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Programa de Mestrado na Korea University

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Apresentação em tema: "Programa de Mestrado na Korea University"— Transcrição da apresentação:

1 Programa de Mestrado na Korea University
Global LG Track

2 Perfil Institucional do Grupo LG Mercado de celulares R&D Center
Agenda Perfil Institucional do Grupo LG Mercado de celulares R&D Center Programa de Mestrado Global LG Track Korea University Coordenadores e Áreas de Pesquisa Processo de Seleção Calendário

3 Mercado de celulares Necessidade do homem se comunicar em sociedade
Portabilidade Comunicação a qualquer hora, em qualquer lugar Privacidade Roaming a outras localidades Convergência de voz e dados

4 Mercado de celulares Total de celulares em uso em comparação com PCs (em milhões) Ano PC Celular 2001 600 967 2004 770 1 755 2009 (1) 1 200 2 390 Número de celulares para cada 100 habitantes Itália 109 Suécia 107 Reino Unido 103 Holanda 98 Coréia do Sul 76 Japão 71 Estados Unidos 64 Chile 62 China 29 Índia 4,5 (1) Previsão Fontes: Yankee Group e IDC Ele mudou até a vida  |  Por causa do celular, negócios estão sendo criados e dizimados. O próprio comportamento humano está mudando EXAME 700 milhões de telefones celulares serão vendidos em 2005 2 bilhões de aparelhos estarão em uso no mundo em dois anos 200 bilhões de dólares foi o faturamento da indústria de celulares em 2004 15 bilhões de dólares foram as receitas com serviços de dados no ano passado 100 milhões de câmeras-fone foram vendidos no ano passado 17,5 milhões de celulares inteligentes foram vendidos em 2004 Tudo num só aparelhoDe pagamentos eletrônicos a segurança doméstica, uma infinidade de funções já pode ser controlada pelo celular. Conheça algumas delas TrabalhoAgenda/ Sincronia entre o celular, a agenda de contatos e o sistema de mensagens da empresa Sistemas corporativos Acesso aos dados da empresa e aos arquivos do PC do escritório Vida pessoalInternet Navegação em qualquer site da rede Compras Produtos e serviços à venda no celular que também servirá como meio de pagamento GPS Localização de pessoas e veículos com precisão de até 10 metros Banco Consultas e transações financeiras, como no computador Trânsito Informações online sobre congestionamento e os melhores trajetos Mensagens , mensagens instantâneas (MSN e ICQ) e videomensagens EntretenimentoTV Transmissão ao vivo e download de programas sob demanda Jogos Games com gráficos comparáveis aos de PCs e que podem ser jogados online Música Toca-MP3 com capacidade de armazenar milhares de arquivos Fotos Câmera capaz de fazer fotos de alta qualidade e que podem ser enviadas na hora CasaSegurança Controle de alarmes e sistemas de segurança por meio do celular Vigilância Acesso em tempo real a imagens de câmeras de monitoramento, em casa e no trabalho Os aparelhos que vêm por aíNovos celulares são anunciados a cada semana. Veja alguns dos aparelhos que mais chamaram a atenção recentemente(1) O BlackBerry, produto que popularizou a idéia de no bolso, cada vez mais se parece com um telefone celular, como o modelo 7100t Música O modelo N91, da Nokia, tem um minidisco rígido de 4 gigabytes, capaz de armazenar até músicas Fotos Lançado na Coréia do Sul, o Samsung SCH-V770 é o celular com câmera de resolução mais alta do mercado (7 megapixels) Linux Misto de palm e telefone, o Motorola e680i é um dos primeiros telefones que utilizam o software livre Moda O colorido LG HS8000, equipado com toca-MP3 e câmera de 2 megapixels, é voltado para o público adolescente Minicomputador Micros de mão como o hw6500, da HP, agora têm uma nova característica: funcionam como telefones Mais celulares que computadoresExistem mais telefones celulares do que PCs no mundo e em alguns países europeus já há mais celulares que pessoas. No resto do planeta, a penetração cresce a passo rápido. Confira: Total de celulares em uso em comparação com PCs (em milhões) AnoPCCelular2001 (1) Número de celulares para cada 100 habitantesItália 109 Suécia 107 Reino Unido 103Holanda 98 Coréia do Sul 76 Japão 71 Estados Unidos 64Chile 62Brasil 37 China 29 Índia 4,5(1) Previsão Fontes: Yankee Group e IDC Em dois anos, haverá, segundo as previsões, 2 bilhões de telefones celulares em uso no mundo. Somente em 2005, serão vendidos 700 milhões de aparelhos, seis vezes mais que computadores ou laptops. Até o fim da década, metade dos habitantes do planeta terá na palma da mão uma máquina 100 milhões de vezes mais poderosa que o primeiro computador da história. Na Europa Ocidental, em dois anos haverá mais celulares do que gente. O Brasil é um dos mercados mais promissores. No ano passado, o número de assinantes aumentou 40%. Neste ano, estima-se que o crescimento será de pelo menos 20% e haverá 80 milhões de usuários no país. Um estudo recente da London Business School apontou uma relação direta entre a taxa de penetração de celulares e o crescimento econômico. Em países pobres, cada incremento de 10 pontos percentuais na taxa de penetração do aparelho corresponde a um aumento de 0,6 ponto percentual do PIB. É o celular, e não o computador, que promete levar o mundo digital às massas. Cada vez mais executivos trocam notebooks por telefones inteligentes, que buscam e exibem, em tempo real, todas as informações vitais para a tomada de decisões longe do escritório. Para as empresas, a quantidade de aplicações do celular é inimaginável. No Japão, a operadora DoCoMo lançou aparelhos que funcionam como cartões de crédito, capazes de transmitir dados do comprador, por meio de um sensor, a chips localizados nos caixas. Pode demorar algum tempo, mas tudo indica que nossos velhos cartões de plástico ficarão obsoletos. Empresas de crédito e bancos terão de se aliar às operadoras de celular para modernizar seus negócios. Na Coréia do Sul, há aparelhos que incluem uma espécie -- acreditem! -- de bafômetro, para o motorista avaliar se está em condições de voltar para casa ao volante. Também há os que só funcionam a partir da leitura da impressão digital do dono -- se cair em mãos erradas, não liga. Há celulares que prometem espantar insetos com sons de altíssima freqüência. Outros traduzem latidos de cães. Há programas de karaokê de bolso -- microfone não-incluído -- e até mesmo transmissão de TV ao vivo, por uma rede de satélite exclusiva. Num passado não muito distante, se imaginou que o centro da convergência tecnológica seria a TV ou o PC. Os futurólogos erraram. O celular é a convergência. A era do celular começou oficialmente no dia 3 de abril de 1972, quando um pesquisador da Motorola fez a primeira ligação da história com um aparelho maior que um tijolo, que pesava mais de 1 quilo. Desde então, ele mudou muito. Hoje cabe na palma da mão e pesa menos de 100 gramas. Na última década, deixou de ser item de luxo para se tornar o produto de consumo mais cobiçado do planeta. Mas as mudanças no aparelho são pequenas se comparadas às que ele provocou. Muito mais que um simples telefone, o celular se transformou numa central digital que pode fazer as vezes de computador, televisor, tocador de música, videogame, câmera fotográfica, agenda, cartão de crédito e controle remoto. Os aparelhos estão cada vez menores, mas tudo o que diz respeito aos celulares é grandioso. As operadoras movimentam 100 bilhões de dólares por ano. As fabricantes dos equipamentos, outros 100 bilhões. O celular afeta indústrias que vão de bancos aos estúdios de Hollywood. Ao mesmo tempo que constrói fortunas, é capaz de ameaçar negócios que nem mesmo atingiram a maturidade, como o das câmeras digitais e dos iPods. Hoje, quase toda empresa é afetada pelo celular. Assim como o carro foi o produto que determinou a cara do século em torno dele surgiram as estradas, os subúrbios, a produção em série e os hipermercados -- , o celular é o produto mais importante do início do século 21. Por causa dele, negócios são criados. Outros desaparecerão. Muitos se transformarão radicalmente. O aparelho não significa só praticidade. Sempre à mão -- e, se possível, à vista --, um modelo sofisticado simboliza o sonho de status e estilo de vida com tanta força quanto um carro de luxo ou relógio de marca. Para os adolescentes que digitam furiosamente nos minúsculos teclados, ele é cada vez mais o ponto de contato com os amigos, seja para combinar o cinema do fim de semana seja para jogar um game. Essa massa de usuários, equipada com dispositivos cada vez mais potentes e conectados a redes que transmitem dados pelo ar a velocidades superiores à da banda larga, deve dar origem a uma promissora revolução tecnológica capaz de superar em importância e escala o fenômeno da internet. É com o celular que começa a tomar forma a idéia de um aparelho sempre à mão, sempre conectado e sempre ligado. Não se trata de uma mera figura de linguagem: um em cada cinco espanhóis admitiu ter atendido o celular durante uma relação sexual, segundo uma pesquisa da agência de comunicação BBDO Worldwide. Fabricantes de aparelhos, operadoras e desenvolvedores de softwares vivem um momento de efervescência parecido com os primeiros anos de vida dos computadores. "Estamos recriando a indústria da tecnologia", disse a EXAME Ed Zander, presidente mundial da Motorola. "É um mundo novo, com muito mais competição e inovação que nos tempos do PC e do duopólio Intel e Microsoft." O sonho de todos é colocar no bolso de cada usuário de celular mais conteúdo e serviços. Para as operadoras, trata-se de um movimento estratégico. As receitas com o tráfego de voz tendem a ser cada vez menos rentáveis por causa da competição da telefonia fixa e das chamadas feitas via internet. Na maior operadora do país, a Vivo, quando um usuário troca o celular básico por um modelo capaz de fazer downloads de produtos e serviços, sua rentabilidade aumenta 300%. A operadora contabiliza o tráfego de 1 milhão de fotos por mês em sua rede, além de cerca de 1 milhão de downloads de programas e conteúdos como toques musicais e papéis de parede, aquelas imagens que decoram a tela do aparelho. Mas o primeiro mercado disposto a aderir a esses serviços -- e a pagar por eles -- é o das empresas. "Como em toda nova tecnologia, o mercado empresarial sai na frente", diz Michael Martin, diretor da TIM. A operadora italiana trouxe com exclusividade para o Brasil o BlackBerry. Pouco maior que um celular comum, mas com teclado com todas as letras para fácil digitação, o BlackBerry é um misto de produto bem-sucedido com prestação de serviço. Em troca de uma mensalidade, os usuários têm conexão segura e garantida com o sistema de e de agenda da empresa. "Na recente tempestade que atingiu São Paulo, recebi 25 s com relatórios de problemas causados em nossos sistemas", diz João Bezerra Leite, responsável pela infra-estrutura de tecnologia do banco Itaú. O sucesso do BlackBerry, criado pela canadense Research in Motion, pode ser medido na sua curva de crescimento. A empresa demorou cinco anos para atingir 1 milhão de usuários, dez meses para chegar a 2 milhões e apenas seis meses para chegar aos atuais 3 milhões. Estima-se que esse número não cor responda nem sequer a 5% do mercado potencial para móvel. O sucesso despertou a concorrência. A palmOne criou o Treo, um híbrido do seu tradicional computador de mão Palm com um telefone celular. A HP, dona do iPaq, fez o mesmo -- assim como a onipresente Microsoft e meia dúzia de outras companhias. Com outros aparelhos, Claro e Vivo desenvolveram sistemas de uso de similar ao oferecido pela dupla TIM-BlackBerry. A Spring Wireless, cujos clientes incluem Ambev, Eletropaulo e Gillette, desenvolveu sistemas para integrar aparelhos móveis e sistemas corporativos pela rede celular. A empresa passou de usuários, no final de 2003, para até maio. "Já atingimos a meta de faturamento para 2005", diz Marcelo Condé, fundador da Spring. Com tanta movimentação no mundo do , há uma única certeza. "Os micros de mão, como os palms, são os mais ameaçados pela convergência da internet para os celulares inteligentes", diz Mike Welch, da consultoria inglesa Canalys Research. Mas os palms não são o único produto que o celular promete incorporar com vantagem para o usuário. Outro aparelho na mira é o iPod, o tocador de músicas digitais que gerou 1,3 bilhão de dólares de faturamento para a Apple no ano passado. Antecipando-se à concorrência, a Apple anunciou a criação de um celular-iPod, em parceria com a Motorola -- num exemplo claro de negócio que enxergou o poder transformador do aparelho. O produto deveria ser lançado em março, mas até agora não apareceu no mercado. O celular iPod já existe. Zander, da Motorola, exibiu um protótipo quase finalizado a EXAME. O motivo para o atraso no lançamento é a dificuldade de criar um modelo de negócio que agrade a todos. A idéia inicial era que, como no iPod tradicional, o dono pudesse colocar no aparelho as músicas que quisesse, como bem entendesse. Mas as operadoras americanas reclamaram. Querem que as músicas sejam transmitidas por suas redes, para que elas possam ficar com um pedaço da receita. Enquanto o download de uma música vendida pela Apple custa 99 centavos de dólar, um toque musical de celular sai por até 3 dólares. A Apple perde dinheiro na venda de músicas, mas ganha com os iPods. As operadoras subsidiam os aparelhos, mas compensam com a venda do conteúdo. Qual modelo vai prevalecer? A pergunta segue sem resposta. Outro tipo de entretenimento incorporado pelo celular será a televisão. A tela grande não está a caminho da extinção. Ninguém vai assistir à novela ou aos 90 minutos de uma partida de futebol na pequena tela do celular. (Nem ler nela um romance de Marcel Proust ou o jornal do dia.) Seria inviável e insuportável. Mas já é possível assistir aos gols da rodada. O serviço, disponibilizado pela Globo, estreou na Claro e será estendido a duas outras operadoras ainda neste mês. Por 2 reais cada gol, além de uma taxa correspondente ao tamanho do arquivo, o assinante recebe um clipe do lance, com direito a comemoração do artilheiro e a replay em câmera lenta. O pagamento é feito na conta de telefone e as receitas são divididas entre a operadora e a Globo. Embora o volume ainda seja pequeno, o modelo traz uma mudança fundamental em relação ao que se viu na era ponto-com. Na web, os provedores de acesso não são remunerados pelas transações de comércio eletrônico ou venda de conteúdo. "No mundo do celular, a idéia é corrigir esse desequilíbrio", afirma Juarez Queiroz, diretor da Globo.com. Ainda neste ano, a empresa vai colocar outros programas no celular, como melhores momentos de novelas ou boletins noticiosos. Um tipo de conteúdo que já tem um modelo de negócios claro e deve ter sucesso no mundo sem fio são os jogos. A maior empresa de games para celular é a americana JamDat, que faturou 40 milhões de dólares e lançou ações na bolsa de Nova York em No Brasil, algumas empresas começam a despontar na venda de jogos. A Wiz lançou mais dez títulos, entre os quais o Pênalti, já vendido até para uma operadora do Japão, a KDDI. A MoWa, outra empresa que só desenvolve programas para celulares, recebeu da Vivo a incumbência de criar um jogo de futebol com a marca da CBF. Cada jogo custa de 8 a 10 reais, e a receita é dividida entre o criador e a operadora. O celular é visto como a nova -- e talvez definitiva -- plataforma de computação. Uma discussão fundamental é sobre o software. Há pelo menos quatro sistemas competindo pela supremacia nos celulares. "Cada jogo que criamos tem de ser adaptado a cada sistema e a cada modelo", diz Alfredo Moretti, fundador da MoWa. Poucos querem ver a repetição do modelo de monopólio que se registrou com os PCs. É bom lembrar que a Microsoft já decidiu que a computação móvel é um de seus pilares de crescimento e empenhou mais de 5 bilhões de dólares na criação de um sistema similar ao Windows para dispositivos móveis -- que, até agora, não emplacou. Do lado das operadoras, há outras questões. Na Ásia, onde a revolução da mobilidade é realidade desde o começo da década, os celulares já substituem cartões de crédito, e as operadoras de telefonia começam a competir com os bancos. "Na Espanha, foi só quando bancos, operadoras de cartão e de telefonia criaram uma empresa à parte, com a participação de todos, que a idéia da carteira eletrônica começou a deslanchar", diz Marco Aurélio Garib, da EverSystems, empresa especializada em segurança digital. "No Brasil, temos os sistemas prontos, mas ainda é preciso resolver a questão diplomática." Embora as possibilidades de receitas sejam muitas, as operadoras brasileiras ainda vendem poucos serviços de dados -- 5% do faturamento ante até 35% na Europa, na Coréia do Sul e no Japão. "Ainda serão necessários uns cinco anos para que os dados representem 15% do faturamento das operadoras", diz Luis Minoru Shibata, presidente da consultoria Yankee Group no Brasil. Minoru acredita que só com ações educativas e campanhas publicitárias as operadoras vão aumentar os ganhos com serviços. Outro impedimento é o perfil do usuário brasileiro -- sete entre dez celulares no país são pré-pagos. Apenas 6% dos 27 milhões de assinantes da Vivo, por exemplo, têm celulares capazes de dar acesso a jogos ou vídeos. "A renda per capita do brasileiro é um obstáculo", diz Ethevaldo Siqueira, da consultoria Telequest, especializada em telecomunicações. Para o futuro, os especialistas falam em três telas. A da TV representa o entretenimento familiar. A do computador, o uso para o trabalho e a navegação na internet. A tela do celular seria uma mistura das duas, com a vantagem de estar disponível a todo momento, em qualquer lugar. Poucos duvidam que essa terceira tela deixará as duas outras para trás em matéria de importância para o consumidor e de relevância como negócio. A pergunta mais importante -- e ainda sem resposta -- é como. Com reportagem de Tiago Lethbridge

5 Mercado de celulares Número de Celulares para cada 100 Habitantes (Brasil) Distrito Federal – 108,81 Rio Grande do Sul - 67,84 Rio de Janeiro - 65,98 Mato Grosso do Sul - 62,53 Goiás - 60,49 Santa Catarina - 58,70 São Paulo - 57,45 Minas Gerais - 54,52 Mato Grosso - 54,47 Paraná - 53,67 Fonte: ANATEL Ele mudou até a vida  |  Por causa do celular, negócios estão sendo criados e dizimados. O próprio comportamento humano está mudando EXAME 700 milhões de telefones celulares serão vendidos em 2005 2 bilhões de aparelhos estarão em uso no mundo em dois anos 200 bilhões de dólares foi o faturamento da indústria de celulares em 2004 15 bilhões de dólares foram as receitas com serviços de dados no ano passado 100 milhões de câmeras-fone foram vendidos no ano passado 17,5 milhões de celulares inteligentes foram vendidos em 2004 Tudo num só aparelhoDe pagamentos eletrônicos a segurança doméstica, uma infinidade de funções já pode ser controlada pelo celular. Conheça algumas delas TrabalhoAgenda/ Sincronia entre o celular, a agenda de contatos e o sistema de mensagens da empresa Sistemas corporativos Acesso aos dados da empresa e aos arquivos do PC do escritório Vida pessoalInternet Navegação em qualquer site da rede Compras Produtos e serviços à venda no celular que também servirá como meio de pagamento GPS Localização de pessoas e veículos com precisão de até 10 metros Banco Consultas e transações financeiras, como no computador Trânsito Informações online sobre congestionamento e os melhores trajetos Mensagens , mensagens instantâneas (MSN e ICQ) e videomensagens EntretenimentoTV Transmissão ao vivo e download de programas sob demanda Jogos Games com gráficos comparáveis aos de PCs e que podem ser jogados online Música Toca-MP3 com capacidade de armazenar milhares de arquivos Fotos Câmera capaz de fazer fotos de alta qualidade e que podem ser enviadas na hora CasaSegurança Controle de alarmes e sistemas de segurança por meio do celular Vigilância Acesso em tempo real a imagens de câmeras de monitoramento, em casa e no trabalho Os aparelhos que vêm por aíNovos celulares são anunciados a cada semana. Veja alguns dos aparelhos que mais chamaram a atenção recentemente(1) O BlackBerry, produto que popularizou a idéia de no bolso, cada vez mais se parece com um telefone celular, como o modelo 7100t Música O modelo N91, da Nokia, tem um minidisco rígido de 4 gigabytes, capaz de armazenar até músicas Fotos Lançado na Coréia do Sul, o Samsung SCH-V770 é o celular com câmera de resolução mais alta do mercado (7 megapixels) Linux Misto de palm e telefone, o Motorola e680i é um dos primeiros telefones que utilizam o software livre Moda O colorido LG HS8000, equipado com toca-MP3 e câmera de 2 megapixels, é voltado para o público adolescente Minicomputador Micros de mão como o hw6500, da HP, agora têm uma nova característica: funcionam como telefones Mais celulares que computadoresExistem mais telefones celulares do que PCs no mundo e em alguns países europeus já há mais celulares que pessoas. No resto do planeta, a penetração cresce a passo rápido. Confira: Total de celulares em uso em comparação com PCs (em milhões) AnoPCCelular2001 (1) Número de celulares para cada 100 habitantesItália 109 Suécia 107 Reino Unido 103Holanda 98 Coréia do Sul 76 Japão 71 Estados Unidos 64Chile 62Brasil 37 China 29 Índia 4,5(1) Previsão Fontes: Yankee Group e IDC Em dois anos, haverá, segundo as previsões, 2 bilhões de telefones celulares em uso no mundo. Somente em 2005, serão vendidos 700 milhões de aparelhos, seis vezes mais que computadores ou laptops. Até o fim da década, metade dos habitantes do planeta terá na palma da mão uma máquina 100 milhões de vezes mais poderosa que o primeiro computador da história. Na Europa Ocidental, em dois anos haverá mais celulares do que gente. O Brasil é um dos mercados mais promissores. No ano passado, o número de assinantes aumentou 40%. Neste ano, estima-se que o crescimento será de pelo menos 20% e haverá 80 milhões de usuários no país. Um estudo recente da London Business School apontou uma relação direta entre a taxa de penetração de celulares e o crescimento econômico. Em países pobres, cada incremento de 10 pontos percentuais na taxa de penetração do aparelho corresponde a um aumento de 0,6 ponto percentual do PIB. É o celular, e não o computador, que promete levar o mundo digital às massas. Cada vez mais executivos trocam notebooks por telefones inteligentes, que buscam e exibem, em tempo real, todas as informações vitais para a tomada de decisões longe do escritório. Para as empresas, a quantidade de aplicações do celular é inimaginável. No Japão, a operadora DoCoMo lançou aparelhos que funcionam como cartões de crédito, capazes de transmitir dados do comprador, por meio de um sensor, a chips localizados nos caixas. Pode demorar algum tempo, mas tudo indica que nossos velhos cartões de plástico ficarão obsoletos. Empresas de crédito e bancos terão de se aliar às operadoras de celular para modernizar seus negócios. Na Coréia do Sul, há aparelhos que incluem uma espécie -- acreditem! -- de bafômetro, para o motorista avaliar se está em condições de voltar para casa ao volante. Também há os que só funcionam a partir da leitura da impressão digital do dono -- se cair em mãos erradas, não liga. Há celulares que prometem espantar insetos com sons de altíssima freqüência. Outros traduzem latidos de cães. Há programas de karaokê de bolso -- microfone não-incluído -- e até mesmo transmissão de TV ao vivo, por uma rede de satélite exclusiva. Num passado não muito distante, se imaginou que o centro da convergência tecnológica seria a TV ou o PC. Os futurólogos erraram. O celular é a convergência. A era do celular começou oficialmente no dia 3 de abril de 1972, quando um pesquisador da Motorola fez a primeira ligação da história com um aparelho maior que um tijolo, que pesava mais de 1 quilo. Desde então, ele mudou muito. Hoje cabe na palma da mão e pesa menos de 100 gramas. Na última década, deixou de ser item de luxo para se tornar o produto de consumo mais cobiçado do planeta. Mas as mudanças no aparelho são pequenas se comparadas às que ele provocou. Muito mais que um simples telefone, o celular se transformou numa central digital que pode fazer as vezes de computador, televisor, tocador de música, videogame, câmera fotográfica, agenda, cartão de crédito e controle remoto. Os aparelhos estão cada vez menores, mas tudo o que diz respeito aos celulares é grandioso. As operadoras movimentam 100 bilhões de dólares por ano. As fabricantes dos equipamentos, outros 100 bilhões. O celular afeta indústrias que vão de bancos aos estúdios de Hollywood. Ao mesmo tempo que constrói fortunas, é capaz de ameaçar negócios que nem mesmo atingiram a maturidade, como o das câmeras digitais e dos iPods. Hoje, quase toda empresa é afetada pelo celular. Assim como o carro foi o produto que determinou a cara do século em torno dele surgiram as estradas, os subúrbios, a produção em série e os hipermercados -- , o celular é o produto mais importante do início do século 21. Por causa dele, negócios são criados. Outros desaparecerão. Muitos se transformarão radicalmente. O aparelho não significa só praticidade. Sempre à mão -- e, se possível, à vista --, um modelo sofisticado simboliza o sonho de status e estilo de vida com tanta força quanto um carro de luxo ou relógio de marca. Para os adolescentes que digitam furiosamente nos minúsculos teclados, ele é cada vez mais o ponto de contato com os amigos, seja para combinar o cinema do fim de semana seja para jogar um game. Essa massa de usuários, equipada com dispositivos cada vez mais potentes e conectados a redes que transmitem dados pelo ar a velocidades superiores à da banda larga, deve dar origem a uma promissora revolução tecnológica capaz de superar em importância e escala o fenômeno da internet. É com o celular que começa a tomar forma a idéia de um aparelho sempre à mão, sempre conectado e sempre ligado. Não se trata de uma mera figura de linguagem: um em cada cinco espanhóis admitiu ter atendido o celular durante uma relação sexual, segundo uma pesquisa da agência de comunicação BBDO Worldwide. Fabricantes de aparelhos, operadoras e desenvolvedores de softwares vivem um momento de efervescência parecido com os primeiros anos de vida dos computadores. "Estamos recriando a indústria da tecnologia", disse a EXAME Ed Zander, presidente mundial da Motorola. "É um mundo novo, com muito mais competição e inovação que nos tempos do PC e do duopólio Intel e Microsoft." O sonho de todos é colocar no bolso de cada usuário de celular mais conteúdo e serviços. Para as operadoras, trata-se de um movimento estratégico. As receitas com o tráfego de voz tendem a ser cada vez menos rentáveis por causa da competição da telefonia fixa e das chamadas feitas via internet. Na maior operadora do país, a Vivo, quando um usuário troca o celular básico por um modelo capaz de fazer downloads de produtos e serviços, sua rentabilidade aumenta 300%. A operadora contabiliza o tráfego de 1 milhão de fotos por mês em sua rede, além de cerca de 1 milhão de downloads de programas e conteúdos como toques musicais e papéis de parede, aquelas imagens que decoram a tela do aparelho. Mas o primeiro mercado disposto a aderir a esses serviços -- e a pagar por eles -- é o das empresas. "Como em toda nova tecnologia, o mercado empresarial sai na frente", diz Michael Martin, diretor da TIM. A operadora italiana trouxe com exclusividade para o Brasil o BlackBerry. Pouco maior que um celular comum, mas com teclado com todas as letras para fácil digitação, o BlackBerry é um misto de produto bem-sucedido com prestação de serviço. Em troca de uma mensalidade, os usuários têm conexão segura e garantida com o sistema de e de agenda da empresa. "Na recente tempestade que atingiu São Paulo, recebi 25 s com relatórios de problemas causados em nossos sistemas", diz João Bezerra Leite, responsável pela infra-estrutura de tecnologia do banco Itaú. O sucesso do BlackBerry, criado pela canadense Research in Motion, pode ser medido na sua curva de crescimento. A empresa demorou cinco anos para atingir 1 milhão de usuários, dez meses para chegar a 2 milhões e apenas seis meses para chegar aos atuais 3 milhões. Estima-se que esse número não cor responda nem sequer a 5% do mercado potencial para móvel. O sucesso despertou a concorrência. A palmOne criou o Treo, um híbrido do seu tradicional computador de mão Palm com um telefone celular. A HP, dona do iPaq, fez o mesmo -- assim como a onipresente Microsoft e meia dúzia de outras companhias. Com outros aparelhos, Claro e Vivo desenvolveram sistemas de uso de similar ao oferecido pela dupla TIM-BlackBerry. A Spring Wireless, cujos clientes incluem Ambev, Eletropaulo e Gillette, desenvolveu sistemas para integrar aparelhos móveis e sistemas corporativos pela rede celular. A empresa passou de usuários, no final de 2003, para até maio. "Já atingimos a meta de faturamento para 2005", diz Marcelo Condé, fundador da Spring. Com tanta movimentação no mundo do , há uma única certeza. "Os micros de mão, como os palms, são os mais ameaçados pela convergência da internet para os celulares inteligentes", diz Mike Welch, da consultoria inglesa Canalys Research. Mas os palms não são o único produto que o celular promete incorporar com vantagem para o usuário. Outro aparelho na mira é o iPod, o tocador de músicas digitais que gerou 1,3 bilhão de dólares de faturamento para a Apple no ano passado. Antecipando-se à concorrência, a Apple anunciou a criação de um celular-iPod, em parceria com a Motorola -- num exemplo claro de negócio que enxergou o poder transformador do aparelho. O produto deveria ser lançado em março, mas até agora não apareceu no mercado. O celular iPod já existe. Zander, da Motorola, exibiu um protótipo quase finalizado a EXAME. O motivo para o atraso no lançamento é a dificuldade de criar um modelo de negócio que agrade a todos. A idéia inicial era que, como no iPod tradicional, o dono pudesse colocar no aparelho as músicas que quisesse, como bem entendesse. Mas as operadoras americanas reclamaram. Querem que as músicas sejam transmitidas por suas redes, para que elas possam ficar com um pedaço da receita. Enquanto o download de uma música vendida pela Apple custa 99 centavos de dólar, um toque musical de celular sai por até 3 dólares. A Apple perde dinheiro na venda de músicas, mas ganha com os iPods. As operadoras subsidiam os aparelhos, mas compensam com a venda do conteúdo. Qual modelo vai prevalecer? A pergunta segue sem resposta. Outro tipo de entretenimento incorporado pelo celular será a televisão. A tela grande não está a caminho da extinção. Ninguém vai assistir à novela ou aos 90 minutos de uma partida de futebol na pequena tela do celular. (Nem ler nela um romance de Marcel Proust ou o jornal do dia.) Seria inviável e insuportável. Mas já é possível assistir aos gols da rodada. O serviço, disponibilizado pela Globo, estreou na Claro e será estendido a duas outras operadoras ainda neste mês. Por 2 reais cada gol, além de uma taxa correspondente ao tamanho do arquivo, o assinante recebe um clipe do lance, com direito a comemoração do artilheiro e a replay em câmera lenta. O pagamento é feito na conta de telefone e as receitas são divididas entre a operadora e a Globo. Embora o volume ainda seja pequeno, o modelo traz uma mudança fundamental em relação ao que se viu na era ponto-com. Na web, os provedores de acesso não são remunerados pelas transações de comércio eletrônico ou venda de conteúdo. "No mundo do celular, a idéia é corrigir esse desequilíbrio", afirma Juarez Queiroz, diretor da Globo.com. Ainda neste ano, a empresa vai colocar outros programas no celular, como melhores momentos de novelas ou boletins noticiosos. Um tipo de conteúdo que já tem um modelo de negócios claro e deve ter sucesso no mundo sem fio são os jogos. A maior empresa de games para celular é a americana JamDat, que faturou 40 milhões de dólares e lançou ações na bolsa de Nova York em No Brasil, algumas empresas começam a despontar na venda de jogos. A Wiz lançou mais dez títulos, entre os quais o Pênalti, já vendido até para uma operadora do Japão, a KDDI. A MoWa, outra empresa que só desenvolve programas para celulares, recebeu da Vivo a incumbência de criar um jogo de futebol com a marca da CBF. Cada jogo custa de 8 a 10 reais, e a receita é dividida entre o criador e a operadora. O celular é visto como a nova -- e talvez definitiva -- plataforma de computação. Uma discussão fundamental é sobre o software. Há pelo menos quatro sistemas competindo pela supremacia nos celulares. "Cada jogo que criamos tem de ser adaptado a cada sistema e a cada modelo", diz Alfredo Moretti, fundador da MoWa. Poucos querem ver a repetição do modelo de monopólio que se registrou com os PCs. É bom lembrar que a Microsoft já decidiu que a computação móvel é um de seus pilares de crescimento e empenhou mais de 5 bilhões de dólares na criação de um sistema similar ao Windows para dispositivos móveis -- que, até agora, não emplacou. Do lado das operadoras, há outras questões. Na Ásia, onde a revolução da mobilidade é realidade desde o começo da década, os celulares já substituem cartões de crédito, e as operadoras de telefonia começam a competir com os bancos. "Na Espanha, foi só quando bancos, operadoras de cartão e de telefonia criaram uma empresa à parte, com a participação de todos, que a idéia da carteira eletrônica começou a deslanchar", diz Marco Aurélio Garib, da EverSystems, empresa especializada em segurança digital. "No Brasil, temos os sistemas prontos, mas ainda é preciso resolver a questão diplomática." Embora as possibilidades de receitas sejam muitas, as operadoras brasileiras ainda vendem poucos serviços de dados -- 5% do faturamento ante até 35% na Europa, na Coréia do Sul e no Japão. "Ainda serão necessários uns cinco anos para que os dados representem 15% do faturamento das operadoras", diz Luis Minoru Shibata, presidente da consultoria Yankee Group no Brasil. Minoru acredita que só com ações educativas e campanhas publicitárias as operadoras vão aumentar os ganhos com serviços. Outro impedimento é o perfil do usuário brasileiro -- sete entre dez celulares no país são pré-pagos. Apenas 6% dos 27 milhões de assinantes da Vivo, por exemplo, têm celulares capazes de dar acesso a jogos ou vídeos. "A renda per capita do brasileiro é um obstáculo", diz Ethevaldo Siqueira, da consultoria Telequest, especializada em telecomunicações. Para o futuro, os especialistas falam em três telas. A da TV representa o entretenimento familiar. A do computador, o uso para o trabalho e a navegação na internet. A tela do celular seria uma mistura das duas, com a vantagem de estar disponível a todo momento, em qualquer lugar. Poucos duvidam que essa terceira tela deixará as duas outras para trás em matéria de importância para o consumidor e de relevância como negócio. A pergunta mais importante -- e ainda sem resposta -- é como. Com reportagem de Tiago Lethbridge

6 R&D Centers Centros de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D)

7 R&D Center Divisão de Celulares – R&D Center (LATAM) Tecnologia GSM
Desenvolvimento de Software Field Test Projeção: Desenvolvimento de hardware Design Futuras tecnologias

8 R&D Center Novos modelos / funções Ultra Slim MP3 Player Câmera
Bluetooth Formato Slide MP3 Player Câmera Bluetooth Shine Bar Shine Touch Screen

9 R&D Center Descrição das Atividades 1. Desenvolvimento Software
Telefones celulares (GSM) e periféricos Análise de Especificações Config. Ambiente Desenvolvimento Testes Suporte Técnico Documentação Técnica Análise de novas tecnologias (VOD, DRM, etc.) Desenvolvimento de software para telefones celulares (CDMA/GSM) com base em métodos e técnicas padronizadas, que requerem análise/avaliação de alternativas; Desenvolvimento de software para periféricos; Análise de Especificações e Reuniões técnicas com cliente; Config. Ambiente de Desenvolvimento,compilação e Atualização do Terminal móvel; Testes: Pre-testes, Depuração, Integração, e Validação de desenvolvimento de terceiro, Simulação de problemas; Elabora testes básicos de Aplicativos de Conexão ao Telefone; Resolução de problemas; Confecção/análise de manual de usuário; Análise de novas tecnologias (EVDO, VOD, DRM, etc.);

10 R&D Center Descrição das Atividades 2. Teste de Campo
Telefones celulares (GSM) Periféricos Análise de Especificações Config. Ambiente Testes: Pre-testes Testes de Validação junto a Operadora Análise de Manuais Suporte Técnico Projeto de teste de campo para telefones celulares, coordenado pelo Supervisor de Desenvolvimento de Testes de Campo, com base em métodos e técnicas padronizadas, que requerem análise/avaliação de alternativas; Desenvolvimento de relatórios e documentos de dados coletados durante testes de campo; Acompanhamento em todas as fases dos testes internos da empresa e oficiais junto à operadora; Análise de Manuais de Usuário; Testes de funcionalidade e Interface do Usuário de Aplicativos de Conexão ao Telefone; Testes da Interface do Usuário do Telefone.

11 R&D Center Requisitos Conhecimentos em Lógica de Programação (SW)
Conhecimentos em linguagem C (SW) Idioma Inglês Trabalho em Grupo / Flexibilidade Facilidade de comunicação Organizado Auto-Motivado

12 R&D Center Crescimento na LG www.lge.com.br
Mercado em franca expansão e constante renovação Empresa focada na liderança Acesso à tecnologia de ponta Oportunidades de crescimento profissional Treinamentos - Headquarter Coréia Viagens à América Latina Curso de Espanhol (Field Test)

13 Programa de Mestrado Global LG Track Korea University

14 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Histórico: 2004 Coréia Vietnã Indonésia 2005 Brasil Rússia Coréia Vietnã Indonésia Brasil Rússia Convênio Aberto Formas de participação: 2006/2007 (Planejado) China Índia Mais informações:

15 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Características do programa: Contrato: Estudante Korea Univ. LGE (Coréia) LGE (Coréia) Bolsa de estudos Segundo treinamento Contato Primeiro treinamento Convênio Korea Univ. USP Candidatos Seleção Mestrado com foco em R&D Divulgação Recomendações Mais informações:

16 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Objetivo: Mestrado com foco em desenvolvimento de software para celulares (Focado em especialização tecnológica) Formação técnico-gerencial Suporte: Aulas do idioma coreano antes do início das aulas Passagem aérea Bolsa de estudo (100%) Ajuda de custo (para custear transporte, alimentação, seguro saúde e moradia) Valor: aprox USD/ano. Mais informações:

17 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Obrigações do aluno: Performance Relatório semestral to LGE Mais informações:

18 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Cláusulas de encerramento: Baixa performance acadêmica Não fazer o relatório semestral para LGE Faltas, desistência ou suspensão Utilizar a bolsa de estudos para outros propósitos Receber outras bolsas de ajuda The students, after their master's program at KU, will be placed at LGE Korea (Mobile R&D Center)     for 1 or 2 years internship and will be sent back to Sao Paulo R&D Lab.     We're hoping these students will become "middle managers" who can serve as a 'communication     channel' or 'connecting bridge' of FSE(Foreign Service Employees) and Local Employees.     Of course, their main job will be R&D Engineer. Mais informações:

19 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Contrato de trabalho: Período de 4 anos 1 ou 2 anos de estágio de trabalho no Mobile R&D Center na Coréia (planejado) Contrato regular de trabalho Aprimoramento dos conhecimentos técnicos Contato com a cultura e processos da empresa Networking Os demais anos na LGE do Brasil Desenvolvimento e interface com a matriz Médio prazo: liderança e gerenciamento The students, after their master's program at KU, will be placed at LGE Korea (Mobile R&D Center)     for 1 or 2 years internship and will be sent back to Sao Paulo R&D Lab.     We're hoping these students will become "middle managers" who can serve as a 'communication     channel' or 'connecting bridge' of FSE(Foreign Service Employees) and Local Employees.     Of course, their main job will be R&D Engineer. Mais informações:

20 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Programa de Mestrado Global LG Track Benefícios Profissionais para o estudante: Título Expertise em software para celulares Vivência no exterior Contato com outras culturas Experiência de trabalho no exterior Construção de uma sólida carreira Mais informações:

21 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Korea University (KU) Korea University foi fundada em 1905 e está localizada na parte central de Seul. Ela é reconhecida como uma das melhores universidades da Coréia. Para maiores informações, visite ou Mais informações:

22 Mais informações: http://www.lsi.usp.br/~acseabra/LG-USP-KU3.html
Coordenadores e Áreas de Pesquisa Mais informações:

23 F A Q

24 FAQ Quem pode se candidatar ao Programa de Mestrado?
Como este Programa de Mestrado é voltado para programação de software para sistemas embarcados (celulares), ele está sendo oferecido para alunos do último ano dos cursos de Eng. Elétrica, Eng. De Computação e Ciências da Computação; das universidades conveniadas. Também há um programa de doutorado, mas por enquanto não está em execução no Brasil. Qual é a duração do programa? O programa consiste de um curso de mestrado com 2 anos de duração e mais um período de trabalho com o dobro de duração (4 anos); totalizando 6 anos. Quais são os benefícios? Aulas do idioma coreano antes do início das aulas Passagem aérea Bolsa de estudo integral Seguro saúde oferecido pela KU (parcial) Ajuda de custo para custear alojamento Empréstimo de um Notebook Terei direito a passagens para o Brasil durante as férias? Não. As passagens são de ida quando do início do programa e de volta quando do seu término. Obs.: A passagem será só de ida porque a permanência será superior a um ano e a passagem expira no prazo de um ano. Para a volta será comprada uma outra passagem one way.

25 FAQ Qual é o valor da Ajuda de Custo? Valor: aprox. 10.000USD/ano
Obs.: Além desta ajuda de custo, o aluno poderá requerer uma bolsa adicional para o Governo Coreano. Qual é o custo de vida na Coréia? Mensalmente, as despesas são aproximadamente: alimentação $300, alojamento $200~$400, transporte $100, outros $200. Cerca de $800 por mês. Onde será a moradia? A KU oferecerá alojamento dentro do campus. Existem 2 opções de alojamento: o comum e o para estrangeiros. O alojamento para estrangeiros é mais caro ($400), porém oferece mais privacidade (ocupado somente por 2 ou 3 alunos). Obs.: a primeira mensalidade será paga antecipadamente pela LG. Se for do seu interesse, você pode se juntar a outros colegas, alugar um apartamento e montar uma “república” fora do campus. Seja qual for a sua opção, esta despesa será paga com a sua Ajuda de Custo. Obs.: A LGE poderá dar suporte no depósito-fiança em caso de “república” (não há a previsão de suporte para aluguel individual, apenas em grupo). Qual é a performance exigida pela KU? Acima de 3.0 de 4.5 GPA por semestre Korea University Anam Residence Life International Residence Tel: Fax: Webpage:

26 FAQ Qual será a penalidade em caso de desistência ou encerramento?
O aluno deverá reembolsar imediatamente todas as despesas realizadas em parcela única. O Certificado de Mestrado da KU terá validade no Brasil? Para que o certificado tenha validade no Brasil basta que o aluno solicite o reconhecimento junto à USP. Concluído o Mestrado, terei um período de descanso antes do início do trabalho? Sim, haverá um período de 3~4 semanas de descanso antes do início do trabalho. Onde será o trabalho? O plano inicial é ter um período de 1 ou 2 anos de trabalho no Mobile and Communication R&D Center, na matriz (Coréia). Os demais anos serão no R&D Center para América Latina (São Paulo - Brasil). Como será o contrato de trabalho? Por questões legais, a contratação de funcionário estrangeiro na Coréia é feita através de um contrato temporário. À exceção das condições inerentes de um contrato temporário, as demais condições (direitos e deveres) serão iguais a de qualquer outro funcionário. O contrato de trabalho no Brasil será igual ao de qualquer funcionário (CLT); a função será de Desenvolvedor de Software.

27 FAQ Concluído o período de 4 anos, eu serei dispensado da LG?
Uma vez concluído o período de 4 anos de trabalho, você cumpriu com as obrigações previstas no contrato do Programa de Mestrado. Portanto, o que se exauri é o Programa de Mestrado como um todo. A intenção da LG é que o funcionário construa uma sólida carreira na empresa, assumindo a médio prazo posições de liderança e gerenciamento e sendo uma interface entre os funcionários locais e diretores. Portanto, a LG não romperá o contrato de trabalho. Esta será uma opção do funcionário.

28 Processo de Seleção

29 Processo de Seleção Calendário: Como participar www.pcs.usp.br
23/Abr : Início da divulgação do programa de mestrado 15/Maio: Apresentação para os alunos 18/Maio: Prazo final para recebimento das candidaturas 25/Maio: Envio dos documentos e do ranking para Korea University (KU) 4/Jun: USP informa o resultado para os candidatos 11/Jun: Prazo final para os candidatos fornecerem a documentação 26 ou 27/Jun: Entrevista com o Coordenador do Mestrado (Prof. Ko) e com o Gerente de RH da LG (Sr. Chung) Como participar

30 Como Participar Documentação de inscrição para a primeira fase:
1) Curriculum vitae (peça o modelo) contendo as seguintes informações: a. Área em que se formou b. Áreas de interesse para realizar o mestrado na Korea University. c. Média final retirada do Historico Escolar da Graduação d. Score do TOEFL ou TOEIC. Caso não tenham realizado um desses exames eles podem ser feitos via (http://www.ets.org/register.html) para o TOEFL que é ministrado pela Associacao Alumni Prometric Testing Center (tel ), Rua Brasiliense, 65, S. Paulo. O resultado sai em no máximo um mês e caso o aluno seja selecionado ele deve apresentar o resultado até 30 de julho e. Prêmios acadêmicos recebidos 2) Historico Escolar atualizado (pode ser impresso da internet) – em inglês 3) Copia do resultado do TOEFL/TOEIC (se já disponível)

31 Como Participar Documentação dos alunos aceitos para a segunda fase:
1) Scholarship Application Form e documentos adicionais ressaltando as seguintes informações: a. Área em que se formou b. Área de interesse para realizar o mestrado na Korea University. c. Média final retirada do Historico Escolar da Graduação d. Score do TOEFL ou TOEIC e. Prêmios acadêmicos recebidos 2) CV em inglês (mesmo da etapa anterior) 3) Historico Escolar Traduzido (solicitar na seção central de alunos) 4) Copia do resultado do TOEFL/TOEIC (se já disponível) 5) Foto digitalizada

32 Documentos para Contrato (LGE & KU)
1. Graduate Application Form  2. Recommendation Forms from two referees 3. GPA Transcripts. 4. Certificates of Degrees.     Foreign Applicants only, or Korean Residents living abroad : Proof of Foreign Status     (ie. Passport or Alien Registration Card), Certificate of completion abroad of Elementary School,     Middle School, and High School. Also required are transcripts/diplomas of Undergraduate,     and Graduate courses/degrees. 5. Proof of Foreign Status for both parents of the individual     (ie. Passport, marriage certificate or Alien Registration Card), Proof of Family Relationship. 6. Certificate of English Language Proficiency (in writing) - TOEFL or GRE (Graduate Record Examination) 7. Evidence of Financial Support (a bank statement of parents account showing US $10,000            present in the account for at least one month prior to the date of application). -> It will be prepared in LG-MC in Korea. 8. Scholarship Application Form 9. Curriculum Vitae. 10. Research Proposal (required for certain courses). 11. Letter of request, Letter of consent  12. Application fee (US $60): in the form of Postal Money Order payable to the Academic Affairs Office,      Graduate School, Korea University. -> It will be prepared in Korea. Todos os documentos devem ser originais ou notarizados na versão em Inglês.

33 Documentos para Visto (Consulado Coreano)
1 foto 3x4 Passaporte original e copia de 1~5 Xerox de RG e CPF Histórico escolar (comprovante de conclusão) Carta de admissão Declaração do imposto de renda da pessoa (no caso LG) que ira custear os gastos na Coreia durante o periodo do curso * Comprovante de matricula Carta convite (motivo, explicativo) * *: Providenciado pela LG

34 Obrigado !


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