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Função X Missão Arte e ciência de combinar os sons; qualquer composi ç ão; conjunto de sons; fluxo de som; som ordenado em tempos e compassos; melodia.

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4 Função X Missão

5 Arte e ciência de combinar os sons; qualquer composi ç ão; conjunto de sons; fluxo de som; som ordenado em tempos e compassos; melodia em consecutividade ; pt.wikipedia.org/wiki/Musica

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7 Efeitos da m ú sica de Mozart H á algum tempo, nas pra ç as da cidade de Edmonton, no Canad á, quartetos de cordas de Mozart são utilizados para que a circula ç ão das pessoas seja mais ordenada e tranq ü ila. Em monast é rios da Fran ç a e da Bretanha, monges constataram que as vacas dão mais leite quando ouvem Mozart. M ú sica como droga Os Cds com simula ç ão de recrea ç ão são cole ç ões de doses bineurais no padrão á udio. Cada trilha de á udio cont é m nossas avan ç adas batidas que podem sincronizar suas ondas cerebrais ao mesmo estado de doses recreativas. Aliadas a simula ç ão de avan ç ados pulsos de danceterias o c é rebro ser á induzido ao estado de anima ç ão, euforia. Seda ç ão ou alucina ç ão.

8 Sendo utilizada de maneira adequada, dirigida, fundamentada, a m ú sica se torna um acess ó rio de valor grandioso no ambiente escolar. O prof º Dr. Jos é Maria de Almeida Jr., comentando o texto da LDB que trata da realiza ç ão de atividades culturais na escola afirma: O educando, al é m de no ç ões b á sicas indispens á veis para despertar a sensibilidade e o gosto musical, deve ser introduzido não apenas a cantos c í vicos nacionais e sons de instrumentos de orquestra, mas tamb é m a cantos, ritmos, dan ç as e sons de instrumentos regionais e folcl ó ricos.

9 Teoria Espiral A teoria espiral foi desenvolvida pelo Dr. Keith Swanwick, professor da Universidade de Londres, que tem estudado a rela ç ão entre m ú sica e educa ç ão e objetiva entender o desenvolvimento musical nas crian ç as e adolescentes No entanto, o fundamento desta teoria é o construtivismo, defendido pelo educador Jean Piaget.

10 O aprendizado musical, assim como qualquer outro ramo do conhecimento, deve obedecer etapas sucessivas, consoantes com o n í vel de amadurecimento psicol ó gico do indiv í duo e é constru í do pelo pr ó prio indiv í duo. ESCOLHA ADEQUADA DA M Ú SICA A SER USADA. O professor deve buscar desenvolver a criatividade e a improvisa ç ão, utilizando para isso todo e qualquer material sonoro dispon í vel. ( As atividades, no entanto, devem ser dirigidas e planejadas para um desenvolvimento ordenado e harmonioso) A crian ç a deve ser estimulada com m ú sicas que estejam no seu dia-a- dia e dentro dos padrões musicais de sua cultura. Isso não significa dizer que não devemos ampliar esse repert ó rio, mostrando outros universos sonoros.

11 Adequa ç ão quanto ao sentido O que é o 'caxang á ', que os escravos de J ó jogavam? Caxang á tem v á rios significados, mas nada de jogo. Pode ser um crust á ceo (parecido com um siri), um chap é u usado por marinheiros, e h á at é uma defini ç ão ind í gena: segundo o Dicion á rio Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxang á vem de ca á - ç ang á, que significa 'mata extensa' O que pode ter ocorrido é uma esp é cie de 'telefone sem fio': se originalmente o verso fosse 'juntavam caxang á ' ao inv é s de 'jogavam', poder í amos pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hip ó tese é que caxang á seja uma expressão sem sentido, como 'a tonga da mironga do kabuletê', da can ç ão de Toquinho e Vin í cius - as palavras separadas at é têm sentido (são voc á bulos africanos), mas não com o significado que elas têm na m ú sica.

12 Forma ç ão musical... Musicalizar não é ensinar teoria musical nem tocar instrumentos. Esta é uma tarefa do conservat ó rio musical ou da escola de m ú sica O professor da educa ç ão infantil, portanto, para trabalhar a educa ç ão musical, não precisa necessariamente ser um m ú sico. Precisa de treinamento adequado. Entender aonde se quer chegar, é essencial para o desenvolvimento de atividades de musicaliza ç ão infantil.

13 O que é poss í vel desenvolver com a musicaliza ç ão infantil? Socializa ç ão Alfabetiza ç ão Inteligência Capacidade inventiva Expressividade Coordena ç ão motora Percep ç ão sonora Percep ç ão espacial Racioc í nio L ó gico Est é tica Estas habilidades influenciarão em outros ramos do conhecimento, tornando a musicaliza ç ão num item conciliador da aprendizagem.

14 M ú sica na pr á tica Musica experimental Improvisa ç ão, cria ç ão, inven ç ão

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16 Quadro de sons

17 M ú sica Instrumental Forma ç ão de orquestra com instrumentos artesanais, grupo de flautas doce, Bandas marciais.

18 Luteria AEROFONE CORDOFONE IDIOFONE MEMBRANOFONE

19 Música vocal Canto orfeônico "Um povo que sabe cantar está a um passo da felicidade. É preciso ensinar o mundo inteiro a cantar". Villa Lobos formação de corais, conjuntos, músicas em atividades acadêmicas etc.

20 Se o hino fosse patrocinado... Num Posto da Ipiranga, à s margens pl á cidas, De um Volvo her ó ico Brahma retumbante Skol da liberdade em Rider fulgido Brilhou no Shell da P á tria nesse instante Se o Knorr dessa igualdade Conseguimos conquistar com bra ç o Ford Em teu Seiko, ó liberdade Desafio nosso peito à Microsoft O Parmalat, Mastercard, Sharp, Sharp Amil um sonho intenso, um r á dio Philips De amor e Lufthansa terra desce Intel formoso c é u risonho Olympicus A imagem do Bradesco resplandesce Gillete pela pr ó pria natureza É s belo Escort imp á vido colosso E o teu futuro espelha essa Grendene Cerpa gelada! Entre outras mil é Suvinil, Compaq amada. Do Philco deste Sollo é s mae Doril Coca Cola, Bombril

21 Uso da m ú sica no marketing da escola Composi ç ão de Jingles (R á dio e TV) Hino da escola Apresenta ç ão em Bancos Apresenta ç ão para autoridades Recital de natal em pra ç a p ú blica Desfiles c í vicos com bandas marciais (Convite para imprensa local para cobertura dos eventos de m ú sica.)

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24 Mario César e Patrícia Lira (87)

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