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Adriano Valenga Arruda Renascimento. Adriano Valenga Arruda Na idade Moderna, a arte e o saber voltaram-se para o mundo concreto, para a humanidade e.

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1 Adriano Valenga Arruda Renascimento

2 Adriano Valenga Arruda Na idade Moderna, a arte e o saber voltaram-se para o mundo concreto, para a humanidade e sua capacidade de transformar o mundo. A Igreja perde o monopólio do saber e a cultura se torna laica.

3 Adriano Valenga Arruda CONTEXTO HISTÓRICO: As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio com o Oriente, os europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística. São os chamados MECENAS.

4 Adriano Valenga Arruda E foi na Península Itálica, centro do Mar Mediterrâneo, que o comércio mais se desenvolveu. Cidades como Veneza, Florença e Gênova tiveram um expressivo movimento artístico e intelectual. Por este motivo, a Itália passou a ser conhecida como o berço do Renascimento.

5 Adriano Valenga Arruda Idade MédiaRenascimento Geocentrismo.Heliocentrismo Teocentrismo.Antropocentrismo Vida espiritual.Vida material e terrena. O homem não conhecia cientificamente a natureza. A natureza é maravilhosa e o homem deve conhecê-la para transformá-la. Valorização da vida espiritual.Hedonismo: valorização do corpo e dos prazeres materiais e intelectuais. Seguir os dogmas da Igreja.Contestação aos dogmas da Igreja. Visão da realidade por meio da fé.Visão imanentista: ciência Princípios da Idade Média.Revalorizacão dos estudos Greco- romanos, racionalismo. Coletivismo.Individualismo, ambição, competitividade.

6 Adriano Valenga Arruda Claudius Ptolomeu

7 Adriano Valenga Arruda HELIOCENTRISMO - O Sistema Solar, 1507, segundo Copérnico, e retrato de Copérnico, autor desconhecido, 1500, Florença.

8 Adriano Valenga Arruda Ao propor o Modelo Heliocêntrico, Copérnico (polonês) renovou a Astronomia. A Terra seria apenas um dos seis planetas conhecidos a girar em torno do Sol. Mas o livro com essas idéias subversivas - De Revolutionibus - só foi publicado no ano de sua morte, Copérnico não testemunhou o tamanho da ferida causada em sua espécie ao arrancá-la do centro do Universo. Foi também cónego da Igreja, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico.

9 Adriano Valenga Arruda Pintura teocêntrica X antropocêntrica

10 Adriano Valenga Arruda Renascimento literário

11 Adriano Valenga Arruda Nicolau Maquiavel Florentino, historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da Ciência Política moderna, pela simples manobra de escrever sobre o Estado e o governo como realmente são. Obras: O príncipe.

12 Adriano Valenga Arruda Dante Alighieri É considerado pelos italianos seu maior poeta. Foi muito mais do que apenas um literato: numa época onde apenas os escritos em latim eram valorizados, redigiu um poema, de viés épico e teológico, La Divina Commedia (A Divina Comédia), que se tornou a base da língua italiana moderna e culmina a afirmação do modo medieval de entender o mundo. Dante no exílio, autor desconhecido.

13 Adriano Valenga Arruda Luís Vaz de Camões Poeta português considerado como o maior poeta de língua portuguesa e dos maiores da Humanidade. Escreveu Os Lusíadas.

14 Adriano Valenga Arruda A epopéia narra a história de Vasco da Gama e dos heróis portugueses que navegaram em torno do Cabo da Boa Esperança e abriram uma nova rota para a Índia.

15 Adriano Valenga Arruda A obra é composta de dez cantos, 1102 estrofes que são oitavas decassílabas, no total de 8816 versos sujeitas ao esquema rímico fixo AB AB AB CC – oitava rima camoniana. As| ar| mas| e os| ba| rões| as| si|na|la|dos Que, da ocidental praia lusitana, Por mares nunca de antes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo reino, que tanto sublimaram. Camões, Lusíadas, Canto I.

16 Adriano Valenga Arruda Miguel de Cervantes Romancista, dramaturgo e poeta espanhol. A mais importante obra em castelhano é Dom Quixote de La Mancha.

17 Adriano Valenga Arruda Cervantes se propunha ridicularizar os livros de cavalaria, que gozavam de imensa popularidade na época. Dom Quixote e Sancho Pança

18 Adriano Valenga Arruda Erasmo de Roterdã Foi um dos maiores críticos do dogma católico romano e da imoralidade do clero na Holanda. Professor de Língua Grega na Universidade de Oxford, na Inglaterra, ele percorreu as principais universidades da Europa.

19 Adriano Valenga Arruda Sua principal obra, o Elogio da loucura (1509), defendia a tolerância e a liberdade de pensamento e denunciava as ações da Igreja. Seus livros em latim, grego, holandês, inglês, francês e italiano atraíam leitores por toda a Europa. Perseguido por suas idéias, o pensador procurou refúgio na Basiléia Suíça, onde estava rodeado de amigos e pôde expressar-se livremente, associado ao grande editor Froben.

20 Adriano Valenga Arruda William Shakespeare É considerado por muitos o mais importante autor da língua inglesa e um dos mais influentes do mundo ocidental. Seus textos e temas permaneceram vivos até aos nossos dias, sendo revisitados com freqüência pelo teatro, televisão, cinema e literatura. Obras: Romeu e Julieta, Hamlet, A tempestade, etc.

21 Adriano Valenga Arruda Thomas Morus É geralmente considerado como um dos grandes humanista do Renascimento. Foi canonizado como santo da Igreja Católica em 9 de Maio de Utopia é a sua obra- prima.

22 Adriano Valenga Arruda A primeira parte é o espelho fiel das injustiças e misérias da sociedade feudal A nobreza e o clero possuíam a maior parte do solo e das riquezas públicas; estes bens permaneciam estéreis para a grande massa de trabalhadores. Além disso, nessa época, os grandes senhores mantinham uma multidão de vassalos para assegurar a impunidade de seus crimes ou ainda para utilizá-los como instrumentos de violência contra os vilões. Esta vassalagem era o terror do camponês e do trabalhador.

23 Adriano Valenga Arruda É uma ilha em forma de semi-círculo.Tem uma fortaleza e é inacessível para quem não é nativo, pois existem poucos caminhos que escapam dos rochedos. O nome da ilha vem de seu fundador, Utopus, que primeiro se apoderou dela. Existem cinqüenta e quatro cidades. Na capital, são trinta famílias. Existe renovação anual do trabalho agrícola, uma das principais atividades. Todos os meses há uma festa. Tem mel e sucos de frutas. Fazem música nas horas de lazer, além de outras coisas.

24 Adriano Valenga Arruda As crianças são educadas nas escolas. Além de agricultores,os utopianos são tecelões, pedreiros, oleiros e carpinteiros. As mulheres trabalham nos serviços mais leves, como a tecelagem. Todos usam as mesmas roupas. Vestir roupas luxuosas é censurável, pois elas incitam a desigualdade e a falsa superioridade. A vaidade, no livro é criticada em diversos aspectos. O trabalho não é esgotante, são seis horas por dia, mas todos trabalham. Dessa forma, não sãos as massas trabalhadoras que tem que fazer o trabalho dos vagabundos e parasitas, como por exemplo certos nobres e religiosos.

25 Adriano Valenga Arruda François Rabelais Fica para a posteridade como o autor da obra prima cómica Gargântua e Pantagruel. Que exploravam lendas populares, farsas, romances, bem como obras clássicas. A exuberância da sua criatividade, do seu colorido e da sua variedade literária asseguram a sua popularidade.

26 Adriano Valenga Arruda Johann Gutemberg Apesar de existir há cinco século e meio, a imprensa moderna criada por Johann Gutemberg, ao redor de 1450, nunca foi um invento pacífico. Desde os seus começos, a nova arte de imprimir livros provocou temores de toda ordem, pois, para muitos, o livro saído de um prelo, e não da tinta de um monge escriba, tornou- se uma força subversiva, capaz de abalar a fé e de reduzir a autoridade da igreja.

27 Adriano Valenga Arruda A invenção da imprensa é o maior acontecimento da história. É a revolução mãe... é o pensamento humano que larga uma forma e veste outra... é a completa e definitiva mudança de pele dessa serpente diabólica, que, desde Adão, representa a inteligência." (Victor Hugo)

28 Adriano Valenga Arruda Renascimento artístico

29 Adriano Valenga Arruda BURGUESIA E RENASCENÇA A burguesia, oriunda das camadas marginais da sociedade medieval, firmou-se como grupo social de prestígio e poder ao conquistar grande riqueza. Procurando moldar a imagem da sociedade em que ocupariam posição central, os burgueses tornaram-se mecenas, investindo dinheiro em palácios, catedrais, esculturas, obras de pinturas. Com isso, buscavam aproximar seu estilo de vida ao da nobreza.

30 Adriano Valenga Arruda A arte do Renascimento, expressa as preocupações surgidas em sua época com o desenvolvimento comercial e urbano. Durante o Renascimento surge também o retrato. O rico burguês contratava pintores para reproduzir a própria imagem cercado por objetivos pessoais que serviam para qualificar sua posição de destaque. Ressurge também a reprodução do corpo humano, comum na arte da Antiguidade, geralmente nu, perfeito e belo em sua forma física.

31 Adriano Valenga Arruda Dentre as novas técnicas de pintura destaca-se a perspectiva – representação do espaço em profundidade -, técnica que consiste em representar os objetos em três dimensões, de tal modo que, quanto maior a distância entre eles e o observador, menores aparecem reproduzidos na tela. A criação do homem – Miguel Ângelo

32 Adriano Valenga Arruda MARCOS TEMPORAIS O Trecento é a fase inicial do Renascimento. Principais expoentes: Dante Alighieri, Francesco Petrarca, Giotto e Boccaccio. No Quatrocento, sobressai a escola florentina, impulsionada pelo mecenato dos Médicis. Dentre os artistas florentinos desse período destacam-se o arquiteto Filippo Brunelleschi, Donatello e Sandro Botticelli. No Cinquecento foi construída a Basílica de São Pedro, no Vaticano, projeto do arquiteto Donato Bramante. Na pintura os nomes mais conhecidos são Leonardo da Vinci, Rafael Sanzio, Michelangelo, Ticiano, etc.

33 Adriano Valenga Arruda Giotto di Bondonne Foi um pintor e arquiteto italiano introdutor da perspectiva na pintura, durante o Renascimento. Devido ao alto grau de inovação de seu trabalho (ele é considerado o introdutor da perspectiva na pintura da época), Giotto é considerado o precursor da pintura renascentista.

34 Adriano Valenga Arruda Madona e o menino Jesus – Descida da Cruz, Giotto

35 Adriano Valenga Arruda Sandro Boticelli Foi um pintor italiano da Escola Florentina no começo do Renascimento. Dedicou boa parte da carreira às grandes famílias florentinas.

36 Adriano Valenga Arruda Primavera

37 Adriano Valenga Arruda O nascimento de Vênus

38 Adriano Valenga Arruda Nasceu em 15/04/1452. Foi um dos mais notáveis pintores do Renascimento e possivelmente seu maior gênio, por ser também anatomista, engenheiro, matemático, músico, naturalista, arquiteto e escultor. Escreveu e desenhou sobre tudo. Em cerca de 6 mil páginas há estudos de praticamente todas as áreas do saber : geometria, anatomia, geologia, botânica, astronomia, óptica, mecânica, arquitetura, etc. Suas idéias científicas quase sempre ficaram escondidas em cadernos de anotações, e foi como artista que obteve reconhecimento de seus contemporâneos. Leonardo da Vinci

39 Adriano Valenga Arruda Possível casa onde nasceu da Vinci Auto-retrato

40 Adriano Valenga Arruda Dama de arminho e Madona Litta

41 Adriano Valenga Arruda O retrato da Mona Lisa ( , Louvre, Paris), também conhecido como A Gioconda, era a obra preferida de Leonardo da Vinci. Existem muitas teorias em torno da identidade da modelo e do significado de seu enigmático sorriso.

42 Adriano Valenga Arruda Santa Ceia

43 Adriano Valenga Arruda Michelangelo Buonarroti É famoso principalmente pela criação dos frescos do teto da Capela Sistina, um dos trabalhos mais extraordinários de toda a arte ocidental Entre as suas muitas esculturas, contam-se a Pietà e o David, também elas sublimes obras-primas Foi também ele a conceber a cúpula da Basílica de São Pedro em Roma.

44 Adriano Valenga Arruda Vista da Basílica de São Pedro

45 Adriano Valenga Arruda David e Pietà, Michelangelo

46 Adriano Valenga Arruda

47 Vista do teto da Capela Sistina, projetada por Michelangelo.

48 Adriano Valenga Arruda

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51 Rafael Sanzio Foi um mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, celebrado pela perfeição e suavidade de suas obras.

52 Adriano Valenga Arruda A virgem, Rafael

53 Adriano Valenga Arruda Renascimento científico

54 Adriano Valenga Arruda O Renascimento científico foi voltado para o estudo e a observação da natureza, os experimentos científicos e para a comprovação empírica das pesquisas.

55 Adriano Valenga Arruda Leonardo da Vinci Gastava muitas de suas noites dissecando cadáveres, em meio aos odores da morte e da decomposição. O quanto ele era habilidoso nessas técnicas o mostram seus desenhos anatômicos, considerados superiores aos do célebre Andreas Vesalius, o grande anatomista do Renascimento.

56 Adriano Valenga Arruda Homem vitruviano e estudo de pé e perna.

57 Adriano Valenga Arruda

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59 Há principalmente, a mais fantástica coleção de invenções e soluções de engenharia já imaginadas por um único homem : esboços de helicópteros, submarinos, pára-quedas, veículos, embarcações, máquinas voadoras, turbinas, teares, canhões, pontes, carros de combate, etc.

60 Adriano Valenga Arruda

61 Besta gigante sobre rodas – Besta de disparo potencializado

62 Adriano Valenga Arruda Morteiro com projéteis explosivos – Máquina escavadora

63 Adriano Valenga Arruda Máquina voadora – Máquina de fabricar limas

64 Adriano Valenga Arruda Nicolau Copérnico Mas sua obra, considerada valiosa e pioneira lhe garantiu a posição de Pai da Astronomia Moderna. Defendeu a revolucionária idéia do heliocentrismo (teoria que defendia que o Sol estava no centro do sistema solar).Copérnico também estudou os movimentos das estrelas. Sistema de Copérnico

65 Adriano Valenga Arruda Galileu Galilei Desenvolveu instrumentos ópticos, além de construir telescópios para aprimorar o estudo celeste. Também defendeu a idéia de que a Terra girava em torno do Sol. Este motivo fez com que Galilei fosse perseguido, preso e condenado pela Igreja Católica, que considerava esta idéia como sendo uma heresia. Galileu teve que desmentir suas idéias para fugir da fogueira.

66 Adriano Valenga Arruda Johannes Kepler Com imaginação e observação, a base da investigação científica, Kepler tornou-se o primeiro a compreender o movimento planetário. Ao constatar que uma força física movia os planetas, ele ajudou a fundar a Ciência moderna. Mas Kepler só conseguiu mudar a maneira de pensar de sua época porque não temia o que descobria.

67 Adriano Valenga Arruda Se com o coração Kepler queria acreditar nas órbitas circulares dos planetas, com sua mente - e dados precisos - ele teve a coragem de confrontar seu tempo ao descobrir que as órbitas dos planetas eram uma elipse com o Sol em um dos focos.

68 Adriano Valenga Arruda A segunda lei mostrava que a reta unindo o planeta ao Sol varre áreas iguais em tempos iguais. Isso significa que a velocidade do planeta ao longo da órbita varia de forma regular à medida que se afasta ou se aproxima do Sol. Ou seja: quanto mais distante do Sol, mais devagar o planeta se move; quanto mais perto, mais rápido.

69 Adriano Valenga Arruda André Vesálio Fundador da anatomia moderna Nesta época, havia muita dificuldade no estudo da anatomia e da fisiologia humana devido a interferências e proibições de ordem moral e religiosa. Sua obra mais significativa e publicada em 1543, descreve os sistemas muscular e ósseo e contesta os ensinamentos dos médicos antigos.

70 Adriano Valenga Arruda Ambroise Paré Importante contribuição de Paré no campo da cirurgia diz respeito à hemostasia dos vasos sangüíneos nas amputações de membros. A conduta usada para deter a hemorragia nesses casos consistia na cauterização com ferro incandescente, procedimento que causava enorme dor nos operados e ocasionava lesões de difícil cicatrização. O próprio Paré utilizou-se deste método clássico até 1552, quando passou a usar pinças e ligar os vasos.

71 Adriano Valenga Arruda RENASCIMENTO E CIÊNCIA Parte considerável dos renascentistas dedicou-se ao estudo da natureza. Com base em experimentos, esses primeiros cientistas construíram um conhecimento elaborado com a razão, em detrimento de um pensamento puramente religioso. Os estudos dos fenômenos naturais e da Medicina obtiveram grande desenvolvimento na Escola de Pádua, na Itália.

72 Adriano Valenga Arruda Por lá passaram o polonês Nicolau Copérnico (1473 – 1543) e Galileu Galilei (1564 – 1642). Copérnico revolucionou o conhecimento de sua época, que concebia a Terra como centro do Universo. Galileu deu prosseguimento a esses estudos, comprovando por meio de observações que o sistema proposto por Copérnico estava correto.

73 Adriano Valenga Arruda "De tempos em tempos, o Céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também divino, de modo que, através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o Céu." Visari ( século XVI).

74 Adriano Valenga Arruda Todo o nosso saber começa nos sentimentos. Leonardo da Vinci

75 Adriano Valenga Arruda


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