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Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br GERÊNCIA GERAL DE TOXICOLOGIA Agência Nacional de Vigilância Sanitária GERÊNCIA GERAL DE TOXICOLOGIA.

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1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária GERÊNCIA GERAL DE TOXICOLOGIA Agência Nacional de Vigilância Sanitária GERÊNCIA GERAL DE TOXICOLOGIA Agência Nacional de Vigilância Sanitária Heloísa Rey Farza Coordenação de Cursos de Toxicologia Heloísa Rey Farza Coordenação de Cursos de Toxicologia

2 Agência Nacional de Vigilância Sanitária INSERÇÃO, RESPONSABILIDADES E ESTRUTURA

3 Agência Nacional de Vigilância Sanitária AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Missão Proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso Proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso

4 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Diretor-Presidente: Dirceu Raposo de Mello Diretora: Maria Cecília Martins Brito Diretor: Cláudio Maierovitch P. Henriques Diretor: José Agenor Álvares da Silva Diretor-Presidente: Dirceu Raposo de Mello Diretora: Maria Cecília Martins Brito Diretor: Cláudio Maierovitch P. Henriques Diretor: José Agenor Álvares da Silva ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA ANVISA Diretor: Cláudio Maierovitch P. Henriques GABINETE DO DIRETOR-PRESIDENTE DIRETOR-PRESIDENTE CGTECCGTEC ÓRGÃOS DE ASSISTÊNCIA DIRETA AO DIRETOR-PRESIDENTE NÚCLEOSNÚCLEOS GERÊNCIAS-GERAIS DE GESTÃO OPERACIONALGERÊNCIAS-GERAIS OPERACIONAL GERÊNCIAS-GERAIS DE PROCESSOS ORGANIZACIONAISGERÊNCIAS-GERAIS ORGANIZACIONAIS GERÊNCIAS DE VÍNCULO DIRETO CENTROCENTRO GPOTAGPOTA GPROPGPROP CORGECORGEAUDITAUDITAPLANAPLAN ASCOMASCOM ASEGIASEGI ASPARASPAR ASTECASTEC NADAVNADAV NAINTNAINT NUREMNUREM NUVIGNUVIG GGGAFGGGAF GGRHUGGRHU GGTINGGTIN GGALIGGALI GGIMPGGIMP GGMEDGGMED GGSANGGSAN GGTESGGTES GGTPSGGTPS GGCOSGGCOS GGLASGGLAS GGPAFGGPAF GGSTOGGSTO GGTOXGGTOX PROCRPROCR GGTOXGGTOX

5 Agência Nacional de Vigilância Sanitária GERÊNCIA GERAL DE TOXICOLOGIA - GGTOX Responsável pelo desenvolvimento desenvolvimento planejamento planejamento orientação do Sistema Nacional de Vigilância Toxicológica orientação do Sistema Nacional de Vigilância Toxicológica com o objetivo de regulamentar regulamentar analisar analisar controlar controlar fiscalizar produtos e serviços que envolvam agrotóxicos, componentes e afins e fiscalizar produtos e serviços que envolvam agrotóxicos, componentes e afins e outras substâncias químicas, agentes ou substâncias de interesse toxicológico

6 Agência Nacional de Vigilância Sanitária AGROTÓXICOS Os produtos e os agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos. Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989 Decreto n º 4.074, de 4 de janeiro de 2002c

7 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Art 3º da Lei e 8º do Decreto Os agrotóxicos, seus componentes e afins de acordo com definição do art 2° desta Lei, só poderão ser produzidos, exportados, importados, comercializados e utilizados se previamente registrados em órgão federal, de acordo com as diretrizes e exigências dos órgãos federais responsáveis pelos setores da saúde, do meio ambiente e da agricultura Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989 Decreto n º 4.074, de 4 de janeiro de 2002

8 Agência Nacional de Vigilância Sanitária GAVRI GERÊNCIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO Avaliação e controle dos riscos dos agrotóxicos prevenção de agravos Disponibilização de informações sobre produtos tóxicos GAVRI GERÊNCIA DE AVALIAÇÃO DE RISCO Avaliação e controle dos riscos dos agrotóxicos prevenção de agravos Disponibilização de informações sobre produtos tóxicos GENAV GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E AVALIAÇÃO Elaboração e atualização de instruções normativas e resoluções sobre produtos tóxicos Dar parecer sobre projetos de lei e decretos sobre substâncias tóxicasGENAV GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E AVALIAÇÃO Elaboração e atualização de instruções normativas e resoluções sobre produtos tóxicos Dar parecer sobre projetos de lei e decretos sobre substâncias tóxicas GGTOX ESTRUTURA e ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS GEATO GERÊNCIA DE ANÁLISE TOXICOLÓGICA Exame dos processos de agrotóxicos avaliação toxicológica classificação toxicológica aval para comercialização Determinação de medidas de proteção trabalhador população em geralGEATO GERÊNCIA DE ANÁLISE TOXICOLÓGICA Exame dos processos de agrotóxicos avaliação toxicológica classificação toxicológica aval para comercialização Determinação de medidas de proteção trabalhador população em geral

9 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ATIVIDADES PRÉ-REGISTRO DA GGTOX 1.Definição de 2.Elaboração de 3.Coordenação do Sistema de Informação sobre Agrotóxicos – SAI Limite máximo de resíduos e Ingestão Diária Aceitável Modalidades de aplicação e medidas de segurança Fichas técnicas sobre agrotóxicos: Monografias Normas e Regulamentos Técnicos ATIVIDADES PÓS-COMERCIALIZAÇÃO DA GGTOX 1.Coordenação do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos – PARA 2.Coordenação da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT notificação dos casos de intoxicação

10 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 1.Participação no Comitê Técnico de Assessoramento em Agrotóxicos – CTA 2.Representação do Ministério da Saúde nos foros internacionais de saúde, meio ambiente, segurança química e biossegurança 3.Internalização e o acompanhamento dos acordos internacionais 1.Participação no Comitê Técnico de Assessoramento em Agrotóxicos – CTA 2.Representação do Ministério da Saúde nos foros internacionais de saúde, meio ambiente, segurança química e biossegurança 3.Internalização e o acompanhamento dos acordos internacionais OUTRAS ATIVIDADES DA GGTOX

11 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONVENÇÕES E ACORDOS INTERNACIONAIS CONVENÇÃO DE ROTTERDAN CONVENÇÃO DE ROTTERDAN Consentimento prévio informado de circulação de produtos perigosos CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO Produtos orgânicos persistentes PROTOCOLO DE MONTREAL PROTOCOLO DE MONTREAL Substâncias com ação sobre a camada de ozônio CONVENÇÃO DE BIODIVERSIDADE CONVENÇÃO DE BIODIVERSIDADE

12 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PRODUÇÃO E USO DE AGROTÓXICOS NO BRASIL

13 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CRIAÇÃO DE UM NOVO AGROTÓXICO CRIAÇÃO DE UM NOVO AGROTÓXICO Decisão de produção Estudo de mercado e liberação de patentes Estudo de mercado e liberação de patentes

14 Agência Nacional de Vigilância Sanitária FATURAMENTO LÍQUIDO DA INDÚSTRIA QUÍMICA - Brasil Fontes: ABIQUIM e associações dos segmentos, Dados em bilhões de dólares. Segmentos Produtos químicos de uso industrial 19,017,419,219,918,522,819,424,133,039,1 Produtos Farmacêuticos 2,73,05,07,68,76,75,25,66,89,2 Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos 1,61,72,44,24,33,42,83,13,95,5 Adubos e fertilizantes 2,31,72,23,02,93,03,34,35,65,3 Sabões e detergentes 2,02,02,02,83,12,32,12,12,72,5 Defensivos agrícolas 1,10,91,41,82,62,51,93,44,94,0 Tintas, esmaltes e vernizes 1,71,71,82,02,01,51,11,31,51,9 Outros1,41,51,61,51,71,41,51,61,82,0 TOTAL31,829,935,642,843,843,637,345,560,269,5

15 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

16 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PRODUÇÃO E CONSUMO DE AGROTÓXICOS BRASILEIRO (2006) –8 grandes indústrias –Venda: 4,3 bilhões de dólares/ano –Volume: toneladas/ano Produtos registrados 460 ingredientes ativos (IAs) 700 produtos técnicos 700 produtos técnicos 2000 componentes 1174 produtos formulados 1174 produtos formulados MUNDIAL – 20 grandes indústrias – Vendas: 25 bilhões de dólares/ano – Volume: 2,7 milhões de toneladas/ano 31% herbicidas, 29% inseticidas, 23% fungicidas, 17% outros 31% herbicidas, 29% inseticidas, 23% fungicidas, 17% outros

17 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Conclusões agronômicas Conclusões toxicológicas Conclusões ambientais Resultado do Pleito EMPRESA SOLICITA REGISTRO Dossiê Toxicológico Dossiê Ambiental Dossiê Agronômico ANVISAIBAMAMAPA SIA REGISTRO DE AGROTÓXICOS

18 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Uso agrícola – avaliação pela ANVISA, IBAMA e MAPA e registro pelo MAPA

19 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONTROLE DE ÁGUAS DE SUPERFÍCIE Uso não agrícola – avaliação pela ANVISA e IBAMA e registro pelo IBAMA TRATAMENTO DE MADEIRA

20 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Uso domissanitário e campanhas de saúde pública – avaliação e registro pela ANVISA GGTOX e GGSAN

21 Agência Nacional de Vigilância Sanitária MODALIDADES DE REGISTRO Produtos técnicos (ingredientes ativos)Produtos técnicos (ingredientes ativos) Componentes (solventes, tensioativos, espalhantes,...)Componentes (solventes, tensioativos, espalhantes,...) Produtos formuladosProdutos formulados Por equivalência a um produto de referênciaPor equivalência a um produto de referência Registro especial temporário para pesquisa e experimentação - RETRegistro especial temporário para pesquisa e experimentação - RET Produtos registrados exclusivamente para exportação - REXProdutos registrados exclusivamente para exportação - REX

22 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ESTUDOS EXIGIDOS PARA AVALIAÇÃO TOXICOLÓGICA DOS AGROTÓXICOS Estudos toxicidade aguda Estudos toxicidade aguda Estudos de mutagenicidade Estudos de mutagenicidade Estudos de carcinogenicidade Estudos de carcinogenicidade Estudos de efeitos sobre a reprodução Estudos de efeitos sobre a reprodução Estudos de efeitos sobre o desenvolvimento Estudos de efeitos sobre o desenvolvimento Estudos de neurotoxicidade Estudos de neurotoxicidade

23 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CLASSEGRAU COR DA FAIXA Classe I Extremamente tóxicos Vermelha Classe II Altamente tóxicos Amarela Classe III Medianamente tóxicos Azul Classe IV Pouco tóxicos Verde PRODUTOS COM IMPEDIMENTO DE REGISTRO

24 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Padronização de rótulos e bulas

25 Agência Nacional de Vigilância Sanitária OBJETIVO SANITÁRIO DO RÓTULO E BULA: PROTEÇÃO DO TRABALHADOR E DO CONSUMIDOR

26 Agência Nacional de Vigilância Sanitária SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGROTÓXICOS - SIA AGROTÓXICOS - SIA

27 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ESTRUTURA DO SISTEMA Constituído de 2 módulos principais Pré-registro Pré-registro Módulo de componentesMódulo de componentes Pós-registro Pós-registro Módulo de produtos técnicosMódulo de produtos técnicos Módulo de produtos formuladosMódulo de produtos formulados Módulo de informações de produtos com registroMódulo de informações de produtos com registro Fonte permanente e atualizada de informação sobre os produtos avaliados e registrados, com acesso livre para todos os interessados SIA

28 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

29 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

30 Agência Nacional de Vigilância Sanitária MONITORAMENTO DO IMPACTO PÓS-REGISTRO

31 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PROGRAMA DE ANÁLISE DE RESÍDUO DE AGROTÓXICOS EM ALIMENTOS PARA

32 Agência Nacional de Vigilância Sanitária identificar e quantificar os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos identificar e quantificar os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos rastrear a origem dos problemas e subsidiar ações de vigilância sanitária para minimizar os efeitos agudos e crônicos dos agrotóxicos rastrear a origem dos problemas e subsidiar ações de vigilância sanitária para minimizar os efeitos agudos e crônicos dos agrotóxicos avaliar o uso e mapear a distribuição dos agrotóxicos avaliar o uso e mapear a distribuição dos agrotóxicos disponibilizar informações à sociedade disponibilizar informações à sociedade OBJETIVO GERAL Garantir a qualidade de alimentos submetidos a tratamentos com agrotóxicos e afins SEGURANÇA ALIMENTAR PARA

33 Agência Nacional de Vigilância Sanitária MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO Possibilitam: 1.Verificar correta utilização dos agrotóxicos 2.Avaliar a exposição do consumidor 3.Subsidiar a avaliação da exposição do trabalhador 4.Identificar as culturas mais afetadas 5.Mapear as áreas de produção mais problemáticas

34 Agência Nacional de Vigilância Sanitária LIMITE MÁXIMO DE RESÍDUO LMR: quantidade máxima de resíduo de agrotóxico oficialmente aceita no alimento, após a aplicação adequada numa fase específica de sua existência, da sua produção até o consumo. Aplicável apenas para alimentos destinados ao consumoAplicável apenas para alimentos destinados ao consumo Expresso em mg de ingrediente ativo por kg de alimento (ppm)Expresso em mg de ingrediente ativo por kg de alimento (ppm)

35 Agência Nacional de Vigilância Sanitária INGESTÃO DIÁRIA ACEITÁVEL IDA - quantidade máxima de resíduos que, se ingerida diariamente durante toda a vida, não oferece risco apreciável à saúde, à luz dos conhecimentos atuais É expressa em mg/kg (ppm) Permite avaliar: O risco da ingestão de resíduos de agrotóxicos em alimentos, levando-se em consideração os LMRs estabelecidos para cada cultura e o consumo diário desta cultura

36 Agência Nacional de Vigilância Sanitária IDA INGESTÃO DIÁRIA ACEITÁVEL Estabelecida para cada ingrediente ativo de agrotóxico com base nas propriedades toxicológicas determinadas através de estudos com animais de laboratório e realizados com procedimentos reconhecidos e harmonizados em nível internacional

37 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 9 ALIMENTOS ANALISADOS: 9alfacebananabatatacenouralaranjamaçãmamãomorangotomate PARA TOTAL DE ESTADOS EM COLETA: 16AcreBahia Distrito Federal Espírito Santo Goiás Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará Paraná (estado e município) Pernambuco Rio de Janeiro Rio Grande do Sul Santa Catarina São Paulo ( estado e município) SergipeTocantins

38 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Total de Ingredientes Ativos pesquisados = 92 AcefatoClorpirifósFentoatoOmetoato AlacloroClorpirifós metilFenvaleratoOxifluorfen AldrinDDT-totalFluasifope-p-butílicoParaoxon AletrinaDeltametrinaFlutriafolParation etílico Azinfós etílicoDiazinonFolpetParation metílico Azinfós metílicoDiclorvósForatoPermetrina AzoxistrobinaDicofolFosmetePirazofós β-cipermetrinaDieldrinHCBPirimifós etílico BifentrinaDifenoconazolHCH (α, β e γ)Pirimifós metílico BioaletrinaDimetoatoHeptacloroProcimidona BromopropilatoDisulfotonaHeptacloro epóxidoProcloraz CaptanDitiocarbamatoImazalilProfenofós CarbarilEndosulfanIprodionaPropargito CarbendazinEndrimλ-cialotrinaPropiconazol CarbofenotionaEsfenvaleratoLindanoTebuconazol CarbofuranEtionaMalationTerbufós CiflutrinaEtoprofósMetamidofósTetradifona CimoxanilEtrinfósMetidationaTiabendazol CipermetrinaFenamifósMetoxicloroTriazofós CiproconazolFenarimolMevinfósTriclorfom ClordanoFenitrotionaMiclobutanilTrifluralina ClorfenvinfósFenpropatrinaMirexVamidotiona ClorotalonilFentionaMonocrotofósVinclozolina PARA

39 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Percentuais de irregularidades encontradas em 2 anos de PARA CULTURA Evolução Alface 8,64 % 6,67 % 14 % 46,45 % Banana 6,53 % 2,22 % 3,59 % 3,65 % ± Batata22,2 %8,65 %1,79 %0 % Cenoura 19,54 % 11,30 % Laranja 1,41 % 0 % 4,91 % 4,70 % ± Maçã 4,04 % 3,67 % 4,96 % 3,07 % ± Mamão19,50 %37,56 %2,50 %0 % Morango 46,03 % 54,55 % 39,07 % -± Tomate26,10 %0 %7,36 %4,38 %

40 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONSEQÜÊNCIAS 1.Reavaliação de LMRs já estabelecidos 2.Levantamento de dados nacionais de produção e distribuição do morango 3.Elaboração de material educativo 4.Formação de um grupo de trabalho para desenvolver projeto de qualidade do morango 5.Articulação com órgãos estaduais de saúde e agricultura assistência e orientação aos produtores

41 Agência Nacional de Vigilância Sanitária REDE NACIONAL DE CENTROS DE INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA TOXICOLÓGICA RENACIAT

42 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONDIÇÕES DE MANIPULAÇÃO SAÚDE DO TRABALHADOR

43 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO NA AGRICULTURA

44 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO EM ÁREAS INTERNAS

45 Agência Nacional de Vigilância Sanitária CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO

46 Agência Nacional de Vigilância Sanitária GESTÃO DE RESÍDUOS NA AGRICULTURA

47 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ORGANIZAÇÃO TERRITORIAL

48 Agência Nacional de Vigilância Sanitária FISCALIZAÇÃO E COMÉRCIO ILEGAL

49 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PRINCIPAIS EFEITOS ASSOCIADOS AO USO DE AGROTÓXICOS Elevada toxicidade aguda Dermatites, anomalias respiratórias Câncer Neurotoxicidade retardada Desregulação endócrina Efeitos sobre o sistema imunológico Efeitos na reprodução Efeitos no desenvolvimento

50 Agência Nacional de Vigilância Sanitária LESÃO POR PIRETÓIDES

51 Agência Nacional de Vigilância Sanitária LESÃO POR ORGANOFOSFORADOS

52 Agência Nacional de Vigilância Sanitária LESÃO POR PARAQUAT

53 Agência Nacional de Vigilância Sanitária LESÃO POR GLIFOSATO

54 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 37 Centros no Brasil 37 Centros no Brasil 17 Estados e no DF 17 Estados e no DF Ligados ao SINITOX Ligados ao SINITOX2005 REDE NACIONAL DE CENTROS DE INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA TOXICOLÓGICA – RENACIAT ANVISA - RDC nº 19 de 03/02/2005

55 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ATRIBUIÇÕES DOS CIATs 1.Fazer atendimento de urgência ao intoxicado em regime ambulatorial e de internação 2.Fornecer informação toxicológica de qualidade, em plantão permanente, à população geral e profissionais de saúde 3.Captar informação epidemiológica confiável e transferi-la para o SINITOX 4.Gerar estudos epidemiológicos para embasar políticas públicas 5.Fazer acompanhamento ativo dos casos notificados e atendidos

56 Agência Nacional de Vigilância Sanitária SINITOX SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES TÓXICO-FARMACOLÓGICAS FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ ATRIBUIÇÃO: coordenação do processo de coleta compilação compilação análise análise divulgação dos dados divulgação dos dados relativos aos casos de intoxicação e envenenamento registrados pelos 34 Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIAT) pertencentes a RENACIAT, que estão localizados em 18 dos 26 Estados brasileiros

57 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Interesse para a ANVISA Avaliação do impacto das substâncias tóxicas na população brasileira Avaliação do impacto das substâncias tóxicas na população brasileira Subsídios para reavaliação dos produtos comercializados Subsídios para reavaliação dos produtos comercializados Desenvolvimento de competência na área da Toxicologia Desenvolvimento de competência na área da Toxicologia Realização de ações de prevenção e promoção da saúde dos usuários e consumidores Realização de ações de prevenção e promoção da saúde dos usuários e consumidores RENACIAT

58 Agência Nacional de Vigilância Sanitária REAVALIAÇÃO DOS AGROTÓXICOS

59 Agência Nacional de Vigilância Sanitária REAVALIAÇÃO dos AGROTÓXICOS Resultados do PARA e dados epidemiológicos do SINITOX Suspeita de carcinogenicidade, mutagenicidade, neurotoxicidade e desregulação endócrina Decisões internacionais de restrições ou banimento de produtos Alertas de organizações internacionais...

60 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PENTACLOROFENOL (OC) LINDANO (OC) HEPTACLORO (OC) MONOCROTOFÓS (OF) BENOMIL (benzimidazol) PARATION METÍLICO (OF) Exclusão de várias culturas CAPTAN e FOLPET (dicarboximida) Exclusãode culturas DICOFOL (OC) Exclusão da aplicação costal CLORPIRIFÓS (OF) Exclusão de aplicação costal, várias culturas Uso domiciliar: só iscas PROCLORAZ (imidazolilcarboxamida) Exclusão da aplicação costal em várias culturas, exclusão do uso em várias culturas VINCLOZOLIN (dicarboximida) Proposta de venda direta, revisão de embalagem, controle de vendas METAMIDOFÓS (OF) Exclusão de aplicação costal e tanques, várias culturas, novos testes tox. TIOFANATO METÍLICO (benzimidazol) Novos estudos de mutagenicidade, limites de um dos seus contaminantes, suspensão de inclusão de novas culturas METALDEÍDO (tetroxocano) Proibição do uso agrícola, proibição de 2 produtos comerciais, ajuste das recomendações do uso domiciliar 2,4 D (ác. ariloxialcanóico) Exclusão da aplicação costal, alteração da classe tox, novos estudos, proibição para ambientes aquáticos FENITROTION (fosforotioato) Exclusão de aplicação costal e tanques/bombas, várias culturas ALGUNS RESULTADOS DE REAVALIAÇÃO

61 Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESULTADOS DAS REAVALIAÇÕES Exigência de novos estudos toxicológicosExigência de novos estudos toxicológicos Restrições à aplicaçãoRestrições à aplicação Novas medidas de segurança e proteção do trabalhadorNovas medidas de segurança e proteção do trabalhador Exclusão de culturasExclusão de culturas Alteração do Limite Máximo de Resíduo em alimentos (LMR)Alteração do Limite Máximo de Resíduo em alimentos (LMR) Alteração de classe toxicológicaAlteração de classe toxicológica Alteração de formulaçõesAlteração de formulações Determinação de venda direta ou aplicadaDeterminação de venda direta ou aplicada Cancelamento do uso do ingrediente ativoCancelamento do uso do ingrediente ativo

62 Agência Nacional de Vigilância Sanitária AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA GERÊNCIA GERAL DE TOXICOLOGIA tttt oooo xxxx iiii cccc oooo llll oooo gggg iiii aaaa aaaa nnnn vvvv iiii ssss aaaa.... gggg oooo vvvv.... bbbb rrrr


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