lights Burst, and Rupture Grief Sciatica Cancer, and Wolf Jaundies Scurvey, and Itch Canker Jawfaln Suddenly Childbed Impostume Surfet Chrisomes, and Infants Kil'd by several accidents Swine Pox Cold, and Cough King's Evil Teeth Colick, Stone, and Strangury Lethargie Thrush, and Sore mouth Consumption Livergrown Tympany Convulsion Lunatique Tissick Cut of the Stone Made away themselves Vomiting Dead in the street, and starved Measles Worms Esta é a lista gerada por Graunt e publicada, semanalmente, com o título The Diseases and Casualties. Graunt tem um papel fundamental na epidemiologia – foi o primeiro a mostrar que nascem mais homens que mulheres, a tentar fazer uma tábua de vida e a mostrar que a mortalidade ocorria de forma diferente na zona urbana e na rural, e nas diferentes estações do ano.

12 3. Classificações de Referência - CID-10
Primeira publicação – Classificação de Causas de Morte, (Bertillon, baseada em Farr e D’Espine, 1855) Uso internacional desde 1893 (International List of Causes of Death - ICD) Revisões períodicas ( proposta a cada 10 anos) Grande mudança - em 1948, OMS ( International Statistical Classification of Diseases , Injuries and Causes of Death ) CID-6. Atualmente em vigor a 10a revisão CID-11 proposta para 2015 A história da Classificação teve inicio com a lista de Graunt em depois do que várias classificações surgiram. Entre essas a de William Cullen publicada em 1785 e adotada pela Inglaterra e Pais de Gales: Synopse Nosologiae Methodicae . Em 1839 William Farr que era responsável pelo Escritório de Registro Geral da Inglaterra e do Pais de Gales, fundado em Farr perceeu que a Synopse Nosologiae Methodicae do Cullen precisava ser atualizada. Fez essa atualização e publicou como “cartas”no Relatorio Anual do Escritório de Registro Geral em Nessas cartas apontou também os principios que devem orientar uma classificação e a necessidade de se definir o que se entende por causa de morte. Depois disso, a pedido do Instituto de Internacional de Estatistica- Bertillon apresentou a primeira CID, baseada na Classificação de William Farr e na de Marc D’ Espine. A Classificação foi adotada para uso internacional em 1893 constituindo a primeira CID. Nessa época foi definida a periodicidade de sua revisão – a principio a cada 10 anos. Ainda que hoje, com todo o aparato tecnológico tenhamos dificuldade em incluir as novas doenças, imprimir e publicar revisões com maior periodicidade. Há necessidades de mudanças e essas necessidades algumas vezes são em direções opostas. A tecnologia permite diagnósticos cada vez mais freqüentes – que devem ser incorporados à classificação. Assim, ela se tornará extremamente grande, impossível de ser impressa e distribuída para uso geral, pp em locais onde poucos diagnósticos são feitos com tanta precisão.

13 3.Classificações de Referência - CID-10
Versão Ano No Códigos CID 1893 161 CID-1 1900 179 CID-2 1909 189 CID-3 1920 200 CID-4 1929 CID-5 1938 CID-6 1948 952 CID-7 1955 CID-8 1965 1040 CID-9 1975 6701 CID-10 1990 12420 E As revisões existentes, desde sua adoção como Lista internacional de Causas de morte. Nesse período mudou de nome, de estrutura (ainda que guarde, até hoje, uma certa semelhança com a proposta de William Farr, de 1855.)

14 Esse gráfico mostra o tempo de vigência de cada revisão da CID
Esse gráfico mostra o tempo de vigência de cada revisão da CID. Em geral o tempo era de 10 anos. Era aprovada em ano de final 5 e começa a vigorar em ano de final 8. Isso até a CID-10 que foi aprovada em 1989 – há 20 anos. No Brasil foi publicada em Português em 1993 e adotada para mortalidade em 1996 e para morbidade em Como podemos notar, não é fácil mudar. Ainda que hoje tenhamos acesso a recursos tecnológicos que facilitam, ao mesmo tempo tornam os sistemas complexos e caros. Alguns paises ainda não adotaram a CID-10. Os estados unidos, que usam uma adaptação, terá sua adaptação da CID-10 publicada em 2013.

15 3. Classificações de Referência - CID-10
Elaboração das estatísticas de mortalidade e morbidade Adotada por 124 países Atualização periódica ( a cada 3 anos) Revisão democrática https://extranet.who.int/icdrevision/nr/login.aspx?ReturnUrl=%2ficdrevision%2fdefault.aspx Dados não atendem as necessidades Uso de várias revisões (Etiópia usa a CID-6) Atualização cara e insuficiente Novo desafio:incluir tudo sem tornar o uso difícil Em um processo de mais de cem anos, temos hoje uma CID conhecida, usada internacionalmente por 124 países, ainda que nem todos usem a mesma revisão. Existem países que ainda não adotaram completamente a CID-10 (em geral adota-se primeiro para mortalidade) e outros que estão distantes : quando têm um sistema de informações de saúde, usam classificações anteriores. Muitos países do continente africano ainda não montaram sequer um sistema de informações de saúde. A CID no entanto tem pontos frágeis como o fato de se tornar grande e complexa para países em desenvolvimento e incompleta para os desenvolvidos . Dizer por exemplo que se conhece a prevalência de diabetes não ajuda muito a não ser que se saiba quantos casos tem complicações e quantos destes são cegos ou amputados, precisam de diálise renal ou outro tipo de assistência. Essas informações não consigo com o uso da CID-10.

16 3. Classificações de Referência - CIF
CID-10 CIF CIF Para resolver essa questão e permitir conhecer as conseqüências das doenças, passou a ser parte da Família, desde 2001, a CIF .

17 3. Classificações de Referência - CIF
Medir “conseqüências” das doenças ICIDH traduzida para CIDID (Portugal 1988) Revisões e testes → CIF Aprovada em 2001 OMS Traduzida pelo Centro → 2003 Funcionalidade após agravos à saúde Atividade e Participação Inclui meio ambiente e fatores contextuais A idéia de medir as conseqüências das doenças apareceu em 1980 e a OMS lançou, para finalidade de pesquisa, a ICIDH – classificação Internacional de Impairment, Disability and Handicaps – traduzida por Portugal como Classificação Internacional de Deficiências, incapacidades e Desvantagens – mas que tinha handicaps entre parentêses lançada em 1988.

18 3. Classificações de Referência - CIF
Testada durante vários anos 61 países Rascunhos da CIF traduzidos / testados em 27 línguas 38 Conferências para Consenso Nacional 7 Conf. para Consenso Internacional 2000 avaliações de indivíduos 3500 avaliações de prontuários Na década de 1990 a OMS formou um grande grupo e habilitou Centros Colaboradores para essa nova Classificação. Planejou teste em muitos países e trabalhou para tornar essa nova classificação conhecida. Foi um trabalho que envolveu várias áreas interessadas, não apenas a área médica mas também usuários e deficientes. Uma grande vitória foi incluir na classificação os aspectos do ambiente que interferem nas atividades e na participação das pessoas, proposta de organizações da sociedade civil.

19 Condição de Saúde (transtorno/ doença)
Modelo de Incapacidade da CIF Condição de Saúde (transtorno/ doença) Funç/estr Atividade Participação (Deficiência) (Limitação da Atividade) (Restrição na Participação) O maior atributo da CIF é seu modelo de funcionalidade. Nas classificações anteriores, de onde ela se origina, o processo de incapacidade era linear. A doença/agravo causava a deficiência e esta a incapacidade. Nesta versão há uma rede, um modelo denominado bio-psico social. A grande contribuição desta classificação para a área é incluir os varios determinantes da funcionalidade (aqui a doença pode ser a causadora ou um determinante da funcionalidade). Do ponto de vista da epidemiologia esta classificação é mais interessante do que a CID pois permite conhecer aspectos do ambiente (facilitadores ou barreiras) e fatores pessoais (mesmo que ainda não previlegiados) que interferem na funcionalidade, na atividade e na participação. Fatores Pessoais Fatores Ambientais

20 3. Classificações de Referência – proposta ICHI (international classification health intervention)
Nova proposta → fase de teste Necessidade – 1971 (cirurgia) Em 1978 – ICPM (Classificação Internacional de Procedimentos em Medicina) Em 1989 – retorno - adaptação às mudanças Proposta derivada da ICD-10-AM (lista curta – intervenções em saúde) Voltada aos paises que não têm sua própria classificação de intervenções Em fase de teste da versão Beta (teste e validação). History: The need to classify interventions first emerged in It was initially limited to surgical procedures. The first International Classification of Procedures in Medicine (ICPM) was published in International work on the subject came to a virtual halt in 1989 , because of the inadequacy of the consultation procedures with regard to the necessary adaptability to rapid and extensive changes in the field. Current status: In recent years, the Network of WHO Collaborating Centres for the Family of International Classifications has promoted the development of a short list of health Interventions for international use, based on the Australian Modification of the International Classification of Diseases, 10th revision (ICD-10-AM) It is intended to be used in countries that do not, as yet, have their oen classification of interventions. The proposed ICHI is currently in its Beta version. In accordance with WHO practice, it is entering extensive field trials for possible adaptation and eventual validation, before it is submitted to the WHO Governing Bodies for endorsement.

21 4. Classificações derivadas
Adaptações e Modificações - maior detalhamento, ou agregação ou reagrupamento dos itens. Deve manter a estrutura e as categorias Adaptações para as especialidades: CID-O-3 - adaptação para oncologia Aplicação da CID à Neurologia CID-10 –NA Classificação de Transtornos Mentais e Comportamentais Aplicação da CID à odontologia e estomatologia (1996) 3ª revisão CID-OE Modificações clinicas USA ICD-CM Canadá ICD-CA Austrália ICD-AM Alemanha ICD-10-GM São classificações baseadas em uma ou mais classificações de referência. Devem ser consistentes com essa classificação de onde se originam e prover mais detalhes que a original, para uso especifico . Podem, alternativamente, serem reagrupamento de itens de uma ou mais classificação de referência. Como resposta às necessidades especificas de cada categoria profissional, foram sendo publicadas adaptações para especialidades, que contêm o que a CID contempla, de interesse daquela área. Além das adaptações, foram também feitas modificações para uso na clinica. Essas modificações incluem maior especificidade para o diagnóstico. Assim, países como EUA, Canadá, Alemanha e Austrália trabalham com modificações clinicas quando codificam os dados de morbidade. Outros países adotam também essas modificações, como a Nova Zelândia, ou países da Oceania, que usam a modificação Australiana.

22 Família de Classificações Internacionais da OMS
CID-10 CID-O-3 CID-10 TM CID-OE CIF CID-10-NA ICF-CA Derivadas Referências 22 22

23 5.Classificações relacionadas
Descrevem aspectos não incluídos nas demais e são parcialmente relacionadas ou associadas às classificações de referência ou derivadas Classificação Internacional de Atenção Primária (ICPC) Classificação Internacional de Causas Externas das Lesões (ICECI) Sistema de Classificação anatômica, terapêutica e química (ATC) com definição de doses diárias (DDD) ISO 9999 Ajuda Técnica para pessoas com incapacidades - Classificação e Terminologia Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem (ICNP) Podem ser classificações de outras áreas da OMS como a de Causas Externas de Lesões – ICECI ou da área de medicina como a ATC-DDD ou que foram desenvolvidas por outras organizações como a ICPC e a de ajuda técnica (ISO-9999). O objetivo da família é trabalhar com essas classificações de forma a diminuir as inconsistências existentes entre elas e as demais classificações da família – o que pode envolver mudanças em uma delas ou em ambas.

24 Família de Classificações Internacionais da OMS
ICPC CID-10 CID-O-3 ICECI CID-10 TM ATC/DDD CIF CID-OE ISO 9999 Aqui está a conformação atual da Família. É uma familia dinâmica pois desde outubro de 2008 tem um novo membro,a Classificação Internacional de Prática de Enfermagem (ICNP). ICPC – ICECI que está traduzida para o Portugues CICEL e é relacionada à CID-10 (cap XX de causas externas de lesões). Ela explora as causas das lesões desde a intenção/motivação/ mecanismos/objetos/substâncias/local da ocorrência/atividade, etc…Tem modulos suplementares para aumentar as informações. ATC/DDD - Sistema de Classificação anatômica, terapêutica e química (ATC) com definição de doses diárias (DDD) –liagada à OMS tem como função ser um instrumento de estatística de uso de drogas,conhecer a tendência de usos das drogas e colaborar com a definição de doses diárias, entre outras coisas. ISO9999 – Classifica produtos de ajuda técnica para pessoas com deficiência. Inclui todos os recursos que a pessoa pode usar mesmo aqueles para os quais ela ainda precisa de ajuda de alguma outra pessoa (mas não os que os profissionais usam). Traduzimos por classificação de ajuda tecnica da Norma ISO embora no Brasil alguns digam tecnologia de apoio ou assistiva sendo este último termo mais abrangente do que apenas os produtos de tecnologia assistiva (ou de apoio ou de ajuda) que estão listados na Classificicação. CID-10-NA ICHI ICNP ICF-CA Derivadas Relacionadas Referências 24 24

25 6. O Processo de trabalho Desde 1997 - Grupos de trabalhos
Adoção de todos os recursos tecnológicos para facilitar e agilizar a comunicação Reuniões periódicas (2 ao ano) Plano de trabalho anual e apresentação em plenária

26 6. O Processo de trabalho Coordenação: Equipe da OMS e um Conselho
Comitê de Desenvolvimento da Família Comitê de Implementação Comitê de Educação Comitê de Atualização e Revisão Grupo de Referência para Mortalidade Grupo de Referência para Morbidade Comitê de Ferramentas Eletrônicas Grupo de Referência para Funcionalidade e Incapacidade Grupo de Referência para Terminologia Espaço virtual de trabalho- para que todos os envolvidos possam ter acesso ao material de cada comitê Para garantir uma unidade entre os membros da família, a crescente demanda e os avanços na área de tecnologia de informações, a OMS teve que lançar mão de aumentar seu grupo e dividir seu trabalho. Desta forma, dos 9 centros existentes até o final da década passada, passaram a 14 com o processo de credenciamento de outros 4 em andamento. A partir de 1997 foram sendo formados grupos de trabalhos específicos. Cada um voltado às atividades relacionadas à produção, disseminação, utilização das classificações da família.

27 6. O Processo de trabalho Comitê de Desenvolvimento da Família
Define os critérios para uma classificação ser aceita na família (dentro do modelo, qualidade técnica, aplicação, processo de atualização, manutenção, acessibilidade, classificações derivadas, implicações de recursos, responsabilidade, etc.) Acompanha seu teste e leva a proposta à rede

28 6. O Processo de trabalho Comitê de Educação
Padroniza currículo e material didático Exame internacional para certificar codificadores de mortalidade Desenvolve cursos a distância Desenvolve materias sobre informações de saúde Entre outras atividades

29 6. O Processo de trabalho Comitê de Atualização e Revisão (URC)
Grupo de Referência para Mortalidade Grupo de Referência para Morbidade URC centraliza as propostas de atualização ou modificação e distribui as mesmas para serem discutidas e votadas pelos membros dos grupos MRG e MbRG discutem as mudanças no conteúdo (códigos e regras) e propõe as alterações para o URC.

30 6. O Processo de trabalho Grupo de Referência para Funcionalidade e Incapacidade (FDRG) Prepara regras para uso e codificação CIF Desenvolve currículo e treinamento Relaciona a CID com a CIF Padroniza a linguagem Inclui os aspectos éticos e de direitos humanos E outros trabalhos relacionados à CIF

31 6.Próxima revisão CID-11 CID-10 + (incorporando sugestões e alterações das Modificações clinicas nacionais) CID-11 “wiki” – rascunho – avaliação usuários Versão Beta - atenção primaria/clinica e pesquisa Aprovação Assembléia Mundial Saúde - ICD Revision Steering Group– (RSG) para coordenar o processo de elaboração da CID-11 - TAG – (Topic Advisor Group) Grupos de especialistas: doenças raras, doenças mentais, causas externas de lesões, medicina interna, neoplasias , doenças genéticas, etc. Plataforma ::extranet.who.int/icdrevision

32 Obrigada! cmbuchal@usp.br www.fsp.usp.br/~cbcd
www3. who.int/icf/icftemplate.cfm


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