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Equipamento: CRISTALIZADOR Acadêmica: Jaque B Viacelli Prof. Dr. Edgardo Prado.

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1 Equipamento: CRISTALIZADOR Acadêmica: Jaque B Viacelli Prof. Dr. Edgardo Prado

2 Cristalizador Pertence ao grupo das Operações de Separação Este grupo inclui: processos físicos – separação de duas fases sólido-líquido e líquido-líquido: filtração, decantação centrifugação; transferência de massa de uma fase para outra: extração, adsorção, secagem etc;

3 Cristalizador Pertence ao grupo das Operações de Separação Este grupo inclui: processos que ocorrem as transferências de material de uma fase pra outra pela influência de troca de calor, cristalização como a evaporação, destilação, cristalização, etc Todas as operações de separação ocorrem no interior de um equipamento especialmente projetado pra se conseguir o efeito desejado

4 Cristalização Separação de um componente de uma solução líquida transferindo-se a fase sólida em forma de cristais que precipitam. Pela concentração da solução até a saturação e pela formação de cristais da solução. Partículas sólidas

5 Cristalização Método simples e complexo Método SIMPLES Empresa NORSAL – 3 marcas: -Rio Grande do Norte - a concentração da água do mar, - a cristalização do cloreto de sódio e - a colheita e lavagem Lebre Norsal Miramar

6 Pureza desde o bombeamento da água do mar A pureza começa na captação, que é feita diretamente de águas virgens do Oceano Atlântico para a área de evaporação. É o inicio de uma viagem de cerca de 60 dias pelos tanques das salinas. 1 Casa de bomba de captação

7 EVAPORAÇÃO 1ª ETAPA Um ecossistema semelhante ao do mar A água do mar é exposta ao sol para evaporar e aumentar a concentração de sal. A evaporação média é de 8 milímetros por dia. Nesta fase, a fauna e a flora ainda são semelhantes às do mar.

8 EVAPORAÇÃO 2ª ETAPA Fauna e flora de ambientes salinos Aumenta a concentração de sal, produzindo uma salmoura de maior densidade. As espécies de plantas e de animais começam a se mostrar diferentes das do mar e aparecem os primeiros exemplares de fauna e flora típicos de ambientes salinos.

9 EVAPORAÇÃO 3ª ETAPA A artêmia entra em ação Nesse ponto introduz-se na salmoura a artêmia salina, um micro-crustáceo que age como filtro biológico, absorvendo todos os microorganismos e purificando a salmoura. A salmoura continua a se concentrar até atingir o limite de saturação e ficar pronta para ser transferida para os cristalizadores.

10 CRISTALIZADORES Cristais acumulados: hora da colheita Nos cristalizadores, a evaporação da salmoura saturada precipita os cristais de sal. Cada cristalizador mantém uma lâmina de 30 a 40 centímetros de salmoura, que é trocada a cada trinta ou quarenta dias. Precipita-se por mês uma camada de 2,5 a 3 centímetros de sal. Quando a camada chega a uma altura de 15 a 18 centímetros, retira-se a salmoura e inicia-se a colheita.

11 Cristalização Método simples e complexo Método COMPLEXO - processo de cristalização contínuos - visam à obtenção de um produto com partículas de dimensões, de formas, de teor de umidade e de pureza muito uniforme.

12 Os cristalizadores podem ser classificados pelo método usado para se obter o depósito das partículas em grupos: Cristalizadores que conseguem a precipitação mediante o resfriamento de uma solução concentrada e quente; Cristalizadores que conseguem a precipitação pela evaporação de uma solução; Cristalizadores que conseguem a precipitação pela evaporação adiabática e pelo resfriamento.

13 Tipos de cristalizadores resfriamento Cristalizador Swenson-Walker - resfriamento evaporação Cristalizador Oslo – evaporação evaporação/pressão baixa Cristalizador a vácuo – evaporação/pressão baixa

14 RESFRIAMENTO Cristalizador Swenson-Walker - RESFRIAMENTO Tipos de cristalizadores

15 Cristalizador Oslo EVAPORAÇÃO

16 Tipos de cristalizadores Cristalizador a vácuo EVAPORAÇÃO BAIXA PRESSÃO BAIXA PRESSÃO Cristalizadores que conseguem a precipitação pela evaporação adiabática e pelo resfriamento.

17 Descarregamento, Saída do produto Tubulação de circulação corpo condensador barométrico Saída de Entrada de água refrigeração Tubulação da recirculação Entrada de vapor Saída do condensado Bomba de circulação Junta de expansão

18 Sistema de cristalização de cloreto de potássio (Jordânia)

19 Cristalizador para KNO3 e NaNO3 (Chile)

20 BIBLIOGRAFIA Textos Científicos Acessado em: 10 de agosto de 2007 Disponível em:


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