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CSA 411 COMÉRCIO EXTERIOR Roberto Maranhão. Ementa Introdução ao comércio exterior; Blocos econômicos e acordos internacionais; Exportação: aspectos administrativos.

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1 CSA 411 COMÉRCIO EXTERIOR Roberto Maranhão

2 Ementa Introdução ao comércio exterior; Blocos econômicos e acordos internacionais; Exportação: aspectos administrativos. Importação: aspectos administrativos; Câmbio; Teoria e metodologia do comércio internacional. A produção e o comércio internacional. Consumo e comércio internacional. Equilíbrio comercial, crescimento econômico e comércio internacional Programa da Disciplina

3 Roberto Maranhão3 Roberto Maranhão3 Apresentação do Professor Roberto Maranhão Graduado em Engenharia; Especialista em Ciência da Informação; Mestre em Finanças; Consultor nas áreas financeira e de sistemas de informação; Consultor do projeto PEIEX - Projeto de Extensão Industrial Exportadora

4 Roberto Maranhão4 Roberto Maranhão4 Introdução O comércio exterior existe desde os tempos antigos; Importação de seda existe desde 4000a.c. Grande parte do desenvolvimento industrial e de transportes pode ser atribuído ao comércio exterior; Estamos vivendo uma época de aumento do comércio exterior, mas esse aumento não é isento de precedentes; A globalização – a ampliação da hegemonia econômica, cultural e política – será considerada um fenômeno diferente;

5 Roberto Maranhão5 Roberto Maranhão5 Comércio exterior Uma das principais discussões a respeito do comércio exterior é a respeito da imposição de tarifas; Duas correntes – auto suficiência em um extremo e livre comércio no outro – guiam os discursos mas são impraticáveis;

6 Roberto Maranhão6 Roberto Maranhão6 Autarquia no contexto econômico Autarquia é normalmente usado no sentido de comandar a si mesmo; No contexto econômico tem o sentido de ser auto suficiente; No contexto de COMEX é usado significando independência; Qual a vantagem da independência (auto suficiência) petrolífera, energética e agrícola? Quais as vantagens do livre comércio?

7 Roberto Maranhão7 Roberto Maranhão7 Importância do Dólar Bretton Woods (1944) Os EUA se obrigariam a manter o preço do ouro em dólares fixo; Cada país se obrigaria a manter a cotação de sua moeda em dólar fixa; Esse acordo aumenta a base monetária de pagamentos e incentiva o comércio; Esse acordo foi unilateralmente rompido pelos EUA em 1971 e o dólar se manteve como referência monetária, mas sem convertibilidade em ouro;

8 Roberto Maranhão8 Roberto Maranhão8 Questões para discussão Quais as vantagens para o comércio do aumento da base monetária de pagamentos? Quais os impactos do cancelamento unilateral do acordo de Bretton Woods?

9 Roberto Maranhão9 Roberto Maranhão9 GATT Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (General Agreement on Tariffs and Trade) Estabelecido em 1948 e serviu de base para a OMC ( Organização Mundial do Comércio ou World Trade Organization), criada oficialmente em 1995; Durante sua vigência, várias rodadas foram realizadas para cobrir tópicos como tarifas, barreiras não tarifárias, dumping, acerto de disputas, artigos texteis e agrícolas.

10 Roberto Maranhão10 Roberto Maranhão10 Gatt – princípios básicos Não-discriminação – não deve ser feita discriminação nem entre países, nem entre produtos; Transparência – obrigatória a publicação de toda e qualquer norma relacionada ao comércio;

11 Roberto Maranhão11 Roberto Maranhão11 Gatt – princípios básicos Base estável para o comércio – níveis máximos de tarifa de importação; Concorrência leal – evitar dumping e subsídios

12 Roberto Maranhão12 Roberto Maranhão12 Gatt – princípios básicos Proibição de restrições quantitativas – uso de tarifas apenas; Proteção transparente – não proíbe proteção às indústrias e setores nacionais, efetuada por meio de tarifas.

13 Rússia ganhou ou perdeu a Primeira Guerra Mundial? Na Segunda Guerra, URSS e EUA eram aliados ou inimigos? Rússia/URSS ganhou ou perdeu a Segunda Guerra Mundial? Pegadinhas históricas

14 Fonte para essa seção: O acordo geral de tarifas e comércio e a construção da hegemonia político-econômica dos estados unidos da américa após a ii guerra mundial ( ) MARCOS VINÍCIUS MATTKE GATT – Criação

15 Roberto Maranhão15 Roberto Maranhão15 Contexto Mundial Segunda Gerra devastou a capacidade produtiva da Eurásia; EUA foram beneficiados pelo esforço de guerra com o aquecimento da indústria; Bretton Woods (1944) BIRD (Constitui o Banco Mundial) FMI Plano Marshall (1947) GATT (1947)

16 Roberto Maranhão16 Roberto Maranhão16 Exemplos do estrago da Segunda Guerra A renda nacional e o produto nacional da Alemanha foram, no ano de 1946, menos de um terço dos valores de 1938 A renda nacional real japonesa no ano de 1946 foi somente 57% dos valores de , e os salários reais industriais 30%. As exportações Japonesas eram 9% e as importações 18% dos valores daquele mesmo período. A quantidade de teares de algodão caiu de para e a produção carvoeira caiu 50%

17 Roberto Maranhão17 Roberto Maranhão17 Segunda Guerra nos EUA Do ponto de vista do poder econômico, os Estados Unidos superavam de longe o resto das nações. A partir de 1939 os norte-americanos haviam dobrado sua renda nacional e quadruplicado sua poupança. Embora constituíssem apenas 7 por cento da população mundial, cabiam-lhes mais de 30 por cento da renda estimada do mundo.

18 Roberto Maranhão18 Roberto Maranhão18 Aquecimento Industrial

19 Roberto Maranhão19 Roberto Maranhão19 Setor Financeiro O setor financeiro dos EUA recebeu igualmente um forte impulso. Com o crescimento econômico- industrial, o país foi obrigado a auxiliar financeiramente a Europa, sustentando-a durante os conflitos, visto que estava sendo devastada. Até o fim da guerra, em 1945, o país emprestou US$ 48 bilhões (há divergências), sendo desse montante 69% para a Grã Bretanha

20 Roberto Maranhão20 Roberto Maranhão20 Finalmente, o ouro Quando do término da guerra, Washington tinha reservas em ouro de 20 bilhões de dólares, quase dois terços do total mundial de 33 bilhões. Contexto – 48 bilhões foram emprestados para a o mundo.

21 Roberto Maranhão21 Roberto Maranhão21 Redesenho do mundo O mundo é redesenhado ao final da segunda guerra; Esferas de influência dos dois principais vencedores (EUA e URSS), com perda de influência da Grã Bretanha; A recuperação da Europa era essencial para a manutenção da única superpotência capitalista;

22 Roberto Maranhão22 Roberto Maranhão22 Plano Marshall (1947) Política esta batizada de Doutrina Truman, em honra ao nome de seu mentor, que a lançou em um discurso em que defendia o auxílio estadunidense aos povos livres que viessem a ser ameaçados por agressões totalitáras, tanto externas quanto internas;

23 Roberto Maranhão23 Roberto Maranhão23 Plano Marshall O Plano Marshall foi, de início, apresentado como uma generosa oferta a todos os Estados europeus, comunistas ou não; O governo estadunidense deu como condição, no entanto, que o programa de reconstrução fosse articulado em bases supranacionais, com organizações inter-estatais de cooperação;

24 Roberto Maranhão24 Roberto Maranhão24 Mundo comunista Vyacheslav Molotov, ministro das relações exteriores soviético, abandonou as negociações do Plano Marshall, rejeitando-o completa e veementemente, mais tarde, e persuadindo seus países satélites a fazer o mesmo; Dessa forma, em resposta ao Plano Marshall, no mês de janeiro de 1949, a União Soviética lançou o seu próprio programa de auxilio e cooperação econômica entre seus países satélites, chamado Conselho para Assistência Econômica Mútua;

25 Roberto Maranhão25 Roberto Maranhão25 Plano Marshall Subsídios e empréstimos que totalizavam um montante de cerca de US$ 13 bilhões ; Concentraram em prover: 1. alimentos, rações animais e fertilizantes para aumentar a produtividade agrícola e diminuir a falta de alimentos. 2. matérias-primas, produtos semi-industrializados, maquinaria, veículos e combustível. Rezende (2007, p. 233): Que 69,7% de todos esses bens, e 98% da maquinaria e dos veículos tenham sido adquiridos dos Estados Unidos, mostra claramente os efeitos indiretos do Plano sobre a economia norte-americana.

26 Roberto Maranhão26 Roberto Maranhão26 Contexto - URSS Formada após a Primeira Guerra mundial (Revolução Russa de 1917); Sai vencedora da Segunda Guerra ( ); Enfrenta uma crise agrícola com milhões (número controverso) de mortos em ; Torna-se uma superpotência mundial até 1991;

27 Roberto Maranhão27 Roberto Maranhão27 GATT Toda essa indústria precisava de mercado; Quanto ao estabelecimento do GATT, cabe salientar que a criação de uma instituição verdadeiramente multilateral de comércio não interessava naquele momento aos Estados Unidos, por se constituir em uma barreira à sua supremacia econômica e comercial frente aos países europeus. Isto explica a própria criação de um acordo entre as partes contratantes, em lugar de uma organização da qual os países se tornam membros. Deiro e Mallman, 2002

28 Comentários sobre blocos econômicos

29 Roberto Maranhão29 Roberto Maranhão29 Balanças Mercosul

30 Roberto Maranhão30 Roberto Maranhão30 Balanças Continentais

31 Roberto Maranhão31 Roberto Maranhão31 Balança Corrente

32 Roberto Maranhão32 Roberto Maranhão32 Balança Corrente com o Mercosul

33 Barreiras

34 Roberto Maranhão34 Roberto Maranhão34 Barreiras comerciais Tarifárias Não tarifárias Qualquer lei, regulamento, política, medida ou prática adotada por um governo que cause restrições ou distorções ao comércio internacional.

35 Roberto Maranhão35 Roberto Maranhão35 Barreiras tarifárias Instrumento de política comercial que influencia os preços de mercado sem impor, diretamente, a quantidade a ser comprada ou vendida. Na importação é uma imposição tributária discriminatória sobre produtos de outro país, visando conter seu ingresso no mercado importador. Seu emprego, na maioria das vezes, é justificado pela necessidade de proteger o produto nacional da concorr6encia predatória.

36 Roberto Maranhão36 Roberto Maranhão36 Barreiras tarifárias Ad valorem: percentual cobrado sobre o valor da mercadoria. Específicas: determinadas sobre a quantidade ou peso do produto (características físicas do mesmo). Ex.: cigarros, bebidas alcóolicas. Mistas: uma combinação das tarifas ad valorem e específicas. Sendo a função da ad valorem proteger setores nacionais de bens acabados e a específica proteger fornecedores locais de matéria-prima.

37 Roberto Maranhão37 Roberto Maranhão37 Barreiras não-tarifárias Discriminam o produto estrangeiro sem se referir ao pagamento de tributos. Se, por um lado, algumas medidas são benéficas (proteção da saúde humana e preservação do meio ambiente), por outro lado podem significar discriminação e protecionismo comercial, de praticadas de forma muito rigorosa ou pouco criteriosa.

38 Roberto Maranhão38 Roberto Maranhão38 Barreiras não-tarifárias 1. Proibição de importações 2. Licenças de importação 3. Cotas 4. Controles de preço 5. Medidas sanitárias e fitossanitárias 6. Normas de qualidade 7. Normas e regulamentos técnicos 8. Regras de origem 9. Barreiras logísticas

39 Roberto Maranhão39 Roberto Maranhão39 Exercício Reúna-se em grupos de até 03 pessoas. Escolha 01 das 9 barreiras não-tarifárias para definir e explicar; Cite exemplos da barreira escolhida e avalie seus impactos para os países envolvidos; Prepare uma apresentação de até 3 minutos. Caso decidam usar slides (não é necessário) os slides devem ser enviados para até 24h antes da

40 ITC e Mercados

41 Porquê construir um Perfil de Mercado?

42 Algumas razões... O comércio global continua ultrapassando o crescimento do PIB Comércio é uma importante fonte de crescimento para economias em desenvolvimento A competição é feroz! Exportadores de sucesso precisam entender seus mercados para fazer a escolha certa Quanto mais conhecimento uma empresa detém, mais provável dela ser bem sucedida

43 Governos querem diversificar seus produtos de exportação Top 10 SH-2 represent 60% of total exports Source : ITC Trade Map

44 Exportadores visam por mais oportunidades de mercado Fastest growing markets List of importing markets for the products exported by Brazil in 2008 All Products Annual growth of world export in 2008 Source : ITC Trade Map

45 Impacto da crise econômica mundial sobre o comércio Source : ITC Trade Map

46 Redução de tarifas trás novas oportunidades Average tariffs applied by importing countries to the sector HS-02-Meat exported by Brazil Source : ITC Market Access Map

47 Medidas não-tarifárias estão se tornando um grande obstáculo para o comércio Source: World Trade Indicators, World Bank Non-Tariff Measure Frequency Ratio - All Goods By Level of Income, 2001

48 Entendendo os Mercados atrativos Estatísticas de comércio e outros indicadores globais não são suficientes. Uma análise aprofundada do mercado prospectado é essencial para entender: o Ambiente de negócios e regulamentações o Compradores estrangeiros o Canais de distribuição o Competição o Preço …. Então você poderá adaptar sua estratégia de exportação

49 Estratégia de mercado requer informação Aonde iremos jogar? Como iremos ganhar? Por que iremos ganhar? O que vai ser preciso? Um perfil de mercado consistente INFORMA uma estratégia de exportação consistente País, Segmento Setor, Produto, Processo Taxa de entrada (o mínimo para jogar) Diferenciação Vantagem competitiva sustentável Retorno projetado Investimentos e despesas contínuos

50 Zonas de Preferência Tarifária

51 Roberto Maranhão51 Roberto Maranhão51 Zona de preferência tarifária SÃO ADOTADAS PARA PAÍSES-MEMBROS TARIFAS INFERIORES ÀS ADOTADAS PARA Terceiros países. Ex.: Aladi – associação latino-americana de integração

52 Roberto Maranhão52 Roberto Maranhão52 ZONA DE LIVRE COMÉRCIO São eliminadas as barreiras tarifárias e não- tarifárias ao comércio entre os países membros Ex.: Nafta – acordo de livre comércio da américa do norte

53 Roberto Maranhão53 Roberto Maranhão53 UNIÃO ADUANEIRA Adoção de uma tarifa externa comum e de políticas comerciais comuns em face de terceiros países Ex.: Mercosul - mercado comum do sul

54 Roberto Maranhão54 Roberto Maranhão54 MERCADO COMUM Livre circulação de bens, serviços e de fatores de produção e coordenaÇão de políticas macroeconômicas (cambial, monetária e fiscal) Não há exemplo de modelo de integração nesse caso

55 Roberto Maranhão55 Roberto Maranhão55 União econômica e monetária Adoção de uma moeda única e de política monetária unificada, conduzida por banco central comunitário. Ex.: UE – UNIÃO EUROPÉIA


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