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AVALIAÇÃO FORMAÇÃO EM AÇÃO 1º SEMESTRE – 2013 NRE - CASCAVEL.

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Apresentação em tema: "AVALIAÇÃO FORMAÇÃO EM AÇÃO 1º SEMESTRE – 2013 NRE - CASCAVEL."— Transcrição da apresentação:

1 AVALIAÇÃO FORMAÇÃO EM AÇÃO 1º SEMESTRE – 2013 NRE - CASCAVEL

2 PRÁTICA SOCIAL INICIAL: Existe relação entre a sociedade e avaliação escolar?

3 TEORIA: Sistematizações realizadas pela Ciência sobre a Avaliação

4 Educação Tradicional Educação tradicional Formar homens cultos para vencer a ignorância social, conformando-se à essência humana de cada indivíduo. Centrada em modelos e padrões de conduta social. Transmissão de conhecimentos da cultura considerada erudita. Avaliação tradicional Intenção: Classificação, seleção e exclusão. Preocupação: Nota. Enfoque: Verificar a capacidade de reprodução de conteúdos, modelos e padrões de conduta aceitos socialmente.

5 Educação Escolanovista Formar seres adaptáveis aos valores e padrões sociais, promovendo mudanças de comportamento nos indivíduos. Desenvolver hábitos, habilidades e atitudes que promovam o desenvolvimento biopsicossocial dos indivíduos. Avaliação Escolanovista Intenção: Classificação, seleção e exclusão. Preocupação: Conceito ou menção. Enfoque: Verificar a mudança de comportamento do aluno com relação aos hábitos, habilidades e atitudes socialmente determinados e trabalhados.

6 Educação Tecnicista Formar mão-de-obra eficiente e produtiva do ponto de vista dos valores e necessidades do capitalismo. Promover a capacitação tecno- industrial do indivíduo, a partir das necessidades e avanços científico-tecnológicos da produção industrial. Avaliação tecnicista Intenção: Classificação, seleção e exclusão. Preocupação: Nota, conceito ou menção que expresse a aprendizagem em função dos objetivos atingidos e não atingidos. Enfoque: Medir a quantidade de erros e acertos do indivíduo no processo de assimilação dos conteúdos propostos.

7 Educação Progressista Formar sujeitos conscientes de sua ação histórica na construção de uma sociedade mais justa e humana. instrumentalizando-os culturalmente. Instrumentalizar os sujeitos, via apropriação do conhecimento, na construção de saberes que lhes possibilite compreender e analisar criticamente a realidade social, no sentido de promover ações transformadoras. Avaliação Progressista Intenção: Instrumentalização, promoção e inclusão. Preocupação: A qualidade da aprendizagem enquanto expressão do processo de apropriação-construção do saber e compreensão da realidade social. Enfoque: Acompanhar o processo de apropriação- construção individual e coletiva do saber.

8 Educação Neoliberal Formar cidadãos preparados para as exigências científico- tecnológicas da sociedade do conhecimento. Centrada nas exigências da sociedade pós- moderna, deve possibilitar a formação de pessoas para o neocapitalismo. Educação Neoliberal Intenção: Classificação, seleção e exclusão. Preocupação: Nota, conceito ou menção que expresse o domínio de determinadas habilidades e competências necessárias à adaptação do indivíduo frente as aceleradas mudanças sociais. Enfoque: Verificar o nível de desenvolvimento de determinadas habilidades, competências e comportamentos em situações que buscam representar a realidade.

9 DÉCADA DE 80- CF 88: Implantação do processo de democratização da educação. Preocupação com a garantia e a ampliação das condições de acesso e permanência dos alunos na escola. Discussão de uma proposta de educação compromissada com a transformação social e com a formação do cidadão.

10 Avaliação na realidade escolar Inúmeros avanços teóricos com relação a produção acadêmica. Número reduzido de práticas avaliativas construídas a partir de uma perspectiva democrática e emancipadora. Diminuição dos índices de reprovação e de evasão escolar e queda da qualidade da aprendizagem em diferentes níveis de ensino.

11 Quais dificuldades encontramos na construção de novas práticas avaliativas nnn;

12 LEGISLAÇÃO

13 LDB/9394/96  CAPÍTULO II – da Educação Básica  Seção I – Das Disposições Gerais  Art. 24  V – a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:

14  a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;  b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;(Classificação)  c) possibilidade de avanços nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; (Reclassificação)

15  d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; (Validação)  e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos.

16 Deliberação nº 007/99 - CEE ASSUNTO Normas Gerais para Avaliação do Aproveitamento Escolar, Recuperação de Estudos e Promoção de Alunos, do Sistema Estadual de Ensino, em Nível do Ensino Fundamental e Médio

17 CAPÍTULO 1 – DA AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO  Art. 1º - A avaliação deve ser entendida como um dos aspectos do ensino pelo qual o professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio trabalho, com as finalidades de acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos alunos, bem como diagnosticar seus resultados e atribuir-lhes valor.  §1º A avaliação deve dar condições para que seja possível ao professor tomar decisões quanto ao aperfeiçoamento das situações de aprendizagem.

18  §2º – A avaliação deve proporcionar dados que permitam ao estabelecimento de ensino promover a reformulação do currículo com adequação dos conteúdos e métodos de ensino; (Flexibilização Curricular)  §3º – A avaliação deve possibilitar novas alternativas para o planejamento do estabelecimento de ensino e do sistema de ensino como um todo.

19  Art. 2º – Os critérios de avaliação, de responsabilidade dos estabelecimentos de ensino, devem constar do Regimento Escolar, obedecida a legislação existente.  Parágrafo Único – Os critérios de avaliação do aproveitamento escolar serão elaborados em consonância com a organização curricular do estabelecimento de ensino.

20  Art. 3º – A avaliação do aproveitamento escolar deverá incidir sobre o desempenho do aluno em diferentes situações de aprendizagem.  §1º – A avaliação utilizará técnicas e instrumentos diversificados.  §2º – O disposto neste artigo aplica-se a todos os componentes curriculares, independente do respectivo tratamento metodológico.  §3º – É vedada a avaliação em que os alunos são submetidos a uma só oportunidade de aferição.

21 Art. 4º A avaliação deve utilizar procedimentos que assegurem a comparação com os parâmetros indicados pelos conteúdos de ensino, evitando-se a comparação dos alunos entre si. Art. 5º Na avaliação do aproveitamento escolar, deverão preponderar os aspectos qualitativos da aprendizagem, considerada a interdisciplinariedade e a multidisciplinariedade dos conteúdos. Parágrafo único. Dar-se-á relevância à atividade crítica, à capacidade de síntese e à elaboração pessoal, sobre a memorização.

22 Art. 6º – Para que a avaliação cumpra sua finalidade educativa, deverá ser contínua, permanente e cumulativa. Art. 7º – Caberá ao órgão indicado pelo Regimento Escolar o acompanhamento do processo de avaliação da série, ciclo, grau ou período, devendo debater e analisar todos os dados intervenientes na aprendizagem.(Conselho de Classe) § 1º – O órgão será composto, obrigatoriamente, pelos Professores, pelo Diretor e pelos profissionais de supervisão e orientação educacional.(Equipe Pedagógica)

23 § 2º – É recomendável a participação de um representante dos alunos. § 3º – A individualidade do aluno e o seu domínio dos conteúdos necessários deverão ser assegurados nas decisões sobre o processo de avaliação.

24 Parágrafo único. A aprendizagem de que trata este artigo deverá levar em consideração a capacidade individual, o desempenho do aluno e sua participação nas atividades realizadas. Art. 9º – A avaliação deverá ser registrada em documentos próprios, a fim de serem asseguradas a regularidade e a autenticidade da vida escolar do aluno.

25 CAPÍTULO II – DA RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS Art. 10 – O aluno cujo aproveitamento escolar for insuficiente poderá obter a aprovação mediante recuperação de estudos, proporcionados obrigatoriamente pelo estabelecimento. Parágrafo único – A proposta de recuperação de estudos deverá indicar a área de estudos e os conteúdos da disciplina em que o aproveitamento do aluno foi considerado insuficiente.

26 Art. 11 – A recuperação é um dos aspectos da aprendizagem no seu desenvolvimento contínuo, pela qual o aluno, com aproveitamento insuficiente, dispõe de condições que lhe possibilitem a apreensão de conteúdos básicos. §1º – O processo de recuperação deverá ser descrito no Regimento Escolar.

27 Art. 12 – O estabelecimento de ensino deverá proporcionar recuperação de estudos, preferencialmente concomitante ao período letivo, assegurando as condições pedagógicas definidas no Artigo 1º desta Deliberação. Parágrafo único – Entende-se por período letivo a carga mínima anual de 800 horas distribuídas por um mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado às provas finais.

28 Art.13 – A recuperação de estudos deverá constituir um conjunto integrado ao processo de ensino, além de se adequar às dificuldades dos alunos. Parágrafo único – A recuperação de estudos realizada durante o ano letivo será considerada para efeito de documentação escolar. Art. 16 – Os resultados da recuperação deverão incorporar-se aos das avaliações efetuadas durante o período letivo, constituindo-se em mais um componente do aproveitamento escolar. Parágrafo único – A proporcionalidade ou a integração entre os resultados da avaliação e da recuperação deverá ser estabelecida no Regimento Escolar.

29 CAPÍTULO III – DA PROMOÇÃO Art. 17 – A promoção deverá ser o resultado da avaliação do aproveitamento escolar do aluno expresso conforme critério e forma determinada pelo estabelecimento em seu Regimento Escolar. Art. 18 – A avaliação deverá considerar, para efeito de promoção, todos os resultados obtidos durante o período letivo, incluída a recuperação de estudos.

30 CAPÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20 – As questões pertinentes à Educação Infantil e Educação de Jovens e Adultos serão tratadas em deliberação própria. Art. 21 – Esta Deliberação entrará em vigor após a sua publicação, ficando revogadas as Deliberações Nºs. 033/87, 004/88, 012/88 e 006/92 Sala Pe. Anchieta, em 09 de abril de 1999.

31 DIRETRIZES CURRICULARES ORIENTADORAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA A REDE ESTADUAL DE ENSINO No processo educativo, a avaliação deve se fazer presente: - como meio de diagnóstico do processo ensino-aprendizagem - como instrumento de investigação da prática pedagógica.

32 A avaliação assume uma dimensão formadora, uma vez que, o fim desse processo é: a aprendizagem, ou a verificação dela, permitir que haja uma reflexão sobre a ação da prática pedagógica.

33 ...sentido da avaliação: acompanhar o desempenho no presente, orientar as possibilidades de desempenho futuro e mudar as práticas insuficientes, apontando novos caminhos para superar problemas e fazer emergir novas práticas educativas (LIMA, 2002)....objetivo proporcionar-lhes subsídios para as decisões a serem tomadas a respeito do processo educativo que envolve professor e aluno no acesso ao conhecimento.

34 É importante ressaltar que a avaliação se concretiza de acordo com o que se estabelece nos documentos escolares como: - Projeto Político Pedagógico - Proposta Pedagógica Curricular - Plano de Trabalho Docente - Diretrizes Curriculares Estaduais.

35 Objetivo expresso no documento explicitam, assim, a concepção de escola e de sociedade com que se trabalha e indicam que sujeitos se quer formar para a sociedade que se quer construir.

36 Concepção de Educação … formar sujeitos que construam sentidos para o mundo, que compreendam criticamente o contexto social e histórico de que são frutos e que, pelo acesso ao conhecimento, sejam capazes de uma inserção cidadã e transformadora na sociedade.

37 A avaliação, nesta perspectiva, visa contribuir para a compreensão das dificuldades de aprendizagem dos alunos, com vistas às mudanças necessárias para que essa aprendizagem se concretize e a escola se faça mais próxima da comunidade, da sociedade como um todo, no atual contexto histórico e no espaço onde os alunos estão inseridos.

38 Não há sentido em processos avaliativos que apenas constatam o que o aluno aprendeu ou não aprendeu e o fazem refém dessas constatações, tomadas como sentenças definitivas. Se a proposição curricular visa à formação de sujeitos que se apropriam do conhecimento para compreender as relações humanas em suas contradições e conflitos, então a ação pedagógica que se realiza em sala de aula precisa contribuir para essa formação.

39 No cotidiano das aulas, isso significa que: é importante a compreensão de que uma atividade de avaliação situa-se entre a intenção e o resultado e que não se diferencia da atividade de ensino, porque ambas têm o intuito de ensinar; no Plano de Trabalho Docente, ao definir os conteúdos específicos trabalhados naquele período de tempo, já se definem os critérios, estratégias e instrumentos de avaliação, para que professor e alunos conheçam os avanços e as dificuldades, tendo em vista a reorganização do trabalho docente;

40 os critérios de avaliação devem ser definidos pela intenção que orienta o ensino e explicitar os propósitos e a dimensão do que se avalia. Assim, os critérios são um elemento de grande importância no processo avaliativo, pois articulam todas as etapas da ação pedagógica; os enunciados de atividades avaliativas devem ser claros e objetivos. Uma resposta insatisfatória, em muitos casos, não revela, em princípio, que o estudante não aprendeu o conteúdo, mas simplesmente que ele não entendeu o que lhe foi perguntado. Nesta circunstância, o difícil não é desempenhar a tarefa solicitada, mas sim compreender o que se pede;

41 os instrumentos de avaliação devem ser pensados e definidos de acordo com as possibilidades teórico-metodológicas que oferecem para avaliar os critérios estabelecidos. Por exemplo, para avaliar a capacidade e a qualidade argumentativa, a realização de um debate ou a produção de um texto serão mais adequados do que uma prova objetiva; a utilização repetida e exclusiva de um mesmo tipo de instrumento de avaliação reduz a possibilidade de observar os diversos processos cognitivos dos alunos, tais como: memorização, observação, percepção, descrição, argumentação, análise crítica, interpretação, criatividade, formulação de hipóteses, entre outros;

42 uma atividade avaliativa representa, tão somente, um determinado momento e não todo processo de ensino-aprendizagem; a recuperação de estudos deve acontecer a partir de uma lógica simples: os conteúdos selecionados para o ensino são importantes para a formação do aluno, então, é preciso investir em todas as estratégias e recursos possíveis para que ele aprenda. a recuperação é justamente isso: o esforço de retomar, de voltar ao conteúdo, de modificar os encaminhamentos metodológicos, para assegurar a possibilidade de aprendizagem. Nesse sentido, a recuperação da nota é simples decorrência da recuperação de conteúdo.

43 Assim, a avaliação do processo ensino- aprendizagem, entendida como questão metodológica, de responsabilidade do professor, é determinada pela perspectiva de investigar para intervir. A seleção de conteúdos, os encaminhamentos metodológicos e a clareza dos critérios de avaliação elucidam a intencionalidade do ensino, enquanto a diversidade de instrumentos e técnicas de avaliação possibilita aos estudantes variadas oportunidades e maneiras de expressar seu conhecimento.

44 Ao professor, cabe acompanhar a aprendizagem dos seus alunos e o desenvolvimento dos processos cognitivos. Por fim, destaca-se que a concepção de avaliação que permeia o currículo não pode ser uma escolha solitária do professor. A discussão sobre a avaliação deve envolver o coletivo da escola, para que todos (direção, equipe pedagógica, pais, alunos) assumam seus papéis e se concretize um trabalho pedagógico relevante para a formação dos alunos.

45 Analisando-se as questões do ENEM, verificar que conteúdos deveriam ter sido trabalhados para que os alunos respondessem às questões, relacionando, os possíveis critérios de avaliação para cada questão.

46 REVENDO CONCEITOS (Ao final da oficina)

47 Avaliação democrática e emancipadora Pensar uma prática de avaliação formativa é pensar um novo projeto de formação escolar. Implica promover as condições para a socialização do conhecimento científico. Significa estar a favor da construção da aprendizagem de todos os alunos. Desenvolver as capacidades necessárias para superação das atuais práticas pedagógicas no interior da escola.

48 Avaliação Democrática O primeiro e mais importante traço de uma avaliação democrática é assegurar a possibilidade de refletir e questionar criticamente as práticas usadas pelos agentes que intervêm nos processos. Uma prática educativa que não garanta a possibilidade de refletir com liberdade sobre ela não pode ser considerada democrática. Se, como profissionais da educação, somos incapazes de avaliar as avaliações e fazer com que nossos alunos usem sua voz – muitas vezes silenciada – para expressar suas dúvidas, suas inquietações, seus sentimentos e suas propostas, não podemos falar de avaliação democrática. (BATALLOSO, 2003, p.50)

49 Avaliação Diagnóstica Acompanha o processo de efetivação da aprendizagem, fornecendo dados e informações essenciais à tomada de decisões a respeito das condições de continuidade e/ou retomada do ensino. Atribui juízo de valor à aprendizagem efetivada, oferecendo condições para análise e julgamento dos aspectos quantitativos e qualitativos do processo construído (capacidade de análise crítica, associação, generalização e síntese manifesta em sua compreensão e reflexão sobre a realidade).

50 Avaliação Processual Significa conceber a avaliação enquanto um dos elementos do processo de ensino-aprendizagem, uma vez que se vincula diretamente aos objetivos, à metodologia, à seleção e organização dos conteúdos, à relação professor-aluno, à construção do saber. A avaliação se dá no processo de ensino- aprendizagem.

51 Avaliação Contínua A avaliação se estende por todo o processo de mediação e de construção da aprendizagem, fornecendo elementos para sua análise e julgamento. Pressupõe uma estrutura e uma organização curricular que possibilitem a continuidade/retomada do processo de ensino-aprendizagem, assim como formas contínuas de acompanhamento.

52 Avaliação Cumulativa Acompanhamento gradativo da complexidade do trabalho pedagógico e do processo de construção da aprendizagem, oferecendo elementos para análise dos avanços obtidos com relação à compreensão e reflexão sobre a realidade.

53 Avaliação Criteriosa Pressupõe a definição clara e objetiva dos critérios utilizados para análise, julgamento de qualidade e atribuição de valor à aprendizagem. Os critérios de avaliação são elaborados a partir das expectativas político-sociais com relação à finalidade do trabalho pedagógico escolar, à função social do conjunto de conteúdos, à abordagem metodológica e à especificidade da área do conhecimento, do nível e modalidade de ensino.

54 Avaliação Qualitativa Qualidade e quantidade são atributos inalienáveis, havendo uma combinação de aspectos qualitativos (capacidade de análise crítica, elaboração intelectual, estabelecimento de relações, etc.) e quantitativos (intensidade, tempo, valor, etc.) na avaliação.

55 A construção de uma avaliação diagnóstica, processual, contínua, cumulativa, criteriosa e qualitativa A avaliação perde nessa abordagem seu caráter controlador e se torna um acompanhamento do processo de construção da realidade, processo este que se desenvolve em cada aluno, sem que seja possível prever sua configuração. A metodologia decorrente é de julgamento de valor, por parte dos sujeitos do processo. (WACHOWICZ, 1987)

56 AVALIAÇÃO Mas o fato de a avaliação estar assim articulada com o tipo de ensino não deveria levar à postura de se aguardar a mudança no ensino para, só então, se pensar em mudanças na avaliação. Caso contrário, se cai no círculo vicioso de que, assim como só tem sentido mudar a avaliação depois de mudanças nos métodos de ensino e nas condições de trabalho que a exigem, por sua vez, só tem sentido mudar esses métodos e condições a partir de mudanças na avaliação que os determina. Trata-se, em vez disso, de reconhecer que tanto a avaliação quanto o ensino precisam ser mudados e, como ambos estão inter- relacionados, qualquer mudança em um deles deve obrigatoriamente levar em conta essa mútua dependência. (PARO, 2001, p.48-49, grifos nossos)

57 Não se constitui como prática em si mesma, pois coexiste na relação com os demais elementos do processo educativo. Relação intrínseca com a concepção de educação, currículo, gestão, ensino, aprendizagem, conhecimento, método, aluno e professor. SABERALUNO PROFESSOR Ação didática Estratégias individuais de aprendizage m Relação pedagógica AVALIAÇÃO

58 PRÁTICA SOCIAL FINAL: Utilização do conhecimento apreendido na sala de aula


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