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Informática Educativa Dimensões e Reflexões "não morda meu dedo, olhe para onde estou apontando". (Seymour Papert)

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Apresentação em tema: "Informática Educativa Dimensões e Reflexões "não morda meu dedo, olhe para onde estou apontando". (Seymour Papert)"— Transcrição da apresentação:

1 Informática Educativa Dimensões e Reflexões "não morda meu dedo, olhe para onde estou apontando". (Seymour Papert)

2 - Reflexão Cognitiva. - Reflexão Compartilhada. - Reflexão Comunitária.

3 "Antes de mudar os outros, é fundamental primeiro mudar a si mesmo" Um passo a frente e você já não está mais no mesmo lugar. Chico Science

4 Como aprender a fazer senão enquanto aprendendo a conhecer? Como aprender a ser senão enquanto aprendendo a viver em conjunto? Aprender é caminhar num caminho não traçado de antemão, que exige do aprendente um passo no escuro, o qual lhe exige audácia e entrega. (GROSSI)

5 Pensar em informática educativa, é pensar em uma nova linguagem, que de a possibilidade de criar um ambiente aberto e democrático, que contribua para o desenvolvimento cognitivo, da criatividade da inventividade, da capacidade de análise e síntese, e que incentive a curiosidade e o desejo de aprender, ou seja, um ambiente que priorize os processos de criação e produção cooperativa tanto do aluno como do professor. (Luis C. Z. Dhein e Cristiane Rodrigues)

6 [...]a tecnologia não surge da superposição do novo sobre o velho, mas o novo nasce do velho (FREIRE, 1969, p.57), desse modo, o novo traz em si elementos do velho; parte-se de uma estrutura inferior para se alcançar uma superior e assim por diante.

7 ninguém melhor do que meus netos e minhas netas para me falar de sua curiosidade instigada pelos computadores com os quais convivem (FREIRE, 1996a, p. 98).

8 Debate polêmico As crianças de hoje, são a geração da informática. Nossa geração concretizou, intensificou a informática. Mesmo que seus fundamentos já tenham sido pensados há séculos, foi somente no século XX, que eles se concretizaram por inteiro, esse por inteiro não representa um acabamento, pois sabemos que os conceitos de informação automática, estão ganhando todas as dimensões do cotidiano do ser humano, surgindo conceitos como as inteligências artificiais, cibernética entre outros. Mas porém a próxima geração, será a geração que irá nascer, conviver e viver diretamente com todos esses avanços, que para nós são novidades, e será que para eles será simplesmente tecnologia? Como para nós foi a televisão e o rádio, para eles será a internet e os outros recursos de inteligência artificial?

9 Os adolescentes de hoje encontram uma enorme facilidade para utilizar as tecnologias, mas porém a qualidade do uso que fazem é uma questão muito importante. Se eles não são coerentes, ou éticos com o uso que fazem da tecnologia. Há que se deve essa questão? Será por que seus pais não conhecem muito de informática e não podem os orientar para um uso adequado? E a escola não tinha esses recursos e não pode conscientizar o aluno para o uso dessas linguagens? Incentivo da mídia? Bom, na verdade não existe uma resposta que dê sustentabilidade a essa questão. Por isso se tornando uma questão pertinente, que pode nos leva a refletir sobre como estamos nós comportando frente a essas novas linguagens, e como educadores, de que maneira podemos concluir para essa conscientização frente às novas tecnologias.

10 Será que na escola o aluno não deveria ter aprendido a se comportar e respeitar, refletir sobre seus atos? Será que a escola deve relevar essas informações, ou simplesmente dizer que depois que sai da escola não é mais responsabilidade dela? Bom, acredito que cabe sim a escola educar o aluno para ser uma postura ética, frente as mais variadas situações, principalmente a frente das tecnologias de comunicação. Existe um mundo de influências fora da escola, e a escola precisa levar cada vez mais em consideração esse tipo de informações.

11 Vivemos em uma sociedade acelerada, onde se pensa muito, mas pouco se dá o tempo para refletir. Está tudo muito na mão, para que estudar, se eu precisar vou na internet e pego as informações que preciso. Muitos alunos possuem esse pensamento, e professores também estão nessa onda: Depois pego um texto da internet e algumas questões e aplico com a turma. Esse pode vir a ser um problema, até que ponto é o professor autor e responsável pelo processo de aprendizagem do aluno? Onde está a autonomia do professor?. Por isso precisamos cada vez mais nos focarmos para o que é o ato educativo, o educar em uma sociedade que se questiona e se confronta com questões como o pós-modernismo. Precisamos educar para refletir, mas refletir sobre os nossos atos, sobre as informações que estamos associando, as notícias e os programas que olhamos na televisão sobre a sociedade que nos cerca. Aprender a selecionar as informações os programas que queremos assistir, pois cada vez mais temos acesso a um número maior de informações e um número cada vez maior de meios de adquiri-las.

12 Para uma educação estar à altura de seu tempo, portanto, não basta que se troque quadro de giz por power point, no que alguns chamam de colonização high tech, numa indústria que movimenta milhões de dólares em pesquisa e produção de equipamentos didáticos. (STRECK, 2003, p.148).

13 Para pensar o lugar do computador na escola numa perspectiva construcionista, não basta analisar as possibilidades do seu uso como instrumento de ensino e/ou recurso didático. Ele pode (e deve), enquanto produto, ser uma das ferramentas que fomenta e potencializa a capacidade inventiva e investigativa do ser humano no seu saber fazer, no seu querer aprender, no seu querer ser e no seu quere viver com o outro. Mas na educação, como recurso tecnológico que complexifica a linguagem humana - da qual a informática faz parte - o papel do computador e suas possibilidades parte integrante da e na sua própria criação e recriação, de si e da informática que educa. (Kriesang. 2003).

14 [...] não basta repensar aprendizagem, educação, computadores e softwares, é necessário também saber o que se pretende com informática educativa, o que se busca?(Petry e Fagundes 1994) O que faz da informática na educação, informática educativa?

15 [...] o exercício de pensar o tempo, de pensar a técnica, de pensar o conhecimento enquanto se conhece, de pensar o quê das coisas, o para quê, o como, o em favor de quê, de quem, o contra quê, o contra quem são exigências fundamentais de uma educação democrática à altura dos desafios do nosso tempo (FREIRE, 2000a, p. 102). [...] para mim, a questão que se coloca é: a serviço de quem as máquinas e a tecnologia avançada estão? Quero saber a favor de quem, ou contra quem as máquinas estão sendo postas em uso [...] Para mim os computadores são um negócio extraordinário. O problema é saber a serviço de quem eles entram na escola (FREIRE, 1984a, p. 1).

16 Que concepções de escola eu construí ao longo da minha vida como professor, e aluno? E que visão precisamos construir?

17 Como trabalhar a informática de forma integrada na escola?

18 No momento em que produzo este texto na tela de computador, questiono-me o quão difícil seria fazê-lo manuscrito ou em uma máquina de escrever, tendo em vista todas as vezes que apaguei e reescrevi o mesmo. Além disso, a todo instante recorro ao dicionário disponível em meu provedor de acesso para conferir ortografia e escolher alguns sinônimos. Concomitantemente, recorro aos sites de busca para conferir as referências bibliográficas e comprar algum livro de que necessito. Não só a Internet, mas até os mais simples recursos do computador – como o processador de texto – evidenciam a recriação das funções do ler e escrever. A partir de fatos como esse é que busco refletir sobre a inserção na iminente cultura digital. Será tarefa fácil introduzir-se na cultura digital? Como será que jovens de meios populares, que não possuem computador em casa com acesso à Internet, fazem para responder às demandas do mundo digital, em seu trabalho ou na escola?

19 Biblioteca escolar x Informática Educativa

20 Pós-Modernismo Desistir da busca da certeza não exige que se abandone a busca do conhecimento.

21 O uso da Internet na sala de aula A variedade de informações sobre qualquer assunto, num primeiro momento, fascina, mas, ao mesmo tempo, traz inúmeros novos problemas: O que pesquisar? O que vale a pena acessar? Como avaliar o que tem valor e o que deve ser descartado?. Essa facilidade costuma favorecer a preguiça do aluno, a busca do resultado pronto, fácil, imediato, chegando até à apropriação do texto do outro. Além da facilidade de copiar e colar, o aluno costuma ler só algumas frases mais importantes e algumas palavras selecionadas, dificilmente lê um texto completo.

22 O uso da Internet, pode vir a tomar o lugar da biblioteca como principal fonte de pesquisa?

23 Dimensões.. A Informática Educativa, e os Professores. Colaboratividade.

24 Coord. De Inf. Educ. O Coord. De Informática Educativa, como Potencializador da Aprendizagem através da mediação.

25 Projetos na Escola Sabemos que a informática e a Internet mudaram a questão espaço e tempo. O ser humano, se descobriu unidade na diversidade. Mudando a maneira de pensar, agir e interagir, tanto com o conhecimento como com as pessoas.

26 O Aluno como autor... Hoje sabemos que aquele aluno passivo que outrora aceitava toda informação sobre ele despejada já não pode existir, pois a sociedade não oferece mais espaço ao indivíduo que não questiona, que não sabe interagir e estabelecer relações. Qual é a postura do prof. diante dessa afirmação?

27 A informática por si só não garante esta mudança, e muitas vezes se pode ser enganado pelo visual atrativo dos recursos tecnológicos que são oferecidos, mas os quais simplesmente reforçam as mesmas características do modelo de escola que privilegia a transmissão do conhecimento. Nesse sentido, torna-se importante o papel do professor como orientador das ações dos seus alunos. Além disso, cabe ao professor desenvolver atividades interessantes e desafiadoras aos alunos. Não se deve apenas colocar os alunos em contato com o software sem alguma questão, sem algum problema para resolver. Como diz Richards(1991): É necessário que o professor de matemática organize um trabalho estruturado através de atividades que propiciem o desenvolvimento de exploração informal e investigação reflexiva e que não privem os alunos nas suas iniciativas e controle da situação. O professor deve projetar desafios que estimulem o questionamento, a colocação de problemas e a busca de solução. Os alunos não se tornam ativos aprendizes por acaso, mas por desafios projetados e estruturados, que visem a exploração e investigação. Assim, o uso de computadores na educação pode ser muito positivo, quando é usado não apenas como acessório, mas sim como instrumento para o ensino e aprendizagem.

28 Como diz Léa Fagundes, questionada sobre o que ela diria a um professor que nunca utilizou essas tecnologias na sua rotina de trabalho, respondeu: Que não tenha medo de errar e nem vergonha de dizer não sei quando estiver em frente a um micro. O computador não é um simples recurso pedagógico, mas um equipamento que pode se travestir em muitos outros e ajudar a construir mundos simbólicos. O professor só vai descobrir isso quando se deixar conduzir pela curiosidade, pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças. O computador não deve substituir o trabalho em sala de aula, com exercícios e regras, mas deve ser uma outra possibilidade. Algumas vezes o computador pode facilitar a abordagem de alguns conceitos e, quando isso é possível, o professor deve tentar se adaptar e utilizar os recursos disponíveis. Cabe ao professor tentar se adaptar e pesquisar a respeito. Já existe bastante material na Internet a respeito. Tudo que puder ser feito para ajudar na aprendizagem dos alunos deve ser feito.

29 Para Refletirmos... O educador é um ser complexo e limitado, mas sua postura pode contribuir para reforçar que vale a pena aprender, que a vida tem mais aspectos positivos que negativos, que o ser humano está evoluindo, que pode realizar-se cada vez mais. Pode ser luz no meio de visões derrotistas, negativistas, muito enraizadas em sociedades dependentes como a nossa.

30 Refletindo O educador é um testemunho vivo de que podemos evoluir sempre, ano após ano, tornando-nos mais humanos, mostrando que vale a pena viver.

31 Refletindo a prática... Numa sociedade como a nossa, com tantas mudanças, rapidez de informações e desestruturação de certezas, não podemos ensinar só roteiros seguros, caminhos conhecidos, excursões programadas. Precisamos arriscar um pouco mais, navegar juntos, trocar mais informações, apoiados no guia um pouco mais experiente, mas que não tem todas as certezas, porque elas não existem como antes se pensava. Muitos transformam a educação em uma agência de viagens, com roteiros pré-programados, previsíveis. É, sem dúvida, mais seguro, fácil para todos e confortável. Hoje é insuficiente esse modelo.

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